Em relação aos debates ocorridos na I Conferência Nacional de Recursos Humanos para a Saúde, realizada em 1986, é correto afirmar que:
Um dos braços que conduziu o Brasil ao neoliberalismo a partir dos anos de 1990 foi a reforma administrativa do Estado, que deslocou as fronteiras entre o público e o privado por meio das “parcerias”, sob uma racionalidade “economicista-liberal” (DI PIERRO, 2001) e forte influência dos organismos internacionais: Analise as colunas 1 e 2:
No Brasil, a partir dos anos de 1930, o modelo econômico urbano-industrial desafiou o Estado a assumir a coordenação da educação dos trabalhadores, que atravessou, até a atualidade, avanço e recuo da industrialização; desenvolvimentismo e novo desenvolvimentismo; restruturação produtiva, neoliberalismo e crise do trabalho assalariado; sempre na contradição capital-trabalho. Para enfrentar essas contradições foram implementados programas, de caráter temporário e emergencial, inclusive no setor saúde. Ainda que não sejam estruturantes, trata-se de uma forma de se fazer política, pois expressam e desencadeiam movimentos de disputa. Alguns desses programas são sumariamente descritos a seguir em ordem NÃO cronológica. Analise as colunas 1 e 2:
“Uma compreensão não estática e histórica de classe social nos ajuda a entender a diversidade humana na perspectiva da totalidade e que a luta de classes necessariamente, de forma explicita ou implícita, incorpora a diversidade em suas manifestações do feminismo, das relações sociais de gênero e sexualidade, de raça e etnia. [...] Na Educação Profissional e Tecnológica, não se tem uma tradição consolidada de estudos dessa ordem, ainda que estejam crescendo, ao passo que tais questões são concretas e incidem não somente na escola, mas também sobre a dinâmica produtiva e de desenvolvimento científico-tecnológico”. (RAMOS, 2020, pp. 12-13; 16). Ainda que não se apoie explicitamente na “interseccionalidade”, o conteúdo dessa reflexão remete a questões abordadas por esse conceito, é INCORRETO afirmar que:
Os seguintes excertos foram extraídos do artigo de Batista et. al. (2004)
Estudo realizado por Jobim e Silva (2022) nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia constatou que no ensino técnico se concentra um número considerável de mulheres, de pessoas não-brancas e de classes sociais mais baixas, constituindo, desse modo, um grupo de estudantes em vulnerabilidade social. Um olhar sobre o trabalho técnico na saúde, particularmente de enfermagem, nos mostra que “as mulheres negras representam 53% dos profissionais de enfermagem, segundo pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) em 2017”, concentradas em postos de nível médio, mais precarizados e com menor remuneração (SODRÉ, 2021); e que diferenças entre rendimentos desses trabalhadores estão associadas ao pertencimento étnico-racial, revelando situações nas quais profissionais de cor/raça branca apresentaram, sistematicamente, condições mais favoráveis de trabalho e renda, em relação aos pretos e pardos (MARINHO, et. al. 2022). Diante do exposto, é CORRETO afirmar que:
“A ineficiência dos estudos ambientais, enquanto ferramenta integradora da saúde e do meio ambiente no planejamento do desenvolvimento, vem ocorrendo notadamente pela sua limitação como instrumento para empreendimentos isolados e não para programas e políticas de âmbito regional ou nacional.” (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995) Sobre relações entre trabalho, saúde e ambiente, é correto afirmar que:
Em relação ao campo da Saúde e Ambiente, é correto afirmar que:
“Uma dimensão importante para avançar nas práticas de saúde, fortalecendo os processos de trabalho, a promoção e a vigilância à saúde na Estratégia da Saúde da Família, é incorporar a abordagem teórica das relações entre saúde, ambiente e trabalho, por meio do diálogo entre Saúde do Trabalhador e Saúde e Ambiente, ambas desenvolvidas no âmbito da Saúde Coletiva brasileira”. (Pessoa et al., 2013a; Brasil, 2013; apud PONTES, et al., 2022). Analise as colunas 1 e 2: Tais enunciados correspondem, em ordem aleatória:
As conquistas da ciência e da tecnologia representam o domínio do ser humano sobre a natureza, com a possibilidade de ampliar suas capacidades para produzir melhores condições de vida. Porém, a potencialidade da incorporação da ciência, tecnologia e inovação em saúde para atender às necessidades de saúde da população no mundo contemporâneo tem sido objeto de muitas polêmicas. Quanto à melhor abordagem desse tema na formação dos trabalhadores da saúde, é correto afirmar que:
“O CEIS [Complexo Econômico-Industrial da Saúde] designa a economia organizada em torno da produção de bens e serviços de saúde. Economia no sentido das relações sociopolíticas, e também econômicas, estabelecidas entre atores dos segmentos industriais e dos serviços.” (TEIXEIRA, 2020, p. 232) A articulação com a política de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) é um eixo estruturante da concepção do setor saúde como um sistema complexo. Sobre a relação entre essa concepção e a formação de trabalhadores da saúde, é correto afirmar que:
“Quando discutimos os desafios do ensino médio integrado nesse contexto [da pandemia de Convid-19] e nos apoiamos na relação entre trabalho, ciência e cultura, como princípio ordenador do currículo, é importante resgatarmos o pressuposto de que a realidade é manifestação histórica dessa relação”. (RAMOS, 2020, p. 156) À luz dessa citação, é INCORRETO afirmar que:
Considerando o histórico da formação técnica em saúde, é correto afirmar que:
A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS, 2018) deve incidir sobre todos os níveis e formas de atenção à saúde, abrangendo:
Vulnerabilidade é um conceito polissêmico e interdisciplinar de importância central para a Vigilância em Saúde. Na Política Nacional de Vigilância em Saúde (2018), vulnerabilidade é descrita como:
Dentre os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) destaca-se a participação da comunidade. Na Vigilância em Saúde a participação comunitária é concebida como:
No Brasil, a articulação entre as práticas de Vigilância em Saúde (VS) e as da Atenção Básica à Saúde (ABS) atende ao princípio da integralidade do cuidado. Para a integração entre a VS e a ABS algumas diretrizes são, respectivamente:
A Mortalidade Infantil (MI) compreende a soma dos óbitos ocorridos nos períodos neonatal precoce (0-6 dias de vida), neonatal tardia (7-27 dias de vida) e pós-neonatal (28 dias e mais de vida), e sobre ela é possível afirmar: I. valores elevados na taxa de MI refletem precárias condições de vida e saúde, e baixo nível de desenvolvimento social e econômico. II. no Brasil houve um aumento na taxa de MI, em cerca de 5,5% ao ano nas décadas de 1980 e 1990, e de 4,4% ao ano desde 2000. III. melhoria nos serviços de Atenção Primária proporciona maior acesso ao pré-natal e a promoção do aleitamento materno, influenciando na queda da MI. IV. aumento da cobertura vacinal e acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança no primeiro ano de vida contribui para redução da taxa de MI. V. o nível de escolaridade do pai está associado a altas taxas de morte de crianças menores de 1 anos em todas as regiões brasileiras. De cima para baixo, verifique se os itens são verdadeiros (V) ou falsos (F) e marque a sequência correta:
Em relação à Mortalidade Materna Tardia (MMT) avalie as afirmativas a seguir: I. alta magnitude, pouco visibilizada e pouco estudada no Brasil e em outros países. II. óbito de mulher devido a causas obstétricas diretas ou indiretas que ocorre em um período superior a 42 dias e inferior a um ano após o fim da gravidez. III. falta de informação correta sobre MMT na declaração de óbito dificulta o processo de investigação e sua inclusão nos sistemas de informação. IV. comitês de Mortalidade Materna são instâncias exclusivas para apuração das circunstâncias de óbitos materno tardio. V. subnotificação de mortes maternas ocorridas até 42 dias do puerpério é maior do que as mortes maternas tardias. De cima para baixo, verifique se os itens são verdadeiros (V) ou falsos (F) e marque a sequência correta:
Mapa é uma representação da realidade. Abaixo tem-se a distribuição espacial da classificação de risco para Malária no Brasil: De acordo com o mapa de classificação de risco para malária, analise as afirmativas: I. na região Norte há Estados com alto risco. II. a região Sul tem muito baixo risco. III. só existe risco na região Norte. IV. na região Nordeste não tem alto risco. V. os casos graves estão no Centro-oeste. De cima para baixo, verifique se os itens são verdadeiros (V) ou falsos (F) e marque a sequência correta:
A relação homem-natureza influi, positiva ou negativamente, no processo saúde-doença. No fotograma do vídeo MAN (Steve Cutts, 2012) vê-se a irracionalidade humana no consumo ilimitado e uso predatório dos recursos naturais, gerando acúmulo de resíduos sólidos no ambiente: De acordo com a mensagem do fotograma do vídeo Man, analise as afirmativas: I. padrões atuais de desenvolvimento e de consumo são insustentáveis. II. disposição inadequada de resíduos expõe a riscos pessoas e o ambiente. III. todos os recursos naturais são inesgotáveis e renováveis. IV. alimentos ultraprocessados geram mais resíduos e doenças crônicas. V. acúmulo de resíduos sólidos aumenta o risco de arboviroses. De cima para baixo, verifique se os itens são verdadeiros (V) ou falsos (F) e marque a sequência correta:
Na América Latina, estudiosos da saúde pública/coletiva e da medicina social desenvolveram o arcabouço teórico-conceitual da Determinação Social da Saúde para análise do processo saúde-doença. A Determinação Social da Saúde pode ser entendida como:
No escopo da Vigilância em Saúde, a categoria geográfica território é um de seus pilares estruturantes, definida como:
Comunicação de Risco é utilizada para enfrentar situações de emergência em saúde pública. A Secretaria de Vigilância em Saúde, para comunicar-se com o público durante surtos epidêmicos, estabeleceu as seguintes diretrizes:
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou a 2ª versão do Plano Integrado para a Gestão Sanitária da Segurança do Paciente em Serviços de Saúde, 2021-2025, apoiado na Resolução da Diretoria Colegiada nº 36 de 2013, que define Segurança do Paciente como:
A Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) trouxe avanços significativos para a implementação das ações de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no SUS. É designada e reconhecida na Política Nacional do Trabalhador e da Trabalhadora como:
A Portaria nº 1.823, de 23 de agosto de 2012 instituiu a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no SUS que tem como princípios e diretrizes:
No âmbito do trabalho e da saúde do trabalhador a Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT) é considerada um documento:





















