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Prova Pedreiro - DAE - Pref. Bauru/SP
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Questão 1 de 30 Q2063703 Q1 da prova
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal!”. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? - Perguntou.
— Como, como é que liga?
Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem nenhuma instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê? — Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola?
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê? — Nada, não.
O garotinho agradeceu, disse “Legal! “, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente.
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

Quanto ao gênero, o texto “A bola” é classificado como um/um(a):

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Questão 2 de 30 Q2063705 Q2 da prova
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal!”. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? - Perguntou.
— Como, como é que liga?
Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem nenhuma instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê? — Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola?
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê? — Nada, não.
O garotinho agradeceu, disse “Legal! “, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente.
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

De acordo com o texto, entendemos que é:

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Questão 3 de 30 Q2063707 Q3 da prova
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal!”. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? - Perguntou.
— Como, como é que liga?
Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem nenhuma instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê? — Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola?
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê? — Nada, não.
O garotinho agradeceu, disse “Legal! “, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente.
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

Com essa narrativa, o autor pretende que:

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Questão 4 de 30 Q2063708 Q4 da prova
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal!”. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? - Perguntou.
— Como, como é que liga?
Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem nenhuma instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê? — Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola?
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê? — Nada, não.
O garotinho agradeceu, disse “Legal! “, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente.
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

O tema central deste texto é:

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Questão 5 de 30 Q2063710 Q5 da prova
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal!”. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? - Perguntou.
— Como, como é que liga?
Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem nenhuma instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê? — Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola?
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê? — Nada, não.
O garotinho agradeceu, disse “Legal! “, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente.
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

No segundo parágrafo do texto, quando o menino desembrulhou a bola, disse “legal”, pois:

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Questão 6 de 30 Q2063712 Q6 da prova
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal!”. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? - Perguntou.
— Como, como é que liga?
Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem nenhuma instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê? — Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola?
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê? — Nada, não.
O garotinho agradeceu, disse “Legal! “, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente.
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

“O pai deu uma bola de presente ao filho”. As palavras destacadas são classificadas morfológica e respectivamente em:

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Questão 7 de 30 Q2063713 Q7 da prova
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “legal!”. Ou os que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? - Perguntou.
— Como, como é que liga?
Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem nenhuma instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê? — Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola?
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê? — Nada, não.
O garotinho agradeceu, disse “Legal! “, de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado MONSTER BALL, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentava se destruir mutuamente.
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova ensaiou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recuperar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

O verbo “deu”, encontra-se no tempo e modo:

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Questão 8 de 30 Q2063717 Q9 da prova

“O garotinho agradeceu, disse “Legal!”. O adjetivo legal pode ser substituído sem perder o sentido da palavra por:

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Questão 9 de 30 Q2063718 Q10 da prova
No restaurante, o freguês chama o garçom:
- Tem uma mosca no meu prato!
- É o desenho do prato, meu senhor.
- Mas tá se mexendo!
- Viu a tecnologia? É desenho animado!

O efeito de humor do texto, deve-se ao:

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Questão 10 de 30 Q2063720 Q11 da prova

Qual é o valor de X para a seguinte equação 2x+1 = x + 5

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Questão 11 de 30 Q2063723 Q13 da prova

Se uma fatia de mortadela têm 20 gramas, quantas fatias há em 700 gramas?

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Questão 12 de 30 Q2063725 Q14 da prova

Sobre o triângulo equilátero pode-se afirmar que:

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Questão 13 de 30 Q2063727 Q15 da prova

Para ser um triângulo necessariamente a soma dos ângulos deve ser igual a:

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Questão 14 de 30 Q2063735 Q20 da prova

Fiz uma compra e o vendedor me disse que para pagamento à vista tenho desconto de 15%. Se o valor sem desconto era de R$740,00 e paguei à vista. Quanto paguei?

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Questão 15 de 30 Q2063737 Q21 da prova

Etapa do revestimento de argamassa aplicado em paredes e tetos, cuja função é aumentar a aderência entre o revestimento e o substrato (base), para a qual se utiliza cimento e areia grossa:

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Questão 16 de 30 Q2063739 Q22 da prova

O cimento é usualmente comercializado a granel ou em sacos de:

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Questão 17 de 30 Q2063740 Q23 da prova

Se uma lata possui 18 litros, 5 latas de cimento totalizam quantos litros?

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Questão 18 de 30 Q2063745 Q26 da prova

A argamassa colante ideal para aplicação em área externa sujeita a altas temperaturas é a:

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Questão 19 de 30 Q2063746 Q27 da prova

A ferramenta utilizada para verificar se uma parede está sendo erguida da maneira correta, sem desvios de verticalidade entre as fiadas, é chamada de:

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Questão 20 de 30 Q2063748 Q28 da prova

Substância que antigamente era utilizada na fabricação de telhas e caixas d’água, mas cujo uso para esses fins é proibido atualmente por questões de saúde:

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Questão 21 de 30 Q2063753 Q31 da prova

Viga de concreto armado, geralmente construída em contato com o solo, que sustenta as paredes da edificação no nível das fundações:

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Questão 22 de 30 Q2063755 Q32 da prova

Produto usualmente empregado na impermeabilização de fundações e estruturas em contato com o solo:

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Questão 23 de 30 Q2063757 Q33 da prova

Produto usualmente empregado na impermeabilização de reservatórios de água potável:

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Questão 24 de 30 Q2063759 Q34 da prova

Norma do Ministério do Trabalho e Emprego que regulamenta o trabalho em altura:

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Questão 25 de 30 Q2063760 Q35 da prova

Dispositivo existente na rede coletora de esgotos sanitários que permite inspeção e entrada em seu interior para limpeza e remoção de detritos:

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Questão 26 de 30 Q2063762 Q36 da prova

De acordo com a Lei Municipal n.º 6.366/ 2013, qual das seguintes atividades NÃO faz parte das atribuições descritas para o cargo de pedreiro?

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Questão 27 de 30 Q2063763 Q37 da prova

“________ é o conjunto de classes da mesma natureza de trabalho, escalonados segundo o nível de complexidade e o grau de responsabilidade.” De acordo com a definição estabelecida pela Lei Municipal n.º 1.574/1971, a lacuna é corretamente preenchida pela alternativa:

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Questão 28 de 30 Q2063765 Q38 da prova

Conforme a Lei Municipal n.º 6.366/ 2013, compete a essa comissão, entre outras atribuições, "elaborar os critérios para a avaliação de desenvolvimento do servidor". Assinale a alternativa que corresponde ao nome dessa comissão:

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Questão 29 de 30 Q2063766 Q39 da prova

De acordo com a Lei Municipal n.º 1.574/1971, as nomeações podem ser:

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Questão 30 de 30 Q2063768 Q40 da prova

De acordo com a Lei Municipal n.º 1.574/1971, entende-se por lotação:

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