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Prova Pedagogia - Polícia Civil/MG
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Questão 1 de 55 Q1000736 Q1 da prova
Leia com atenção o Texto 1 para responder às questões 01 a 05: TEXTO 1: Manual de Policiamento Comunitário Apresentação: Nancy Cardia O policiamento comunitário, hoje em dia, encontra -se amplamente disseminado nos países economicamente mais desenvolvidos. Sem dúvida isso é uma conquista desses países, pois essa é a forma de policiamento que mais se aproxima das aspirações da população: ter uma polícia que trabalhe próxima da comunidade e na qual ela possa crer e confiar. Acreditar e confiar na polícia são considerados elementos essenciais para que a polícia possa ter legitimidade para aplicar as leis, isto é, para a polícia ser percebida pela população como tendo um direito legítimo de restringir comportamentos, retirar a liberdade de cidadãos e, em casos extremos, até mesmo a vida. Ter legitimidade para aplicar as leis significa poder contar com o apoio e a colaboração da população para exercer seu papel. Isso difere da falta de reação da população às ações da polícia, quer por apatia ou por medo, ou ainda, da reação daqueles que delínquem. Em qualquer um desses casos a reação da população já sugere que há um déficit de confiança na polícia. Nos países economicamente mais desenvolvidos, a adoção do policiamento comunitário decorreu da constatação de que os modelos de policiamento em vigência não eram mais eficazes diante dos novos padrões de violência urbana que emergiram no fim dos anos 1960 e meados dos anos 1970. Ao longo desse período, cresceram, em muitos desses países, tanto diferentes formas de violência criminal como também manifestações coletivas (pacíficas ou não) por melhor acesso a direitos. O desempenho das polícias em coibir a violência criminal ou ao conter (ou reprimir) as manifestações coletivas adquiriu grande visibilidade e saliência, resultando em muitas críticas. Em decorrência disso, houve, em vários países, forte deterioração da imagem das forças policiais junto à população. Uma pior imagem tem impacto na credibilidade da população na polícia. A falta ou baixa credibilidade afeta o desempenho da polícia no esclarecimento de delitos e, até mesmo, no registro de ocorrências. De maneira geral, quando não há confiança, a população hesita em relatar à polícia que foi vítima de violência ou, até mesmo, de fornecer informações que poderiam auxiliar a polícia a esclarecer muitos delitos. O policiamento comunitário foi adotado nesses países como uma forma de melhorar o relacionamento entre a polícia e a sociedade. Para isso, procurou reconstruir a credibilidade e a confiança do público na polícia e, desse modo, melhorar o desempenho dela na contenção da violência urbana. A adoção desse tipo de policiamento não só exige empenho das autoridades e da comunidade, mas, sob retudo, mudança na cultura policial: requer retreinamento dos envolvidos, alteração na estrutura de poder de tomada de decisão com maior autonomia para os policiais que estão nas ruas; alteração nas rotinas de administração de recursos humanos, com a fixação de policiais a territórios; mudanças nas práticas de controle interno e externo e de desempenho, entre outros. Essas mudanças, por sua vez, exigem também que a decisão de implementar o policiamento comunitário seja uma política de governo, entendendo-se que tal decisão irá atravessar diferentes administrações: o policiamento comunitário leva anos para ser totalmente integrado pelas forças policiais. No Brasil, ocorreram, ao longo dos últimos 18 anos, várias tentativas de implementar o policiamento comunitário. Quase todas as experiências foram, nos diferentes Estados, lideradas pela Polícia Militar: a) em 1991, a Polícia Militar de São Paulo promoveu um Seminário Internacional sobre o Policiamento Comunitário, abordando os obstáculos para esse tipo de policiamento; b) em 1997, ainda em São Paulo, projetos piloto foram implantados em algumas áreas da capital; c) nessa mesma época, no Espírito Santo e em algumas cidades do interior do Estado, também houve experimentos com policiamento comunitário; o mesmo se deu na cidade do Rio de Janeiro, nos morros do Pavão e Pavãozinho, com a experiência do GEPAE. Apesar de não ter havido uma avaliação dessas experiências, os relatos dos envolvidos, tanto de policiais como da população, revelam satisfação com o processo e com os resultados e insatisfação com o término das mesmas. Ao longo desses últimos anos, a violência urbana continuou a crescer e passou a atingir cidades que antes pareciam menos vulneráveis - aquelas de médio e pequeno porte. Nesse período, a população continuou a cobrar das autoridades uma melhora na eficiência das polícias. Essa melhora não depende só das autoridades, depende também da crença que a população tem na polícia: crença que as pessoas podem ajudar a polícia com informações e que essas serão usadas para identificar e punir responsáveis por delitos e não para colocar em risco a vida daqueles que tentaram ajudar a polícia a cumprir seu papel. Sem a colaboração do público, a polícia não pode melhorar seu desempenho e essa colaboração exige confiança. A experiência tem demonstrado que o policiamento comunitário é um caminho seguro para se reconstruir a confiança e credibilidade do público na polícia. [...]

É CORRETO afirmar sobre o texto 1:

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Questão 2 de 55 Q1000737 Q2 da prova
Leia com atenção o Texto 1 para responder às questões 01 a 05: TEXTO 1: Manual de Policiamento Comunitário Apresentação: Nancy Cardia O policiamento comunitário, hoje em dia, encontra -se amplamente disseminado nos países economicamente mais desenvolvidos. Sem dúvida isso é uma conquista desses países, pois essa é a forma de policiamento que mais se aproxima das aspirações da população: ter uma polícia que trabalhe próxima da comunidade e na qual ela possa crer e confiar. Acreditar e confiar na polícia são considerados elementos essenciais para que a polícia possa ter legitimidade para aplicar as leis, isto é, para a polícia ser percebida pela população como tendo um direito legítimo de restringir comportamentos, retirar a liberdade de cidadãos e, em casos extremos, até mesmo a vida. Ter legitimidade para aplicar as leis significa poder contar com o apoio e a colaboração da população para exercer seu papel. Isso difere da falta de reação da população às ações da polícia, quer por apatia ou por medo, ou ainda, da reação daqueles que delínquem. Em qualquer um desses casos a reação da população já sugere que há um déficit de confiança na polícia. Nos países economicamente mais desenvolvidos, a adoção do policiamento comunitário decorreu da constatação de que os modelos de policiamento em vigência não eram mais eficazes diante dos novos padrões de violência urbana que emergiram no fim dos anos 1960 e meados dos anos 1970. Ao longo desse período, cresceram, em muitos desses países, tanto diferentes formas de violência criminal como também manifestações coletivas (pacíficas ou não) por melhor acesso a direitos. O desempenho das polícias em coibir a violência criminal ou ao conter (ou reprimir) as manifestações coletivas adquiriu grande visibilidade e saliência, resultando em muitas críticas. Em decorrência disso, houve, em vários países, forte deterioração da imagem das forças policiais junto à população. Uma pior imagem tem impacto na credibilidade da população na polícia. A falta ou baixa credibilidade afeta o desempenho da polícia no esclarecimento de delitos e, até mesmo, no registro de ocorrências. De maneira geral, quando não há confiança, a população hesita em relatar à polícia que foi vítima de violência ou, até mesmo, de fornecer informações que poderiam auxiliar a polícia a esclarecer muitos delitos. O policiamento comunitário foi adotado nesses países como uma forma de melhorar o relacionamento entre a polícia e a sociedade. Para isso, procurou reconstruir a credibilidade e a confiança do público na polícia e, desse modo, melhorar o desempenho dela na contenção da violência urbana. A adoção desse tipo de policiamento não só exige empenho das autoridades e da comunidade, mas, sob retudo, mudança na cultura policial: requer retreinamento dos envolvidos, alteração na estrutura de poder de tomada de decisão com maior autonomia para os policiais que estão nas ruas; alteração nas rotinas de administração de recursos humanos, com a fixação de policiais a territórios; mudanças nas práticas de controle interno e externo e de desempenho, entre outros. Essas mudanças, por sua vez, exigem também que a decisão de implementar o policiamento comunitário seja uma política de governo, entendendo-se que tal decisão irá atravessar diferentes administrações: o policiamento comunitário leva anos para ser totalmente integrado pelas forças policiais. No Brasil, ocorreram, ao longo dos últimos 18 anos, várias tentativas de implementar o policiamento comunitário. Quase todas as experiências foram, nos diferentes Estados, lideradas pela Polícia Militar: a) em 1991, a Polícia Militar de São Paulo promoveu um Seminário Internacional sobre o Policiamento Comunitário, abordando os obstáculos para esse tipo de policiamento; b) em 1997, ainda em São Paulo, projetos piloto foram implantados em algumas áreas da capital; c) nessa mesma época, no Espírito Santo e em algumas cidades do interior do Estado, também houve experimentos com policiamento comunitário; o mesmo se deu na cidade do Rio de Janeiro, nos morros do Pavão e Pavãozinho, com a experiência do GEPAE. Apesar de não ter havido uma avaliação dessas experiências, os relatos dos envolvidos, tanto de policiais como da população, revelam satisfação com o processo e com os resultados e insatisfação com o término das mesmas. Ao longo desses últimos anos, a violência urbana continuou a crescer e passou a atingir cidades que antes pareciam menos vulneráveis - aquelas de médio e pequeno porte. Nesse período, a população continuou a cobrar das autoridades uma melhora na eficiência das polícias. Essa melhora não depende só das autoridades, depende também da crença que a população tem na polícia: crença que as pessoas podem ajudar a polícia com informações e que essas serão usadas para identificar e punir responsáveis por delitos e não para colocar em risco a vida daqueles que tentaram ajudar a polícia a cumprir seu papel. Sem a colaboração do público, a polícia não pode melhorar seu desempenho e essa colaboração exige confiança. A experiência tem demonstrado que o policiamento comunitário é um caminho seguro para se reconstruir a confiança e credibilidade do público na polícia. [...]

De acordo com o texto 1, a adoção de modelos de policiamento comunitário foi decorrente, EXCETO

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Questão 3 de 55 Q1000738 Q3 da prova
Leia com atenção o Texto 1 para responder às questões 01 a 05: TEXTO 1: Manual de Policiamento Comunitário Apresentação: Nancy Cardia O policiamento comunitário, hoje em dia, encontra -se amplamente disseminado nos países economicamente mais desenvolvidos. Sem dúvida isso é uma conquista desses países, pois essa é a forma de policiamento que mais se aproxima das aspirações da população: ter uma polícia que trabalhe próxima da comunidade e na qual ela possa crer e confiar. Acreditar e confiar na polícia são considerados elementos essenciais para que a polícia possa ter legitimidade para aplicar as leis, isto é, para a polícia ser percebida pela população como tendo um direito legítimo de restringir comportamentos, retirar a liberdade de cidadãos e, em casos extremos, até mesmo a vida. Ter legitimidade para aplicar as leis significa poder contar com o apoio e a colaboração da população para exercer seu papel. Isso difere da falta de reação da população às ações da polícia, quer por apatia ou por medo, ou ainda, da reação daqueles que delínquem. Em qualquer um desses casos a reação da população já sugere que há um déficit de confiança na polícia. Nos países economicamente mais desenvolvidos, a adoção do policiamento comunitário decorreu da constatação de que os modelos de policiamento em vigência não eram mais eficazes diante dos novos padrões de violência urbana que emergiram no fim dos anos 1960 e meados dos anos 1970. Ao longo desse período, cresceram, em muitos desses países, tanto diferentes formas de violência criminal como também manifestações coletivas (pacíficas ou não) por melhor acesso a direitos. O desempenho das polícias em coibir a violência criminal ou ao conter (ou reprimir) as manifestações coletivas adquiriu grande visibilidade e saliência, resultando em muitas críticas. Em decorrência disso, houve, em vários países, forte deterioração da imagem das forças policiais junto à população. Uma pior imagem tem impacto na credibilidade da população na polícia. A falta ou baixa credibilidade afeta o desempenho da polícia no esclarecimento de delitos e, até mesmo, no registro de ocorrências. De maneira geral, quando não há confiança, a população hesita em relatar à polícia que foi vítima de violência ou, até mesmo, de fornecer informações que poderiam auxiliar a polícia a esclarecer muitos delitos. O policiamento comunitário foi adotado nesses países como uma forma de melhorar o relacionamento entre a polícia e a sociedade. Para isso, procurou reconstruir a credibilidade e a confiança do público na polícia e, desse modo, melhorar o desempenho dela na contenção da violência urbana. A adoção desse tipo de policiamento não só exige empenho das autoridades e da comunidade, mas, sob retudo, mudança na cultura policial: requer retreinamento dos envolvidos, alteração na estrutura de poder de tomada de decisão com maior autonomia para os policiais que estão nas ruas; alteração nas rotinas de administração de recursos humanos, com a fixação de policiais a territórios; mudanças nas práticas de controle interno e externo e de desempenho, entre outros. Essas mudanças, por sua vez, exigem também que a decisão de implementar o policiamento comunitário seja uma política de governo, entendendo-se que tal decisão irá atravessar diferentes administrações: o policiamento comunitário leva anos para ser totalmente integrado pelas forças policiais. No Brasil, ocorreram, ao longo dos últimos 18 anos, várias tentativas de implementar o policiamento comunitário. Quase todas as experiências foram, nos diferentes Estados, lideradas pela Polícia Militar: a) em 1991, a Polícia Militar de São Paulo promoveu um Seminário Internacional sobre o Policiamento Comunitário, abordando os obstáculos para esse tipo de policiamento; b) em 1997, ainda em São Paulo, projetos piloto foram implantados em algumas áreas da capital; c) nessa mesma época, no Espírito Santo e em algumas cidades do interior do Estado, também houve experimentos com policiamento comunitário; o mesmo se deu na cidade do Rio de Janeiro, nos morros do Pavão e Pavãozinho, com a experiência do GEPAE. Apesar de não ter havido uma avaliação dessas experiências, os relatos dos envolvidos, tanto de policiais como da população, revelam satisfação com o processo e com os resultados e insatisfação com o término das mesmas. Ao longo desses últimos anos, a violência urbana continuou a crescer e passou a atingir cidades que antes pareciam menos vulneráveis - aquelas de médio e pequeno porte. Nesse período, a população continuou a cobrar das autoridades uma melhora na eficiência das polícias. Essa melhora não depende só das autoridades, depende também da crença que a população tem na polícia: crença que as pessoas podem ajudar a polícia com informações e que essas serão usadas para identificar e punir responsáveis por delitos e não para colocar em risco a vida daqueles que tentaram ajudar a polícia a cumprir seu papel. Sem a colaboração do público, a polícia não pode melhorar seu desempenho e essa colaboração exige confiança. A experiência tem demonstrado que o policiamento comunitário é um caminho seguro para se reconstruir a confiança e credibilidade do público na polícia. [...]

Espera-se como consequências diretas do policiamento comunitário, EXCETO:

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Questão 4 de 55 Q1000739 Q4 da prova

O tipo textual predominante é DISSERTATIVO. Marque a alternativa que NÃO justifica essa afirmativa.

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Questão 5 de 55 Q1000740 Q5 da prova

Leia o trecho a seguir, observando o emprego dos sinais de pontuação. No Brasil, ocorreram, ao longo dos últimos 18 anos, várias tentativas de implementar o policiamento comunitário. Quase todas as experiências foram, nos diferentes Estados, lideradas pela Polícia Militar: a) em 1991, a Polícia Militar de São Paulo promoveu um Seminário Internacional sobre o Policiamento Comunitário, abordando os obstáculos para esse tipo de policiamento; b) em 1997, ainda em São Paulo, projetos piloto foram implantados em algumas áreas da capital; c) nessa mesma época, no Espírito Santo e em algumas cidades do interior do Estado, também houve experimentos com policiamento comunitário; o mesmo se deu na cidade do Rio de Janeiro, nos morros do Pavão e Pavãozinho, com a experiência do GEPAE. Quanto à pontuação do trecho, NÃO é correto afirmar:

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Questão 6 de 55 Q1000741 Q6 da prova

Uma companhia aérea lançou o seguinte slogan: “Às vezes, um pouquinho a mais faz muita diferença”. (Veja, set. 2012). A figura de linguagem presente nesse slogan é

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Questão 7 de 55 Q1000742 Q7 da prova

Sobre ofícios e memorandos, NÃO é correto afirmar:

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Questão 8 de 55 Q1000743 Q8 da prova

A frase em que a regência fere o padrão culto da língua é:

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Questão 9 de 55 Q1000744 Q9 da prova

Quanto à concordância com o pronome de tratamento, a estrutura CORRETA é:

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Questão 10 de 55 Q1000745 Q10 da prova

Quanto à semântica da frase, há inadequação em

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Questão 11 de 55 Q1000746 Q11 da prova

A Constituição Federal de 1988 inova ao realçar uma orientação internacionalista no campo dos princípios que regem o Brasil em suas relações internacionais. Tal orientação está contida nos seguintes princípios, EXCETO:

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Questão 12 de 55 Q1000747 Q12 da prova

A Constituição Federal de 1988 institui o princípio da aplicabilidade imediata das normas que traduzem direitos e garantias fundamentais. Tal princípio intenta, EXCETO:

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Questão 13 de 55 Q1000748 Q13 da prova

Considerando o art. 5º da Constituição Federal de 1988, NÃO é correto o que se afirma em:

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Questão 14 de 55 Q1000749 Q14 da prova

Sobre a nacionalidade, dispõe o § 3º do art. 12 da Constituição Federal de 1988 que são privativos de brasileiro nato os seguintes cargos, EXCETO de:

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Questão 15 de 55 Q1000750 Q15 da prova

A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamento a:

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Questão 16 de 55 Q1000751 Q16 da prova

É crime imprescritível nos termos da Constituição Federal de 1988:

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Questão 17 de 55 Q1000752 Q17 da prova

Sobre a nacionalidade, nos termos do art. 12 da Constituição Federal de 1988, é correto afirmar, EXCETO:

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Questão 18 de 55 Q1000753 Q18 da prova

Muitos dos princípios nos quais o Direito Internacional dos Direitos Humanos está baseado relacionam-se à necessidade de assegurar que não apenas as violações cessem, mas que a justiça seja feita em relação a ambos, vítimas e perpetradores. Estes princípios NÃO incluem o direito:

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Questão 19 de 55 Q1000754 Q19 da prova

Segundo as disposições da Constituição Federal de 1988, é condição de elegibilidade, na forma da lei, a idade mínima de:

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Questão 20 de 55 Q1000755 Q20 da prova

Conceder-se-á habeas data nos termos do inciso LXXII do art. 5º da Constituição Federal:

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Questão 21 de 55 Q1000756 Q21 da prova

A janela “Marcadores e numeração” do Microsoft Word, versão português do Office 2003, é acionada a partir do menu:

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Questão 22 de 55 Q1000757 Q22 da prova

São opções de formatação disponíveis na janela “Colunas”, acionada pelo menu “Formatar” → “Colunas...” no Microsoft Word, versão português do Office 2003, EXCETO:

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Questão 23 de 55 Q1000760 Q25 da prova

Sobre os tipos de diagramas disponíveis através da opção de menu “Inserir” → “Diagrama...” do Microsoft PowerPoint, versão português do Office 2003, analise as seguintes afirmativas. I. O ícone representa um Diagrama de ciclo. II. O ícone representa um Diagrama de Venn. III. O ícone representa um Diagrama radial. Estão CORRETAS as afirmativas:

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Questão 24 de 55 Q1000762 Q27 da prova

Aplicações que capturam pacotes da rede e analisam suas características, também conhecidas como “farejadores” de pacotes, são:

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Questão 25 de 55 Q1000763 Q28 da prova

Sobre os sistemas de criptografia, analise as seguintes afirmativas: I. Nos sistemas de criptografia baseados em chave secreta, todas as partes envolvidas devem possuir a chave para codificar e decodificar mensagens. II. PGP ou Pretty Good Privacy é um software de criptografia multiplataforma de alta segurança utilizado para troca de mensagens eletrônicas. III. Nos sistemas de criptografia baseados em chave pública, a chave privada deve ser conhecida por todas as partes envolvidas para codificar ou decodificar mensagens. Estão CORRETAS as afirmativas:

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Questão 26 de 55 Q1000765 Q30 da prova

Todas as afirmativas sobre os componentes fundamentais de um computador estão corretas, EXCETO:

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Questão 27 de 55 Q1000766 Q31 da prova

A estrutura básica da elaboração do Projeto Político Pedagógico na linha do Planejamento Participativo é composta de três grandes elementos, a saber:

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Questão 28 de 55 Q1000767 Q32 da prova

São finalidades do Projeto Político Pedagógico: I. Ajudar a construir a uniformidade, superar o caráter das práticas em educação. II. Resgatar a intencionalidade da ação, possibilitando a (re)significação do trabalho. III. Ser um instrumento de transformação da realidade. IV. Ser um canal de participação efetiva, superar as práticas autoritárias e/ou individualistas. Estão CORRETOS apenas os itens:

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Questão 29 de 55 Q1000768 Q33 da prova

Referindo-se à educação não formal, a nova escola deve reconhecer a existência de demandas individuais e coletivas, orientar-se para a liberdade do sujeito pessoal, para a comunicação intercultural e para a gestão democrática da sociedade e suas mudanças. Para tanto, essa escola deve se estruturar a partir dos seguintes princípios, EXCETO:

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Questão 30 de 55 Q1000769 Q34 da prova

Sendo a prática educativa objeto peculiar de estudo da ciência pedagógica que dá unidade aos aportes das demais ciências da educação, remete-nos às dimensões da educação, uma vez que elas antecedem a formulação dos objetivos e conteúdos. Nesse sentido são modalidades de educação:

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Questão 31 de 55 Q1000770 Q35 da prova

Segundo Libâneo, “a educação é um fato da vida individual e social, constituindo-se em objeto de estudo e formando um campo de investigação. O processo educativo é abordado sob diferentes perspectivas de análise, fato esse decorrente do caráter pluridimensional da educação”. As discussões sobre o estatuto científico da Pedagogia giram em torno de várias dificuldades, a saber: I. A educação é uma tarefa prática, situando-se mais no campo da arte e da intuição do que no da especulação científica. II. Os fenômenos educativos são singulares, o que impede extrair deles leis científicas generalizáveis; consequentemente, as explicações pedagógicas seriam frágeis e incompletas. III. A Pedagogia ocupa-se de finalidades e valores não passíveis de análise científica. IV. A educação é objeto de várias ciências, não cabendo à Pedagogia exclusividade no trato das questões educativas. Estão CORRETAS as afirmativas:

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Questão 32 de 55 Q1000771 Q36 da prova

Segundo Perrenoud, “a razão de ser da escola é fazer aprender, todo o resto é apenas meio”. Para aprender, o aluno deverá se encontrar, EXCETO em uma situação:

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Questão 33 de 55 Q1000773 Q38 da prova

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a educação escolar compõe-se de:

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Questão 34 de 55 Q1000774 Q39 da prova

O currículo é considerado um mecanismo por meio do qual a escola define o plano educativo para a consecução do projeto global de educação de uma sociedade, realizando, assim, sua função social. Considerando o currículo na perspectiva crítica da educação, é CORRETO afirmar:

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Questão 35 de 55 Q1000775 Q40 da prova

O documento que veio reafirmar o direito da criança à educação e, ao mesmo tempo, estabelecer mecanismos de participação e controle social na formulação e na implementação de políticas para a inclusão é:

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Questão 36 de 55 Q1000776 Q41 da prova

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, no seu artigo 54, é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente, EXCETO:

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Questão 37 de 55 Q1000777 Q42 da prova

A prática pedagógica inclusiva de alunos com limitações de movimentos, na perspectiva da mediação cultural de Vygotsky, deve enfatizar, EXCETO:

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Questão 38 de 55 Q1000778 Q43 da prova

O Pedagogo, ao organizar o planejamento das ações pedagógicas nas instituições de ensino, deve promover ações que contemplem as discussões propostas pelos Temas Transversais, devido à sua relevância na vida social dos sujeitos. Nesse sentido, o papel do Pedagogo no planejamento se justifica por:

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Questão 39 de 55 Q1000779 Q44 da prova

De acordo com os pressupostos da inclusão escolar expressos na Política Nacional de Educação Especial, o atendimento educacional especializado é organizado para apoiar o desenvolvimento dos alunos, constituindo oferta obrigatória em todos os níveis e modalidades de ensino. Todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:

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Questão 40 de 55 Q1000780 Q45 da prova

A contemporaneidade mostra uma “sociedade pedagógica”, revelando amplos campos de atuação pedagógica. Sendo assim, podemos definir para o pedagogo duas esferas de ação educativa, a saber:

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Questão 41 de 55 Q1000781 Q46 da prova

De acordo com alguns autores que pesquisam a Avaliação Escolar, entre os quais Jussara Hoffman, Cipriano Luckesi, Charles Hadji e Ana M. Saul, o propósito da avaliação não é o de aprovar ou reprovar, mas de acompanhar o processo. Nesse sentido, NÃO é correto afirmar que a avaliação:

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Questão 42 de 55 Q1000782 Q47 da prova

“Nada, a rigor, está pronto, acabado e o conhecimento não é dado, em nenhuma instância, como algo terminado, ele se constitui pela interação do indivíduo com o meio físico e social, com o simbolismo humano, com o mundo das relações sociais”. A que concepção de avaliação o enunciado se refere?

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Questão 43 de 55 Q1000783 Q48 da prova

Segundo Moacir Gadotti, “A progressão continuada mexe profundamente com a cultura escolar elitista e sua implantação não será bem-sucedida sem uma mudança nessa cultura.” NÃO é correto afirmar que a progressão continuada:

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Questão 44 de 55 Q1000784 Q49 da prova

São pensadores da educação que concebem o aluno como tábula rasa:

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Questão 45 de 55 Q1000785 Q50 da prova

A teoria que dá suporte ao Behaviorismo é o:

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Questão 46 de 55 Q1000786 Q51 da prova

Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, considerando os autores de Psicologia da Educação.

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Questão 47 de 55 Q1000787 Q52 da prova

O conceito de Mediação Simbólica de Vygotsky diz respeito:

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Questão 48 de 55 Q1000788 Q53 da prova

O sociólogo francês Bernard Charlot, autor do livro Da relação com o saber: elementos para uma teoria, faz uma discussão a respeito do fracasso escolar. Considerando seu posicionamento com relação ao assunto, é CORRETO afirmar:

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Questão 49 de 55 Q1000789 Q54 da prova

Bernard Charlot define relação com saber como:

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Questão 50 de 55 Q1000790 Q55 da prova

A Declaração de Salamanca orienta que as escolas se ajustem às necessidades de todos os alunos. “As escolas devem acolher todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, linguísticas ou outras.” (UNESCO, 1994). Sobre a inclusão, NÃO é correto afirmar:

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Questão 51 de 55 Q1000791 Q56 da prova

Com relação à Declaração de Salamanca, documento resultado do encontro internacional realizado na cidade de Salamanca, na Espanha, entre 7 e 10 de junho de 1994, NÃO é correto afirmar:

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Questão 52 de 55 Q1000792 Q57 da prova

De acordo com a Declaração de Salamanca, o princípio fundamental da Escola Inclusiva é:

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Questão 53 de 55 Q1000793 Q58 da prova

Gadotti considera que Paulo Freire tece um bom diálogo com a teoria humanista de Carl Rogers, no entanto, segundo este autor, existe certa distância entre essas duas teorias. Essa distância consiste em:

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Questão 54 de 55 Q1000794 Q59 da prova

Qual a definição de ciclo de aprendizagem adotada por Philippe Perrenoud em seu livro Os ciclos de aprendizagem: um caminho para combater o fracasso escolar?

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Questão 55 de 55 Q1000795 Q60 da prova

Para Perrenoud, “a razão de ser da escola é fazer aprender, todo o resto é apenas meio”. Segundo esse autor, são condições essenciais para o aprendizado, EXCETO:

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