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Prova PEB II - Anos Finais do Ensino Fundamental - Língua Portuguesa - Pref. Ituiutaba/MG
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Questão 1 de 17 Q1367859 Q23 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 03.
A atual prática da avaliação escolar estipulou como função do ato de avaliar a classificação e não o diagnóstico, como deveria ser constitutivamente. Ou seja, o julgamento de valor, que teria a função de possibilitar uma nova tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter a função estática de classificar um objeto ou um ser humano histórico num padrão definitivamente determinado. Do ponto de vista da aprendizagem escolar, poderá ser definitivamente classificado como inferior; médio ou superior. Classificações essas que são registradas e podem ser transformadas em números e, por isso, adquirem a possibilidade de serem somadas e divididas em médias. Será que o inferior não pode atingir o nível médio ou superior? Todos os educadores sabem que isso é possível, até mesmo defendem a ideia do crescimento. Todavia, parece que todos preferem que isto não ocorra, uma vez que optam por, definitivamente, deixar os alunos com as notas obtidas, como forma de “castigo” pelo seu desempenho possivelmente inadequado.
Vejamos como isso se dá. Trabalha-se uma unidade de estudo, faz-se uma verificação do aprendido, atribuem-se conceitos ou notas aos resultados (manifestação supostamente relevante do aprendido) que, em si, devem simbolizar o valor do aprendizado do educando e encerra-se aí o ato de avaliar. O símbolo que expressa o valor atribuído pelo professor ao aprendido é registrado e, definitivamente, o educando permanecerá nessa situação.
Dessa forma, o ato de avaliar não serve como pausa para pensar a prática e retornar a ela; mas sim como um meio de julgar a prática e torná-la estratificada. De fato, o momento de avaliação deveria ser um “momento de fôlego” na escalada, para, em seguida, ocorrer a retomada da marcha de forma mais adequada, e nunca um ponto definitivo de chegada, especialmente quando o objeto da ação avaliativa é dinâmico como, no caso, a aprendizagem. Com a função classificatória, a avaliação não auxilia em nada o avanço e o crescimento. Somente com uma função diagnóstica ela pode servir para essa finalidade.

No texto apresentado, Luckesi posiciona-se a respeito de duas funções diferentes atribuídas ao processo avaliativo: a classificação e o diagnóstico. A seguir, apresentam-se trechos da obra “Avaliação da aprendizagem escolar”, assinale a alternativa que melhor representa a função diagnóstica da avaliação, segundo Luckesi.

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Questão 2 de 17 Q1367861 Q24 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 03.
A atual prática da avaliação escolar estipulou como função do ato de avaliar a classificação e não o diagnóstico, como deveria ser constitutivamente. Ou seja, o julgamento de valor, que teria a função de possibilitar uma nova tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter a função estática de classificar um objeto ou um ser humano histórico num padrão definitivamente determinado. Do ponto de vista da aprendizagem escolar, poderá ser definitivamente classificado como inferior; médio ou superior. Classificações essas que são registradas e podem ser transformadas em números e, por isso, adquirem a possibilidade de serem somadas e divididas em médias. Será que o inferior não pode atingir o nível médio ou superior? Todos os educadores sabem que isso é possível, até mesmo defendem a ideia do crescimento. Todavia, parece que todos preferem que isto não ocorra, uma vez que optam por, definitivamente, deixar os alunos com as notas obtidas, como forma de “castigo” pelo seu desempenho possivelmente inadequado.
Vejamos como isso se dá. Trabalha-se uma unidade de estudo, faz-se uma verificação do aprendido, atribuem-se conceitos ou notas aos resultados (manifestação supostamente relevante do aprendido) que, em si, devem simbolizar o valor do aprendizado do educando e encerra-se aí o ato de avaliar. O símbolo que expressa o valor atribuído pelo professor ao aprendido é registrado e, definitivamente, o educando permanecerá nessa situação.
Dessa forma, o ato de avaliar não serve como pausa para pensar a prática e retornar a ela; mas sim como um meio de julgar a prática e torná-la estratificada. De fato, o momento de avaliação deveria ser um “momento de fôlego” na escalada, para, em seguida, ocorrer a retomada da marcha de forma mais adequada, e nunca um ponto definitivo de chegada, especialmente quando o objeto da ação avaliativa é dinâmico como, no caso, a aprendizagem. Com a função classificatória, a avaliação não auxilia em nada o avanço e o crescimento. Somente com uma função diagnóstica ela pode servir para essa finalidade.

A respeito dos posicionamentos expressos por Luckesi em seu texto, avalie as afirmações a seguir.
I – Apesar de reconhecerem a possibilidade de crescimento do educando, professores optam por uma avaliação classificatória como forma de penalizar o aluno com desempenho considerado inadequado.
II – Luckesi reconhece a relevância dos conceitos, ou notas, atribuídos pelo processo avaliativo, uma vez que esses conceitos fornecem ao professor elementos essenciais para direcionar o processo de desenvolvimento do educando.
III – A avaliação não deve ser vista como o fechamento de um processo, mas sim, como um ponto de reflexão para a retomada da prática educativa focada no crescimento e desenvolvimento do educando.
Assinale a alternativa que apresenta a avaliação correta a respeito das afirmações acima.

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Questão 3 de 17 Q1367862 Q25 da prova

A coesão textual é construída por meio de recursos que propiciam a progressão temática de um determinado texto. Conjunções, pronomes, advérbios e verbos são modalidades gramaticais importantes na construção de um texto coeso. A respeito dos elementos usados pelo autor para garantir a coesão textual, assinale a alternativa em que a palavra destacada é mero conectivo, ou seja, não exerce função sintático-semântica no texto.

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Questão 4 de 17 Q1367864 Q26 da prova
Leia o texto a seguir para responder à questão 04.
A Didática é um ramo específico da Pedagogia. Enquanto a Pedagogia pode ser conhecida como filosofia, ciência e técnica da educação, que estuda, portanto, a educação, a instrução e o ensino, a Didática pode ser conceituada como a arte, como a técnica de ensino. Nogueira (2003, p. 93-94) conceitua didática como sendo: síntese, sistematização, organização do trabalho docente. E mais, “[...] a maneira como o professor sintetiza, sistematiza, organiza o conteúdo de sua prática docente depende de uma tomada de decisão que, por sua vez, dependerá da fundamentação que o professor tenha sobre o seu trabalho e suas relações com o ser humano e com o mundo em que vive”. O conjunto dessas decisões é o que constitui o campo da Didática.

Com base na definição de Didática apresentada no texto, e no seu conhecimento a respeito do assunto, assinale alternativa que NÃO representa uma ação cujo estudo compete à Didática, como disciplina que estuda o processo de ensino e de aprendizagem.

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Questão 5 de 17 Q1367866 Q27 da prova

O letramento literário consiste em escolarizar a literatura, ou seja, trazer a literatura para dentro da escola de forma que esta não perca o verdadeiro sentido, que é humanizar, não tomá-la somente como uma disciplina, sem contextualização e discussão. A respeito do letramento literário, assinale a alternativa correta.

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Questão 6 de 17 Q1367867 Q28 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões 05 a 08.
A atividade de produção textual escrita
Quantas vezes, você chegou à escola e se deparou com a situação nada inusitada de ter de produzir um texto a partir de uma consigna escrita no quadro que dizia mais ou menos assim: “Escreva um texto dissertativo sobre…” ou “Escreva um texto narrativo sobre …”? E, diante daquela frase paralisante, teve de acionar o submundo da memória para produzir um texto sem sequer discutir as condições de produção ou mesmo sem pensar em um provável público leitor. Ops! Isso não é verdade, pois o público certeiro era a/o docente que certamente avaliaria se havia erros ortográficos, problemas de concordância e de regência, repetição de palavras entre outros.
Quantas e quantas vezes recebeu aquele texto de volta um mês depois totalmente riscado, cheio de sinais ilegíveis e, com vergonha da turma, dobrou a folha disfarçadamente e a colocou dentro de um livro de onde jamais a retirou? Infelizmente, essa continua sendo a realidade em muitas escolas brasileiras. A produção de textos orais e escritos em boa parte do tempo é atividade improvisada que desconsidera as condições de produção, de circulação e de recepção de textos.
Irandé, em seu texto “Aula de português: encontro e interação”, afirma que “o que é escrito sem esforço é geralmente lido sem prazer”. A partir disso, reforçamos a necessidade de direcionar as atividades de produção escrita para uma prática sistematizada que leve em conta o planejamento, a textualização (a escrita propriamente dita) e a reescrita.

O texto acima discute as atividades de produção de textos escritos na escola com uma visão pragmática desse processo, partindo de supostas atividades propostas em sala e possíveis dificuldades encontradas pelo aluno na produção de seus textos. A respeito da relação entre textos escritos e textos orais, no contexto de ensino da produção de textos, assinale a alternativa correta.

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Questão 7 de 17 Q1367869 Q29 da prova

Sobre as estruturas usadas na composição do texto, é correto afirmar que:

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Questão 8 de 17 Q1367871 Q30 da prova

Observe o seguinte período retirado do texto: “Isso não é verdade, pois o público certeiro era a/o docente que certamente avaliaria se havia erros ortográficos, problemas de concordância e de regência, repetição de palavras entre outros”. Assinale a alternativa que apresenta um sentido que não pode ser percebido na construção desse período.

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Questão 9 de 17 Q1367872 Q31 da prova

Releia o primeiro período do texto e avalie as afirmações feitas a seu respeito em (V) verdadeiro ou (F) falso.
“Quantas vezes, você chegou à escola e se deparou com a situação nada inusitada de ter de produzir um texto a partir de uma consigna escrita no quadro que dizia mais ou menos assim: ‘Escreva um texto dissertativo sobre…’ ou ‘Escreva um texto narrativo sobre…’?”
( ) O pronome “você”, nesse contexto, apresenta valor indeterminado, ou seja, não possui referente definido, visto que o autor se dirige a um suposto leitor que passou por um ensino tradicional de produção de textos.
( ) A expressão “nada inusitada” permite ao leitor inferir que as propostas de escrita apresentadas no período são atípicas, ou seja, não representam o cotidiano das atividades de produção textual nas escolas.
( ) A expressão “ter de”, usada no período, assume valor de “obrigatoriedade” e reforça a dificuldade encontrada por alunos de produção de textos escritos inseridos em um contexto tradicional de ensino.
Assinale a alternativa que apresenta a correta avaliação das afirmações feitas acima.

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Questão 10 de 17 Q1367874 Q32 da prova

Dentre as propostas de atividades, com abordagem das diferentes gramáticas, para se trabalhar um tipo de recurso como a preposição, por exemplo, enquadram-se como atividades de GRAMÁTICA DE USO:

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Questão 11 de 17 Q1367876 Q33 da prova

Releia o trecho de Bortoni-Ricardo (2005) para resolver a questão: “Entre os muitos muitos que se criaram e se corpoficaram no Brasil, está o da ______________________________________. À análise leiga e generalizada, as diferenças linguísticas diatópicas, distribuídas no espaço geográfico, e diastráticas, distribuídas no espaço social, parecem ser de pequena relevância, já que não impedem a inteligibilidade. A realidade, entretanto, é bem outra. As diferenças de natureza fonológica e morfossintática que distinguem, por um lado, a linguagem rural da urbana e, por outro, os diversos dialetos sociais, também referidos como socioletos, são bem profundas. Todo o sistema flexional nos verbos, nos pronomes e nos nomes apresenta múltiplas possibilidades de variação, principalmente quando a categoria linguística é redundantemente marcada. [...]”. Para a autora, várias são as dificuldades encontradas para se planejar formas de ensino de língua materna, no Brasil, que levem em conta inúmeros fatos sociolinguísticos da realidade brasileira. Assinale a alternativa que completa, corretamente, o espaço que se refere a um dos muitos mitos criados sobre os estudos sociolinguísticos para o ensino de língua materna no Brasil:

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Questão 12 de 17 Q1367877 Q34 da prova

Para Marcuschi (2010), “é impossível investigar oralidade e letramento sem uma referência direta ao papel dessas duas práticas na civilização contemporânea. [...]”. De mesmo modo: “[...] não se podem observar satisfatoriamente as semelhanças e as diferenças entre fala e escrita (o contraponto formal das duas práticas acima mencionadas) sem considerar a distribuição de seus usos na vida cotidiana. [...]”. A partir das considerações do autor sobre oralidade e letramento/fala e escrita, é correto afirmar que:

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Questão 13 de 17 Q1367879 Q35 da prova

Em Travaglia (2003), o autor argumenta sobre a proposta de quatro tipos de atividades de ensino de gramática denominadas “normativa, de uso, reflexiva e teórica”. Postula-se, ainda, que, dentre estas gramáticas, três seriam utilizadas “[...] essencialmente para o desenvolvimento da competência comunicativa, ou seja, para conseguir que o aluno, como usuário da língua, seja capaz de usar cada vez um número maior de recursos da língua de maneira adequada à produção do(s) efeito(s) de sentido desejado(s) em situações específicas, o que inclui o uso da diferentes variedades linguísticas em termos de dialetos e registros e variedades de modo (oral e escrito). [...], portanto, a gramática restante teria seu uso focado ao fornecimento de informação cultural sobre a língua para conhecer a sua constituição e o seu funcionamento, além de instrumentalizar o aluno dando-o meios de facilitar a referência a elementos da língua e desenvolver o raciocínio, ensinando-o o pensamento organizado sobre um objeto de estudo. Quais são os três tipos de gramáticas referentes ao desenvolvimento da competência comunicativa?

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Questão 14 de 17 Q1367881 Q36 da prova

De modo a orientar professores atuantes no ensino de língua materna em escolas brasileiras, Bortoni-Ricardo (2005) preconiza três continua: a) de urbanização, pois as categorias rural e urbano são imprescindíveis para o entendimento da realidade linguística do Brasil; b) de oralidade/letramento, pois a inserção do falante em uma cultura predominante oral ou minimamente letrada influencia decisivamente a apropriação de recursos comunicativos próprios de uma modalidade ou de outra (oral ou escrita) e c) de monitoração linguística, pois o falante adequa/monitora o seu discurso para melhor “acomodar-se” ao seu interlocutor. Sobre este último continuum (de monitoração linguística), a autora argumenta que, para operacionalizá-lo, deve-se levar em conta o grau de atenção e de planejamento conferidos pelo falante à sua interação e enfatiza quatro fatores. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um desses fatores:

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Questão 15 de 17 Q1367882 Q37 da prova

Analise as seguintes afirmações a respeito da elaboração, feita por Bortoni-Ricardo (2005), dos continua para análise da metodologia de ensino de língua materna:
I – O continuum de urbanização tem como finalidade primária a observação de atributos socioecológicos dos falantes como, por exemplo, a proximidade ou não com áreas consideradas mais urbanizadas em que há maior contato com as variantes de maior prestígio.
II – O continuum de oralidade/letramento dirige-se especialmente para a análise das práticas sociais às quais o falante participa como, por exemplo, apresentações orais em público ou escrita de monografias e dissertações.
III – O continuum de monitoração linguística tem como norte os processos cognitivos de planejamento e atenção no momento da enunciação como, por exemplo, a acomodação do falante frente a seu interlocutor ou a familiaridade do falante com a tarefa comunicativa.
Das afirmações acima:

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Questão 16 de 17 Q1367884 Q38 da prova

Segundo Bisol (2013), a harmonização vocálica é “Identificada como um processo de assimilação regressiva, tem por gatilho uma vogal alta, por alvo as vogais médias e por efeito maior domínio da vogal alta dentro de uma palavra. Não sendo uma regra de aplicação categórica, a maioria dos estudos apoia-se no modelo laboviano, oferecendo uma descrição minuciosa da regra. Diante disso, passemos, agora, a observá-la sob outra ótica, a de seus efeitos, os quais podem ser de duas ordens: total, a exemplo de [pe ɾi’ɡʊ]>[piɾiɡʊ] e parcial, a exemplo de [fɛlis]>[felis]. [...]”. A partir das considerações feitas pela autora sobre a harmonização vocálica, pode-se compreender, então, que inúmeras ocorrências de falhas nas realizações escritas de alunos dos anos finais do ensino fundamental, devem-se a esse fenômeno linguístico. Sabendo disso, análise as realizações escritas nas alternativas e assinale a que NÃO corresponde a um fenômeno de harmonização vocálica:

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Questão 17 de 17 Q1367887 Q40 da prova

A respeito das argumentações de Marcuschi (2010) sobre as relações entre oralidade e escrita e da necessidade ou oportunidade de discernir entre duas dimensões de relações para tratar da língua falada e da língua escrita: de um lado, oralidade e letramento; de outro, fala e escrita observe as seguintes afirmações:
I – A fala pode ser tratada como uma forma de produção textual-discursiva com finalidade comunicativa na modalidade oral da língua. É caracterizada pela utilização da língua na forma de sons sistematicamente articulados e significativos.
II – Como prática social interativa de fins comunicativos, a oralidade mostra-se sob formas variadas ou gêneros textuais fundados na realidade sonora. Nos mais diversos contextos de uso, pode variar de realizações mais formais a mais informais.
III – Caracterizada pela sua constituição gráfica e considerada um modo de produção textual-discursiva com fins comunicativos, a escrita pode se manifestar por meio de alfabetos, ideogramas ou unidades iconográficas.
Estão corretas as afirmativas:

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