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Questão 1 de 7Q1896324Q2 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter turistas na Tailândia Com quase três metros de altura até os ombros, pesando quatro toneladas e com presas espetaculares que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante tailandês de dezoito anos é uma visão imponente. No entanto, ele e seu criador estão passando por dificuldades. O seu responsável costumava ganhar a vida com a participação do elefante em cerimônias para ordenar novos monges, ou vestido como um elefante de guerra para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou durante os confinamentos impostos pela pandemia de covid-19. Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia - acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do mundo. Diferentemente de outros países com populações cativas, os da Tailândia são quase todos de propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo durante a pandemia teve um impacto devastador sobre os elefantes e seus donos, que não ganham mais o suficiente para cuidar deles. Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma atração clássica para os turistas, levantando questões sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era antes da covid-19. Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na província de Surin - uma região cujo povo é famoso por sua habilidade em manter, treinar e, no passado, capturar elefantes. Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles ainda em situação financeira precária. Os criadores estão contando os dias para que os turistas voltem aos números de antes, mas também temem que o único negócio que muitos deles conhecem possa estar ameaçado pela mudança de gostos. Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de voltar para lá até ter certeza de que os shows estão atraindo grandes multidões novamente. "Neste momento, é muito difícil para nós, porque não temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."
Os elefantes e os humanos estão 'desempregados'. A palavra destacada refere-se a:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter turistas na Tailândia Com quase três metros de altura até os ombros, pesando quatro toneladas e com presas espetaculares que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante tailandês de dezoito anos é uma visão imponente. No entanto, ele e seu criador estão passando por dificuldades. O seu responsável costumava ganhar a vida com a participação do elefante em cerimônias para ordenar novos monges, ou vestido como um elefante de guerra para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou durante os confinamentos impostos pela pandemia de covid-19. Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia - acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do mundo. Diferentemente de outros países com populações cativas, os da Tailândia são quase todos de propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo durante a pandemia teve um impacto devastador sobre os elefantes e seus donos, que não ganham mais o suficiente para cuidar deles. Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma atração clássica para os turistas, levantando questões sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era antes da covid-19. Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na província de Surin - uma região cujo povo é famoso por sua habilidade em manter, treinar e, no passado, capturar elefantes. Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles ainda em situação financeira precária. Os criadores estão contando os dias para que os turistas voltem aos números de antes, mas também temem que o único negócio que muitos deles conhecem possa estar ameaçado pela mudança de gostos. Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de voltar para lá até ter certeza de que os shows estão atraindo grandes multidões novamente. "Neste momento, é muito difícil para nós, porque não temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."
Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na província de Surin. Assinale a opção CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter turistas na Tailândia Com quase três metros de altura até os ombros, pesando quatro toneladas e com presas espetaculares que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante tailandês de dezoito anos é uma visão imponente. No entanto, ele e seu criador estão passando por dificuldades. O seu responsável costumava ganhar a vida com a participação do elefante em cerimônias para ordenar novos monges, ou vestido como um elefante de guerra para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou durante os confinamentos impostos pela pandemia de covid-19. Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia - acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do mundo. Diferentemente de outros países com populações cativas, os da Tailândia são quase todos de propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo durante a pandemia teve um impacto devastador sobre os elefantes e seus donos, que não ganham mais o suficiente para cuidar deles. Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma atração clássica para os turistas, levantando questões sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era antes da covid-19. Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na província de Surin - uma região cujo povo é famoso por sua habilidade em manter, treinar e, no passado, capturar elefantes. Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles ainda em situação financeira precária. Os criadores estão contando os dias para que os turistas voltem aos números de antes, mas também temem que o único negócio que muitos deles conhecem possa estar ameaçado pela mudança de gostos. Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de voltar para lá até ter certeza de que os shows estão atraindo grandes multidões novamente. "Neste momento, é muito difícil para nós, porque não temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."
Sendo assim, o colapso do turismo durante a pandemia teve um impacto devastador sobre os elefantes e seus donos. Assinale a opção que contenha pelo menos um artigo.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
O futuro incerto dos elefantes treinados para entreter turistas na Tailândia Com quase três metros de altura até os ombros, pesando quatro toneladas e com presas espetaculares que se curvam juntas até quase se tocarem, um elefante tailandês de dezoito anos é uma visão imponente. No entanto, ele e seu criador estão passando por dificuldades. O seu responsável costumava ganhar a vida com a participação do elefante em cerimônias para ordenar novos monges, ou vestido como um elefante de guerra para reencenar batalhas históricas. Tudo isso parou durante os confinamentos impostos pela pandemia de covid-19. Mais elefantes são usados para o turismo na Tailândia - acima de três mil - do que em qualquer outro lugar do mundo. Diferentemente de outros países com populações cativas, os da Tailândia são quase todos de propriedade privada. Sendo assim, o colapso do turismo durante a pandemia teve um impacto devastador sobre os elefantes e seus donos, que não ganham mais o suficiente para cuidar deles. Mesmo com o início da recuperação do turismo, outra ameaça paira sobre essa indústria única. Preocupações éticas sobre como os animais em cativeiro são mantidos e treinados estão levando muitos visitantes estrangeiros a boicotar os shows de elefantes, que antes eram uma atração clássica para os turistas, levantando questões sobre se o turismo de elefantes pode voltar ao que era antes da covid-19. Lek e seu elefante voltaram para o vilarejo natal na província de Surin - uma região cujo povo é famoso por sua habilidade em manter, treinar e, no passado, capturar elefantes. Então, o futuro dessas criaturas magníficas fica, em grande parte, nas mãos dos seus donos, muitos deles ainda em situação financeira precária. Os criadores estão contando os dias para que os turistas voltem aos números de antes, mas também temem que o único negócio que muitos deles conhecem possa estar ameaçado pela mudança de gostos. Levar seus elefantes para Surin custou a Lek mais de dois mil dólares. Ele diz que não pode se dar ao luxo de voltar para lá até ter certeza de que os shows estão atraindo grandes multidões novamente. "Neste momento, é muito difícil para nós, porque não temos dinheiro suficiente. Os elefantes e os humanos estão desempregados. Ainda haverá shows? Acho que haverá, mas não tantos, porque alguns turistas estrangeiros pensam que nós, aqueles que criam elefantes, não os amam, que os torturamos com ganchos para fazê-los se apresentar."
Na Tailândia, elefantes e seus donos passam por dificuldades, e a causa tem a ver com o turismo na região, uma situação delicada para aqueles que vivem deste entretenimento. De acordo com o texto, o motivo que desencadeou o problema e que levou às dificuldades financeiras foi:
Flávia gasta 45 min para ir e 45 min para voltar do trabalho todos os dias e como trabalha de segunda a sexta, quanto tempo ela caminha nesse percurso durante a semana?
No ano de 2022 um programa de assistencialismos brasileiro foi extinto, e substituído por um novo programa do governo federal. O Auxílio Brasil, substituiu o:
"A cidadania é o termo que designa o conjunto de direitos e deveres de um indivíduo". Das alternativas abaixo qual o único que NÃO representa um exemplo de cidadania: