A campanha “Remédio: não usou, descartou”, iniciada em 7 de abril deste ano, visa conscientizar a população sobre a importância de descartar medicamentos de maneira adequada. Promovida pelo Grupo Mulheres do Brasil e Ciência na Saúde, a iniciativa conta com a liderança de Luiza Trajano, fundadora do Magazine Luiza, e o apoio de embaixadores como Xuxa e Drauzio Varella. Juan Carlos Becerra, coordenador do Grupo Técnico de Trabalho de Logística Reversa, Resíduos e Gestão Ambiental do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), alerta que o descarte inadequado de medicamentos contamina solo e água, prejudicando o meio ambiente e a saúde humana. Além disso, medicamentos descartados de forma errada podem retornar ao consumo, especialmente entre populações vulneráveis, sem prescrição e, muitas vezes, vencidos.
Considerando as maneiras adequadas de descartar medicamentos, assinale a única alternativa correta, com base nos casos práticos a seguir:
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) informou que a conta de luz terá acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kW/h consumidos no mês de julho. A cobrança adicional irá ocorrer por causa do acionamento da bandeira tarifária amarela. Segundo a agência, a previsão de chuva abaixo de média e a expectativa de aumento do consumo de energia justificam a tarifa extra. O alerta foi publicado na sexta-feira.
“O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Nesse sistema, as bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira: a bandeira ______________ é a que tem um custo ________________, a _______________ , médio e a _____________, ______________.” Assinale a afirmativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Janeiro roxo: Secretaria de Saúde alerta sobre a prevenção da hanseníase
A hanseníase, uma das doenças mais antigas da humanidade, é ainda considerada um problema de saúde pública no país. Por isso, o movimento “janeiro roxo” foi criado em 2016 pelo Ministério da Saúde (MS). O Brasil ocupa a segunda posição entre os países que mais registram casos novos no mundo. Em 2022, o país registrou um total de 19.635 casos novos de hanseníase na população geral (taxa de detecção de 9,67 casos por 100 mil habitantes) e o Ministério da Saúde anunciou R$ 55 milhões em ações de prevenção e tratamento da hanseníase.
Campanhas como o “janeiro roxo” são importantes para que a população tenha mais informações sobre a doença e para que ocorra uma intensificação de busca ativa de doentes, com o tratamento oportuno e interrupção da cadeia de transmissão da mesma, uma vez que:


























