João, 45 anos, apresenta IMC de 34 kg/m², circunferência abdominal de 110 cm, além de queixas de fadiga e dificuldade para perder peso. Exames laboratoriais mostram glicemia de jejum de 112 mg/dL e triglicerídeos de 210 mg/dL. O nutricionista foi acionado para iniciar intervenção dietoterápica.
A conduta mais adequada para o manejo nutricional inicial de João é
Maria, 52 anos, IMC de 31 kg/m², apresenta síndrome metabólica com resistência insulínica e esteatose hepática diagnosticada por ultrassonografia. Exames laboratoriais: HDL 38 mg/dL, triglicerídeos 240 mg/dL, ALT levemente elevada. O nutricionista deve orientar a dieta mais adequada para seu quadro.
A recomendação dietoterápica prioritária é
Joana, 48 anos, professora, comparece à consulta após diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2. Relata fadiga frequente, poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais apresentam: Glicemia de jejum: 142 mg/dL; Hemoglobina glicada (HbA1c): 7,6%; Colesterol total: 240 mg/dL; Triglicerídeos: 210 mg/dL. Durante a anamnese, relatou hábito de consumir pão francês no café da manhã, refrigerantes no almoço e doces no período da tarde. A orientação dietoterápica inicial e mais adequada para esse caso é
Marcos, 62 anos, aposentado, obeso (IMC 32 kg/m²), apresenta Diabetes Mellitus tipo 2 há 10 anos, em uso de metformina. Queixa-se de polifagia e dificuldade em controlar o peso. Os exames laboratoriais revelam: Glicemia de jejum: 165 mg/dL; HbA1c: 8,2%; HDL-c: 36 mg/dL; Triglicerídeos: 260 mg/dL. O nutricionista deve considerar ajustes dietoterápicos para auxiliar no controle glicêmico e metabólico. A abordagem nutricional recomendada para esse caso é
Carlos, 3 anos, residente em área rural de baixa renda, foi levado à unidade de saúde com queixa de perda de apetite, diarreia recorrente e dificuldade de ganho de peso. Ao exame físico, apresenta baixo peso para idade (P/I), palidez e olhos ressecados. A mãe relata alimentação pobre em proteínas e quase sem frutas e verduras. Com base no quadro clínico e epidemiológico descrito, a principal preocupação nutricional é
Mariana, 14 anos, estudante, apresenta fadiga, palidez e queixa de baixo rendimento escolar. O hemograma revelou Hb: 10,5 g/dL, ferritina sérica: 8 ng/mL. Além disso, a adolescente apresenta IMC acima do percentil 95 para idade. Relata consumo frequente de fast-food, refrigerantes e baixo consumo de alimentos fontes de ferro. O diagnóstico e o aspecto epidemiológico que podem relacionados ao quadro de Mariana são
Pedro, 45 anos, portador de hipertensão arterial, foi submetido à avaliação nutricional. O exame de bioimpedância elétrica (BIA) revelou IMC de 32 kg/m², percentual de gordura corporal de 36% e massa magra reduzida. A principal conclusão da avaliação de composição corporal é que o paciente apresenta
Maria, 60 anos, diabética, apresenta exame laboratorial com glicemia de jejum = 138 mg/dL; HbA1c = 7,8%; Triglicerídeos = 250 mg/dL e HDL = 35 mg/dL. A partir da interpretação desses resultados, deve-se concluir que Maria tem
Joana, 35 anos, apresenta IMC = 27 kg/m² e relata consumo alimentar rico em ultraprocessados, com excesso de açúcares e gorduras e baixo consumo de frutas, verduras e fibras. O instrumento mais adequado para avaliação detalhada da ingestão alimentar denomina-se
Carlos, 55 anos, sedentário, foi avaliado em consulta nutricional. Apresentou IMC = 31 kg/m², circunferência da cintura = 110 cm. Com base nesses parâmetros, o diagnóstico nutricional mais provável é
Fernanda, 40 anos, com queixa de cansaço e queda de rendimento no trabalho, realizou exames laboratoriais: Hemoglobina = 10,2 g/dL, Ferritina = 8 ng/mL e Transferrina saturada = 12%. No inquérito alimentar, observou-se baixa ingestão de carnes e leguminosas. A principal hipótese diagnóstica para esse caso é
Em uma escola municipal, a nutricionista responsável pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) foi questionada por docentes sobre os objetivos principais do programa. Uma das diretrizes do PNAE é
Durante uma reunião do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), um membro da comunidade perguntou como ocorre o financiamento do PNAE. Em resposta, afirmou-se que a fonte principal dos recursos financeiros para a execução do programa são
Carlos, 20 anos, estudante de educação física, aumentou a intensidade dos treinos de resistência e relatou fadiga precoce. O nutricionista explicou que a principal fonte de energia para exercícios de alta intensidade é derivada dos carboidratos. A forma de armazenamento de carboidratos utilizada como reserva energética pelo organismo é
João, 48 anos, foi diagnosticado com colelitíase e apresenta episódios de má digestão após refeições ricas em gordura. O nutricionista explicou que esse quadro está relacionado à função da bile no processo digestivo, que é

























