A vigilância em saúde é uma proposta de reorganização das práticas de saúde que leva em conta por um lado a busca da integr alidade do cuidado a saúde e por outro, a necessidade de adequar as ações e serviços à situação concreta da população de cada área territorial de acordo com as características sociais, epidemiológicas e sanitárias de cada município. Sobre a vigilância é CORRETO afirmar:
Leia o texto a seguir para responder as questões 31 a 34. Ideias íntimas Ossian e bardo é triste como a sombra Que seus cantos povoa. O Lamartine É monótono e belo com a noite, Como a lua no mar e o som das ondas... Parece-me que vou perdendo o gosto, Vou ficando blasé, passeio os dias Pelo meu corredor; sem companheiro, Sem ler, nem poetar. Vivo fumando. Minha casa não tem menores névoas Que as deste céu d’inverno...Solitário Passo as noites aqui e os dias longos; Dei-me agora ao charuto em corpo e alma; .......................................................... X Meu pobre leito! Eu amo-te contudo! Aqui levei sonhando noites belas; As longas horas olvidei libando Ardentes gotas de licor doirado, Esqueci-as no fumo, na leitura Das páginas lascivas do romance... Meu leito juvenil, da minha vida É a página d’oiro. Em teu asilo Eu sonho-me poeta, e sou ditoso, E a mente errante devaneia em mundos Que esmalta a fantasia! Oh! Quantas vezes Do levante no sol entre odaliscas Momentos não passei que valem vidas! Quanta música ouvi que me encantava! Quantas virgens amei! Que margaridas, Que Elviras saudosas e Clarissas, Mais trêmulo que Faust, eu não beijava, Mas feliz que Don Juan e Lovelace Não apertei ao peito desmaiando! Ó meus sonhos de amor e mocidade, Pro que ser tão formoso, se devíeis Me abandonar tão cedo... e eu acordava Arquejando a beijar meu travesseiro? ......................................................... XII Aqui sobre esta mesa junto ao leite Em caixa negra dois retratos guardo. Não os profanem indiscretas vistas. Eu beijo-os cada noite: neste exílio Venero-os juntos e os prefiro unidos _ Meu pai e minha mãe. _ Se acaso um dia Na minha solidão me acharem morto, Não os abra ninguém. Sobre meu peito Lancem-os em meu túmulo. Mais doce Será certo o dormir da noite negra Tendo no peito essas imagens puras. ......................................................... XIV Parece que chorei... Sinto na face Uma perdida lágrima rolando... Satã leve a tristeza! Olá, meu pajem, Derrama no meu corpo as gotas últimas Dessa garrafa negra... Eia! Bebamos! És o sangue do gênio, o puro néctar Que as almas do poeta diviniza, O condão que abre o mundo das magias! Vem. Fogoso Cognac! É só contigo Que sinto-me viver. Inda palpito, Quando os eflúvios dessas gotas áureas Filtram no sangue meu correndo a vida, Vibram-me os nervos e as artérias queimam, Os meus olhos ardentes se escurecem E no cérebro passam delirosos Assomos de poesia... Dentre a sombra Vejo num leito d’oiro a imagem dela Palpitante, que dorme e que suspira, Que seus braços me estende...
“Eu beijo-os cada noite: neste exílio Venero-os juntos e os prefiro unidos” Os pronomes oblíquos apresentam a mesma função sintática do destacado em:
Leia os versos abaixo. “Beber a água do mar azul dos teus olhos. Taí uma coisa difícil.” João Claudio Arendt A expressão destacada exemplifica um tipo de recurso linguístico, segundo Willian Cereja, que consiste na supressão de um termo e o emprego de outro no lugar dele, denominado: