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Prova Motorista - Pref. Porteiras/CE
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Questão 1 de 28 Q1838059 Q1 da prova
O SONHO DOS RATOS Ruben Alves Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade… Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para qu e o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho… Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro… Como nada p udessem fazer, reuniram -se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”… – O queijo é grande o bastante para todos, dizia um. – Socializaremos o queijo, dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas c anções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem semp re. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”… Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos p ara fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem. Assim, quanto maior o número dos ra tos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqu eceram -se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”. Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando. Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica don o do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos. “Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!”

Uma leitura geral do texto nos permite inferir, EXCETO:

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Questão 2 de 28 Q1838061 Q2 da prova
O SONHO DOS RATOS Ruben Alves Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade… Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para qu e o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho… Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro… Como nada p udessem fazer, reuniram -se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”… – O queijo é grande o bastante para todos, dizia um. – Socializaremos o queijo, dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas c anções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem semp re. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”… Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos p ara fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem. Assim, quanto maior o número dos ra tos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqu eceram -se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”. Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando. Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica don o do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos. “Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!”

Chegara o dia glorioso , e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria . O termo em destaque apresenta a seguinte divisão silábica: glo – ri – o – so. Das opções abaixo, marque a que apresenta a divisão correta:

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Questão 3 de 28 Q1838062 Q3 da prova
O SONHO DOS RATOS Ruben Alves Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade… Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para qu e o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho… Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro… Como nada p udessem fazer, reuniram -se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”… – O queijo é grande o bastante para todos, dizia um. – Socializaremos o queijo, dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas c anções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem semp re. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”… Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos p ara fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem. Assim, quanto maior o número dos ra tos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqu eceram -se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”. Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando. Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica don o do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos. “Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!”

O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo... Marque a opção em que aparece a mesma regra de acentuação gráfica da palavra em destaque acima:

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Questão 4 de 28 Q1838064 Q4 da prova
O SONHO DOS RATOS Ruben Alves Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade… Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para qu e o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho… Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro… Como nada p udessem fazer, reuniram -se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”… – O queijo é grande o bastante para todos, dizia um. – Socializaremos o queijo, dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas c anções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem semp re. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”… Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos p ara fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem. Assim, quanto maior o número dos ra tos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqu eceram -se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”. Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando. Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica don o do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos. “Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!”

E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando. A palavra em destaque apresenta um problema a todos aqueles que se aventuram na língua escrita: a c orreta grafia das palavras. Das opções abaixo, marque a que apresenta erro na grafia:

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Questão 5 de 28 Q1838066 Q5 da prova
O SONHO DOS RATOS Ruben Alves Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade… Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe porque entre ele e os ratos estava um gato… O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes fingia dormir. Mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para qu e o gato desse um pulo e, era uma vez um ratinho… Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro… Como nada p udessem fazer, reuniram -se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais. “Quando se estabelecer a ditadura dos ratos”, diziam os camundongos, “então todos serão felizes”… – O queijo é grande o bastante para todos, dizia um. – Socializaremos o queijo, dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas c anções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse! Sonhavam. Nos seus sonhos comiam o queijo. E quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem: crescem semp re. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: “o queijo, já!”… Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos p ara fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria. Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. E foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem. Assim, quanto maior o número dos ra tos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros como se fossem inimigos. Olharam, cada um para a boca dos outros, para ver quanto queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqu eceram -se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram a chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem. O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos: “Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono”. Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando. Os ratinhos magros, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato o olhar malvado, os dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora. E compreenderam, então, que não havia diferença alguma. Pois todo rato que fica don o do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos. “Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência!”

Dada a frase: Na verdade, o queijo estava imensamente longe porque entre ele e os ratos estava um gato… Ao passar o termo em destaque para o plural, temos a seguinte alternativa correta:

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Questão 6 de 28 Q1838068 Q6 da prova

Como é chamada a Constituição Federal de 1988:

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Questão 7 de 28 Q1838071 Q8 da prova

Maior investigação sobre corrupção realizada até hoje no Brasil:

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Questão 8 de 28 Q1838073 Q9 da prova

Pesaram sobre a presidente Dilma Rousseff levando ao seu afastamento e depois ao impeachment as acusações:

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Questão 9 de 28 Q1838074 Q10 da prova

Municípios que formam a Região Metropolitana do Cariri – RMC

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Questão 10 de 28 Q1838076 Q11 da prova

Com relação aos combustíveis no Brasil é correto afirmar:

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Questão 11 de 28 Q1838078 Q12 da prova

O tema do desemprego no Brasil se constitui em dos principais assuntos da economia. Sobre o desemprego no Brasil marque a opção correta:

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Questão 12 de 28 Q1838079 Q13 da prova

Cidades do Ceará onde se realiza anualmente o Festival de Jazz e Blues:

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Questão 13 de 28 Q1838081 Q14 da prova

Escola de Samba Campeã do Carnaval do Rio de Janeiro 2018 com o enredo “Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu”. Essa E scola de Samba é:

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Questão 14 de 28 Q1838083 Q15 da prova

Conquista de Rafaela Silva nas Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016:

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Questão 15 de 28 Q1838084 Q16 da prova

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o maior meio de comunicação entre os brasileiro s é:

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Questão 16 de 28 Q1838086 Q17 da prova

São Estados da Região Nordeste do Brasil EXCETO:

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Questão 17 de 28 Q1838088 Q18 da prova

Marque a opção que trata do Museu presente na cidade de Porteiras:

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Questão 18 de 28 Q1838091 Q20 da prova

Fazem limites com o município de Porteiras:

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Questão 19 de 28 Q1838093 Q21 da prova

Ao tornar -se Vila a partir da Lei Provincial 2.169 de 17 de agosto de 1889 Porteiras se desmembrou do município de:

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Questão 20 de 28 Q1838095 Q22 da prova

Considerada a maior festa religiosa de Porteiras:

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Questão 21 de 28 Q1838096 Q23 da prova

Em 2005 a cidade de Porteiras homenageou a Professora Maria do Carmo Simplício, realizadora da primeira comemoração da maior festa religiosa de Porteiras com:

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Questão 22 de 28 Q1838098 Q24 da prova

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população estimada do município de Porteiras -CE em 2018 é de aproximadamente:

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Questão 23 de 28 Q1838099 Q25 da prova

Dia do município de Porteiras:

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Questão 24 de 28 Q1838101 Q26 da prova

De acordo com os dados do IBGE - 2015, sobre a economia do município de Porteiras é correto afirmar:

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Questão 25 de 28 Q1838103 Q27 da prova

Total de vagas para vereadores na Câmara Municipal de Porteiras -CE:

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Questão 26 de 28 Q1838105 Q28 da prova

Infração para o motorista que dirigir sob influência de álcool ou outra substância psicoativa:

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Questão 27 de 28 Q1838107 Q29 da prova

Tratando da direção defensiva o motorista deve ter:

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Questão 28 de 28 Q1838108 Q30 da prova

Sobre os tipos de direção defensiva deve -se considerar:

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