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Prova Motorista - Câmara de Americana/SP
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Questão 1 de 37 Q1213988 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Pipocas, não

Marina nunca gostou de futebol, mas se empolgou pela Copa. Se empolgou, principalmente, pelo Forlán. Passou a acompanhar todos os jogos da Copa, e não apenas os do Uruguai. Mas ela e o grupo de amigas que reunia em casa gostavam mesmo era de ver o Forlán. O marido da Marina, Zé Henrique, não se importava com seu novo interesse pelo futebol. Mas aquela invasão da sua casa por mulheres, justamente na hora dos jogos, quando ele gostava de se espichar no sofá com uma cerveja, e fazer pipoca no intervalo, e ver os jogos sozinho, ou com a mulher ao seu lado apenas dando palpites para fingir que se interessava (“Que brutalidade!”) — aquilo era demais. Ficava ele no meio das mulheres, sentado num canto, banido do seu próprio sofá. E tendo que responder a perguntas. O que era impedimento, mesmo? Se o goleiro era o único que podia tocar a bola com as mãos, como é que outros usavam as mãos para bater lateral? Por que se dizia “bater lateral” quando o que faziam era atirar a bola? E o Forlán, era casado? Um dia, com sete mulheres na sala, ele mal conseguindo enxergar a televisão, houve um lance que indignou a todas. Marina virou-se para o marido e exigiu uma explicação.
— Bola no travessão não vale nem um ponto?
— Não, Marina. Bola no travessão não vale nada.
— Mas devia. Devia!
— Marina, não fui eu que fiz as regras.
— Você também, Zé Henrique!
Todas as mulheres da sala olharam para ele com reprovação. Como se uma bola no travessão do Forlán não valer nada fosse uma demonstração revoltante de insensibilidade masculina. Ele precisou se defender.
— A culpa não é minha!
Antes, no intervalo do jogo, Marina tinha dito: — Zé Henrique, faz umas pipocas pra gente.
E, para as amigas:
— O Zé Henrique faz pipoca muito bem.
— Não — disse o Zé Henrique.
— O quê?
— Pipoca, não.
— Zé Henrique!
Seu mundo tinha sido invadido. Ele não podia deter a invasão. Mas não ia alimentar as invasoras. Que pensassem o que quisessem dele, que o chamassem de grosseiro, de ciumento, de ressentido. Mas pipocas, decididamente, não.

De acordo com o terceiro parágrafo do texto, Marina e suas amigas:

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Questão 2 de 37 Q1213989 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Pipocas, não

Marina nunca gostou de futebol, mas se empolgou pela Copa. Se empolgou, principalmente, pelo Forlán. Passou a acompanhar todos os jogos da Copa, e não apenas os do Uruguai. Mas ela e o grupo de amigas que reunia em casa gostavam mesmo era de ver o Forlán. O marido da Marina, Zé Henrique, não se importava com seu novo interesse pelo futebol. Mas aquela invasão da sua casa por mulheres, justamente na hora dos jogos, quando ele gostava de se espichar no sofá com uma cerveja, e fazer pipoca no intervalo, e ver os jogos sozinho, ou com a mulher ao seu lado apenas dando palpites para fingir que se interessava (“Que brutalidade!”) — aquilo era demais. Ficava ele no meio das mulheres, sentado num canto, banido do seu próprio sofá. E tendo que responder a perguntas. O que era impedimento, mesmo? Se o goleiro era o único que podia tocar a bola com as mãos, como é que outros usavam as mãos para bater lateral? Por que se dizia “bater lateral” quando o que faziam era atirar a bola? E o Forlán, era casado? Um dia, com sete mulheres na sala, ele mal conseguindo enxergar a televisão, houve um lance que indignou a todas. Marina virou-se para o marido e exigiu uma explicação.
— Bola no travessão não vale nem um ponto?
— Não, Marina. Bola no travessão não vale nada.
— Mas devia. Devia!
— Marina, não fui eu que fiz as regras.
— Você também, Zé Henrique!
Todas as mulheres da sala olharam para ele com reprovação. Como se uma bola no travessão do Forlán não valer nada fosse uma demonstração revoltante de insensibilidade masculina. Ele precisou se defender.
— A culpa não é minha!
Antes, no intervalo do jogo, Marina tinha dito: — Zé Henrique, faz umas pipocas pra gente.
E, para as amigas:
— O Zé Henrique faz pipoca muito bem.
— Não — disse o Zé Henrique.
— O quê?
— Pipoca, não.
— Zé Henrique!
Seu mundo tinha sido invadido. Ele não podia deter a invasão. Mas não ia alimentar as invasoras. Que pensassem o que quisessem dele, que o chamassem de grosseiro, de ciumento, de ressentido. Mas pipocas, decididamente, não.

O comportamento do marido, ao final do texto, permite concluir que ele:

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Questão 3 de 37 Q1213990 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Pipocas, não

Marina nunca gostou de futebol, mas se empolgou pela Copa. Se empolgou, principalmente, pelo Forlán. Passou a acompanhar todos os jogos da Copa, e não apenas os do Uruguai. Mas ela e o grupo de amigas que reunia em casa gostavam mesmo era de ver o Forlán. O marido da Marina, Zé Henrique, não se importava com seu novo interesse pelo futebol. Mas aquela invasão da sua casa por mulheres, justamente na hora dos jogos, quando ele gostava de se espichar no sofá com uma cerveja, e fazer pipoca no intervalo, e ver os jogos sozinho, ou com a mulher ao seu lado apenas dando palpites para fingir que se interessava (“Que brutalidade!”) — aquilo era demais. Ficava ele no meio das mulheres, sentado num canto, banido do seu próprio sofá. E tendo que responder a perguntas. O que era impedimento, mesmo? Se o goleiro era o único que podia tocar a bola com as mãos, como é que outros usavam as mãos para bater lateral? Por que se dizia “bater lateral” quando o que faziam era atirar a bola? E o Forlán, era casado? Um dia, com sete mulheres na sala, ele mal conseguindo enxergar a televisão, houve um lance que indignou a todas. Marina virou-se para o marido e exigiu uma explicação.
— Bola no travessão não vale nem um ponto?
— Não, Marina. Bola no travessão não vale nada.
— Mas devia. Devia!
— Marina, não fui eu que fiz as regras.
— Você também, Zé Henrique!
Todas as mulheres da sala olharam para ele com reprovação. Como se uma bola no travessão do Forlán não valer nada fosse uma demonstração revoltante de insensibilidade masculina. Ele precisou se defender.
— A culpa não é minha!
Antes, no intervalo do jogo, Marina tinha dito: — Zé Henrique, faz umas pipocas pra gente.
E, para as amigas:
— O Zé Henrique faz pipoca muito bem.
— Não — disse o Zé Henrique.
— O quê?
— Pipoca, não.
— Zé Henrique!
Seu mundo tinha sido invadido. Ele não podia deter a invasão. Mas não ia alimentar as invasoras. Que pensassem o que quisessem dele, que o chamassem de grosseiro, de ciumento, de ressentido. Mas pipocas, decididamente, não.

Considere os contextos em que ocorrem as palavras “principalmente”, “justamente” e “decididamente”: I. Se empolgou, principalmente, pelo Forlán. II. Mas aquela invasão da sua casa por mulheres, justamente na hora dos jogos, (...) aquilo era demais. III. Mas pipocas, decididamente, não. A alternativa que melhor apresenta três palavras que poderiam substituí-las, respectivamente e sem prejuízo de sentido, é:

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Questão 4 de 37 Q1213991 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Pipocas, não

Marina nunca gostou de futebol, mas se empolgou pela Copa. Se empolgou, principalmente, pelo Forlán. Passou a acompanhar todos os jogos da Copa, e não apenas os do Uruguai. Mas ela e o grupo de amigas que reunia em casa gostavam mesmo era de ver o Forlán. O marido da Marina, Zé Henrique, não se importava com seu novo interesse pelo futebol. Mas aquela invasão da sua casa por mulheres, justamente na hora dos jogos, quando ele gostava de se espichar no sofá com uma cerveja, e fazer pipoca no intervalo, e ver os jogos sozinho, ou com a mulher ao seu lado apenas dando palpites para fingir que se interessava (“Que brutalidade!”) — aquilo era demais. Ficava ele no meio das mulheres, sentado num canto, banido do seu próprio sofá. E tendo que responder a perguntas. O que era impedimento, mesmo? Se o goleiro era o único que podia tocar a bola com as mãos, como é que outros usavam as mãos para bater lateral? Por que se dizia “bater lateral” quando o que faziam era atirar a bola? E o Forlán, era casado? Um dia, com sete mulheres na sala, ele mal conseguindo enxergar a televisão, houve um lance que indignou a todas. Marina virou-se para o marido e exigiu uma explicação.
— Bola no travessão não vale nem um ponto?
— Não, Marina. Bola no travessão não vale nada.
— Mas devia. Devia!
— Marina, não fui eu que fiz as regras.
— Você também, Zé Henrique!
Todas as mulheres da sala olharam para ele com reprovação. Como se uma bola no travessão do Forlán não valer nada fosse uma demonstração revoltante de insensibilidade masculina. Ele precisou se defender.
— A culpa não é minha!
Antes, no intervalo do jogo, Marina tinha dito: — Zé Henrique, faz umas pipocas pra gente.
E, para as amigas:
— O Zé Henrique faz pipoca muito bem.
— Não — disse o Zé Henrique.
— O quê?
— Pipoca, não.
— Zé Henrique!
Seu mundo tinha sido invadido. Ele não podia deter a invasão. Mas não ia alimentar as invasoras. Que pensassem o que quisessem dele, que o chamassem de grosseiro, de ciumento, de ressentido. Mas pipocas, decididamente, não.

Considere o excerto: “Marina nunca gostou de futebol, mas se empolgou pela Copa.” Nesse contexto, o advérbio “nunca” exprime sentido relacionado a:

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Questão 5 de 37 Q1213992 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Pipocas, não

Marina nunca gostou de futebol, mas se empolgou pela Copa. Se empolgou, principalmente, pelo Forlán. Passou a acompanhar todos os jogos da Copa, e não apenas os do Uruguai. Mas ela e o grupo de amigas que reunia em casa gostavam mesmo era de ver o Forlán. O marido da Marina, Zé Henrique, não se importava com seu novo interesse pelo futebol. Mas aquela invasão da sua casa por mulheres, justamente na hora dos jogos, quando ele gostava de se espichar no sofá com uma cerveja, e fazer pipoca no intervalo, e ver os jogos sozinho, ou com a mulher ao seu lado apenas dando palpites para fingir que se interessava (“Que brutalidade!”) — aquilo era demais. Ficava ele no meio das mulheres, sentado num canto, banido do seu próprio sofá. E tendo que responder a perguntas. O que era impedimento, mesmo? Se o goleiro era o único que podia tocar a bola com as mãos, como é que outros usavam as mãos para bater lateral? Por que se dizia “bater lateral” quando o que faziam era atirar a bola? E o Forlán, era casado? Um dia, com sete mulheres na sala, ele mal conseguindo enxergar a televisão, houve um lance que indignou a todas. Marina virou-se para o marido e exigiu uma explicação.
— Bola no travessão não vale nem um ponto?
— Não, Marina. Bola no travessão não vale nada.
— Mas devia. Devia!
— Marina, não fui eu que fiz as regras.
— Você também, Zé Henrique!
Todas as mulheres da sala olharam para ele com reprovação. Como se uma bola no travessão do Forlán não valer nada fosse uma demonstração revoltante de insensibilidade masculina. Ele precisou se defender.
— A culpa não é minha!
Antes, no intervalo do jogo, Marina tinha dito: — Zé Henrique, faz umas pipocas pra gente.
E, para as amigas:
— O Zé Henrique faz pipoca muito bem.
— Não — disse o Zé Henrique.
— O quê?
— Pipoca, não.
— Zé Henrique!
Seu mundo tinha sido invadido. Ele não podia deter a invasão. Mas não ia alimentar as invasoras. Que pensassem o que quisessem dele, que o chamassem de grosseiro, de ciumento, de ressentido. Mas pipocas, decididamente, não.

Considere o excerto: “O que era impedimento, mesmo?” Nesse contexto, a palavra “que” é empregada gramaticalmente como:

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Questão 6 de 37 Q1213993 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Pipocas, não

Marina nunca gostou de futebol, mas se empolgou pela Copa. Se empolgou, principalmente, pelo Forlán. Passou a acompanhar todos os jogos da Copa, e não apenas os do Uruguai. Mas ela e o grupo de amigas que reunia em casa gostavam mesmo era de ver o Forlán. O marido da Marina, Zé Henrique, não se importava com seu novo interesse pelo futebol. Mas aquela invasão da sua casa por mulheres, justamente na hora dos jogos, quando ele gostava de se espichar no sofá com uma cerveja, e fazer pipoca no intervalo, e ver os jogos sozinho, ou com a mulher ao seu lado apenas dando palpites para fingir que se interessava (“Que brutalidade!”) — aquilo era demais. Ficava ele no meio das mulheres, sentado num canto, banido do seu próprio sofá. E tendo que responder a perguntas. O que era impedimento, mesmo? Se o goleiro era o único que podia tocar a bola com as mãos, como é que outros usavam as mãos para bater lateral? Por que se dizia “bater lateral” quando o que faziam era atirar a bola? E o Forlán, era casado? Um dia, com sete mulheres na sala, ele mal conseguindo enxergar a televisão, houve um lance que indignou a todas. Marina virou-se para o marido e exigiu uma explicação.
— Bola no travessão não vale nem um ponto?
— Não, Marina. Bola no travessão não vale nada.
— Mas devia. Devia!
— Marina, não fui eu que fiz as regras.
— Você também, Zé Henrique!
Todas as mulheres da sala olharam para ele com reprovação. Como se uma bola no travessão do Forlán não valer nada fosse uma demonstração revoltante de insensibilidade masculina. Ele precisou se defender.
— A culpa não é minha!
Antes, no intervalo do jogo, Marina tinha dito: — Zé Henrique, faz umas pipocas pra gente.
E, para as amigas:
— O Zé Henrique faz pipoca muito bem.
— Não — disse o Zé Henrique.
— O quê?
— Pipoca, não.
— Zé Henrique!
Seu mundo tinha sido invadido. Ele não podia deter a invasão. Mas não ia alimentar as invasoras. Que pensassem o que quisessem dele, que o chamassem de grosseiro, de ciumento, de ressentido. Mas pipocas, decididamente, não.

Considere a frase: “Todas as mulheres da sala olharam para ele com reprovação.” A pessoa gramatical indicada pela terminação do verbo “olharam”, que ocorre nesse contexto, é:

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Questão 7 de 37 Q1213994 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Pipocas, não

Marina nunca gostou de futebol, mas se empolgou pela Copa. Se empolgou, principalmente, pelo Forlán. Passou a acompanhar todos os jogos da Copa, e não apenas os do Uruguai. Mas ela e o grupo de amigas que reunia em casa gostavam mesmo era de ver o Forlán. O marido da Marina, Zé Henrique, não se importava com seu novo interesse pelo futebol. Mas aquela invasão da sua casa por mulheres, justamente na hora dos jogos, quando ele gostava de se espichar no sofá com uma cerveja, e fazer pipoca no intervalo, e ver os jogos sozinho, ou com a mulher ao seu lado apenas dando palpites para fingir que se interessava (“Que brutalidade!”) — aquilo era demais. Ficava ele no meio das mulheres, sentado num canto, banido do seu próprio sofá. E tendo que responder a perguntas. O que era impedimento, mesmo? Se o goleiro era o único que podia tocar a bola com as mãos, como é que outros usavam as mãos para bater lateral? Por que se dizia “bater lateral” quando o que faziam era atirar a bola? E o Forlán, era casado? Um dia, com sete mulheres na sala, ele mal conseguindo enxergar a televisão, houve um lance que indignou a todas. Marina virou-se para o marido e exigiu uma explicação.
— Bola no travessão não vale nem um ponto?
— Não, Marina. Bola no travessão não vale nada.
— Mas devia. Devia!
— Marina, não fui eu que fiz as regras.
— Você também, Zé Henrique!
Todas as mulheres da sala olharam para ele com reprovação. Como se uma bola no travessão do Forlán não valer nada fosse uma demonstração revoltante de insensibilidade masculina. Ele precisou se defender.
— A culpa não é minha!
Antes, no intervalo do jogo, Marina tinha dito: — Zé Henrique, faz umas pipocas pra gente.
E, para as amigas:
— O Zé Henrique faz pipoca muito bem.
— Não — disse o Zé Henrique.
— O quê?
— Pipoca, não.
— Zé Henrique!
Seu mundo tinha sido invadido. Ele não podia deter a invasão. Mas não ia alimentar as invasoras. Que pensassem o que quisessem dele, que o chamassem de grosseiro, de ciumento, de ressentido. Mas pipocas, decididamente, não.

No último parágrafo do texto, na sentença “Que pensassem o que quisessem dele, que o chamassem de grosseiro, de ciumento, de ressentido.”, os verbos “pensassem”, “quisessem” e “chamassem” estão conjugados no modo:

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Questão 8 de 37 Q1213996 Q9 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto à colocação pronominal e assinale a alternativa em que ocorre mesóclise.

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Questão 9 de 37 Q1213997 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque pertence à classe gramatical de advérbio.

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Questão 10 de 37 Q1213998 Q11 da prova

Um funcionário recebe um salário de R$ 1.240,00 por mês. Se ele obtiver um aumento salarial de 15% ao ano, qual será o salário aproximado desse funcionário após 2 anos?

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Questão 11 de 37 Q1213999 Q12 da prova

Em uma loja de roupas, uma pessoa compra uma jaqueta e duas camisetas, gastando no total R$ 480,00. Se o preço de uma jaqueta é desconhecido e o preço de uma camiseta é de R$ 120,00, qual é o preço da jaqueta?

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Questão 12 de 37 Q1214000 Q13 da prova

Em uma escola, 40% dos alunos são membros de algum clube esportivo. Se a escola tem um total de 500 alunos, quantos alunos são membros de algum clube esportivo?

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Questão 13 de 37 Q1214001 Q14 da prova

Um pacote de ingressos para um parque de diversões custa R$ 120,00. Se uma família comprou 5 pacotes de ingressos, qual é o custo total dos ingressos?

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Questão 14 de 37 Q1214002 Q15 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o Trigésimo sexto número ímpar antecessor de 503:

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Questão 15 de 37 Q1214003 Q16 da prova

Na livraria Leitura Infinita, localizada em uma comunidade, 30% dos clientes têm direito a um desconto especial de 20% em suas compras de livros, como parte de um programa de fidelidade. Se a livraria atende a um total de 500 clientes, quantos clientes se beneficiam desse desconto especial?

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Questão 16 de 37 Q1214004 Q17 da prova

Em uma loja de informática, há 7 prateleiras, cada uma contendo 50 caixas de cartuchos de tinta. Se cada caixa possui 20 cartuchos, quantos cartuchos de tinta há no total?

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Questão 17 de 37 Q1214005 Q18 da prova

Um vendedor recebe uma comissão de 5% sobre o valor de cada venda que realiza. Se ele vender R$ 10.000,00 em um mês, qual será o valor da sua comissão?

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Questão 18 de 37 Q1214006 Q19 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o resultado para a seguinte operação de multiplicação: 89 x 15,3

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Questão 19 de 37 Q1214007 Q20 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o Vigésimo nono número ímpar sucessor de 233:

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Questão 20 de 37 Q1214008 Q21 da prova

De acordo com Art. 123 do Código de Trânsito Brasileiro é correto afirmar que será obrigatória a expedição de novo Certificado de Registro de Veículo quando: I - for transferida a propriedade; II - o proprietário mudar de residência; III - for alterada qualquer característica do veículo; IV - houver mudança de categoria.

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Questão 21 de 37 Q1214009 Q22 da prova

Assinale a alternativa correta de acordo com Art. 19 do (CTB) Código de Trânsito Brasileiro compete ao órgão máximo executivo de trânsito da União:

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Questão 22 de 37 Q1214010 Q23 da prova

De acordo com o Art. 43 do CTB ao regular a velocidade, o condutor deverá observar constantemente as condições físicas da via, do veículo e da carga, as condições meteorológicas e a intensidade do trânsito, obedecendo aos limites máximos de velocidade estabelecidos para a via, além de: Assinale V (Verdadeiro) ou (F) falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

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Questão 23 de 37 Q1214011 Q24 da prova

Complete corretamente a lacuna de acordo com o Art. 86 do CTB. Os locais destinados a postos de gasolina, oficinas, estacionamentos ou garagens de uso coletivo deverão ter ______________________.

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Questão 24 de 37 Q1214012 Q25 da prova

Em relação aos crimes de trânsito, analise os itens abaixo. São circunstâncias que sempre agravam as penalidades dos crimes de trânsito ter o condutor do veículo cometido a infração: I - com Permissão para Dirigir ou Carteira de Habilitação de categoria diferente da do veículo; II – sobre faixa de trânsito permanentemente destinada a pedestres, exceto faixa temporária;

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Questão 25 de 37 Q1214013 Q26 da prova

Complete a lacuna de acordo com normas gerais de circulação e conduta. Ao aproximar-se de qualquer tipo de _______________, o condutor do veículo deve demonstrar prudência especial, transitando em velocidade moderada, de forma que possa deter seu veículo com segurança para dar passagem a pedestre e a veículos que tenham o direito de preferência.

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Questão 26 de 37 Q1214014 Q27 da prova

Anderson estava dirigindo em uma estrada movimentada quando, de repente, seu veículo apresenta uma falha mecânica, obrigando-o a imobilizá-lo temporariamente no leito viário. De acordo com as regulamentações de trânsito, sempre que for necessária a imobilização temporária de um veículo no leito viário, em situação de emergência, o que deve ser feito?

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Questão 27 de 37 Q1214015 Q28 da prova

Todo condutor ao efetuar a ultrapassagem deverá: ( ) Indicar sem antecedência a manobra pretendida, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou por meio de gesto convencional de braço; ( ) aproximar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma distância lateral de segurança; ( ) retomar, após a efetivação da manobra, a faixa de trânsito de origem, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou fazendo gesto convencional de braço, adotando os cuidados necessários para não pôr em perigo ou obstruir o trânsito dos veículos que ultrapassou; Assinale V (Verdadeiro) ou (F) falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

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Questão 28 de 37 Q1214016 Q29 da prova

Em caso de acidente de trânsito, ao ligar para o número de emergência, é crucial fornecer informações precisas para garantir uma resposta rápida e eficaz. Assinale a alternativa incorreta:

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Questão 29 de 37 Q1214017 Q30 da prova

De acordo com o Cronograma da Resolução Contran Nº 1.000, de 14 de setembro de 2023. Que Estabelece a mensagem, os temas e o cronograma das campanhas educativas de trânsito a serem realizadas de janeiro a dezembro de 2024. Analise os itens abaixo: I - O mês de Outubro, o tema será: Celular e Direção. II - O mês de Novembro o tema será: Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito. III - O mês de Dezembro o tema será: Motoristas profissionais. Está(ão) incorreto(s) o(s) item(ns):

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Questão 30 de 37 Q1214018 Q31 da prova

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, atirar do veículo ou abandonar na via objetos ou substâncias é uma infração:

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Questão 31 de 37 Q1214020 Q33 da prova

Os motores térmicos de combustão interna comumente usados em veículos podem funcionar de acordo com: Assinale a alternativa correta:

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Questão 32 de 37 Q1214021 Q34 da prova

O funcionamento do motor de combustão interna ocorre em quatro tempos: Qual é a sequência correta dos quatro tempos do motor de combustão interna?

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Questão 33 de 37 Q1214022 Q35 da prova

De acordo com a Resolução Contran Nº 1.004, de 21 de Dezembro de 2023. Que dispõe sobre o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS). Qual alternativa abaixo qual das alternativas abaixo representa um dos objetivos do PNATRANS?

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Questão 34 de 37 Q1214023 Q36 da prova

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro. Deixar o condutor envolvido em sinistro sem vítima de adotar providências para remover o veículo do local, quando necessária tal medida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito é uma infração:

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Questão 35 de 37 Q1214024 Q37 da prova

Complete a lacuna: Por ser um dispositivo muito importante, pois foi projetado para proteger todo o sistema elétrico do seu carro. Em caso de _______________ queimados por sobrecarga de eletricidade, é importante substituí-los por com o mesmo valor nominal. É crucial seguir as especificações do fabricante do veículo para garantir a correta proteção elétrica. A substituição desse dispositivo deve ser realizada com o sistema elétrico desligado e, se necessário, com auxílio de um multímetro para verificar possíveis curtos-circuitos.

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Questão 36 de 37 Q1214026 Q39 da prova

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, analise os itens abaixo: I - Transportar crianças em veículo automotor sem observância das normas de segurança especiais estabelecidas neste Código: é uma Infração – grave; com Penalidade - multa (três vezes) II - Utilizar-se de veículo para demonstrar ou exibir manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus: é uma Infração gravíssima; com Penalidade - multa (dez vezes), suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo; III - Deixar o condutor de prestar socorro à vítima de sinistro de trânsito quando solicitado pela autoridade e seus agentes: é uma Infração - grave; com Penalidade - multa; Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

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Questão 37 de 37 Q1214027 Q40 da prova

A troca de óleo do motor é uma manutenção preventiva realizada pelos proprietários dos veículos com uma regularidade constante, para garantir o bom funcionamento do carro e evitar desgastes e quebras. Em relação a troca de óleo, analise os itens abaixo. I - a troca do óleo do motor deve ser realizada a cada 5 mil km ou 10 mil km rodados, dependendo da recomendação do fabricante. II – se o carro não atingir a quilometragem adequada, não é indicado trocar o óleo anualmente ou semestralmente.

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