Durante uma consulta ambulatorial, um paciente de 62 anos, portador de insuficiência cardíaca, chega visivelmente ansioso. Ele relata ter dificuldade de compreender as decisões terapêuticas propostas e afirma sentir que “não participa das escolhas sobre o próprio tratamento”. O médico, percebendo a insegurança, interrompe a rotina habitual, aproxima-se, pergunta sobre seus receios, explora suas expectativas e revisa, de forma acessível, as opções disponíveis, apresentando riscos e benefícios de cada uma. Ao final, o profissional certifica-se de que o paciente entendeu as informações e o convida a decidir conjuntamente qual conduta será adotada. De acordo com situação descrita, assinale a alternativa que representa de forma mais clara qual princípio fundamental da relação médico-paciente.

























