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Prova Médico PSF - Pref. Andradas/MG
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Questão 1 de 15 Q2127351 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões propostas. Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe, e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados. Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba. Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão: “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”. Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural. Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural. A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado. É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao-cultural-e-um-problema-do-sistema-nao-de-individuos/. Acesso em: 05/04/2017. [adaptado].

Leia as afirmativas sobre o uso da pontuação no texto. ( ) No trecho “preto favelado”, as aspas foram usadas com o objetivo de destacar expressão pouco comum. ( ) Em “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”, as aspas foram usadas para sinalizar discurso direto. ( ) Nos trechos “Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe” e “Por exemplo: durante muito tempo”, a vírgula e os dois pontos foram usados para assinalar a inversão de adjuntos adverbiais. ( ) O uso das vírgulas é facultativo no trecho “mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda.” Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

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Questão 2 de 15 Q2127352 Q8 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões propostas. Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe, e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados. Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba. Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão: “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”. Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural. Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural. A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado. É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria. Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao-cultural-e-um-problema-do-sistema-nao-de-individuos/. Acesso em: 05/04/2017. [adaptado].

No trecho “Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos.”, o termo destacado pertence à mesma classe gramatical que em:

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Questão 3 de 15 Q2127360 Q13 da prova

Sobre a busca na Web, utilizando o site de busca Google, para encontrar os tópicos mais comuns marcados por hashtags, utiliza-se o operador:

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Questão 4 de 15 Q2127367 Q17 da prova

O Pacto pela Vida é o compromisso entre os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a saúde da população brasileira, segundo a Portaria nº 399/GM, de 22 de fevereiro de 2006. São prioridades pactuadas, EXCETO:

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Questão 5 de 15 Q2127369 Q18 da prova

Paciente de 34 anos, sexo masculino, chega ao Centro de Saúde relatando febre alta, dores no corpo e articulações, prostração e dor de cabeça. Início dos sintomas há 02 dias, sem queixas respiratórias. Avaliado por enfermeira durante acolhimento, observado manchas vermelhas no corpo e encaminhado para atendimento médico. Considerando o caso descrito, são hipóteses diagnósticas mais prováveis, EXCETO:

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Questão 6 de 15 Q2127372 Q20 da prova

Correlacione a COLUNA I com a COLUNA II. COLUNA I COLUNA II 1. Taxa de incidência. ( ) É o número de indivíduos morrendo durante um período específico de tempo após o início da doença ou diagnóstico/número de indivíduos com a doença específica. 2. Taxa de mortalidade. ( ) É o número de casos de uma doença ocorrendo na população durante um determinado período de tempo/número de pessoas sob o risco de desenvolver a doença neste período de tempo. 3. Taxa de letalidade. ( ) É o número de casos de uma doença presente na população em um dado momento/número de pessoas no momento. 4. Prevalência. ( ) É o número total de mortes por todas as causas em 01 ano/número de pessoas na população no meio do ano. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

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Questão 7 de 15 Q2127374 Q21 da prova

Paciente de 35 anos, sexo feminino, sem comorbidades conhecidas, comparece para atendimento no Centro de Saúde com relato de início abrupto há 02 dias de febre, tosse seca, mialgia, prostração, odinofagia, cefaleia e obstrução nasal. Paciente desejando prescrição de antibióticos. Ao exame apresentou-se corada, hidratada, eupneica. Dados vitais: PA: 120/80mmHg, TAX: 37,8oC, SAT O2 ar ambiente 98%, FR: 18irpm. Ausculta respiratória e cardíaca sem alterações. Coriza hialina, orofaringe sem exsudato, sem gotejamento pós nasal e otoscopia sem alterações. Considerando o caso descrito, está CORRETO afirmar que:

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Questão 8 de 15 Q2127375 Q22 da prova

Gestante de 28 semanas comparece ao Centro de Saúde para pré-natal. Início de pré-natal tardio, com 24 semanas. Ao exame clínico sem alterações. Resultado de exames com VDRL 1:32, demais exames sem alterações. Considerando o caso descrito, são condutas que devem ser seguidas, EXCETO:

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Questão 9 de 15 Q2127377 Q23 da prova

Sobre a febre amarela, assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 10 de 15 Q2127379 Q24 da prova

Segundo McWhinney (2010), ao descrever a medicina de família e comunidade, é melhor começar pelos princípios que governam as ações do médico de família e comunidade. São princípios listados por ele, EXCETO:

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Questão 11 de 15 Q2127380 Q25 da prova

São diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), EXCETO:

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Questão 12 de 15 Q2127382 Q26 da prova

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), um sistema de saúde orientado pela atenção primária à saúde conforma-se a partir de um conjunto de elementos estruturais e funcionais que garantem a cobertura e o acesso universal aos serviços de saúde, relevantes e adequados à população. São atributos dos serviços de atenção primária, EXCETO:

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Questão 13 de 15 Q2127384 Q27 da prova

As principais características e ações do processo de trabalho das equipes de saúde da família na atenção primária, definidas pelo Ministério da Saúde, são, EXCETO:

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Questão 14 de 15 Q2127386 Q28 da prova

Abaixo estão descritas algumas frases que podem ser usadas pelo médico durante uma consulta para realização de um atendimento baseado na Medicina Centrada na Pessoa. Correlacione a frase apresentada na COLUNA I com o princípio da Medicina Centrada na Pessoa que melhor corresponde na COLUNA II. COLUNA I COLUNA II 1. “- O senhor acha que irá conseguir tomar este medicamento todos os dias, mesmo precisando de aguardar uma hora para se alimentar após o uso?” ( ) Explorar a doença e a experiência da pessoa em estar doente. 2. “- A senhora já apresenta crises de enxaqueca há vários anos. Estamos realizando o tratamento adequado e a dor está melhor... O que está te preocupando desta vez que deseja mais exames?” ( ) Incorporar prevenção e promoção da saúde na prática diária. 3. “- Hoje o senhor veio para reavaliação da pneumonia e está bem melhor. O que o senhor pensou sobre o que conversamos a respeito de parar de fumar?” ( ) Ser realista (“time e timing”). 4. “- Bem, senhora Ana, hoje você me trouxe uma lista com 15 queixas que deseja avaliação. Como temos um tempo de consulta, gostaria de saber o que mais tem incomodado e vamos abordando as demais queixas nos próximos encontros.” ( ) Elaborar um projeto comum ao médico e à pessoa para manejar os problemas. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

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Questão 15 de 15 Q2127387 Q29 da prova

A prática do médico de família e comunidade exige ferramentas que facilitem suas intervenções para a abordagem familiar. São ferramentas possíveis de utilização durante a consulta para uma melhor abordagem, EXCETO:

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