Quanto aos critérios diagnósticos de diabetes mellitus, na ausência de hiperglicemia inequívoca alta e sintomática, é correto afirmar que:
Quanto ao tratamento do diabetes mellitus tipo 2, é correto afirmar que:
Sobre a insulinoterapia, no tratamento do diabetes mellitus tipo 2, é correto afirmar que:
Com relação à obesidade e seu tratamento, é correto afirmar que:
Quanto ao hipotireoidismo e seu tratamento, é correto afirmar que:
Com relação a nódulos tireoidianos, é correto afirmar que:
Quanto às doenças relacionadas às glândulas adrenais, é correto afirmar que:
Assinale a alternativa correta.
Paciente do sexo masculino, 67 anos de idade, ex-tabagista, portador de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), Diabetes Mellitus tipo 2, insulino dependente, doença renal crônica não dialítica, acamado há 2 anos devido à sequela de Acidente Vascular Cerebral (AVC), isquêmico e morador de instituição de longa permanência desde então, iniciou com tosse produtiva, com expectoração amarelada, anorexia, vômitos e prostração há três dias. Apresenta, há um dia, oscilações do nível de consciência. Ao exame físico, apresenta-se sonolento, desperta ao estímulo, tem saturação de O2 em ar ambiente 92% e estertores crepitantes em base pulmonar direita. Diante do caso clínico, qual é a principal etiologia do quadro e tratamento?
Quais são as vacinas recomendadas para paciente com 63 anos de idade, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Estádio 3B, pelo Gold?
Paciente gestante, 26 anos, idade gestacional de 8 semanas + 3 dias, portadora de asma brônquica, com bom controle em uso de Formoterol 12 mcg + Budesonida 400 mcg 2 vezes ao dia, vem para consulta de pré-natal e questiona sobre manutenção do tratamento da asma durante a gestação. Qual é a conduta recomendada?
Paciente do sexo masculino, 72 anos de idade, tabagista em fase de ação, recebeu diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Estádio 2B. Relata dispneia MRC 2, sem outros sintomas. Qual o tratamento inicial recomendado?
Paciente do sexo masculino, 40 anos de idade, sem comorbidades, iniciou há 20 dias com quadro de dor pleurítica à direita, associada à febre vespertina, tosse seca e perda de 4 kg no período. Ao exame físico, apresenta regular estado geral, saturação de O2 em ar ambiente 96% e murmúrio vesicular abolido em base direita. Raios X de tórax evidenciou derrame pleural moderado à direita. Qual é a principal hipótese diagnóstica e qual exame deve ser solicitado para confirmar o diagnóstico respectivamente?
Paciente do sexo feminino, 17 anos de idade, relata início de tosse seca há cerca de 3 meses, sem outros fatores associados conhecidos. Faz uso de fluoxetina para quadro depressivo. Mora com a mãe tabagista. Faz uso de narguilé aos finais de semana. Procurou atendimento na unidade básica de saúde, realizando Raios X de tórax, sem alterações. Refere que fez uso de 2 tipos de xaropes e um ciclo de antibiótico, sem melhora. Quais as três principais hipóteses no diagnóstico diferencial?
Paciente do sexo feminino, 83 anos de idade, vem à consulta em Unidade de Saúde para seguimento após orientação na alta hospitalar por fratura de colo de fêmur direito. Relata sensação de falseio em joelho direito e ter apresentado fratura após queda da própria altura. Apresenta como comorbidades: hipertensão arterial sistêmica (HAS) e osteoartrite de joelhos. Fazia uso de hidroclorotiazida. Trouxe exames que fez na internação: Hb 11,8 g/dl; HT 34%; VCM 85; HCM 27; Leucócitos 11000 mm3; plaquetas 150 mil; cálcio total 8,5 mg/dL; creatinina 0,44 mg/dL; fosfatase alcalina 85 U/L; TSH 4,5 uUI/mL. Com relação ao quadro clínico acima exposto, qual é a conduta recomendada?
Paciente do sexo masculino, 63 anos de idade, procura Unidade de Saúde devido à cefaleia iniciada há 2 meses, predominantemente em região temporal direita e muita dor à palpação do couro cabeludo, principalmente ao pentear os cabelos. Relata episódio de perda súbita visual na última semana, com melhora espontânea após 5 minutos. Diz ter tido febre aferida episódica, máximo de 37,5 °C nesse período. Paciente previamente hígido, sem comorbidades anteriores e não faz uso de medicações de uso contínuo. Nega tabagismo. Diante do quadro clínico exposto, qual a principal hipótese diagnóstica e a conduta a ser realizada respectivamente?
Paciente do sexo feminino, 45 anos de idade, relata quadro de cefaleia holocraniana iniciada há 1 mês, o que a fez procurar Unidade de Saúde. Na última semana, apresentou episódio de “olho vermelho”, procurou a emergência do serviço de oftalmologia, com diagnóstico de uveíte. Concomitantemente, apresenta lesões palmoplantares pustulosas já iniciadas há 6 meses. Sem outras queixas. Nega comorbidades e uso de medicamentos. Nega etilismo e/ou tabagismo. Qual é o exame a ser solicitado, pensando na sua principal hipótese diagnóstica?
Paciente do sexo feminino, 30 anos de idade, procura Unidade de Saúde por quadro de dor articular em mãos, pés, punhos, joelhos e tornozelos, de caráter insidioso e simétrico, iniciado há 2 meses, com piora lenta e progressiva. Relata que o quadro álgico é pior pela manhã e diz ter uma certa rigidez articular ao iniciar as atividades da casa pela manhã. Faz uso de AINHs por conta própria, com melhora muito discreta. Ex-tabagista (parou há 1 ano). Sem outras comorbidades e/ou uso de medicamentos. Sobre o caso clínico, qual é o provável diagnóstico e exame a ser solicitado respectivamente?
Paciente do sexo feminino, 55 anos de idade, procura Unidade de Saúde por conta de exame de densitometria óssea com resultado alterado. Fez exame, por história familiar de fratura de colo de fêmur em parente de primeiro grau. Diz ter boa saúde, nega comorbidades, uso crônico de medicações, tabagismo, fraturas prévias. Menopausada há 10 anos, não fez terapia de reposição hormonal, pois irmã apresentou câncer de mama. Exame de Densitometria Óssea: Coluna Lombar L1-L4 1,142 g/cm2 T-score: -1,5 Z-score: -1,4 Fêmur Total 0,745 g/cm2 T-score: -2,5 Z-score: -1,7 Colo Fêmur 0,800 g/cm2 T-score: -2,0 Z-score: -1,7. Diante do quadro clínico e interpretação do exame acima descrito, o diagnóstico correto é de:
Paciente do sexo feminino, 39 anos de idade, procura Unidade Local de Saúde por queixa de azia há 2 meses. Tem sintomas praticamente diariamente, pós-prandial, associados à dor torácica retroesternal que se irradia para cima. Nega disfagia, odinofagia, sintomas otológicos, febre, perda de peso. Não faz uso de medicamentos. Nega tabagismo e/ou etilismo. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e conduta pertinente respectivamente?
Paciente com 60 anos de idade, diabético e hipertenso, procura emergência do Hospital Universitário por febre (37,5 °C - 38 °C) há 1 mês. Apresenta-se prostrado, com mialgia generalizada e artralgia em mão e pés. Nega sintomas urinários, gastrointestinais e/ou respiratórios. Teste de Covid-19 negativo. Nega viagens recentes. Exame físico: PA 90x60 mmHg, FC 120 bpm, FR 24 mipm, Tax: 37,3 °C. AC: rcr 2t bnf com sopro FoMi (++/4+). AP: mv+ bilaterais s/ra Abd: rha+ flácido indolor à palpação. Sem rigidez de nuca. MMII: sem edemas, panturrilhas livres. Sem lesões de pele evidentes. Qual é o exame a ser solicitado a fim de elucidar o quadro clínico e estabelecer o correto diagnóstico?
Paciente do sexo feminino, 25 anos de idade, relata aparecimento de lesões purpúricas em membros inferiores iniciados há 2 semanas. Diz ter tido hipermenorreia nos últimos meses. Nega abortos/tromboses. Sem outros sintomas. Nega comorbidades ou uso de medicações. Exames complementares revelam: FAN 1/640 nuclear homogêneo, Hb 9,8 g/dl, HT 27%, Leuco 6500 mm3, Plaquetas 10.000 mm3, creatinina 0,8 g/dl, parcial de urina normal, PCR 3 mg/L, VHS 45 mm/1 hora. Qual é o diagnóstico mais provável?
Paciente do sexo masculino, 36 anos de idade, procura Unidade de Saúde por dor articular em tornozelo esquerdo iniciada há 7 dias, com sinais flogísticos, iniciados após ter sido submetido à cirurgia de hérnia inguinal. Relato de episódios semelhantes prévios em ambos os pés, principalmente em metatarsofalangeanas. Apresenta tofo em cotovelo direito. Relato de litíase renal (cálculo de 0,5 cm). Etilista. Pensando no diagnóstico de gota, qual é a conduta recomendada?
Mulher, 55 anos de idade, procura Unidade de Saúde por quadro de dor em calcanhar bilateral. Ao exame, não há evidência de sinais flogísticos. Dor piora pela manhã, ao acordar, e também ao caminhar longas distâncias. Associado relato de dor em panturrilhas também. Nega sintomas genito-urinários, oftalmológicos, cutâneos, gastrointestinais. Exame físico: PA 130x80 mmHg, FC 88 bpm, peso 106 kg, altura 155 cm (IMC 44). Qual é o diagnóstico mais provável?


























