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Prova Médico Clínico Geral - Pref. Tupanciretã/RS
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Questão 1 de 20 Q1019367 Q1 da prova
Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha. Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa. O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco. Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades. (Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

Sobre os aspectos gerais do texto lido, analisar os itens: I. Até cerca de 8000 a.C., o trabalho tinha como propósito a alimentação. II. O nomadismo dos caçadores e coletores é associado, hoje, às atividades de pesca e de fazer trilha. III. A desigualdade entre os sexos existente há milhares de anos era decorrente da acumulação de excedentes entre grupos. Estão CORRETOS:

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Questão 2 de 20 Q1019368 Q2 da prova
Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha. Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa. O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco. Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades. (Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

Pela estruturação do texto, observa-se que ele foi organizado em quatro parágrafos. Tendo em vista a leitura dos segmentos textuais, com relação à informação apresentada, assinalar a alternativa INCORRETA:

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Questão 3 de 20 Q1019369 Q3 da prova
Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha. Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa. O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco. Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades. (Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

Uma outra maneira de reescrevermos o trecho: “[...] Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. [...]” (3º parágrafo), respeitando-se a lógica textual e as normas gramaticais, é:

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Questão 4 de 20 Q1019370 Q4 da prova
Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha. Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa. O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco. Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades. (Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

No 1º parágrafo, no trecho: “[...] Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área [...]”, o verbo sublinhado só NÃO poderia ser trocado por:

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Questão 5 de 20 Q1019372 Q6 da prova

Assinalar a alternativa na qual os tempos verbais NÃO estão correlatos:

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Questão 6 de 20 Q1019374 Q8 da prova

“Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos.” (Nietzsche) Sobre a estruturação desse pensamento, assinalar a alternativa INCORRETA:

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Questão 7 de 20 Q1019375 Q9 da prova

Em relação à frase “Os melhores conselhos são os que me dão os meus avós.”, analisar os itens abaixo: I. “Os melhores conselhos” é o sujeito. II. “Melhores” é o núcleo do sujeito. III. “Os melhores conselhos” cumpre função de adjunto adnominal. Está(ão) CORRETO(S):

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Questão 8 de 20 Q1019376 Q10 da prova

Às vezes, diferenciar uma expressão preposicionada em adjunto adnominal ou complemento nominal não é tão simples, pois pode haver duplicidade de sentido, se não houver um contexto explicativo. Nesse sentido, assinalar a alternativa na qual NÃO é possível distinguirmos o termo sublinhado em adjunto adnominal ou complemento nominal:

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Questão 9 de 20 Q1019377 Q11 da prova

O dióxido de enxofre (SO2) é um poluente atmosférico emitido em processos industriais e de combustão. Nas áreas urbanas, qual das seguintes é a principal fonte de emissão desse gás?

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Questão 10 de 20 Q1019382 Q16 da prova

No sistema operacional Windows 10, o gerenciamento de janelas pode ser aprimorado usando um recurso específico. Esse recurso permite uma melhor organização das janelas abertas. Basta arrastar uma janela para o topo da tela que ela é maximizada. Da mesma forma, ao arrastar a janela para uma das laterais, ela é dividida de modo a ocupar metade do monitor. O nome desse recurso é:

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Questão 11 de 20 Q1019388 Q22 da prova

Em relação à Lei Municipal nº 3.320/2012 — Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, sobre as formas de provimento de cargos públicos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

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Questão 12 de 20 Q1019389 Q23 da prova

Em conformidade com a Lei Municipal nº 3.320/2012 — Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, a respeito das indenizações, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta sequência CORRETA:

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Questão 13 de 20 Q1019390 Q24 da prova

Segundo a Lei Municipal nº 3.320/2012 — Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, sobre os itens por meio dos quais a vacância do cargo ocorrerá, analisar os itens abaixo: I. Exoneração. II. Falecimento. III. Repouso semanal. IV. Férias. Está(ão) CORRETOS:

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Questão 14 de 20 Q1019391 Q25 da prova

A Lei nº 8.069/1990 dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Conforme prevê expressamente a Lei, assinalar a alternativa CORRETA:

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Questão 15 de 20 Q1019392 Q26 da prova

A Lei nº 13.146/2015 — Estatuto da Pessoa com Deficiência declara que toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação. Nestes termos, conforme previsto expressamente em Lei, assinalar a alternativa CORRETA:

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Questão 16 de 20 Q1019394 Q28 da prova

Segundo a Lei nº 10.741/2003 — Estatuto da Pessoa Idosa, a prevenção e a manutenção da saúde da pessoa idosa serão efetivadas por meio de: I. Atendimento geriátrico e gerontológico em ambulatórios. II. Cadastramento da população idosa no sistema das Unidades Básicas de Saúde. III. Unidades geriátricas de referência, com pessoal especializado nas áreas de geriatria e gerontologia social. Estão CORRETOS:

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Questão 17 de 20 Q1019396 Q30 da prova

O Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SNVE) desenvolve ações para identificar as doenças, com a finalidade de indicar as melhores intervenções para a prevenção e o controle. Sobre o SNVE, analisar os itens abaixo: I. O principal objetivo do SNVE, em relação às doenças transmissíveis, está em detectar a ocorrência da doença e implementar intervenções de resultados rápidos para interromper a cadeia de transmissão para outras pessoas, além de propor ações que previnam a ocorrência dessas enfermidades. II. O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) é o principal sistema de informação da vigilância epidemiológica. III. Doenças transmissíveis são aquelas causadas por agentes infecciosos específicos: bactéria, vírus, protozoário, helminto, fungo ou príon, ocorrendo após a transmissão de algum desses agentes, de uma pessoa ou animal infectado para um hospedeiro suscetível. Está(ão) CORRETO(S):

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Questão 18 de 20 Q1019399 Q33 da prova

As forças de Starling poderão estar alteradas quando a pressão oncótica coloidal do plasma estiver reduzida devido a qualquer fator que possa induzir à hipoalbuminemia, como quando se eliminam grandes quantidades de proteína pela diurese. Isso ocorre, por exemplo, no(a):

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Questão 19 de 20 Q1019401 Q35 da prova

Em relação à medicina baseada em evidências (MBE), é INCORRETO afirmar que:

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Questão 20 de 20 Q1019402 Q36 da prova

A puberdade precoce caracteriza-se pelo desenvolvimento dos caracteres sexuais antes dos 8 anos de idade, ou o aparecimento da menarca, antes dos 9 anos. Em relação às etapas do exame físico, durante a avaliação diagnóstica, analisar os itens abaixo: I. Durante o exame físico, avaliam-se o peso e, sobretudo, a altura. II. No exame das mamas, o desenvolvimento do parênquima mamário deve ser observado e anotado, segundo os critérios de classificação de Tanner. III. Na avaliação dos pelos púbicos, as características devem ser observadas e anotadas, de acordo com a classificação de Hudson. IV. A palpação do abdome é um exame fundamental para a detecção de tumores. Estão CORRETOS:

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