Sobre os aspectos históricos, o SUS surgiu no Brasil como fruto do movimento da reforma sanitária ocorrido no século passado. A Constituição Brasileira promulgada em 1988 incorporou as teses defendidas na ___ ____ Conferência Nacional de Saúde em 1986, reconhecendo a saúde como direito inerente à cidadania.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
De acordo com o Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a Lei nº 8.080/1990, considera-se Mapa de Saúde a descrição geográfica da distribuição de recursos ______________ e de ações e serviços de saúde ofertados pelo SUS e pela iniciativa privada considerando a capacidade instalada existente, os investimentos e o desempenho aferido a partir dos _______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
A respeito de epidemiologia, a credibilidade que possa ser conferida a um estudo epidemiológico depende da capacidade de avaliar a validade interna dos seus resultados. Nesse sentido, analise as seguintes assertivas:
I. A validade interna do resultado de uma medição de exposição depende da sensibilidade, da especificidade e da reprodutibilidade do instrumento, como um questionário, uma entrevista, uma balança antropométrica ou uma dosagem bioquímica.
II. A medição da exposição, a definição do desfecho, a seleção da amostra e a presença de viés de confusão são componentes de um estudo epidemiológico dos quais depende a sua validade interna.
III. Um fator de confusão é uma variável que se relaciona com a variável dependente e que se encontra distribuída igualmente entre os subgrupos sob análise.
Quais estão corretas?
Um paciente de 45 anos, previamente hígido, chega ao consultório com queixa de fraqueza súbita no lado esquerdo da face, associada a dificuldade para fechar o olho esquerdo e assimetria ao sorrir. Ele relata também perda do paladar no terço anterior da língua do mesmo lado. Não há história de trauma ou infecção recente. Ao exame físico, observa-se paralisia completa da hemiface esquerda, incluindo incapacidade de franzir a testa, fechar o olho e sorrir. O restante do exame neurológico é normal. Qual é o diagnóstico mais provável?
Um paciente de 50 anos, com histórico de uso crônico de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) para dor articular, apresenta queixa de dor epigástrica em queimação há 3 meses, que melhora com a alimentação e piora à noite. Ele também relata náuseas ocasionais. A endoscopia digestiva alta revela uma úlcera gástrica de 1,5 cm no antro, com bordas regulares e fundo limpo. A biópsia da lesão é negativa para Helicobacter pylori. Qual é a conduta mais adequada para o tratamento dessa úlcera péptica?
Um paciente de 58 anos, tabagista há 40 anos (1 maço/dia), chega ao consultório com queixa de tosse crônica produtiva há mais de 2 anos, dispneia aos esforços e sibilos. Ele relata piora progressiva dos sintomas, com episódios frequentes de infecções respiratórias. Ao exame físico, observa-se baqueteamento digital, cianose periférica e ausculta pulmonar com sibilos difusos e hipofonese nas bases. A radiografia de tórax mostra hiperinsuflação pulmonar e retificação do diafragma. Qual é a complicação mais provável relacionada ao tabagismo nesse caso?
Uma mulher de 45 anos apresenta queixa de dor e rigidez matinal nas articulações das mãos e punhos há 3 meses, com duração de mais de 1 hora. Ela também relata fadiga e inchaço nas articulações metacarpofalângicas (MCF) e interfalângicas proximais (IFP). Ao exame físico, observa-se edema e dor à palpação nas articulações MCF e IFP de ambas as mãos, além de limitação da amplitude de movimento. Não há história de trauma ou infecção recente. Os exames laboratoriais revelam fator reumatoide (FR) positivo e proteína C reativa (PCR) elevada. Qual é o diagnóstico mais provável?
Um paciente de 35 anos, residente em uma área endêmica para hanseníase, apresenta lesões cutâneas hipopigmentadas e anestésicas nos membros superiores e inferiores, além de espessamento de nervos periféricos (nervo ulnar e fibular comum). A baciloscopia de linfa intradérmica (esfregaço de linfa) é positiva para Mycobacterium leprae. O paciente não apresenta outras comorbidades. Qual é o esquema terapêutico mais adequado para esse caso?
Um homem de 62 anos, tabagista e com histórico de hipertensão arterial e dislipidemia, chega ao pronto-socorro com queixa de dor torácica opressiva de início súbito há 30 minutos, que irradia para o braço esquerdo e está associada a sudorese fria e náuseas. Ao exame físico, a pressão arterial é 150/90 mmHg, a frequência cardíaca é 110 bpm, e a ausculta cardíaca é normal. O eletrocardiograma (ECG) mostra supradesnivelamento do segmento ST em derivações anteriores (V1-V4). Qual é a conduta mais adequada para o diagnóstico e tratamento imediato desse paciente?
Um paciente de 25 anos, previamente hígido, procura o serviço de emergência com icterícia e fadiga há 3 dias. Ele nega uso recente de medicamentos, consumo de álcool ou história de hepatopatia prévia. Ao exame físico, observa-se icterícia cutânea e escleral, sem hepatomegalia ou esplenomegalia. Os exames laboratoriais revelam: bilirrubina total de 5,0 mg/dL (bilirrubina indireta: 4,5 mg/dL; bilirrubina direta: 0,5 mg/dL), hemoglobina: 10,5 g/dL (valor de referência: 13,5-17,5 g/dL), reticulócitos: 8% (valor de referência: 0,5-2%), e teste de Coombs negativo. Qual é o diagnóstico mais provável?
Um paciente de 58 anos, diabético tipo 2 há 10 anos, em uso de metformina e insulina NPH, apresenta exames de rotina com LDL-colesterol de 160 mg/dL, HDL-colesterol de 35 mg/dL e triglicerídeos de 280 mg/dL. Ele não tem história de doença cardiovascular prévia, mas apresenta hipertensão arterial controlada com losartana. Qual é a conduta mais adequada para o manejo da dislipidemia nesse paciente?
Um homem de 60 anos, com histórico de tabagismo e imobilização prolongada após uma cirurgia ortopédica, apresenta edema e dor no membro inferior direito há 4 dias. Ao exame físico, observa-se edema assimétrico, calor local e dor à palpação na panturrilha. O paciente não apresenta sinais de embolia pulmonar, como dispneia ou dor torácica. Qual é o método diagnóstico de escolha para confirmar a suspeita de trombose venosa profunda (TVP) nesse caso?
























