Mulher, 26 anos, comparece ao Ambulatório de Clínica Médica por conta de quadro agudo, iniciado há 03 dias, de febre e lombalgia à direita. Refere estar dispneica (Frequência Respiratória = 23 irpm) e ter disúria associada. Já apresentou o mesmo quadro três vezes no último ano. Como estava preocupada, trouxe consigo exames que realizou por conta própria no dia anterior e que evidenciaram apenas bacteriúria e Teste Rápido para Gravidez Não-Reagente. Qual o provável diagnóstico da paciente?
Paciente do sexo feminino, 21 anos, procura atendimento ambulatorial por quadro de cefaleia unilateral, pulsátil, acompanhada de náuseas e fonofobia. Os sintomas já duram mais que 05 meses e têm atrapalhado sua vida pessoal, pois passa a maior parte do dia com o quadro. De antecedentes, refere apenas episódios de broncoespasmos recorrentes e nega alergias medicamentosas. Diante do exposto, qual a principal hipótese diagnóstica e a conduta adequada neste momento?
P. M. N, 69 anos, sexo masculino, apresenta quadro de lombalgia há cerca de 08 meses, acompanhada de rigidez matinal que dura menos que 30 minutos e que melhora com o repouso. O quadro tem sido progressivo ao longo desse período. Nega ter tido histórico de trauma na região e faz uso esporádico de anti-inflamatórios para alívio dos sintomas. Fez raio-x de coluna lombar que evidenciou apenas diminuição do espaço articular em coluna lombar e osteófitos marginais. Qual seria a melhor conduta diante do que foi apresentado?
Medidas de vigilância epidemiológica e de cuidado em saúde são utilizadas para diminuir a incidência de doenças e agravos à saúde das populações. Quadros infecciosos graves, como a Doença Meningocócica, devem ter medidas de cuidado estabelecidas inclusive para contatos próximos, sendo a quimioprofilaxia uma possibilidade de conduta. Qual o antibiótico de escolha para contatos próximos de casos suspeitos de doença meningocócica?
O HIV é uma infecção com elevada prevalência na população brasileira. Estima-se que aproximadamente 1 milhão de pessoas vivam com o vírus no país e, destes, aproximadamente 10% ainda estão sem diagnóstico. Sobre o diagnóstico da infecção pelo HIV, indique a assertiva correta.
Paciente, sexo masculino, 70 kg, foi atendido no uso de Pronto Socorro por conta de quadro de febre, poliartralgia, placas eritematopapulosas distribuídas pelo corpo, além de eosinofilia no hemograma e cilindros leucocitários no exame de Urina Rotina (especialmente os cilindros eosinofílicos). Ao ser questionado pelo médico, refere ter feito uso de AINES por mais de 10 dias na última quinzena. Ficou em observação enquanto aguardava parecer e teve débito urinário de 120 ml em 6 horas. Qual o diagnóstico mais provável desse paciente?
Em meio à constante busca por saúde cardiovascular, a conduta na hipertensão se destaca como uma estratégia essencial. Cada passo nessa jornada é como uma peça de um quebra-cabeça, encaixando-se para manter a pressão arterial sob controle e proteger o coração. Do diagnóstico à escolha de tratamentos, a conduta direciona os profissionais de saúde na busca por uma saúde cardiovascular sólida, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Diante desse contexto, um paciente com diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) estágio 2 e com baixo risco cardiovascular, qual a melhor conduta?
Um paciente em tratamento regular de tuberculose pulmonar bacilífera há um mês com o escarro padrão com Rifampicina/Isoniazida/Pirazinamida/Etambutol apresentou parestesias nos membros inferiores, evoluindo nos últimos dias com fraqueza e distúrbio da marcha. Relatou melhora da tosse e mantém ganho gradual do peso. Está afebril. Indique o diagnóstico provável e a conduta adequada.
Paciente sexo feminino, 42 anos, em tratamento de Hipotireoidismo Primário por Tireoidite de Hashimoto desde os 28 anos, comparece em consulta após 6 meses da última avaliação. Paciente relata que os últimos exames estavam normais e que vem fazendo uso de forma regular de Levotiroxina 75mcg por dia pela manhã em jejum, aguardando 30 minutos para o desjejum. Atualmente, não possui queixas relacionadas ao Hipotireoidismo. Trouxe exames de função tireoidiana atualizados: TSH 5,487 (VR: 0,400 -5,000) e T4 livre 1,04 (VR: 0,78 -2,19). Em relação ao controle do hipotireoidismo, a meta de TSH da paciente e sua conduta, assinale a alternativa correta.
Um homem de 27 anos asmático e em uso diário de corticoide inalatório de baixa dose associado a β2 -agonista de longa duração vem à consulta de rotina com queixa de sintomas diários asmático, despertar noturno frequente e necessidade de uso de medicação para alívio dos sintomas mais de 02x por semana. Qual o tratamento de escolha para manutenção/controle para o paciente?



























