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Prova Médico Clínico Geral - FUNASG
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Questão 1 de 37 Q1517872 Q1 da prova
Texto I para responder às questões de 01 a 08. Abaixo a norma curta do português ! “Norma curta” é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral. Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usa do pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola. Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. No fim das contas, sua inimiga, pois transforma o estudo da língua portuguesa em território hostil para uma imensa maioria da população. “Ai, como é difícil a nossa língua!”, dizemos quase todos. Difícil nada, ou não teríamos aprendido a falá -la na primeira infância. Tem seus caprichos, como toda língua, e desvelá -los carinhosamente deveria ser um prazer. Insana de tão difícil é a norma curta, que tira seu sustento dessa dificuldade. Reacionária a ponto de fazer um gramático conservador como Napoleão Mendes de Almeida parecer às vezes um Marcos Bagno, amante do é -porque -é, a norma curta tem, infelizmente, imenso poder. É ela que move a indústria do português concurseiro e dos consultórios gramaticais da internet . É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de “outrossim” e outros entulhos juridiquentos. A norma curta não quer saber se você consegue ler e interpretar um texto. Que importância tem isso? Fundamental é que recite a lista da s “figuras de linguagem” em ordem alfabética enquanto equilibra uma bola no nariz. Vai me dizer que não manja de zeugma? Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas que a norma curta chama de provas de português entram para um grupo privilegiado de norma -curtistas. Seu esforço é então recompensado e eles, mesmo os que são incapazes de interpretar um parágrafo simples, ganham o direito de oprimir outros falantes e humilhar quem não alcançou o paraíso do norma -curtismo. A norma curta é inculta. Nunca leu Graciliano Ramos, Rubem Braga, Rachel de Queiroz e tantos outros estilistas do brasileiro que, ao longo do século passado, moldaram um jeito de escrever que soa como música aos ouvidos de quem nasceu aqui. Os autores contemporâneos também brilham pela ausência. A norma curta nunca leu nada. Leram por ela, é verdade. Isso foi muito tempo atrás: um Alexandre Herculano aqui, um Almeida Garrett acolá. Todos portugueses. Nesses clássicos, leitores mortos desde o pré -modernismo pinçaram arbitariamente só o que confirmava seus dogmas. Estavam prontas – pela eternidade – as tábuas da lei. A norma curta engana muita gente com sua pose de defensora do “bom português”. Tudo mentira. Ela ignora mais de um século de conhecimento teórico e prático sobre a matéria, desprezando grandes gramáticos e zombando de nossos maiores escritores. Ontem me deparei com um caso demencial de norma -curtismo: na página internética de “dicas de português”, o cartum de traço fofo mostra o rapaz se declarando para a moça (“Te amo!”) e sendo corrigido por ela: “Não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”. Sim, ela queria ouvir um “Amo -te!” lusitano, acredite quem quiser. A página tem quase um milhão de seguidores. Me parece que estamos lascados. (RODRIGUES, Sérgio. Abaixo a norma curta do português! Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado. )

O articulista se mostra radicalmente contrário à existência da “norma curta”. Só NÃO justifica tal posicionamento o fato de ela:

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Questão 2 de 37 Q1517875 Q2 da prova
Texto I para responder às questões de 01 a 08. Abaixo a norma curta do português ! “Norma curta” é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral. Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usa do pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola. Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. No fim das contas, sua inimiga, pois transforma o estudo da língua portuguesa em território hostil para uma imensa maioria da população. “Ai, como é difícil a nossa língua!”, dizemos quase todos. Difícil nada, ou não teríamos aprendido a falá -la na primeira infância. Tem seus caprichos, como toda língua, e desvelá -los carinhosamente deveria ser um prazer. Insana de tão difícil é a norma curta, que tira seu sustento dessa dificuldade. Reacionária a ponto de fazer um gramático conservador como Napoleão Mendes de Almeida parecer às vezes um Marcos Bagno, amante do é -porque -é, a norma curta tem, infelizmente, imenso poder. É ela que move a indústria do português concurseiro e dos consultórios gramaticais da internet . É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de “outrossim” e outros entulhos juridiquentos. A norma curta não quer saber se você consegue ler e interpretar um texto. Que importância tem isso? Fundamental é que recite a lista da s “figuras de linguagem” em ordem alfabética enquanto equilibra uma bola no nariz. Vai me dizer que não manja de zeugma? Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas que a norma curta chama de provas de português entram para um grupo privilegiado de norma -curtistas. Seu esforço é então recompensado e eles, mesmo os que são incapazes de interpretar um parágrafo simples, ganham o direito de oprimir outros falantes e humilhar quem não alcançou o paraíso do norma -curtismo. A norma curta é inculta. Nunca leu Graciliano Ramos, Rubem Braga, Rachel de Queiroz e tantos outros estilistas do brasileiro que, ao longo do século passado, moldaram um jeito de escrever que soa como música aos ouvidos de quem nasceu aqui. Os autores contemporâneos também brilham pela ausência. A norma curta nunca leu nada. Leram por ela, é verdade. Isso foi muito tempo atrás: um Alexandre Herculano aqui, um Almeida Garrett acolá. Todos portugueses. Nesses clássicos, leitores mortos desde o pré -modernismo pinçaram arbitariamente só o que confirmava seus dogmas. Estavam prontas – pela eternidade – as tábuas da lei. A norma curta engana muita gente com sua pose de defensora do “bom português”. Tudo mentira. Ela ignora mais de um século de conhecimento teórico e prático sobre a matéria, desprezando grandes gramáticos e zombando de nossos maiores escritores. Ontem me deparei com um caso demencial de norma -curtismo: na página internética de “dicas de português”, o cartum de traço fofo mostra o rapaz se declarando para a moça (“Te amo!”) e sendo corrigido por ela: “Não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”. Sim, ela queria ouvir um “Amo -te!” lusitano, acredite quem quiser. A página tem quase um milhão de seguidores. Me parece que estamos lascados. (RODRIGUES, Sérgio. Abaixo a norma curta do português! Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado. )

Considerando a distinção estabelecida pelo autor entre os termos “norma culta” e “norma curta” , a substituição do adjetivo “culta” por “curta” só NÃO sugere que se trata de um conjunto de regras :

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Questão 3 de 37 Q1517877 Q3 da prova
Texto I para responder às questões de 01 a 08. Abaixo a norma curta do português ! “Norma curta” é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral. Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usa do pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola. Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. No fim das contas, sua inimiga, pois transforma o estudo da língua portuguesa em território hostil para uma imensa maioria da população. “Ai, como é difícil a nossa língua!”, dizemos quase todos. Difícil nada, ou não teríamos aprendido a falá -la na primeira infância. Tem seus caprichos, como toda língua, e desvelá -los carinhosamente deveria ser um prazer. Insana de tão difícil é a norma curta, que tira seu sustento dessa dificuldade. Reacionária a ponto de fazer um gramático conservador como Napoleão Mendes de Almeida parecer às vezes um Marcos Bagno, amante do é -porque -é, a norma curta tem, infelizmente, imenso poder. É ela que move a indústria do português concurseiro e dos consultórios gramaticais da internet . É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de “outrossim” e outros entulhos juridiquentos. A norma curta não quer saber se você consegue ler e interpretar um texto. Que importância tem isso? Fundamental é que recite a lista da s “figuras de linguagem” em ordem alfabética enquanto equilibra uma bola no nariz. Vai me dizer que não manja de zeugma? Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas que a norma curta chama de provas de português entram para um grupo privilegiado de norma -curtistas. Seu esforço é então recompensado e eles, mesmo os que são incapazes de interpretar um parágrafo simples, ganham o direito de oprimir outros falantes e humilhar quem não alcançou o paraíso do norma -curtismo. A norma curta é inculta. Nunca leu Graciliano Ramos, Rubem Braga, Rachel de Queiroz e tantos outros estilistas do brasileiro que, ao longo do século passado, moldaram um jeito de escrever que soa como música aos ouvidos de quem nasceu aqui. Os autores contemporâneos também brilham pela ausência. A norma curta nunca leu nada. Leram por ela, é verdade. Isso foi muito tempo atrás: um Alexandre Herculano aqui, um Almeida Garrett acolá. Todos portugueses. Nesses clássicos, leitores mortos desde o pré -modernismo pinçaram arbitariamente só o que confirmava seus dogmas. Estavam prontas – pela eternidade – as tábuas da lei. A norma curta engana muita gente com sua pose de defensora do “bom português”. Tudo mentira. Ela ignora mais de um século de conhecimento teórico e prático sobre a matéria, desprezando grandes gramáticos e zombando de nossos maiores escritores. Ontem me deparei com um caso demencial de norma -curtismo: na página internética de “dicas de português”, o cartum de traço fofo mostra o rapaz se declarando para a moça (“Te amo!”) e sendo corrigido por ela: “Não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”. Sim, ela queria ouvir um “Amo -te!” lusitano, acredite quem quiser. A página tem quase um milhão de seguidores. Me parece que estamos lascados. (RODRIGUES, Sérgio. Abaixo a norma curta do português! Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado. )

Conclui -se do texto que a “norma curta” tem origem em um modelo de língua utilizado pelos :

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Questão 4 de 37 Q1517879 Q4 da prova
Texto I para responder às questões de 01 a 08. Abaixo a norma curta do português ! “Norma curta” é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral. Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usa do pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola. Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. No fim das contas, sua inimiga, pois transforma o estudo da língua portuguesa em território hostil para uma imensa maioria da população. “Ai, como é difícil a nossa língua!”, dizemos quase todos. Difícil nada, ou não teríamos aprendido a falá -la na primeira infância. Tem seus caprichos, como toda língua, e desvelá -los carinhosamente deveria ser um prazer. Insana de tão difícil é a norma curta, que tira seu sustento dessa dificuldade. Reacionária a ponto de fazer um gramático conservador como Napoleão Mendes de Almeida parecer às vezes um Marcos Bagno, amante do é -porque -é, a norma curta tem, infelizmente, imenso poder. É ela que move a indústria do português concurseiro e dos consultórios gramaticais da internet . É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de “outrossim” e outros entulhos juridiquentos. A norma curta não quer saber se você consegue ler e interpretar um texto. Que importância tem isso? Fundamental é que recite a lista da s “figuras de linguagem” em ordem alfabética enquanto equilibra uma bola no nariz. Vai me dizer que não manja de zeugma? Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas que a norma curta chama de provas de português entram para um grupo privilegiado de norma -curtistas. Seu esforço é então recompensado e eles, mesmo os que são incapazes de interpretar um parágrafo simples, ganham o direito de oprimir outros falantes e humilhar quem não alcançou o paraíso do norma -curtismo. A norma curta é inculta. Nunca leu Graciliano Ramos, Rubem Braga, Rachel de Queiroz e tantos outros estilistas do brasileiro que, ao longo do século passado, moldaram um jeito de escrever que soa como música aos ouvidos de quem nasceu aqui. Os autores contemporâneos também brilham pela ausência. A norma curta nunca leu nada. Leram por ela, é verdade. Isso foi muito tempo atrás: um Alexandre Herculano aqui, um Almeida Garrett acolá. Todos portugueses. Nesses clássicos, leitores mortos desde o pré -modernismo pinçaram arbitariamente só o que confirmava seus dogmas. Estavam prontas – pela eternidade – as tábuas da lei. A norma curta engana muita gente com sua pose de defensora do “bom português”. Tudo mentira. Ela ignora mais de um século de conhecimento teórico e prático sobre a matéria, desprezando grandes gramáticos e zombando de nossos maiores escritores. Ontem me deparei com um caso demencial de norma -curtismo: na página internética de “dicas de português”, o cartum de traço fofo mostra o rapaz se declarando para a moça (“Te amo!”) e sendo corrigido por ela: “Não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”. Sim, ela queria ouvir um “Amo -te!” lusitano, acredite quem quiser. A página tem quase um milhão de seguidores. Me parece que estamos lascados. (RODRIGUES, Sérgio. Abaixo a norma curta do português! Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado. )

A figura de linguagem presente na passagem “Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas [...]” (8º§) também pode ser encontrada em:

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Questão 5 de 37 Q1517881 Q5 da prova
Texto I para responder às questões de 01 a 08. Abaixo a norma curta do português ! “Norma curta” é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral. Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usa do pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola. Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. No fim das contas, sua inimiga, pois transforma o estudo da língua portuguesa em território hostil para uma imensa maioria da população. “Ai, como é difícil a nossa língua!”, dizemos quase todos. Difícil nada, ou não teríamos aprendido a falá -la na primeira infância. Tem seus caprichos, como toda língua, e desvelá -los carinhosamente deveria ser um prazer. Insana de tão difícil é a norma curta, que tira seu sustento dessa dificuldade. Reacionária a ponto de fazer um gramático conservador como Napoleão Mendes de Almeida parecer às vezes um Marcos Bagno, amante do é -porque -é, a norma curta tem, infelizmente, imenso poder. É ela que move a indústria do português concurseiro e dos consultórios gramaticais da internet . É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de “outrossim” e outros entulhos juridiquentos. A norma curta não quer saber se você consegue ler e interpretar um texto. Que importância tem isso? Fundamental é que recite a lista da s “figuras de linguagem” em ordem alfabética enquanto equilibra uma bola no nariz. Vai me dizer que não manja de zeugma? Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas que a norma curta chama de provas de português entram para um grupo privilegiado de norma -curtistas. Seu esforço é então recompensado e eles, mesmo os que são incapazes de interpretar um parágrafo simples, ganham o direito de oprimir outros falantes e humilhar quem não alcançou o paraíso do norma -curtismo. A norma curta é inculta. Nunca leu Graciliano Ramos, Rubem Braga, Rachel de Queiroz e tantos outros estilistas do brasileiro que, ao longo do século passado, moldaram um jeito de escrever que soa como música aos ouvidos de quem nasceu aqui. Os autores contemporâneos também brilham pela ausência. A norma curta nunca leu nada. Leram por ela, é verdade. Isso foi muito tempo atrás: um Alexandre Herculano aqui, um Almeida Garrett acolá. Todos portugueses. Nesses clássicos, leitores mortos desde o pré -modernismo pinçaram arbitariamente só o que confirmava seus dogmas. Estavam prontas – pela eternidade – as tábuas da lei. A norma curta engana muita gente com sua pose de defensora do “bom português”. Tudo mentira. Ela ignora mais de um século de conhecimento teórico e prático sobre a matéria, desprezando grandes gramáticos e zombando de nossos maiores escritores. Ontem me deparei com um caso demencial de norma -curtismo: na página internética de “dicas de português”, o cartum de traço fofo mostra o rapaz se declarando para a moça (“Te amo!”) e sendo corrigido por ela: “Não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”. Sim, ela queria ouvir um “Amo -te!” lusitano, acredite quem quiser. A página tem quase um milhão de seguidores. Me parece que estamos lascados. (RODRIGUES, Sérgio. Abaixo a norma curta do português! Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado. )

Na passagem “ [...] e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela . No fim das contas, sua inimiga [...]” (3º§), os pronomes destacados retomam e substituem, respectivamente,

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Questão 6 de 37 Q1517883 Q6 da prova
Texto I para responder às questões de 01 a 08. Abaixo a norma curta do português ! “Norma curta” é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral. Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usa do pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola. Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. No fim das contas, sua inimiga, pois transforma o estudo da língua portuguesa em território hostil para uma imensa maioria da população. “Ai, como é difícil a nossa língua!”, dizemos quase todos. Difícil nada, ou não teríamos aprendido a falá -la na primeira infância. Tem seus caprichos, como toda língua, e desvelá -los carinhosamente deveria ser um prazer. Insana de tão difícil é a norma curta, que tira seu sustento dessa dificuldade. Reacionária a ponto de fazer um gramático conservador como Napoleão Mendes de Almeida parecer às vezes um Marcos Bagno, amante do é -porque -é, a norma curta tem, infelizmente, imenso poder. É ela que move a indústria do português concurseiro e dos consultórios gramaticais da internet . É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de “outrossim” e outros entulhos juridiquentos. A norma curta não quer saber se você consegue ler e interpretar um texto. Que importância tem isso? Fundamental é que recite a lista da s “figuras de linguagem” em ordem alfabética enquanto equilibra uma bola no nariz. Vai me dizer que não manja de zeugma? Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas que a norma curta chama de provas de português entram para um grupo privilegiado de norma -curtistas. Seu esforço é então recompensado e eles, mesmo os que são incapazes de interpretar um parágrafo simples, ganham o direito de oprimir outros falantes e humilhar quem não alcançou o paraíso do norma -curtismo. A norma curta é inculta. Nunca leu Graciliano Ramos, Rubem Braga, Rachel de Queiroz e tantos outros estilistas do brasileiro que, ao longo do século passado, moldaram um jeito de escrever que soa como música aos ouvidos de quem nasceu aqui. Os autores contemporâneos também brilham pela ausência. A norma curta nunca leu nada. Leram por ela, é verdade. Isso foi muito tempo atrás: um Alexandre Herculano aqui, um Almeida Garrett acolá. Todos portugueses. Nesses clássicos, leitores mortos desde o pré -modernismo pinçaram arbitariamente só o que confirmava seus dogmas. Estavam prontas – pela eternidade – as tábuas da lei. A norma curta engana muita gente com sua pose de defensora do “bom português”. Tudo mentira. Ela ignora mais de um século de conhecimento teórico e prático sobre a matéria, desprezando grandes gramáticos e zombando de nossos maiores escritores. Ontem me deparei com um caso demencial de norma -curtismo: na página internética de “dicas de português”, o cartum de traço fofo mostra o rapaz se declarando para a moça (“Te amo!”) e sendo corrigido por ela: “Não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”. Sim, ela queria ouvir um “Amo -te!” lusitano, acredite quem quiser. A página tem quase um milhão de seguidores. Me parece que estamos lascados. (RODRIGUES, Sérgio. Abaixo a norma curta do português! Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado. )

Adjetivos frequentemente são empregados nos textos como modalizadores para expressar juízos de valor do enunciador acerca de seu discurso. Com base nessas informações, analise o emprego dos adjetivos destacados a seguir: I. “[...] ao longo do século passado [...]” (10º§) II. “Esta tem papel social imprescindível [...]” (2º§) III. “[...] ‘figuras de linguagem’ em ordem alfabética [...]” (7º§) IV. “[...] apego acrítico à variedade lusitana da língua [...]” (1º §) Está correto o que se afirma apenas em

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Questão 7 de 37 Q1517885 Q7 da prova
Texto I para responder às questões de 01 a 08. Abaixo a norma curta do português ! “Norma curta” é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral. Repare que não falo da norma culta, registro da língua de fato usa do pelas camadas de maior escolaridade da população. Esta tem papel social imprescindível e deveria ser ensinada com mais eficiência – não menos – na escola. Me refiro à norma curta, que ninguém de fato fala, mas fingimos que sim, e que vem a ser uma versão idealizada, caricatural, burra e mesquinha daquela. No fim das contas, sua inimiga, pois transforma o estudo da língua portuguesa em território hostil para uma imensa maioria da população. “Ai, como é difícil a nossa língua!”, dizemos quase todos. Difícil nada, ou não teríamos aprendido a falá -la na primeira infância. Tem seus caprichos, como toda língua, e desvelá -los carinhosamente deveria ser um prazer. Insana de tão difícil é a norma curta, que tira seu sustento dessa dificuldade. Reacionária a ponto de fazer um gramático conservador como Napoleão Mendes de Almeida parecer às vezes um Marcos Bagno, amante do é -porque -é, a norma curta tem, infelizmente, imenso poder. É ela que move a indústria do português concurseiro e dos consultórios gramaticais da internet . É ela que, via Enem, obriga adolescentes a encher suas redações de “outrossim” e outros entulhos juridiquentos. A norma curta não quer saber se você consegue ler e interpretar um texto. Que importância tem isso? Fundamental é que recite a lista da s “figuras de linguagem” em ordem alfabética enquanto equilibra uma bola no nariz. Vai me dizer que não manja de zeugma? Os estudantes capazes de memorizar os truques e evitar as armadilhas que a norma curta chama de provas de português entram para um grupo privilegiado de norma -curtistas. Seu esforço é então recompensado e eles, mesmo os que são incapazes de interpretar um parágrafo simples, ganham o direito de oprimir outros falantes e humilhar quem não alcançou o paraíso do norma -curtismo. A norma curta é inculta. Nunca leu Graciliano Ramos, Rubem Braga, Rachel de Queiroz e tantos outros estilistas do brasileiro que, ao longo do século passado, moldaram um jeito de escrever que soa como música aos ouvidos de quem nasceu aqui. Os autores contemporâneos também brilham pela ausência. A norma curta nunca leu nada. Leram por ela, é verdade. Isso foi muito tempo atrás: um Alexandre Herculano aqui, um Almeida Garrett acolá. Todos portugueses. Nesses clássicos, leitores mortos desde o pré -modernismo pinçaram arbitariamente só o que confirmava seus dogmas. Estavam prontas – pela eternidade – as tábuas da lei. A norma curta engana muita gente com sua pose de defensora do “bom português”. Tudo mentira. Ela ignora mais de um século de conhecimento teórico e prático sobre a matéria, desprezando grandes gramáticos e zombando de nossos maiores escritores. Ontem me deparei com um caso demencial de norma -curtismo: na página internética de “dicas de português”, o cartum de traço fofo mostra o rapaz se declarando para a moça (“Te amo!”) e sendo corrigido por ela: “Não se pode começar frase com pronome oblíquo átono”. Sim, ela queria ouvir um “Amo -te!” lusitano, acredite quem quiser. A página tem quase um milhão de seguidores. Me parece que estamos lascados. (RODRIGUES, Sérgio. Abaixo a norma curta do português! Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado. )

No enunciado “Te amo!” (13º§), a posição do pronome em relação ao verbo configura um caso de próclise. Em que passagem ocorre o mesmo caso de colocação pronominal?

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Questão 8 de 37 Q1517887 Q8 da prova
Texto II para responder às questões de 08 a 10. Aula de Português A linguagem na ponta da língua, tão fácil de falar e de entender. A linguagem na superfície estrelada de letras, sabe lá o que ela quer dizer? Professor Carlos Góis, ele é quem sabe, e vai desmatando o amazonas de minha ignorância. Figuras de gramática, esquipáticas, atropelam -me, aturdem -me, sequestram -me. Já esqueci a língua em que comia, em que pedia para ir lá fora, em que levava e dava pontapé, a língua, breve língua entrecortada do namoro com a prima. O português são dois; o outro, mistério. (ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de Português.)

Releia, comparativamente, os textos I e II. Após, assinale a alternativa em que as passagens destacadas de ambos os textos apresentam argumentos convergentes acerca do aspecto temático que compartilham.

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Questão 9 de 37 Q1517889 Q9 da prova
Texto II para responder às questões de 08 a 10. Aula de Português A linguagem na ponta da língua, tão fácil de falar e de entender. A linguagem na superfície estrelada de letras, sabe lá o que ela quer dizer? Professor Carlos Góis, ele é quem sabe, e vai desmatando o amazonas de minha ignorância. Figuras de gramática, esquipáticas, atropelam -me, aturdem -me, sequestram -me. Já esqueci a língua em que comia, em que pedia para ir lá fora, em que levava e dava pontapé, a língua, breve língua entrecortada do namoro com a prima. O português são dois; o outro, mistério. (ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de Português.)

Sobre o poema, é correto afirmar que o eu lírico revela :

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Questão 10 de 37 Q1517891 Q10 da prova
Texto II para responder às questões de 08 a 10. Aula de Português A linguagem na ponta da língua, tão fácil de falar e de entender. A linguagem na superfície estrelada de letras, sabe lá o que ela quer dizer? Professor Carlos Góis, ele é quem sabe, e vai desmatando o amazonas de minha ignorância. Figuras de gramática, esquipáticas, atropelam -me, aturdem -me, sequestram -me. Já esqueci a língua em que comia, em que pedia para ir lá fora, em que levava e dava pontapé, a língua, breve língua entrecortada do namoro com a prima. O português são dois; o outro, mistério. (ANDRADE, Carlos Drummond de. Aula de Português.)

No último verso do poema “O português são dois; o outro, mistério.” , o “outro” a que o eu lírico se refere são o registro e a modalidade de linguagem, respectivamente:

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Questão 11 de 37 Q1517893 Q11 da prova
Texto III para responder às questões de 11 a 15. Bons tempos os que vivemos, em que tudo tem prazo de validade e tudo pode ser descartável. Meu pai herdara uma máquina fotográfica do meu avô, foi com ela que registrou os primeiros passos de seus filhos, o batizado, a primeira comunhão , chegou mesmo a fotografar o casamento do irmão mais velho com o mesmo equipamento, que era chamado de “caixote”. Ainda tenho fotos tiradas por aquela ancestral das atuais câmaras digitais, que duram o espaço daquelas rosas de Malherbe.

Dentre os segmentos transcritos, assinale o que expressa um posicionamento do enunciador.

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Questão 12 de 37 Q1517895 Q12 da prova
Texto III para responder às questões de 11 a 15. Bons tempos os que vivemos, em que tudo tem prazo de validade e tudo pode ser descartável. Meu pai herdara uma máquina fotográfica do meu avô, foi com ela que registrou os primeiros passos de seus filhos, o batizado, a primeira comunhão , chegou mesmo a fotografar o casamento do irmão mais velho com o mesmo equipamento, que era chamado de “caixote”. Ainda tenho fotos tiradas por aquela ancestral das atuais câmaras digitais, que duram o espaço daquelas rosas de Malherbe.

“Até que um gênio, maior do que Leonardo, maior do que Edison, inventou uma pequena alavanca lateral na parte de cima da lata.” (4º§) A expressão “até que” , considerando o contexto textual, denota uma ideia de:

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Questão 13 de 37 Q1517897 Q13 da prova
Texto III para responder às questões de 11 a 15. Bons tempos os que vivemos, em que tudo tem prazo de validade e tudo pode ser descartável. Meu pai herdara uma máquina fotográfica do meu avô, foi com ela que registrou os primeiros passos de seus filhos, o batizado, a primeira comunhão , chegou mesmo a fotografar o casamento do irmão mais velho com o mesmo equipamento, que era chamado de “caixote”. Ainda tenho fotos tiradas por aquela ancestral das atuais câmaras digitais, que duram o espaço daquelas rosas de Malherbe.

A crônica tem como matéria-prima a realidade. No texto, é possível inferir que o autor expõe os fatos evidenciando o caráter humorístico em:

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Questão 14 de 37 Q1517899 Q14 da prova
Texto III para responder às questões de 11 a 15. Bons tempos os que vivemos, em que tudo tem prazo de validade e tudo pode ser descartável. Meu pai herdara uma máquina fotográfica do meu avô, foi com ela que registrou os primeiros passos de seus filhos, o batizado, a primeira comunhão , chegou mesmo a fotografar o casamento do irmão mais velho com o mesmo equipamento, que era chamado de “caixote”. Ainda tenho fotos tiradas por aquela ancestral das atuais câmaras digitais, que duram o espaço daquelas rosas de Malherbe.

No excerto “Aproveitando a rotação do nosso planeta, uma almanjarra qualquer que ainda será criada nos elevará a uma certa altura, lá de cima esperaremos que a Terra gire até ao ponto onde queremos saltar.” (5º§), a expressão destacada, no texto, significa:

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Questão 15 de 37 Q1517901 Q15 da prova
Texto III para responder às questões de 11 a 15. Bons tempos os que vivemos, em que tudo tem prazo de validade e tudo pode ser descartável. Meu pai herdara uma máquina fotográfica do meu avô, foi com ela que registrou os primeiros passos de seus filhos, o batizado, a primeira comunhão , chegou mesmo a fotografar o casamento do irmão mais velho com o mesmo equipamento, que era chamado de “caixote”. Ainda tenho fotos tiradas por aquela ancestral das atuais câmaras digitais, que duram o espaço daquelas rosas de Malherbe.

Em relação à estrutura e conteúdo textual apresentados, podemos afirmar que o texto se trata de:

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Questão 16 de 37 Q1517903 Q16 da prova

A despoluição de rios urbanos passa pela identificação da principal fonte poluidora

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Questão 17 de 37 Q1517904 Q17 da prova

Existe uma relação direta do problema relatado no excerto anterior com o aquecimento dos oceanos que , por sua vez:

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Questão 18 de 37 Q1517908 Q19 da prova

O Filme “Ainda estou aqui” tem uma trama impactante que retrata uma parte importante da história do país, ou seja:

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Questão 19 de 37 Q1517910 Q20 da prova

Entre os fatores que podem ser apontados para essa discrepância, é possível destacar:

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Questão 20 de 37 Q1517916 Q23 da prova

O PDR deverá conter, primordialmente, EXCETO:

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Questão 21 de 37 Q1517918 Q24 da prova

Podemos afirmar que os gestores do SUS são aqueles que desempenham as funções do Executivo no setor da saúde, e tem como representantes:

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Questão 22 de 37 Q1517920 Q25 da prova

São consideradas competências do s Estados, EXCETO:

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Questão 23 de 37 Q1517922 Q26 da prova

Sobre o SINAN, assinale a afirmativa correta.

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Questão 24 de 37 Q1517924 Q27 da prova

Sobre os Conselhos de Saúde, assinale a afirmativa INCORRETA.

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Questão 25 de 37 Q1517926 Q28 da prova

Sobre o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) no cuidado de pacientes com condições crônicas não transmissíveis, assinale a afirmativa correta.

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Questão 26 de 37 Q1517928 Q29 da prova

“Divisão de níveis de atenção e garantia de formas de acesso a serviços que façam parte da complexidade requerida pelo caso, nos limites dos recursos disponíveis numa dada região.” Trata-se de uma diretriz do Sistema Único de Saúde :

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Questão 27 de 37 Q1517930 Q30 da prova

Sobre os significados da integralidade no cuidado à saúde, assinale a afirmativa INCORRETA.

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Questão 28 de 37 Q1517932 Q31 da prova

Em relação à Doença do Refluxo Gastroesofágico (DGRE), analise as afirmativas a seguir.

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Questão 29 de 37 Q1517934 Q32 da prova

O fenômeno de Raynaud se refere a uma manifestação caracterizada pela alteração da cor das extremidades do corpo, geralmente em função do frio ou estresse emocional. Em qual das doenças reumatológicas relacionadas a seguir esse fenômeno é mais comumente observado?

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Questão 30 de 37 Q1517936 Q33 da prova

São considerados critérios clínicos e laboratoriais para o diagnóstico de síndrome metabólica, EXCETO:

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Questão 31 de 37 Q1517938 Q34 da prova

MLS, 31 anos, traz à consulta médica os seguintes exames: HBsAg reagente, Anti-HBS não reagente, Anti-HBc não reagente, anti-HBe não reagente, HBeAg reagente. ALT 300 U/L. Considerando as informações, é correto afirmar que se trata de hepatite B:

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Questão 32 de 37 Q1517940 Q35 da prova

Maurício irá viajar para uma área de risco de febre amarela. Procurou o posto de saúde para orientação a respeito da vacinação profilática. Considerando a dúvida do paciente, é correto afirmar que ele deverá tomar:

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Questão 33 de 37 Q1517942 Q36 da prova

Em um paciente com quadro de hipercalemia, qual das seguintes alterações NÃO se espera encontrar no eletrocardiograma?

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Questão 34 de 37 Q1517944 Q37 da prova

Qual é a principal causa de transmissão do vírus da hepatite C no Brasil?

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Questão 35 de 37 Q1517946 Q38 da prova

Qual a arritmia mais frequente em pacientes com estenose mitral?

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Questão 36 de 37 Q1517948 Q39 da prova

Roberto, 45 anos, etilista inveterado, é internado com quadro de hepatite alcoólica. Durante a internação, evoluiu com quadro de confusão mental, alterações do nível de consciência, sonolência alternando com agitação. Ao exame físico, o paciente se encontra ictérico, ECG = 10, apresentando flapping, fígado endurecido à palpação, traube maciço e ascite leve. Os exames laboratoriais apontam plaquetopenia, hipoalbuminemia, aumento de bilirrubina total e do tempo de protrombina. Considerando o caso clínico, qual o diagnóstico provável e a conduta mediante o quadro?

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Questão 37 de 37 Q1517950 Q40 da prova

João, 30 anos, possui doença renal crônica, apresentando um clearence de creatinina de 30 mL/min/1,73 m². Classifique corretamente o estágio da doença em que João se encontra.

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