Provas para Download

Prova Locutor - UFU
Visualizar os arquivos PDF
Ver locutor.pdf
PDF
locutor.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar locutor.pdf
PDF
locutor.pdf
Baixar gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 35 Q1425858 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 02 e 03.

A extinção do “cujo”

“Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.
“Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.
Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cuja [de quem] são estas coroas tão esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.
Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais…
O que este caso ensina?
Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”.

Com base no texto, assinale a alternativa que NÃO pode ser deduzida das ideias defendidas por Possenti.

Reportar Erro
Questão 2 de 35 Q1425860 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 02 e 03.

A extinção do “cujo”

“Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.
“Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.
Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cuja [de quem] são estas coroas tão esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.
Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais…
O que este caso ensina?
Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”.

Assinale a alternativa que exemplifica uma construção em que, conforme o texto citado, ou seja, segundo a norma padrão, deveria ser utilizado o pronome “cujo”.

Reportar Erro
Questão 3 de 35 Q1425861 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 04 e 05.

Chocolate branco
É verdade que o chocolate branco não tem cafeína?

Não. Nem chocolate.
O chocolate branco não passa da gordura do cacau (manteiga de cacau) misturada com leite e açúcar. Não contém nenhum daqueles sólidos grãos de cacau maravilhosos que, embora nada recomendáveis, dão ao chocolate seu caráter exclusivo e seu rico sabor. Caso você escolha uma sobremesa com cobertura de chocolate branco para evitar a cafeína do chocolate, lembre-se de que a manteiga de cacau é altamente saturada. Não dá para se ter tudo ao mesmo tempo.
Para juntar insulto à injúria, alguns chocolates brancos nem ao menos são feitos com manteiga de cacau; são feitos com óleos vegetais hidrogenados. Não deixe de ler a lista de ingredientes no rótulo.

No texto de divulgação científica sobre chocolate branco, são utilizadas duas palavras de sentido próximo, insulto e injúria, que, de acordo com o texto, devem ser interpretadas como

Reportar Erro
Questão 4 de 35 Q1425863 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 04 e 05.

Chocolate branco
É verdade que o chocolate branco não tem cafeína?

Não. Nem chocolate.
O chocolate branco não passa da gordura do cacau (manteiga de cacau) misturada com leite e açúcar. Não contém nenhum daqueles sólidos grãos de cacau maravilhosos que, embora nada recomendáveis, dão ao chocolate seu caráter exclusivo e seu rico sabor. Caso você escolha uma sobremesa com cobertura de chocolate branco para evitar a cafeína do chocolate, lembre-se de que a manteiga de cacau é altamente saturada. Não dá para se ter tudo ao mesmo tempo.
Para juntar insulto à injúria, alguns chocolates brancos nem ao menos são feitos com manteiga de cacau; são feitos com óleos vegetais hidrogenados. Não deixe de ler a lista de ingredientes no rótulo.

Em “Não contém nenhum daqueles sólidos grãos de cacau maravilhosos que, embora nada recomendáveis, dão ao chocolate seu caráter exclusivo e seu rico sabor.”, a proposição negritada em relação à proposição que lhe antecede tem por função estabelecer

Reportar Erro
Questão 5 de 35 Q1425865 Q6 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 06, 07, 08 e 09.

Charles Dickens
(1812 -1870)

Dickens era prolífico – escreveu 15 romances, 10 dos quais excedem 800 páginas cada, e inúmeras histórias, ensaios, cartas e peças de teatro – mas só conseguia ser produtivo se determinadas condições fossem atendidas. Primeiro, ele precisava de silêncio absoluto. Em uma de suas casas, uma porta extra teve de ser instalada em seu estúdio para bloquear os ruídos. E seu estúdio precisava ter uma organização metódica. A escrivaninha ficava na frente de uma janela e, sobre ela, seus materiais para escrever – penas de ganso e tinta azul – dispostos ao lado de vários ornamentos: um pequeno vaso com flores frescas, um grande abridor de cartas, uma folha dourada com um coelho empoleirado em cima e duas estatuetas de bronze […].
As horas de trabalho de Dickens não variavam. Seu filho mais velho lembrou que “nenhum funcionário na cidade era mais metódico ou organizado do que ele; nenhuma tarefa monótona e convencional poderia ter sido feita com mais pontualidade ou mais regularidade do que dedicava ao trabalho de sua imaginação e fantasia”. Levantava-se às 7 horas, tomava café da manhã às 8 horas e estava em seu estúdio às 9 horas. Lá permanecia até o meio-dia quando fazia uma breve pausa para almoçar com a família. Durante o almoço, muitas vezes, parecia estar em transe, comia mecanicamente e mal pronunciava uma palavra antes de voltar apressado para sua mesa. Em um dia comum, escrevia cerca de 2 mil palavras, mas, durante um rompante de imaginação, às vezes, fazia o dobro disso. Em outros dias, no entanto, dificilmente escrevia alguma coisa. Mesmo assim, mantinha suas horas de trabalho sem falha, e ficava rabiscando e olhando pela janela para passar o tempo.
Pontualmente às 14h, Dickens deixava sua mesa para dar uma caminhada vigorosa de três horas de duração pelo campo ou pelas ruas de Londres, continuando a pensar em sua história e, como ele descreveu, “procurando algumas imagens que eu gostaria de explorar”. Quando voltava para casa, seu cunhado lembra: “Ele parecia a personificação da energia, transbordando por todos os poros, vinda de algum reservatório escondido”. As noites de Dickens, no entanto, eram tranquilas: jantava às 18 horas e passava a noite com a família ou amigos antes de se recolher, à meia-noite.

No texto sobre a rotina do escritor Charles Dickens, para se alcançar a coerência, foram utilizados alguns recursos da língua.
Assinale a alternativa cujo recurso utilizado NÃO foi identificado corretamente.

Reportar Erro
Questão 6 de 35 Q1425866 Q7 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 06, 07, 08 e 09.

Charles Dickens
(1812 -1870)

Dickens era prolífico – escreveu 15 romances, 10 dos quais excedem 800 páginas cada, e inúmeras histórias, ensaios, cartas e peças de teatro – mas só conseguia ser produtivo se determinadas condições fossem atendidas. Primeiro, ele precisava de silêncio absoluto. Em uma de suas casas, uma porta extra teve de ser instalada em seu estúdio para bloquear os ruídos. E seu estúdio precisava ter uma organização metódica. A escrivaninha ficava na frente de uma janela e, sobre ela, seus materiais para escrever – penas de ganso e tinta azul – dispostos ao lado de vários ornamentos: um pequeno vaso com flores frescas, um grande abridor de cartas, uma folha dourada com um coelho empoleirado em cima e duas estatuetas de bronze […].
As horas de trabalho de Dickens não variavam. Seu filho mais velho lembrou que “nenhum funcionário na cidade era mais metódico ou organizado do que ele; nenhuma tarefa monótona e convencional poderia ter sido feita com mais pontualidade ou mais regularidade do que dedicava ao trabalho de sua imaginação e fantasia”. Levantava-se às 7 horas, tomava café da manhã às 8 horas e estava em seu estúdio às 9 horas. Lá permanecia até o meio-dia quando fazia uma breve pausa para almoçar com a família. Durante o almoço, muitas vezes, parecia estar em transe, comia mecanicamente e mal pronunciava uma palavra antes de voltar apressado para sua mesa. Em um dia comum, escrevia cerca de 2 mil palavras, mas, durante um rompante de imaginação, às vezes, fazia o dobro disso. Em outros dias, no entanto, dificilmente escrevia alguma coisa. Mesmo assim, mantinha suas horas de trabalho sem falha, e ficava rabiscando e olhando pela janela para passar o tempo.
Pontualmente às 14h, Dickens deixava sua mesa para dar uma caminhada vigorosa de três horas de duração pelo campo ou pelas ruas de Londres, continuando a pensar em sua história e, como ele descreveu, “procurando algumas imagens que eu gostaria de explorar”. Quando voltava para casa, seu cunhado lembra: “Ele parecia a personificação da energia, transbordando por todos os poros, vinda de algum reservatório escondido”. As noites de Dickens, no entanto, eram tranquilas: jantava às 18 horas e passava a noite com a família ou amigos antes de se recolher, à meia-noite.

De acordo com a exposição da rotina de Dickens no texto citado, pode-se concluir que ele

Reportar Erro
Questão 7 de 35 Q1425868 Q8 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões 06, 07, 08 e 09.

Charles Dickens
(1812 -1870)

Dickens era prolífico – escreveu 15 romances, 10 dos quais excedem 800 páginas cada, e inúmeras histórias, ensaios, cartas e peças de teatro – mas só conseguia ser produtivo se determinadas condições fossem atendidas. Primeiro, ele precisava de silêncio absoluto. Em uma de suas casas, uma porta extra teve de ser instalada em seu estúdio para bloquear os ruídos. E seu estúdio precisava ter uma organização metódica. A escrivaninha ficava na frente de uma janela e, sobre ela, seus materiais para escrever – penas de ganso e tinta azul – dispostos ao lado de vários ornamentos: um pequeno vaso com flores frescas, um grande abridor de cartas, uma folha dourada com um coelho empoleirado em cima e duas estatuetas de bronze […].
As horas de trabalho de Dickens não variavam. Seu filho mais velho lembrou que “nenhum funcionário na cidade era mais metódico ou organizado do que ele; nenhuma tarefa monótona e convencional poderia ter sido feita com mais pontualidade ou mais regularidade do que dedicava ao trabalho de sua imaginação e fantasia”. Levantava-se às 7 horas, tomava café da manhã às 8 horas e estava em seu estúdio às 9 horas. Lá permanecia até o meio-dia quando fazia uma breve pausa para almoçar com a família. Durante o almoço, muitas vezes, parecia estar em transe, comia mecanicamente e mal pronunciava uma palavra antes de voltar apressado para sua mesa. Em um dia comum, escrevia cerca de 2 mil palavras, mas, durante um rompante de imaginação, às vezes, fazia o dobro disso. Em outros dias, no entanto, dificilmente escrevia alguma coisa. Mesmo assim, mantinha suas horas de trabalho sem falha, e ficava rabiscando e olhando pela janela para passar o tempo.
Pontualmente às 14h, Dickens deixava sua mesa para dar uma caminhada vigorosa de três horas de duração pelo campo ou pelas ruas de Londres, continuando a pensar em sua história e, como ele descreveu, “procurando algumas imagens que eu gostaria de explorar”. Quando voltava para casa, seu cunhado lembra: “Ele parecia a personificação da energia, transbordando por todos os poros, vinda de algum reservatório escondido”. As noites de Dickens, no entanto, eram tranquilas: jantava às 18 horas e passava a noite com a família ou amigos antes de se recolher, à meia-noite.

O texto retrata a sistemática rotina do escritor no seu dia a dia. A estratégia do autor para mostrar essa rotina se dá pelas sequências enunciativas, próprias da tipologia narrativa.
Com base nessas informações e no texto dado, assinale a alternativa que NÃO se configura como sequência narrativa.

Reportar Erro
Questão 8 de 35 Q1425872 Q10 da prova

O Microsoft Windows 7 possui uma ferramenta de atualização automática do sistema operacional denominada Windows Update. Sobre o funcionamento do Windows Update, seleciona a alternativa INCORRETA.

Reportar Erro
Questão 9 de 35 Q1425873 Q11 da prova

O editor de planilhas Microsoft Excel 2007 representa um marco na evolução da família Excel da fabricante Microsoft. Dentre as melhorias introduzidas no Microsoft Excel 2007, assinale a alternativa INCORRETA.

Reportar Erro
Questão 10 de 35 Q1425875 Q12 da prova

O editor de textos Microsoft Word 2007 apresenta diversos recursos que permitem maior agilidade na edição de textos. Considerando esses novos recursos de edição, assinale a alternativa correta.

Reportar Erro
Questão 11 de 35 Q1425878 Q14 da prova

A Internet faz parte do dia a dia das pessoas, o volume de sites e de serviços disponíveis cresce todos os dias e, consequentemente, também crescem os riscos de sua utilização. Considerando que uma das ameaças são os spywares, assinale a alternativa INCORRETA.

Reportar Erro
Questão 12 de 35 Q1425882 Q16 da prova

Em relação à exoneração do servidor público advinda do estágio probatório, é correto afirmar que

Reportar Erro
Questão 13 de 35 Q1425883 Q17 da prova

Em relação à sindicância administrativa, é INCORRETO afirmar que

Reportar Erro
Questão 14 de 35 Q1425885 Q18 da prova

No que diz respeito ao “processo administrativo”, é correto afirmar que

Reportar Erro
Questão 15 de 35 Q1425886 Q19 da prova

Em relação à definição de servidor público dado pelo Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é correto afirmar que

Reportar Erro
Questão 16 de 35 Q1425888 Q20 da prova

O sucessor daquele que causou lesão ao patrimônio público ou se enriqueceu ilicitamente, consoante as disposições da Lei de Improbidade Administrativa,

Reportar Erro
Questão 17 de 35 Q1425889 Q21 da prova

Um fato marcante na história do rádio no Brasil foi a veiculação de publicidade, que levou à criação do então Departamento Oficial de Propaganda (DOP) pelo governo federal, cuja finalidade era fiscalizar e censurar a programação das emissoras. O presidente do Brasil responsável pela autorização da veiculação de publicidade no rádio foi

Reportar Erro
Questão 18 de 35 Q1425891 Q22 da prova

A impostação de voz baseia-se em três elementos essenciais, EXCETO

Reportar Erro
Questão 19 de 35 Q1425893 Q23 da prova

Eufonia e disfonia referem-se à saúde da voz. A eufonia está relacionada à emissão de uma voz saudável e a disfonia, à de uma voz alterada. Assinale a alternativa que corresponde aos tipos de disfonia.

Reportar Erro
Questão 20 de 35 Q1425895 Q24 da prova

Frequência corresponde aos ciclos vibratórios das pregas vocais, que se diferenciam de acordo com o sexo, ocorrendo respectivamente

Reportar Erro
Questão 21 de 35 Q1425897 Q25 da prova

As técnicas de interpretação de diferentes conteúdos durante a locução são chamadas de variação interpretativa e são compostas por aspectos como: tessitura, modulação, projeção sonora, variação de ritmo, inflexão de sorriso, variação interpretativa de conteúdos, tempo de emissão, articulação, ataque vocal, ritmo, registro, brilho e coordenação pneumofonoarticulatória. De acordo com a descrição acima, o ataque vocal pode ser dividido em

Reportar Erro
Questão 22 de 35 Q1425898 Q26 da prova

A tonalidade da voz varia conforme o tipo de locução, e a locução suave caracteriza-se por

Reportar Erro
Questão 23 de 35 Q1425900 Q27 da prova

Locutor(a) noticiarista é aquele (a) que lê e interpreta as notícias escritas por um redator. O que a voz desse tipo de locutor(a) deve transmitir para os (as) ouvintes?

Reportar Erro
Questão 24 de 35 Q1425902 Q28 da prova

Qual a atividade específica do(a) locutor (a) no rádio?

Reportar Erro
Questão 25 de 35 Q1425903 Q29 da prova

Em termos de estrutura, a notícia radiofônica pode ser estrita, com citações e com entrevista. São várias as razões que tornam aconselhável a notícia com citações, EXCETO

Reportar Erro
Questão 26 de 35 Q1425905 Q30 da prova

Quais são os elementos que compõem a voz?

Reportar Erro
Questão 27 de 35 Q1425906 Q31 da prova

Quais são as características básicas da estrutura do som?

Reportar Erro
Questão 28 de 35 Q1425908 Q32 da prova

Como são conhecidas as frequências secundárias presentes no timbre?

Reportar Erro
Questão 29 de 35 Q1425910 Q33 da prova

As diversas partes da cabeça envolvidas na fala humana, como garganta, céu da boca, dentes e fossas nasais, funcionam como elementos

Reportar Erro
Questão 30 de 35 Q1425911 Q34 da prova

Os ritmos na palavra radiofônica podem ser de pausas, melódicos ou harmônicos em decorrência de determinadas características, sendo a representativa do ritmo melódico

Reportar Erro
Questão 31 de 35 Q1425913 Q35 da prova

A pontuação no texto radiofônico marca unidades fônicas e não gramaticais, exigindo uma mudança de hábito dos profissionais que redigem o roteiro. Para essa marcação, quais são os dois sinais imprescindíveis dentre os oferecidos pela escrita?

Reportar Erro
Questão 32 de 35 Q1425917 Q37 da prova

O comprimento das ondas de rádio varia entre 0,33 milímetro e 30 quilômetros, e é obtido a partir da distância entre

Reportar Erro
Questão 33 de 35 Q1425918 Q38 da prova

Entre os principais erros de um(a) locutor(a) está a locução codificada, verificada quando a leitura do texto

Reportar Erro
Questão 34 de 35 Q1425920 Q39 da prova

O que compõe o emolduramento?

Reportar Erro
Questão 35 de 35 Q1425922 Q40 da prova

O programa A Voz do Brasil, surgido na década de 1930, teve sua criação vinculada a qual departamento do governo?

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota