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Prova Fiscal - Médico Veterinário - CRMV/TO
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Questão 1 de 5 Q1925622 Q1 da prova
Veterinário do Tocantins é o primeiro brasileiro a receber prêmio internacional de fertilização in vitro Pioneiro na área de fecundação in vitro em rebanho bovino, o veterinário Enoch Borges de Oliveira Filho foi o primeiro brasileiro a receber o prêmio da Sociedade Internacional de Tecnologia de Embriões (IETS). O título é uma espécie de ‘Nobel’ na área de embriologia e reprodução animal e já homenageou outros 48 pesquisadores, todos estrangeiros. A premiação deste ano foi na cidade de Lima, no Peru. A técnica desenvolvida por Enoch é fruto do trabalho de pós‑doutorado realizado na Europa no final da década de 1980. Ao voltar para o Brasil, o pesquisador trouxe a tecnologia para ser adaptada aqui. O resultado deu certo. Em janeiro de 1991, os primeiros embriões de fecundação in vitro do mundo foram produzidos nos laboratórios da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em um projeto liderado por Enoch. “Eu adaptei uma técnica de produção de bezerro de proveta, que já existia na Europa mas não funcionava aqui no Brasil. A partir dessa técnica, o Brasil se tornou o maior produtor de embrião de gado do mundo”, relata. Graças à inovação de Enoch, o Brasil é, atualmente, responsável por 35,1% dos embriões fecundados in vitro do mundo. O melhoramento genético que essa técnica proporciona permite o melhor desenvolvimento dos gados de corte, fazendo com que a carne seja de mais qualidade. Uma técnica tão inovadora é motivo de orgulho não só pessoal, mas para todo o país. Morador do Tocantins há 23 anos, Enoch veio para o estado em busca de tranquilidade e de novos desafios para aplicar a técnica nas fazendas tocantinenses. “Esse melhoramento genético acelerado é fruto da tecnologia de ponta, que hoje pode ser usada comercialmente. O gado no Tocantins melhorou muito nesse período, porque os criadores acreditaram nessas técnicas, desenvolvendo os rebanhos”, ressalta o professor. Entre as principais vantagens do uso da fertilização in vitro está a possibilidade de acelerar a produção de bezerros com características genéticas superiores. Essa técnica pode melhorar a qualidade do rebanho em um tempo menor do que o considerado normal. “Isso veio confirmar que existe um ganho genético muito rápido com essa fertilização devido ao grande número de descendentes em animais superiores, principalmente fêmeas”, completa o professor.

A expressão “in vitro”, que aparece no título do texto, tem função

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Questão 2 de 5 Q1925624 Q2 da prova
Veterinário do Tocantins é o primeiro brasileiro a receber prêmio internacional de fertilização in vitro Pioneiro na área de fecundação in vitro em rebanho bovino, o veterinário Enoch Borges de Oliveira Filho foi o primeiro brasileiro a receber o prêmio da Sociedade Internacional de Tecnologia de Embriões (IETS). O título é uma espécie de ‘Nobel’ na área de embriologia e reprodução animal e já homenageou outros 48 pesquisadores, todos estrangeiros. A premiação deste ano foi na cidade de Lima, no Peru. A técnica desenvolvida por Enoch é fruto do trabalho de pós‑doutorado realizado na Europa no final da década de 1980. Ao voltar para o Brasil, o pesquisador trouxe a tecnologia para ser adaptada aqui. O resultado deu certo. Em janeiro de 1991, os primeiros embriões de fecundação in vitro do mundo foram produzidos nos laboratórios da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em um projeto liderado por Enoch. “Eu adaptei uma técnica de produção de bezerro de proveta, que já existia na Europa mas não funcionava aqui no Brasil. A partir dessa técnica, o Brasil se tornou o maior produtor de embrião de gado do mundo”, relata. Graças à inovação de Enoch, o Brasil é, atualmente, responsável por 35,1% dos embriões fecundados in vitro do mundo. O melhoramento genético que essa técnica proporciona permite o melhor desenvolvimento dos gados de corte, fazendo com que a carne seja de mais qualidade. Uma técnica tão inovadora é motivo de orgulho não só pessoal, mas para todo o país. Morador do Tocantins há 23 anos, Enoch veio para o estado em busca de tranquilidade e de novos desafios para aplicar a técnica nas fazendas tocantinenses. “Esse melhoramento genético acelerado é fruto da tecnologia de ponta, que hoje pode ser usada comercialmente. O gado no Tocantins melhorou muito nesse período, porque os criadores acreditaram nessas técnicas, desenvolvendo os rebanhos”, ressalta o professor. Entre as principais vantagens do uso da fertilização in vitro está a possibilidade de acelerar a produção de bezerros com características genéticas superiores. Essa técnica pode melhorar a qualidade do rebanho em um tempo menor do que o considerado normal. “Isso veio confirmar que existe um ganho genético muito rápido com essa fertilização devido ao grande número de descendentes em animais superiores, principalmente fêmeas”, completa o professor.

O termo “Pioneiro na área de fecundação in vitro em rebanho bovino”, que abre o primeiro parágrafo do texto, tem a função sintática de

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Questão 3 de 5 Q1925625 Q3 da prova
Veterinário do Tocantins é o primeiro brasileiro a receber prêmio internacional de fertilização in vitro Pioneiro na área de fecundação in vitro em rebanho bovino, o veterinário Enoch Borges de Oliveira Filho foi o primeiro brasileiro a receber o prêmio da Sociedade Internacional de Tecnologia de Embriões (IETS). O título é uma espécie de ‘Nobel’ na área de embriologia e reprodução animal e já homenageou outros 48 pesquisadores, todos estrangeiros. A premiação deste ano foi na cidade de Lima, no Peru. A técnica desenvolvida por Enoch é fruto do trabalho de pós‑doutorado realizado na Europa no final da década de 1980. Ao voltar para o Brasil, o pesquisador trouxe a tecnologia para ser adaptada aqui. O resultado deu certo. Em janeiro de 1991, os primeiros embriões de fecundação in vitro do mundo foram produzidos nos laboratórios da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em um projeto liderado por Enoch. “Eu adaptei uma técnica de produção de bezerro de proveta, que já existia na Europa mas não funcionava aqui no Brasil. A partir dessa técnica, o Brasil se tornou o maior produtor de embrião de gado do mundo”, relata. Graças à inovação de Enoch, o Brasil é, atualmente, responsável por 35,1% dos embriões fecundados in vitro do mundo. O melhoramento genético que essa técnica proporciona permite o melhor desenvolvimento dos gados de corte, fazendo com que a carne seja de mais qualidade. Uma técnica tão inovadora é motivo de orgulho não só pessoal, mas para todo o país. Morador do Tocantins há 23 anos, Enoch veio para o estado em busca de tranquilidade e de novos desafios para aplicar a técnica nas fazendas tocantinenses. “Esse melhoramento genético acelerado é fruto da tecnologia de ponta, que hoje pode ser usada comercialmente. O gado no Tocantins melhorou muito nesse período, porque os criadores acreditaram nessas técnicas, desenvolvendo os rebanhos”, ressalta o professor. Entre as principais vantagens do uso da fertilização in vitro está a possibilidade de acelerar a produção de bezerros com características genéticas superiores. Essa técnica pode melhorar a qualidade do rebanho em um tempo menor do que o considerado normal. “Isso veio confirmar que existe um ganho genético muito rápido com essa fertilização devido ao grande número de descendentes em animais superiores, principalmente fêmeas”, completa o professor.

A oração “a receber o prêmio da Sociedade Internacional de Tecnologia de Embriões (IETS)”, reduzida de infinitivo, é uma oração subordinada

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Questão 4 de 5 Q1925627 Q4 da prova
Veterinário do Tocantins é o primeiro brasileiro a receber prêmio internacional de fertilização in vitro Pioneiro na área de fecundação in vitro em rebanho bovino, o veterinário Enoch Borges de Oliveira Filho foi o primeiro brasileiro a receber o prêmio da Sociedade Internacional de Tecnologia de Embriões (IETS). O título é uma espécie de ‘Nobel’ na área de embriologia e reprodução animal e já homenageou outros 48 pesquisadores, todos estrangeiros. A premiação deste ano foi na cidade de Lima, no Peru. A técnica desenvolvida por Enoch é fruto do trabalho de pós‑doutorado realizado na Europa no final da década de 1980. Ao voltar para o Brasil, o pesquisador trouxe a tecnologia para ser adaptada aqui. O resultado deu certo. Em janeiro de 1991, os primeiros embriões de fecundação in vitro do mundo foram produzidos nos laboratórios da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em um projeto liderado por Enoch. “Eu adaptei uma técnica de produção de bezerro de proveta, que já existia na Europa mas não funcionava aqui no Brasil. A partir dessa técnica, o Brasil se tornou o maior produtor de embrião de gado do mundo”, relata. Graças à inovação de Enoch, o Brasil é, atualmente, responsável por 35,1% dos embriões fecundados in vitro do mundo. O melhoramento genético que essa técnica proporciona permite o melhor desenvolvimento dos gados de corte, fazendo com que a carne seja de mais qualidade. Uma técnica tão inovadora é motivo de orgulho não só pessoal, mas para todo o país. Morador do Tocantins há 23 anos, Enoch veio para o estado em busca de tranquilidade e de novos desafios para aplicar a técnica nas fazendas tocantinenses. “Esse melhoramento genético acelerado é fruto da tecnologia de ponta, que hoje pode ser usada comercialmente. O gado no Tocantins melhorou muito nesse período, porque os criadores acreditaram nessas técnicas, desenvolvendo os rebanhos”, ressalta o professor. Entre as principais vantagens do uso da fertilização in vitro está a possibilidade de acelerar a produção de bezerros com características genéticas superiores. Essa técnica pode melhorar a qualidade do rebanho em um tempo menor do que o considerado normal. “Isso veio confirmar que existe um ganho genético muito rápido com essa fertilização devido ao grande número de descendentes em animais superiores, principalmente fêmeas”, completa o professor.

No trecho “A técnica desenvolvida por Enoch é fruto do trabalho de pós‑doutorado realizado na Europa no final da década de 1980”, o termo “por Enoch” é o

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Questão 5 de 5 Q1925629 Q5 da prova
Veterinário do Tocantins é o primeiro brasileiro a receber prêmio internacional de fertilização in vitro Pioneiro na área de fecundação in vitro em rebanho bovino, o veterinário Enoch Borges de Oliveira Filho foi o primeiro brasileiro a receber o prêmio da Sociedade Internacional de Tecnologia de Embriões (IETS). O título é uma espécie de ‘Nobel’ na área de embriologia e reprodução animal e já homenageou outros 48 pesquisadores, todos estrangeiros. A premiação deste ano foi na cidade de Lima, no Peru. A técnica desenvolvida por Enoch é fruto do trabalho de pós‑doutorado realizado na Europa no final da década de 1980. Ao voltar para o Brasil, o pesquisador trouxe a tecnologia para ser adaptada aqui. O resultado deu certo. Em janeiro de 1991, os primeiros embriões de fecundação in vitro do mundo foram produzidos nos laboratórios da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em um projeto liderado por Enoch. “Eu adaptei uma técnica de produção de bezerro de proveta, que já existia na Europa mas não funcionava aqui no Brasil. A partir dessa técnica, o Brasil se tornou o maior produtor de embrião de gado do mundo”, relata. Graças à inovação de Enoch, o Brasil é, atualmente, responsável por 35,1% dos embriões fecundados in vitro do mundo. O melhoramento genético que essa técnica proporciona permite o melhor desenvolvimento dos gados de corte, fazendo com que a carne seja de mais qualidade. Uma técnica tão inovadora é motivo de orgulho não só pessoal, mas para todo o país. Morador do Tocantins há 23 anos, Enoch veio para o estado em busca de tranquilidade e de novos desafios para aplicar a técnica nas fazendas tocantinenses. “Esse melhoramento genético acelerado é fruto da tecnologia de ponta, que hoje pode ser usada comercialmente. O gado no Tocantins melhorou muito nesse período, porque os criadores acreditaram nessas técnicas, desenvolvendo os rebanhos”, ressalta o professor. Entre as principais vantagens do uso da fertilização in vitro está a possibilidade de acelerar a produção de bezerros com características genéticas superiores. Essa técnica pode melhorar a qualidade do rebanho em um tempo menor do que o considerado normal. “Isso veio confirmar que existe um ganho genético muito rápido com essa fertilização devido ao grande número de descendentes em animais superiores, principalmente fêmeas”, completa o professor.

No período “que já existia na Europa mas não funcionava aqui no Brasil”, ocorre problema de pontuação que se deve ao fato de não haver

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