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Prova Escriturário - Pref. Erval Grande/RS
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Questão 1 de 5 Q1887926 Q1 da prova
O soneto a seguir servirá como base para responder as questões de 01 a 05:
Olha, Marília, as flautas dos pastores
XI
Olha, Marília, as flautas dos pastores
Que bem que soam, como estão cadentes!
Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes
Os *Zéfiros brincar por entre flores?
Vê como ali beijando-se, os Amores
Incitam nossos ósculos ardentes!
Ei-las de planta em planta as inocentes,
As vagas borboletas de mil cores.
Naquele arbusto o rouxinol suspira,
Ora nas folgas a abelhinha pára,
Ora nos ares sussurando gira:
Que alegre campo! Que manhã tão clara!
Mas ah! Tudo o que vês, se eu te não vira,
Mais tristeza que a morte me causara.
*Nome mitológico dos ventos.
BOCAGE, Manuel. Sonetos. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1943.

Use V para verdadeiro e F para falso de acordo com o soneto lido:
( ) A lúgubre música tocada pelos pastores é uma alusão à vida campestre.
( ) Há uma relação de contrariedade entre a beleza da natureza e a tristeza da mulher amada.
( ) Na última estrofe o eu lírico reconhece que todas as maravilhas do mundo de nada adiantam se Marília continua descontente.
( ) Na terceira estrofe vemos a natureza personificada.
A ordem correta é:

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Questão 2 de 5 Q1887929 Q2 da prova
O soneto a seguir servirá como base para responder as questões de 01 a 05:
Olha, Marília, as flautas dos pastores
XI
Olha, Marília, as flautas dos pastores
Que bem que soam, como estão cadentes!
Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes
Os *Zéfiros brincar por entre flores?
Vê como ali beijando-se, os Amores
Incitam nossos ósculos ardentes!
Ei-las de planta em planta as inocentes,
As vagas borboletas de mil cores.
Naquele arbusto o rouxinol suspira,
Ora nas folgas a abelhinha pára,
Ora nos ares sussurando gira:
Que alegre campo! Que manhã tão clara!
Mas ah! Tudo o que vês, se eu te não vira,
Mais tristeza que a morte me causara.
*Nome mitológico dos ventos.
BOCAGE, Manuel. Sonetos. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1943.

“Vê como ali beijando-se, os Amores” Em relação à colocação pronominal, aponte a alternativa incorreta:

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Questão 3 de 5 Q1887930 Q3 da prova
O soneto a seguir servirá como base para responder as questões de 01 a 05:
Olha, Marília, as flautas dos pastores
XI
Olha, Marília, as flautas dos pastores
Que bem que soam, como estão cadentes!
Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes
Os *Zéfiros brincar por entre flores?
Vê como ali beijando-se, os Amores
Incitam nossos ósculos ardentes!
Ei-las de planta em planta as inocentes,
As vagas borboletas de mil cores.
Naquele arbusto o rouxinol suspira,
Ora nas folgas a abelhinha pára,
Ora nos ares sussurando gira:
Que alegre campo! Que manhã tão clara!
Mas ah! Tudo o que vês, se eu te não vira,
Mais tristeza que a morte me causara.
*Nome mitológico dos ventos.
BOCAGE, Manuel. Sonetos. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1943.

“Que bem que soam, como estão cadentes!” Soar é parônima de suar. Palavras parônimas são aquelas que possuem significados diferentes, mas são muito parecidas na pronúncia e na escrita. Uma das alternativas abaixo está incoerente por utilizar uma palavra parônima que não condiz ao contexto:

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Questão 4 de 5 Q1887932 Q4 da prova
O soneto a seguir servirá como base para responder as questões de 01 a 05:
Olha, Marília, as flautas dos pastores
XI
Olha, Marília, as flautas dos pastores
Que bem que soam, como estão cadentes!
Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes
Os *Zéfiros brincar por entre flores?
Vê como ali beijando-se, os Amores
Incitam nossos ósculos ardentes!
Ei-las de planta em planta as inocentes,
As vagas borboletas de mil cores.
Naquele arbusto o rouxinol suspira,
Ora nas folgas a abelhinha pára,
Ora nos ares sussurando gira:
Que alegre campo! Que manhã tão clara!
Mas ah! Tudo o que vês, se eu te não vira,
Mais tristeza que a morte me causara.
*Nome mitológico dos ventos.
BOCAGE, Manuel. Sonetos. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1943.

“As vagas borboletas de mil cores.” O substantivo coletivo do vocábulo em destaque é:

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Questão 5 de 5 Q1887934 Q5 da prova
O soneto a seguir servirá como base para responder as questões de 01 a 05:
Olha, Marília, as flautas dos pastores
XI
Olha, Marília, as flautas dos pastores
Que bem que soam, como estão cadentes!
Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes
Os *Zéfiros brincar por entre flores?
Vê como ali beijando-se, os Amores
Incitam nossos ósculos ardentes!
Ei-las de planta em planta as inocentes,
As vagas borboletas de mil cores.
Naquele arbusto o rouxinol suspira,
Ora nas folgas a abelhinha pára,
Ora nos ares sussurando gira:
Que alegre campo! Que manhã tão clara!
Mas ah! Tudo o que vês, se eu te não vira,
Mais tristeza que a morte me causara.
*Nome mitológico dos ventos.
BOCAGE, Manuel. Sonetos. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1943.

“Naquele arbusto o rouxinol suspira,” A figura de linguagem pela qual fazemos os seres inanimados ou animais agirem e sentirem como seres humanos denomina-se:

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