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Prova Engenheiro Eletricista - Pref. Joinville/SC
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Questão 1 de 34 Q1232398 Q1 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05. A era do Homo Trecos A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis Renato de Faria | 10/03/2024 Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens . Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais. Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais. Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios. Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos. A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos. Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais. Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco -Mãe. Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos. FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas , 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofia - explicadinha/2024/03/6816267 -a-era-do-homo -trecos.html . Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado.

Qual dos trechos grifados abaixo representa uma oração subordinada substantiva?

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Questão 2 de 34 Q1232399 Q2 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05. A era do Homo Trecos A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis Renato de Faria | 10/03/2024 Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens . Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais. Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais. Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios. Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos. A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos. Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais. Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco -Mãe. Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos. FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas , 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofia - explicadinha/2024/03/6816267 -a-era-do-homo -trecos.html . Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado.

De acordo com o articulista, o ser humano produz trecos:

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Questão 3 de 34 Q1232400 Q3 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05. A era do Homo Trecos A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis Renato de Faria | 10/03/2024 Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens . Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais. Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais. Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios. Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos. A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos. Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais. Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco -Mãe. Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos. FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas , 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofia - explicadinha/2024/03/6816267 -a-era-do-homo -trecos.html . Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado.

Qual das expressões abaixo, empregadas no texto, apresenta um sentido denotativo no contexto em que se encontra?

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Questão 4 de 34 Q1232401 Q4 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05. A era do Homo Trecos A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis Renato de Faria | 10/03/2024 Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens . Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais. Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais. Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios. Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos. A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos. Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais. Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco -Mãe. Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos. FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas , 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofia - explicadinha/2024/03/6816267 -a-era-do-homo -trecos.html . Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado.

Qual é a função das vírgulas no trecho “É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa.” (5º parágrafo)?

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Questão 5 de 34 Q1232402 Q5 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05. A era do Homo Trecos A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis Renato de Faria | 10/03/2024 Um cérebro bem desenvolvido, capacidade de falar e produzir cultura, esses são os traços mais marcantes do Homo sapiens . Vencemos uma batalha natural e aqui estamos, com pensamento e reflexão. Para alguns, a libertação de um estado de natureza, no qual somos frágeis, presas fáceis. Para outros, um castigo divino, uma falha natural, pois bom mesmo seria viver por aí, pescando e caçando, sem eira nem beira, tal qual os animais. Toda cultura se acha, invariavelmente, mais capacitada e evoluída do que a anterior. Isso é normal, faz parte da arrogância de viver o presente. Porém, toda comunidade histórica, por mais adaptada e avançada que pareça ser, terá sempre seu ponto cego, aquela característica marcante e ignorante, bem debaixo do nariz, que a envergonhará diante das demais. Por mais que os gregos sejam fascinantes, pois nos deram a filosofia, a música, a matemática, a democracia e tantas outras coisas, eles eram escravocratas. Não percebiam, a tempo, que a escravidão é um mal ético e objetivo. Eles não enxergavam. Afinal, se é ponto cego, de fato, não era para ser visto mesmo. E aqueles que se levantaram em contrariedade, foram vistos como loucos, pessimistas, que intencionavam arruinar a ordem social. Depois, foram chamados de gênios. Daqui a quatrocentos, quinhentos anos, encontrarão nossa fragilidade, nosso ponto cego, nossa poeira jogada para debaixo do tapete. Imagino um congresso de antropólogos, filósofos e cientistas discutindo nossa civilização, com seus avanços e retrocessos, descobertas e encobertas, luzes e sombras. Encontrarão nosso calcanhar de Aquiles, pois entraremos para a história como a era dos Homo Trecos. A Revolução Treconológica nos encheu de coisas, sem antes nos perguntar se seriam úteis. É treco no braço, na cintura, no bolso, na orelha, na maleta e em qualquer lugar que dê para pendurar alguma coisa. Diferentemente daqueles que vieram antes de nós, nossas invenções não foram criadas por uma necessidade social. Pelo contrário, a demanda é, unicamente, pela ansiedade em produzir mais coisas, mais trecos. Depois, começamos a nos perguntar para que eles servem. Quando descobrimos que nos fazem mal, causando dependências diversas, devido ao seu uso recreativo e excessivo, a própria indústria irá oferecer outros trecos farmacológicos para baixar a ansiedade, curar a tristeza e afastar a depressão. Calma, eles dão jeito para tudo. É treco que não acaba mais. Nós, os Homo Trecos, não gostamos muito de pensar, essa coisa antiquada, analógica e sofrida. Basta inventar uns quatro ou cinco termos em língua inglesa (a língua oficial dos criados treconológicos) para suprir a falta de vocabulário que seus representantes desenvolveram. Por uma saudade do cordão umbilical, também criaram carregadores, bluetooth, cabos e redes, para estarmos sempre conectados ao Treco -Mãe. Ótimo! Seremos a nova espécie! Trecos humanos que irão vagar por aí, correndo de um lugar a outro, fazendo quatro reuniões na mesma hora, com um tempo presente carente de sentido, em namoro eterno com a morte. Viveremos na monotonia daqueles que não sabem o que fazer com a vida, reduzida à obsolescência daqueles que só sabem se relacionar com o fetiche em consumir mais trecos. FARIA, Renato de. A era do Homo Trecos. Estado de Minas , 10 de março de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/filosofia - explicadinha/2024/03/6816267 -a-era-do-homo -trecos.html . Acesso em: 30 mar. 2024. Adaptado.

Em qual dos trechos abaixo se pode identificar o uso da voz verbal passiva analítica?

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Questão 6 de 34 Q1232403 Q6 da prova

Qual é o próximo número da sequência lógica 4d, 9i, 8h, 15o,...?

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Questão 7 de 34 Q1232404 Q8 da prova

Qual é o número de diagonais de um polígono regular cuja medida do ângulo externo é de 60°?

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Questão 8 de 34 Q1232405 Q11 da prova

Como é chamado o software instalado no computador sem a ciência do usuário, que se esconde no dispositivo e monitora atividades, roubando informações sensíveis como dados financeiros, informações de conta, logins?

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Questão 9 de 34 Q1232406 Q12 da prova

Analise e responda. I- Nobreak; II- Biometria. III- Certificado Digital; IV- Assinatura Digital; V- Criptografia. Das opções apresentadas acima, qual(is) corresponde(m) a exemplo(s) de ferramenta(s) que garante(m) o Princípio da Disponibilidade da Segurança da Informação?

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Questão 10 de 34 Q1232407 Q13 da prova

Analise a função do MS -Excel 2016 apresentada abaixo e responda. “Função NÃO.” É correto afirmar que a função é responsável por:

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Questão 11 de 34 Q1232408 Q14 da prova

Assinale a alternativa que corresponda a guia em que se localiza o grupo Auditoria de Formulas, do MS -Excel 2016.

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Questão 12 de 34 Q1232409 Q18 da prova

Das alternativas apresentadas, qual corresponde a um exemplo de navegador de internet?

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Questão 13 de 34 Q1232410 Q20 da prova

Leia o trecho e responda. “Interligam computadores presentes dentro de um mesmo espaço físico. Isso pode acontecer dentro de uma empresa, de uma escola ou dentro da sua própria casa, sendo possível a troca de informações e recursos entre os dispositivos participantes.” É correto afirmar que o trecho diz respeito a:

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Questão 14 de 34 Q1232411 Q21 da prova

Conforme prevê a Constituição Federal de 1988, cada Estado e o Distrito Federal elegerão três Senadores, com mandato de:

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Questão 15 de 34 Q1232412 Q22 da prova

Segundo o Art. 49 d a Constituição Federal de 1988 , é da competência exclusiva do Congresso Nacional:

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Questão 16 de 34 Q1232413 Q23 da prova

De acordo com o Art. 5 d a Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que:

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Questão 17 de 34 Q1232414 Q24 da prova

Nos termos da Constituição Federal de 1988, o alistamento eleitoral e o voto são facultativos para: I. os analfabetos. II. os maiores de sessenta anos. III. os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. Estão corretos os itens:

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Questão 18 de 34 Q1232415 Q25 da prova

Com base no Art. 37 da Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa que contém um p rincípio da Administração Pública.

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Questão 19 de 34 Q1232416 Q26 da prova

O Art. 18 da Lei Complementar nº 266 de 2008, estabelece que o efetivo cumprimento das atribuições inerentes ao cargo ou função de confiança é:

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Questão 20 de 34 Q1232417 Q27 da prova

“Remanejamento é a mudança temporária, não superior a ______ dias, ou definitiva de função ou local de trabalho, que visa minimizar a repercussão das condições ambientais desfavoráveis à saúde do servidor no exercício do cargo.” Segundo o Art. 25 da Lei Complementar nº 266 de 2008, a lacuna acima é corretamente preenchida por:

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Questão 21 de 34 Q1232418 Q28 da prova

Com base na Lei Complementar nº 266 de 2008 , relacione os termos numerados de 1 a 4 com suas definições. (1) Readaptação (2) Reintegração (3) Recondução (4) Remoção (__) É a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado ou no resultante de sua transformação, quando invalidada sua demissão por decisão judicial ou administrativa. (__) Consiste na mudança de cargo decorrente da inaptidão definitiva do servidor para o cargo originário, visando o aproveitamento de sua capacidade laborativa residual. (__) É o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado e decorrerá de: inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo; reintegração do anterior ocupante. (__) É o deslocamento do servidor do quadro permanente, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro. A sequência correta, de cima para baixo, é:

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Questão 22 de 34 Q1232419 Q29 da prova

Conforme prevê a Lei nº 12.527 de 2011, o acesso à informação compreende, entre outros, os direitos de obter: I. informação primária, íntegra, autêntica e desatualizada; II. informação sobre atividades exercidas pelos órgãos e entidades, inclusive as relativas à sua política, organização e serviços; III. informação produzida ou custodiada por pessoa física ou entidade privada decorrente de qualquer vínculo com seus órgãos ou entidades, mesmo que esse vínculo já tenha cessado; IV. orientação sobre os procedimentos para a consecução de acesso, bem como sobre o local onde poderá ser encontrada ou obtida a informação almejada. Estão corretas as afirmativas:

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Questão 23 de 34 Q1232420 Q30 da prova

De acordo com a Lei nº 12.527 de 2011, q uando não for autorizado acesso integral à informação por ser ela parcialmente sigilosa, é assegurado o acesso à parte não sigilosa por meio de __________, extrato ou cópia com ____________ da parte sob sigilo. As lacunas acima são, correta e respectivamente, preenchidas por:

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Questão 24 de 34 Q1232421 Q31 da prova

Densidade de carga elétrica é um conceito fundamental na física e na engenharia elétrica, desempenhando um papel essencial no estudo dos campos elétricos e no comportamento dos materiais sob influência de forças eletromagnéticas. A densidade de carga superficial é útil para:

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Questão 25 de 34 Q1232422 Q35 da prova

As torres de linhas de transmissão são estruturas de grande porte e geralmente são constituídas de pórticos treliçados em perfis de aço galvanizado, servindo de suporte para linhas de transmissão, projetadas para suportar altas tensões e esforços e resistentes a intempéries. O texto abaixo refere -se ao seguinte tipo de torre de linha de transmissão: Utilizam cabos, também chamados tirantes ou estais, para transferir parte dos esforços às fundações. Para determinadas aplicações na linha, este tipo de torre resulta em estruturas mais leves e com economia substancial em seu custo.

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Questão 26 de 34 Q1232423 Q37 da prova

Um bom condutor elétrico contém cargas (elétrons) que não estão ligados aos átomos e, portanto, estão livres para se moverem dentro do material. Quando não há nenhum movimento, um condutor em equilíbrio eletrostático tem a seguinte propriedade:

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Questão 27 de 34 Q1232425 Q40 da prova

Para haver uma melhor interpretação do fenômeno de resistência elétrica, deve -se analisar os aspectos macroscópicos e microscópicos dos diversos materiais. Um dos fatores macroscópicos é:

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Questão 28 de 34 Q1232426 Q42 da prova

Capacitores são componentes eletrônicos capazes de armazenar cargas elétricas. Ele possui dois terminais que são conectados interiormente por placas metálicas, geralmente de alumínio, e separados por um material dielétrico. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de capacitor descrito abaixo. São usados para substituir os capacitores de eletrolítico, quando se quer minimizar o circuito. Seu material dielétrico tem baixa corrente de fuga, e uma vida útil geralmente maior do que de outros eletrolíticos. Estes também merecem cuidado na hora da polarização, pois, se polarizá -lo de maneira incorreta, certamente ocasionará em uma explosão imediata. Para prevenir isso, como de costume, os fabricantes tomam o cuidado de deixar o terminal positivo maior que o terminal negativo.

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Questão 29 de 34 Q1232427 Q43 da prova

Quando analisamos dois ou mais sinais alternados de mesmo tipo e mesma frequência, devemos observar no gráfico o comportamento de seus principais pontos e verificar se eles ocorrem ou não no mesmo instante (hemiciclos positivo e negativo de ambos ocorrendo juntos), e o mesmo com os pontos de máximo e zeros. Os sinais estarão defasados quando:

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Questão 30 de 34 Q1232428 Q45 da prova

O estudo dos circuitos elétricos em corrente alternada é um pré -requisito fundamental para o estudo da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica em sistemas de potência. A transmissão de energia envolve uma grande quantidade de potência, sendo transmitida desde a geração até a carga. No que diz respeito ao fator de potência, assinale a alternativa cuja afirmação não é verdadeira.

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Questão 31 de 34 Q1232429 Q46 da prova

Em relação aos métodos de análise de circuitos, assinale a alternativa incorreta.

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Questão 32 de 34 Q1232430 Q48 da prova

Considere as afirmações abaixo a respeito da estática dos fluidos e, em seguida, assinale a alternativa que indica as afirmações que são verdadeiras. I. A diferença de pressões entre 2 pontos de uma massa líquida em equilíbrio é diretamente proporcional à diferença de profundidade multiplicada pelo peso específico. No interior de um fluido em repouso, pontos de uma mesma profundidade suportam o dobro da pressão. II. A altura de um líquido incompressível em equilíbrio estático preenchendo diversos vasos comunicantes depende da forma dos mesmos. III. Considera -se um fluido em repouso quando não há velocidade diferente de zero em nenhum dos seus pontos e, neste caso, esta condição de repouso é conhecida por Hidrostática. A Lei de Stevin consiste no equilíbrio das forças sobre um elemento de volume infinitesimal em forma cúbica, definido no plano cartesiano de coordenadas, obtendo -se a distribuição das forças de pressão e as forças de ação a distância agindo sobre o elemento.

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Questão 33 de 34 Q1232431 Q49 da prova

O fusível é um dispositivo de proteção contra o curto - circuito e a sobrecarga que acontecem dentro do circuito elétrico. Os fusíveis estão presentes internamente em aparelhos eletrônicos e em filtros de linha, que são muito utilizados para ligar computadores em escritórios. Assinale a alternativa que se refere ao tipo de fusível caracterizado abaixo. São bastante seguros, isso quer dizer que podem ser manuseados, no momento da sua substituição, sem que o profissional sofra um choque elétrico. Esse fusível enquadra -se na categoria de utilização “gL/gG’’, podendo ser encontrado em três tamanhos diferentes. Esse tipo de fusível possui uma faixa de corrente nominal de 2 a 100 amperes, e a corrente de ruptura na faixa de 20 a 100 KA.

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Questão 34 de 34 Q1232432 Q50 da prova

Os eletrodutos são responsáveis por armazenar os condutores elétricos pelas paredes, piso e teto da construção civil, protegendo os cabos contra danos externos. A norma NBR 5410 fixa o espaço máximo do eletroduto que pode ser ocupado. No caso de dois condutores, a taxa de ocupação é de:

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