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Prova Engenheiro: Área - Engenharia Elétrica - UFC
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Questão 1 de 11 Q1907952 Q4 da prova
Às vezes a gente não se dá conta, mas o mal -estar fica ali, triangulando entre cérebr o, estômago e boca: quer dizer que falamos errado? O idioma que aprendemos no berço não passa de uma versão bastarda de certa língua para sempre estrangeira? Me refiro ao estrago que a brigada de guardiães da "norma curta" faz à nossa autoestima cultural e à qualidade do ensino de português em nossas escolas. Para as patrulhas da norma -padrão, armadas de canetas vermelhas, o português brasileiro é um coitado sem modos e cheio de vícios que não consegue largar, por mais cascudos que a gente aplique em sua c abeça dura. Usar "a gente" no lugar de "nós", como fiz na primeira linha da coluna e voltei a fazer na frase anterior, é um dos sinais da suposta deterioração da língua que esses puristas extemporâneos (século 21, oi!) gostam de apontar. Na vida real, a ge nte adora falar "a gente". Sim, a gente briga, diz tanta coisa que não quer dizer, mas "a gente" é uma coisa que a gente quase sempre quer dizer. Porque a gente não tem cara de babaca — ou tem? Verdade que, quando está escrevendo, a gente costuma se polici ar. Ninguém quer perder ponto na prova, caramba. Às vezes escapa um "a gente" escrito, mas não era pra escapar. A gente sabe que no fundo está errado, que isso de "a gente" é um troço informal, tipo uma gíria, que não cabe na norma culta, certo? Errado. Ou melhor, a carga de informalidade de "a gente" é obviamente maior que a de "nós". O que não faz sentido é tentar expulsar da norma culta tudo o que é informal, como se só coubesse nela o livresco, o empertigado, o que fica distante da fala e se mete arranh ando por ouvidos e almas (...) RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio -rodrigues/2022/03/a -gente -e-a-lingua -que-a-gente -fala.shtml

A partir da leitura do segundo parágrafo, podemos inferir que o autor:

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Questão 2 de 11 Q1907956 Q6 da prova
Às vezes a gente não se dá conta, mas o mal -estar fica ali, triangulando entre cérebr o, estômago e boca: quer dizer que falamos errado? O idioma que aprendemos no berço não passa de uma versão bastarda de certa língua para sempre estrangeira? Me refiro ao estrago que a brigada de guardiães da "norma curta" faz à nossa autoestima cultural e à qualidade do ensino de português em nossas escolas. Para as patrulhas da norma -padrão, armadas de canetas vermelhas, o português brasileiro é um coitado sem modos e cheio de vícios que não consegue largar, por mais cascudos que a gente aplique em sua c abeça dura. Usar "a gente" no lugar de "nós", como fiz na primeira linha da coluna e voltei a fazer na frase anterior, é um dos sinais da suposta deterioração da língua que esses puristas extemporâneos (século 21, oi!) gostam de apontar. Na vida real, a ge nte adora falar "a gente". Sim, a gente briga, diz tanta coisa que não quer dizer, mas "a gente" é uma coisa que a gente quase sempre quer dizer. Porque a gente não tem cara de babaca — ou tem? Verdade que, quando está escrevendo, a gente costuma se polici ar. Ninguém quer perder ponto na prova, caramba. Às vezes escapa um "a gente" escrito, mas não era pra escapar. A gente sabe que no fundo está errado, que isso de "a gente" é um troço informal, tipo uma gíria, que não cabe na norma culta, certo? Errado. Ou melhor, a carga de informalidade de "a gente" é obviamente maior que a de "nós". O que não faz sentido é tentar expulsar da norma culta tudo o que é informal, como se só coubesse nela o livresco, o empertigado, o que fica distante da fala e se mete arranh ando por ouvidos e almas (...) RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio -rodrigues/2022/03/a -gente -e-a-lingua -que-a-gente -fala.shtml

No trecho “A gente sabe que no fun do está errado, que isso de 'a gente' é um troço informal” (linhas 16 -17), o termo em destaque tem a função de:

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Questão 3 de 11 Q1907962 Q10 da prova
Às vezes a gente não se dá conta, mas o mal -estar fica ali, triangulando entre cérebr o, estômago e boca: quer dizer que falamos errado? O idioma que aprendemos no berço não passa de uma versão bastarda de certa língua para sempre estrangeira? Me refiro ao estrago que a brigada de guardiães da "norma curta" faz à nossa autoestima cultural e à qualidade do ensino de português em nossas escolas. Para as patrulhas da norma -padrão, armadas de canetas vermelhas, o português brasileiro é um coitado sem modos e cheio de vícios que não consegue largar, por mais cascudos que a gente aplique em sua c abeça dura. Usar "a gente" no lugar de "nós", como fiz na primeira linha da coluna e voltei a fazer na frase anterior, é um dos sinais da suposta deterioração da língua que esses puristas extemporâneos (século 21, oi!) gostam de apontar. Na vida real, a ge nte adora falar "a gente". Sim, a gente briga, diz tanta coisa que não quer dizer, mas "a gente" é uma coisa que a gente quase sempre quer dizer. Porque a gente não tem cara de babaca — ou tem? Verdade que, quando está escrevendo, a gente costuma se polici ar. Ninguém quer perder ponto na prova, caramba. Às vezes escapa um "a gente" escrito, mas não era pra escapar. A gente sabe que no fundo está errado, que isso de "a gente" é um troço informal, tipo uma gíria, que não cabe na norma culta, certo? Errado. Ou melhor, a carga de informalidade de "a gente" é obviamente maior que a de "nós". O que não faz sentido é tentar expulsar da norma culta tudo o que é informal, como se só coubesse nela o livresco, o empertigado, o que fica distante da fala e se mete arranh ando por ouvidos e almas (...) RODRIGUES, Sérgio. A gente é a língua que a gente fala. Folha de São Paulo. 16/03/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio -rodrigues/2022/03/a -gente -e-a-lingua -que-a-gente -fala.shtml

Ao defender o uso de “a gente”, o autor utiliza recur sos diversificados em sua argumentação. Assinale a alternativa que avalia corretamente os recursos persuasivos utilizados no texto.

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Questão 4 de 11 Q1907966 Q12 da prova

Segundo a Lei nº 14.133/2021, que dispõe sobre diferentes modalidades de licitação, assinale a alternativa correta quanto às modalidades apresentadas e suas características.

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Questão 5 de 11 Q1907972 Q15 da prova

Patrícia, servidora pública da UFC, recebeu de sua chefia imediata a determinação para aprimorar o sistema de proteção de dados pessoais sensíveis. Sem entender a determinação da sua chefia, resolveu consultar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que considera como dado pessoal sensível:

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Questão 6 de 11 Q1907978 Q18 da prova

Para fins da aplicação do disposto no Art. 2º da Lei nº 14.681/2023, pode -se afirmar que:

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Questão 7 de 11 Q1907980 Q19 da prova

Samantha é servidora estável ocupante de cargo de nível médio do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE) com jornada diária de 6 (seis) h oras e 30 (trinta) horas semanais. Fez concurso para docente na Universidade Federal do Ceará com jornada de 20 (vinte) horas semanais. Sobre a situação, pode -se afirmar que:

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Questão 8 de 11 Q1907984 Q21 da prova

Um Dispositivo Eletrônico Inteligente (IED) multifunção de um vão de entrada de linha de 69 kV de uma subestação está com a entrada analógica de tensão conectada ao secundário de três transformadores de potencial (TPs) e com a e ntrada analógica de corrente conectada ao secundário de três transformadores de corrente (TCs). Analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.

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Questão 9 de 11 Q1907986 Q22 da prova

O PRODIST, no Módulo 5 – Sistemas de Medição e Procedimentos de Leitura, estabelece as especificações das exatidões mínimas dos transformadores de corrente (TCs) e dos transformadores de potencial (TP) para medição de faturamento e para medição de qualidade de energia. De acordo com o estabelecido no PRODIST, analise as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta .

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Questão 10 de 11 Q1907998 Q29 da prova

O Módulo 8 do PRODIS T estabelece que estudos devem ser realizados para avaliar o impacto da conexão e operação de cargas e instalações potencialmente perturbadoras. Assinale a alternativa que contempla, apenas, cargas lineares causadoras de harmônicos no sistema elétrico .

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Questão 11 de 11 Q1908000 Q30 da prova

Os relés de sobrecorrente multifunção dos vãos de saída de alimentadores de subestações distribuidoras de energia estão especificados com as f unções 50/51, 50N/51N, 51NS, 46 e 79. É correto afirmar que:

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