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Prova Encarregado de Zeladoria - Câmara de Itapeva/SP
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Questão 1 de 4 Q1225273 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

A historiografia da música popular no Brasil consagra a gravação da canção “Pelo Telefone” (1916), de autoria de Ernesto dos Santos, o Donga (1890-1974), e Mauro de Almeida (1882-1956), como um marco da história cultural brasileira. Há uma série de elementos importantes que justificam a escolha desta canção – cuja letra é uma crítica bem-humorada ao chefe de polícia carioca que combate os jogos de azar na cidade – como baliza da música popular urbana. Um deles é a ação propositada do autor de registrar a autoria da composição; outro, a indicação de “samba” no selo do disco, gênero ainda indefinido no início do século XX. Ao registrar a partitura da canção na Biblioteca Nacional, Donga ultrapassa os tradicionais limites da criação coletiva e anônima da música popular da época e assume a postura de “compositor moderno”, que assegura direitos e retorno financeiro sobre a composição. O manuscrito para piano de “Pelo Telefone” é registrado na Biblioteca Nacional em novembro de 1916, mês em que também surge a primeira edição comercial da obra. Logo em seguida, são realizadas três gravações pela Casa Edison, baseadas nesses registros públicos. A primeira e a terceira são apenas gravações instrumentais, realizadas pela Banda Odeon e a Banda do 1º Batalhão da Polícia da Bahia. A segunda gravação, interpretada por Baiano (1870-1944) e acompanhada somente de cavaquinho e violão, é sucesso no carnaval de 1917. Em “Pelo Telefone” estão presentes registros modernos da música popular que aparecem de modo manifesto apenas na virada dos anos 1920-1930, a saber, o gênero samba urbano, composto por autor conhecido, registrado em partitura, gravado em fonograma, e com ampla divulgação e popularidade. A canção inicia, portanto, uma nova fase da produção musical no país, a ponto de se transformar em uma espécie de “mito fundador” do gênero.

Com base no texto, é correto afirmar que a canção “Pelo telefone”

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Questão 2 de 4 Q1225274 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

A historiografia da música popular no Brasil consagra a gravação da canção “Pelo Telefone” (1916), de autoria de Ernesto dos Santos, o Donga (1890-1974), e Mauro de Almeida (1882-1956), como um marco da história cultural brasileira. Há uma série de elementos importantes que justificam a escolha desta canção – cuja letra é uma crítica bem-humorada ao chefe de polícia carioca que combate os jogos de azar na cidade – como baliza da música popular urbana. Um deles é a ação propositada do autor de registrar a autoria da composição; outro, a indicação de “samba” no selo do disco, gênero ainda indefinido no início do século XX. Ao registrar a partitura da canção na Biblioteca Nacional, Donga ultrapassa os tradicionais limites da criação coletiva e anônima da música popular da época e assume a postura de “compositor moderno”, que assegura direitos e retorno financeiro sobre a composição. O manuscrito para piano de “Pelo Telefone” é registrado na Biblioteca Nacional em novembro de 1916, mês em que também surge a primeira edição comercial da obra. Logo em seguida, são realizadas três gravações pela Casa Edison, baseadas nesses registros públicos. A primeira e a terceira são apenas gravações instrumentais, realizadas pela Banda Odeon e a Banda do 1º Batalhão da Polícia da Bahia. A segunda gravação, interpretada por Baiano (1870-1944) e acompanhada somente de cavaquinho e violão, é sucesso no carnaval de 1917. Em “Pelo Telefone” estão presentes registros modernos da música popular que aparecem de modo manifesto apenas na virada dos anos 1920-1930, a saber, o gênero samba urbano, composto por autor conhecido, registrado em partitura, gravado em fonograma, e com ampla divulgação e popularidade. A canção inicia, portanto, uma nova fase da produção musical no país, a ponto de se transformar em uma espécie de “mito fundador” do gênero.

Entre os elementos de modernidade identificados na canção “Pelo telefone” encontram-se, de acordo com o texto,

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Questão 3 de 4 Q1225275 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

A historiografia da música popular no Brasil consagra a gravação da canção “Pelo Telefone” (1916), de autoria de Ernesto dos Santos, o Donga (1890-1974), e Mauro de Almeida (1882-1956), como um marco da história cultural brasileira. Há uma série de elementos importantes que justificam a escolha desta canção – cuja letra é uma crítica bem-humorada ao chefe de polícia carioca que combate os jogos de azar na cidade – como baliza da música popular urbana. Um deles é a ação propositada do autor de registrar a autoria da composição; outro, a indicação de “samba” no selo do disco, gênero ainda indefinido no início do século XX. Ao registrar a partitura da canção na Biblioteca Nacional, Donga ultrapassa os tradicionais limites da criação coletiva e anônima da música popular da época e assume a postura de “compositor moderno”, que assegura direitos e retorno financeiro sobre a composição. O manuscrito para piano de “Pelo Telefone” é registrado na Biblioteca Nacional em novembro de 1916, mês em que também surge a primeira edição comercial da obra. Logo em seguida, são realizadas três gravações pela Casa Edison, baseadas nesses registros públicos. A primeira e a terceira são apenas gravações instrumentais, realizadas pela Banda Odeon e a Banda do 1º Batalhão da Polícia da Bahia. A segunda gravação, interpretada por Baiano (1870-1944) e acompanhada somente de cavaquinho e violão, é sucesso no carnaval de 1917. Em “Pelo Telefone” estão presentes registros modernos da música popular que aparecem de modo manifesto apenas na virada dos anos 1920-1930, a saber, o gênero samba urbano, composto por autor conhecido, registrado em partitura, gravado em fonograma, e com ampla divulgação e popularidade. A canção inicia, portanto, uma nova fase da produção musical no país, a ponto de se transformar em uma espécie de “mito fundador” do gênero.

A expressão “baliza da música popular urbana” (2o parágrafo) é utilizada para indicar no texto que o samba “Pelo telefone” representa

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Questão 4 de 4 Q1225276 Q4 da prova
Leia o poema para responder às questões de números 06 a 09.

Pago os meus impostos, separo o lixo, já não vejo televisão há cinco meses, todos os dias rezo pelo menos duas horas com um livro nos joelhos, nunca falho uma visita à família, utilizo sempre os transportes públicos, raramente me esqueço de deixar água fresca no prato do gato, tento ser correto com os meus vizinhos e não cuspo na sombra dos outros. Já não me lembro se o médico me disse ser esta receita a indicada para salvar o mundo, ou apenas ser feliz. Seja como for, não estou a ver resultado nenhum.

A partir da leitura do poema, pode-se afirmar corretamente que o eu-lírico

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