Diversos fatores são capazes de deslocar a curva de demanda do mercado. Alguns desses fatores são de natureza econômica, enquanto outros são de natureza não econômica. O fator de natureza não econômica capaz de deslocar a curva de demanda de mercado é:
Com relação à decisão de poupança das famílias, ou seja, ao trade-off entre consumir e poupar, a taxa de juros afeta da seguinte forma a alocação de recursos entre consumo e poupança:
Quando as empresas aumentam os salários reais dos trabalhadores, os efeitos renda e substituição se manifestam da seguinte forma com relação à oferta de trabalho:
Os formuladores da política macroeconômica estão voltados para a melhoria da “saúde” da economia. Existem alguns objetivos a serem atingidos que permitem aferir uma boa condição macroeconômica. Trata-se dos seguintes aspectos:
Há um indicador macroeconômico capaz de medir o desempenho da economia ano após ano. Trata-se do valor monetário de todos os bens e serviços finais produzidos dentro das fronteiras nacionais durante dado período. Esse indicador, quando não está corrigido das variações de preços, denomina-se:
A moeda desempenha algumas funções cruciais para a economia. Uma delas é o fato de funcionar como uma forma de medir os valores relativos de diferentes bens e serviços que são negociados na economia, o que permite, por exemplo, que os estoques das empresas sejam mensurados e contabilizados. Diz-se então que a moeda desempenha a seguinte função:
Quando um banco concede empréstimo, a partir de um certo nível de reservas, ele não entrega o dinheiro ao cliente diretamente. Ele credita os fundos em sua conta corrente. O banco inscreve, do lado dos ativos, um empréstimo, e do lado dos passivos, um depósito. Essa relação entre a variação nas reservas e a alteração final nos depósitos denomina-se:
Em relação à forma como as despesas do governo e os impostos afetam o mercado de capitais, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir.
Atualmente os trabalhadores são muito mais produtivos do que há cem ou até mesmo vinte anos. Maiores níveis de investimento em relação ao PIB resultam em mais capital por trabalhador. Esse fato, mais capital por trabalhador, é o que os economistas denominam:
Todas as economias de mercado industrializadas vivenciam flutuações no nível geral de atividade econômica. Se for traçado um par de eixos confrontando o tempo como abscissa, e o desvio percentual entre o PIB real e o PIB potencial (dado um valor do PIB potencial) como ordenada, verifica-se que ocorrem desvios para mais e para menos ao longo do tempo. Esse desvio percentual entre o PIB real e o PIB potencial denomina-se:
Na macroeconomia existe a função consumo agregado, que evidencia a relação entre o consumo agregado e a renda agregada. A variação do consumo provocada por uma variação na renda denomina-se:
A curva Demanda Agregada-Inflação (DAI) mostra, para cada taxa de inflação, o nível do produto de equilíbrio determinado pela análise de renda-demanda. Existem fatores que aumentam a demanda agregada a cada taxa de inflação (e deslocam a curva DAI para a direita). Um desses fatores denomina-se:
Por volta da década de 50 foi verificada a existência de uma relação inversa entre duas variáveis macroeconômicas relevantes. Verificou-se que, quando as taxas de desemprego são mais elevadas, os salários monetários crescem mais lentamente. Por sua vez, quando as taxas de desemprego são baixas, os salários monetários aumentam mais rapidamente. Essa relação ficou conhecida como:
Uma das maneiras pelas quais a politica fiscal contribui para que os objetivos macroeconômicos sejam atingidos consiste em promover um mecanismo por meio do qual os gastos aumentem ou os impostos caiam, quando as condições econômicas se deterioram. Esse procedimento denomina-se:
A forma que descreve como o Banco Central ajusta sua política em resposta às condições econômicas, tais como inflação, crescimento e PIB real, denomina-se:
Com relação à oferta monetária, uma implicação básica do modelo de pleno emprego reside na ideia de que a variação da oferta de moeda não provoca alterações reais na economia. Essa ideia denomina-se:
A Teoria da Política Monetária no modelo keynesiano recebeu uma importante contribuição a partir do instrumental desenvolvido por Hicks, que descreve os fenômenos essenciais da macroeconomia. Nesse instrumental, o conjunto de pontos de equilíbrio no mercado de bens (demanda igual ao produto ofertado) representado no plano renda (Y) e taxa de juros (i) denomina-se:
A questão da globalização tem estado cada vez mais presente nos debates sobre transformações globais e nacionais, assim como nas discussões sobre alternativas de estratégias e políticas. A globalização financeira e a volatilidade dos fluxos financeiros internacionais possuem múltiplas visões. A visão que considera que a volatilidade decorre da “paranoia anti-inflacionária” e da insuficiência de demanda agregada, e propõe como solução uma maior coordenação macroeconômica dos países desenvolvidos, denomina-se:
Nas relações econômicas entre países, existem movimentos de capitais que podem promover o desenvolvimento econômico. Nesse sentido, verifica-se que a exportação e o Investimento Estrangeiro Direto (IED) são formas alternativas de fluxos, que envolvem tanto uma relação de substituição quanto de complementariedade. O IED e a exportação, com relação à empresa do país que produz o bem ou serviço, estão associadas à seguinte ideia:
O Balanço de Pagamentos consiste no registro contábil dos pagamentos efetuados entre os agentes residentes e os não residentes em determinado país. Na estrutura básica do Balanço de Pagamentos, o fluxo de renda que reflete a integração de estrangeiros em mercados de trabalho doméstico e vice-versa denomina-se:
Na Teoria do Comércio Internacional, há uma proposição teórica que enfatiza diferenças na dotação ou estoque de fatores de produção como a principal determinante das vantagens comparativas no comércio internacional, e busca explicitamente explicar a composição dos fluxos de comércio. Essa relação denomina-se:
A existência de economias de escala está associada à existência de retornos não constantes de escala, que é um dos pilares do modelo de vantagens comparativas. Quando cada firma pode obter custos médios mais baixos e se produz em escala crescente, está caracterizada a economia de escala que se denomina:
A possibilidade de os consumidores terem sua demanda influenciada por atributos distintos dos produtos permite analisar a diferenciação de produtos aparentemente homogêneos, mas que se distinguem por algum atributo específico. O tipo de diferenciação em que os consumidores privilegiam algum atributo associado à qualidade do produto denomina-se:
A âncora cambial oferece a gravitação da taxa de inflação no exterior. Há uma forma mais restrita de ancoragem cambial em que, diferente de outros regimes que combinam conversibilidade cambial e taxas de câmbio rígidas ou administradas, a credibilidade do compromisso de conversibilidade a taxas fixas é buscada com a manutenção de reservas externas, em geral em volume acima do valor correspondente de moeda em circulação. Esse tipo de ancoragem cambial denomina-se:
Uma instituição multilateral foi criada para ajudar na reconstrução das economias europeias afetadas pelo esforço de guerra. Até os anos 60, esta instituição concentrou suas atividades na provisão de recursos para o setor público dos países, financiando grandes projetos de infraestrutura. A partir de meados da década de 60, ela passou a se ocupar também de projetos nas áreas educacional, de desenvolvimento urbano e agrícola. Essa instituição denomina-se:
A aceleração inflacionária no final do ano anterior e início de 1986 levou ao lançamento do de um novo plano econômico em 28/02/1986. Esse plano definiu regras de conversão de preços e salários de modo que se evitassem efeitos redistributivos. O plano em questão denomina-se Plano:
Ainda no governo Itamar Franco foi concebido um plano econômico que partia do diagnóstico de que a inflação brasileira possuía um forte caráter inercial. Esse plano dividia o ataque ao processo inflacionário em três fases. A segunda fase correspondia a um novo sistema de indexação que visava simular os efeitos de uma hiperinflação (indexação diária), sem passar por seus efeitos, e corrigir os desequilíbrios de preços relativos. Trata-se do seguinte conceito que foi introduzido no ambiente econômico da época:
Os fundamentos macroeconômicos da economia brasileira foram deteriorando-se significativamente a partir de 1995. A grande perda de reservas verificada principalmente na crise russa, em 1998, o quadro recessivo, a elevada taxa de desemprego, a deterioração do saldo em conta corrente e a elevação da razão dívida pública/PIB tornaram cada vez mais aguda a crise. No início do 2º mandato de FHC, em janeiro de 1999, como resposta a esse quadro, ocorreu o seguinte fato relevante na economia brasileira:
No Brasil, antes de 1930, as indústrias existentes sugiram nas “franjas” da economia cafeeira, ou seja, de acordo com as necessidades de atender a um mercado consumidor incipiente, surgido com o processo de imigração e a renda dos trabalhadores ligados ao setor agrário-exportador. Na historiografia brasileira, duas correntes procuraram explicar a origem da indústria nesse período. Uma corrente afirmava que a indústria crescia justamente nos momentos de expansão da economia cafeeira. Nesses momentos, ocorria a expansão da renda e do mercado consumidor, por meio do aumento da massa salarial. Trata-se da corrente que se denomina:
Embora, rigorosamente, somente se possa afirmar que a demanda do bem X é elástica ou não em relação a seu preço a partir de uma comprovação empírica, existem algumas regras práticas atribuídas a Marshall que permitem uma avaliação a priori do valor da elasticidade-preço da demanda. Com relação à elasticidade-preço da demanda, quanto maior o grau de utilidade do produto para o consumidor, é possível dizer que:
Com relação às preferências do consumidor, o princípio de ordenação de preferências que afirma que a maior quantidade de um bem é sempre preferível à menor quantidade do mesmo, denomina-se:
A possibilidade, no longo prazo, do aumento da quantidade de todos os fatores de produção (capital, trabalho e outros) pressupõe que as empresas possam alterar inclusive o tamanho das suas instalações, ou seja, a escala das suas operações. Sendo assim, uma função de produção do tipo Y = m KbLa evidenciará retornos decrescentes de escala no caso em que:
Na Teoria do Consumidor, o comportamento da demanda por determinado bem pode ensejar uma classificação. No caso dos bens inferiores em que o efeito-renda suplanta o efeito substituição constata-se um tipo de bem que se denomina:
No longo prazo, o equilíbrio da firma no mercado de concorrência perfeita é dado pela igualdade entre o preço prevalecente no mercado e o custo marginal de produção. Além disso, a inexistência de barreiras à entrada de novas firmas no mercado faz com que esse equilíbrio necessariamente se dê no ponto em que:
Em regra, a receita marginal do monopolista é sempre menor do que o preço. Quando, em uma empresa industrial que opera em condições de monopólio, a receita marginal for igual ao custo marginal, ocorrerá a seguinte situação:


























