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Questão 1 de 5Q2380740Q2 da prova
Considere os trechos a seguir:
• ... há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes... (3o parágrafo)
• ... tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores. (4o parágrafo)
• É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais... (5o parágrafo)
Os termos destacados podem ser substituídos, preservando o sentido do contexto em que se encontram, por:
Os termos destacados podem ser substituídos, preservando o sentido do contexto em que se encontram, por:
Leia o Texto I a seguir para responder às questões 01 a 07:
Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, é possível imaginar o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola como um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.
Pois sabe-se, agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Apenas 45% desses alunos afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, 56% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos.
Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão marcada por contextos de violência, bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo com base em dados do Atlas da Violência 2024. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, motivado também pela falta de interesse.
O Brasil ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para os alunos. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.
A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudar-lhes no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.
(Estadão, “Um país de escolas inseguras não tem futuro”. 15.09.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
O trecho do texto em que a palavra destacada está empregada em sentido próprio é:
Leia o Texto I a seguir para responder às questões 01 a 07:
Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, é possível imaginar o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola como um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.
Pois sabe-se, agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Apenas 45% desses alunos afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, 56% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos.
Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão marcada por contextos de violência, bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo com base em dados do Atlas da Violência 2024. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, motivado também pela falta de interesse.
O Brasil ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para os alunos. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.
A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudar-lhes no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.
(Estadão, “Um país de escolas inseguras não tem futuro”. 15.09.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada no trecho do texto caracteriza aquela a que se refere, assim como a expressão “boa e bem estruturada” caracteriza “instituição escolar”.
Leia o Texto I a seguir para responder às questões 01 a 07:
Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, é possível imaginar o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola como um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.
Pois sabe-se, agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Apenas 45% desses alunos afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, 56% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos.
Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão marcada por contextos de violência, bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo com base em dados do Atlas da Violência 2024. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, motivado também pela falta de interesse.
O Brasil ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para os alunos. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.
A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudar-lhes no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.
(Estadão, “Um país de escolas inseguras não tem futuro”. 15.09.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
O termo destacado em “se boa e bem estruturada” pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido do texto, por
Leia o Texto I a seguir para responder às questões 01 a 07:
Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. Sendo assim, é possível imaginar o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola como um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.
Pois sabe-se, agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8o e do 9o ano do Ensino Fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Apenas 45% desses alunos afirmam se sentir acolhidos pelos adultos dentro da escola, 56% consideram que os profissionais da escola respeitam e valorizam os alunos.
Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão marcada por contextos de violência, bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes. São dois longevos e mal resolvidos problemas da educação básica. No primeiro caso, registrem-se os relatos negativos apontados num estudo com base em dados do Atlas da Violência 2024. No segundo, há a flagrante dificuldade de conter o abandono escolar entre os adolescentes, motivado também pela falta de interesse.
O Brasil ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para os alunos. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.
A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudar-lhes no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.
(Estadão, “Um país de escolas inseguras não tem futuro”. 15.09.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/. Adaptado)
A opinião do garoto, no segundo quadrinho, corrobora a seguinte afirmação do Texto I: