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Prova Cuidador Social - Pref. São José do Ouro/RS
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Questão 1 de 27 Q2264761 Q1 da prova
Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca. A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento. O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas. “Historicamente, o estereótipo do ‘ser homem’, associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem”, diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos. No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens. Fonte: Revista Planeta. Adaptado.

De acordo como texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

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Questão 2 de 27 Q2264764 Q2 da prova
Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca. A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento. O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas. “Historicamente, o estereótipo do ‘ser homem’, associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem”, diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos. No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens. Fonte: Revista Planeta. Adaptado.

A partir das informações apresentadas no texto, dentre os seguintes, assinalar o comportamento mais comum entre os homens.

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Questão 3 de 27 Q2264766 Q3 da prova
Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca. A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento. O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas. “Historicamente, o estereótipo do ‘ser homem’, associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem”, diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos. No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens. Fonte: Revista Planeta. Adaptado.

O quarto parágrafo do texto inicia com aspas duplas, que foram utilizadas para:

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Questão 4 de 27 Q2264767 Q4 da prova
Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca. A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento. O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas. “Historicamente, o estereótipo do ‘ser homem’, associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem”, diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos. No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens. Fonte: Revista Planeta. Adaptado.

No segundo parágrafo do texto, a palavra “delas”, sublinhada, faz referência a:

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Questão 5 de 27 Q2264769 Q5 da prova
Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca. A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento. O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas. “Historicamente, o estereótipo do ‘ser homem’, associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem”, diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos. No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens. Fonte: Revista Planeta. Adaptado.

No trecho “Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos”, o termo sublinhado foi utilizado para indicar que os homens:

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Questão 6 de 27 Q2264771 Q6 da prova
Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca. A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento. O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas. “Historicamente, o estereótipo do ‘ser homem’, associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem”, diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos. No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens. Fonte: Revista Planeta. Adaptado.

Em “Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

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Questão 7 de 27 Q2264773 Q7 da prova
Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca. A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento. O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas. “Historicamente, o estereótipo do ‘ser homem’, associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem”, diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos. No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens. Fonte: Revista Planeta. Adaptado.

Dentre as seguintes palavras retiradas do texto, assinalar aquela que possui mais consoantes, considerando todas as ocorrências, mesmo que repetidas.

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Questão 8 de 27 Q2264775 Q8 da prova
Homens adoecem mais e vivem menos do que as mulheres em quase todos os países, segundo uma revisão global da Universidade do Sul da Dinamarca. A pesquisa analisou marcadores de gênero em saúde em mais de 200 países, focando em hipertensão, diabetes e HIV/Aids. Os resultados mostram que homens têm taxas mais altas dessas doenças, morrem mais cedo por causa delas e procuram menos o sistema de saúde, tanto para diagnóstico quanto para tratamento. O estudo aponta fatores sociais e culturais como principais explicações para esse padrão. As normas de gênero, os comportamentos de risco e a associação entre doença e fragilidade ajudam a afastar os homens do cuidado com a saúde. Eles costumam fumar mais, negligenciar a prevenção e minimizar sintomas. “Historicamente, o estereótipo do ‘ser homem’, associado a fatores sociais, culturais, políticos e econômicos, causa impactos negativos na saúde do homem”, diz o médico de família e comunidade Wilands Patrício Procópio Gomes, do Einstein Hospital Israelita. Entre os exemplos destacados por Gomes, estão a ideia de que estar doente é sinônimo de fragilidade e a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e os eventuais sintomas, além do medo de diagnósticos. No Brasil, dados do IBGE refletem esse cenário. Em 2023, a expectativa de vida masculina era de 73,1 anos, contra 79,7 anos das mulheres, uma diferença de quase sete anos. Os homens também fazem menos consultas de rotina e são mais resistentes a exames preventivos e a tratamentos contínuos. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 82,3% das mulheres haviam ido ao médico no ano anterior, contra 69,4% dos homens. Fonte: Revista Planeta. Adaptado.

Assinalar a alternativa que apresenta uma palavra trissílaba.

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Questão 9 de 27 Q2264776 Q9 da prova

Em uma loja de eletrônicos, uma televisão está à venda por R$ 1.500,00. A loja oferece uma promoção especial na qual o cliente pode escolher entre um desconto de 15% sobre o valor original ou parcelar em 6 vezes sem juros. Considerando-se que um cliente escolheu a opção de parcelamento, assinalar a alternativa com o valor das parcelas.

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Questão 10 de 27 Q2264778 Q10 da prova

João tem 24 chocolates e quer ficar com, pelo menos, a metade deles para si e dividir o resto igualmente entre seus dois irmãos. Para que isso seja feito, João NÃO pode dar:

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Questão 11 de 27 Q2264780 Q11 da prova

Certa empresa possui um reservatório com capacidade máxima de 5.000L de água. Em certo dia, foram utilizados 1.298,76L de água. Supondo-se que o reservatório estava completamente cheio nesse dia, ao todo, qual a quantidade de água que sobrou no reservatório?

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Questão 12 de 27 Q2264788 Q15 da prova

Rodrigo está passeando de bicicleta. Ele sai da sua casa e percorre 10,54km até fazer uma pausa. Sabendo-se que para voltar para casa ele precisa percorrer mais 6,87km, qual a distância total percorrida por Rodrigo?

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Questão 13 de 27 Q2264790 Q16 da prova

Considerando-se as igualdades apresentadas, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. ( ) 10² = 2 x 10 ( ) 40 = 1 ( ) 2-1 = 1

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Questão 14 de 27 Q2264793 Q17 da prova

As conferências ambientais são reuniões em que líderes de diversos países debatem questões relacionadas à preservação do meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável. São exemplos de conferências ambientais já realizadas: I. Eco 92. II. Rio +20. III. BRICS. Está CORRETO o que se afirma:

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Questão 15 de 27 Q2264794 Q18 da prova

A Conferência das Nações Unidas sobre Direitos Humanos (Viena, 1993) reconheceu formalmente a violência contra as mulheres como uma das formas de violação dos direitos humanos. Desde então, os governos dos países -membros da ONU e as organizações da sociedade civil trabalham para a eliminação desse tipo de violência, que já é reconhecido também como um grave problema de ordem pública. No Brasil, a principal legislação criada para proteger as mulheres nesses casos é conhecida como:

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Questão 16 de 27 Q2264797 Q19 da prova

Com base na Constituição Federal, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE. Todos podem reunir -se _____________, _____ armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente.

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Questão 17 de 27 Q2264799 Q20 da prova

Segundo a Lei Orgânica do Município, é de competência do Município: I. Decretar suas Leis, expedir decretos e atos relativos aos assuntos de interesse local. II. Estabelecer normas de prevenção e controle do ruído, da poluição do meio ambiente, do espaço aéreo e das águas. III. Permitir ou fazer uso de estabelecimento gráfico, jornal, estação de rádio, televisão, serviço de alto falante ou qualquer outro meio de comunicação de sua propriedade, para propaganda político -partidária ou fins estranhos à administração. Está CORRETO o que se afirma:

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Questão 18 de 27 Q2264801 Q21 da prova

De acordo com a Lei Municipal nº 1.601/2002 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos, sobre a estabilidade, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. ( ) O servidor nomeado para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público adquire estabilidade ao completar um ano de efetivo exercício. ( ) É condição para a aquisição da estabilidade a avaliação do desempenho no estágio probatório. ( ) Relacionamento e eficiência são quesitos avaliados no desempenho do estágio probatório.

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Questão 19 de 27 Q2264803 Q22 da prova

De acordo com a Lei Municipal nº 1.601/2002 − Regime Jurídico dos Servidores Públicos, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE. ____________ é o deslocamento do servidor de uma para outra repartição e poderá ocorrer a pedido do servidor ou de ofício, no interesse da administração.

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Questão 20 de 27 Q2264804 Q23 da prova

De acordo com o disposto na Lei nº 8.069/1990 — Estatuto da Criança e do Adolescente, a atividade laboral em que as exigências pedagógicas relativas ao desenvolvimento pessoal e social do educando prevalecem sobre o aspecto produtivo é entendida como:

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Questão 21 de 27 Q2264807 Q24 da prova

Considerando a Lei nº 8.742/1993 — Lei Orgânica da Assistência Social — LOAS, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE. O _________ é a unidade pública de abrangência e gestão municipal, estadual ou regional, destinada à prestação de serviços a indivíduos e famílias que se encontram em situação de risco pessoal ou social, por violação de direitos ou contingência, que demandam intervenções especializadas da proteção social especial.

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Questão 22 de 27 Q2264808 Q25 da prova

O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) organiza-se em dois níveis de proteção social:

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Questão 23 de 27 Q2264811 Q26 da prova

Conforme a Lei nº 10.741/2003 — Estatuto da Pessoa Idosa, não estando a pessoa idosa em condições de proceder à opção pelo tratamento de saúde mais favorável, esta será feita: I. Pelo curador, quando a pessoa idosa for interditada. II. Pelos familiares, quando a pessoa idosa não tiver curador ou este não puder ser contactado em tempo hábil. III. Por qualquer profissional do hospital, quando ocorrer iminente risco de vida e não houver tempo hábil para consulta a curador ou familiar. Está CORRETO o que se afirma:

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Questão 24 de 27 Q2264813 Q27 da prova

De acordo com o Decreto nº 9.761/2019 — Política Nacional sobre Drogas, as políticas e as ações de prevenção devem estimular: I. A regulação do horário e dos locais de venda de drogas lícitas e a tributação de preços como fatores permissivos de consumo. II. A difusão da publicidade de drogas. Está CORRETO o que se afirma:

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Questão 25 de 27 Q2264815 Q28 da prova

Sobre a violência e a negligência contra crianças, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE. O enfrentamento da violência e da negligência contra crianças e adolescentes deve respeitar os princípios da ____________, da ____________ e da garantia dos direitos humanos, assegurando que toda intervenção preserve a dignidade e os direitos fundamentais desses indivíduos.

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Questão 26 de 27 Q2264817 Q29 da prova

O trabalho em grupo no contexto socioeducativo deve promover:

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Questão 27 de 27 Q2264819 Q30 da prova

A função protetiva da família está relacionada a:

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