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Prova Controlador Interno - Câmara de Princesa/SC
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Questão 1 de 33 Q1801811 Q1 da prova

No serviço público a garantia da correta aplicação dos recursos, a transparência na gestão e a confiança da sociedade nas instituições governamentais são fundamentais. Assinale a alternativa que refere-se ao cumprimento das leis, regulamentos, normas internas e boas práticas administrativas, garantindo que os agentes públicos atuem dentro dos princípios da legalidade e eficiência.

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Questão 2 de 33 Q1801812 Q2 da prova

A sindicância é um procedimento preliminar e investigativo utilizado na Administração Pública para apurar irregularidades funcionais e determinar a responsabilidade de servidores. Assinale a alternativa correspondente ao tipo de sindicância caracterizada por, além de investigar, poder resultar na aplicação direta de penalidades leves, como advertência e suspensão.

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Questão 3 de 33 Q1801814 Q3 da prova

Analise as afirmações abaixo sobre avaliação da eficiência e eficácia das ações governamentais. I. Os indicadores de desempenho são fundamentais para o controle social, pois possibilitam à população acompanhar e avaliar a aplicação dos recursos públicos e a execução das políticas governamentais. II. Indicadores de desempenho são utilizados exclusivamente para medir a eficiência das ações governamentais, sem considerar os resultados finais alcançados. III. A efetividade de uma ação governamental pode ser avaliada apenas pelos resultados quantitativos obtidos, sem a necessidade de considerar a qualidade desses resultados. A seguir, assinale a alternativa correta.

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Questão 4 de 33 Q1801817 Q4 da prova

A administração pública deve garantir a legalidade, moralidade e eficiência na atuação de seus agentes. Deste modo, existem mecanismos formais de apuração de irregularidades e responsabilização de servidores públicos. Assinale a alternativa correspondente ao procedimento formal e contraditório, utilizado para apuração e aplicação de penalidades mais graves a servidores públicos.

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Questão 5 de 33 Q1801819 Q5 da prova

Os poderes administrativos são instrumentos conferidos à Administração Pública para garantir o interesse coletivo. Assinale a alternativa correspondente ao poder administrativo caracterizado por permitir a delegação e avocação de competências, bem como a revisão e o controle dos atos administrativos praticados pelos subordinados, sempre respeitando os limites legais.

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Questão 6 de 33 Q1801821 Q6 da prova

A Prestação de Contas e a Tomada de Contas Especial (TCE) são mecanismos fundamentais para garantir a transparência e o correto uso dos recursos públicos. Quanto a procedimentos e requisitos, assinale a alternativa correspondente à periodicidade.

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Questão 7 de 33 Q1801823 Q7 da prova

Analise as afirmações abaixo sobre a Lei de Acesso à Informação − Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011. I. A Lei de Acesso à Informação garante o direito de qualquer cidadão obter informações de órgãos públicos, independentemente de justificativa, salvo as protegidas por sigilo legal. II. Os órgãos públicos não são obrigados a divulgar informações proativamente, apenas mediante solicitação formal dos cidadãos. III. Informações classificadas como sigilosas pela Administração Pública podem permanecer restritas indefinidamente, sem prazo máximo para reavaliação do sigilo. A seguir, assinale a alternativa correta.

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Questão 8 de 33 Q1801825 Q8 da prova

Os Artigos 37 ao 41 da Constituição Federal de 1988 tratam das normas constitucionais sobre a Administração Pública, estabelecendo princípios, regras e direitos dos servidores públicos. Analise as afirmações abaixo entre Verdadeiras (V) ou Falsas (F) com base nesses artigos: (__ ) Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis apenas a brasileiros natos, sendo vedado o ingresso de naturalizados, salvo em casos excepcionais previstos em Lei. (__ ) O princípio da impessoalidade impede que a Administração Pública crie programas institucionais que identifiquem os agentes públicos responsáveis por políticas e ações governamentais. (__ ) A Constituição estabelece a possibilidade de perda do cargo de servidor público estável por insuficiência de desempenho, desde que garantida a ampla defesa. (__ ) O teto remuneratório do serviço público aplica-se apenas aos servidores da União, não alcançando estados e municípios. Após análise, assinale a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.

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Questão 9 de 33 Q1801827 Q9 da prova

Para garantir a integridade das ações governamentais e controlar os riscos relacionados à gestão pública, existem diversas ferramentas e práticas que podem ser adotadas. Uma dessas ferramentas está atrelada à participação da sociedade no monitoramento da gestão pública por meio de audiências públicas, conselhos municipais e o uso de plataformas digitais para a denúncia de irregularidades. Assinale a alternativa correspondente.

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Questão 10 de 33 Q1801829 Q10 da prova

O processo de gestão de bens e patrimônio público envolve diversas atividades, como controle, fiscalização, inventário e definição das responsabilidades dos agentes públicos. A atualização periódica dos bens públicos, identificando sua localização, estado de conservação e responsável pelo uso, está relacionada a qual aspecto da gestão de bens e patrimônio público? Assinale a alternativa correspondente.

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Questão 11 de 33 Q1801831 Q11 da prova

O artigo 1º da Constituição Federal de 1988 estabelece os fundamentos do Estado Democrático de Direito no Brasil, garantindo princípios essenciais para a organização política e social do país. Dentre esses fundamentos, há um que está diretamente relacionado à proteção dos direitos fundamentais, assegurando que cada indivíduo seja tratado com respeito, tendo garantidos seus direitos básicos, independentemente de sua origem, crença ou condição social. Com base nessa informação, assinale a alternativa correta:

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Questão 12 de 33 Q1801833 Q12 da prova

O Controle na Administração Pública envolve a atuação integrada do controle interno, que assegura a conformidade e eficiência dentro dos órgãos públicos. Uma das ferramentas imprescindíveis é o plano de contas no setor público. Analise os itens abaixo entre Verdadeiros (V) ou Falsos (F) quais correspondem à importância do plano de contas no setor público. (__ ) Padroniza registros contábeis entre União, Estados e Municípios. (__ ) Restringe informações visando o controle para fiscalização das contas públicas. (__ ) Facilita a consolidação nacional das contas para atender às exigências legais e internacionais. (__ ) Permite um controle mais eficiente das receitas e despesas governamentais. A seguir, assinale a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.

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Questão 13 de 33 Q1801835 Q13 da prova

A Auditoria de Gestão Patrimonial visa avaliar a utilização, conservação e regularidade dos bens públicos, assegurando que estes estejam sendo geridos de forma adequada. Assinale a alternativa correspondente à ferramenta que envolve o monitoramento do uso dos bens públicos, como a frequência de utilização, os responsáveis pelo uso e as condições de trabalho.

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Questão 14 de 33 Q1801837 Q14 da prova

A elaboração de relatórios e pareceres consiste no processo de registrar, analisar e apresentar informações sobre as atividades de controle interno e auditoria. A respeito dos relatórios de auditoria e pareceres relacionados às atividades de controle interno e auditoria, assinale a alternativa correta:

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Questão 15 de 33 Q1801838 Q15 da prova

No contexto da administração pública, a revisão e emissão de pareceres sobre a regularidade dos processos de admissão de pessoal e demais procedimentos administrativos são fundamentais para garantir a eficiência da gestão pública. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

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Questão 16 de 33 Q1801842 Q17 da prova

Os princípios do Direito Administrativo tratam-se de diretrizes fundamentais que orientam a atuação da Administração Pública. Eles podem ser classificados em princípios expressos e implícitos. Assinale a alternativa correspondente ao princípio implícito que é derivado da doutrina e jurisprudência que afirma que o interesse coletivo deve prevalecer sobre interesses individuais.

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Questão 17 de 33 Q1801844 Q18 da prova

A Teoria dos Motivos Determinantes tem origem no Direito Administrativo e está relacionada ao controle dos atos administrativos. Assinale a alternativa correspondente à Teoria dos Motivos Determinantes.

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Questão 18 de 33 Q1801846 Q19 da prova

A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) - Lei Complementar nº 101/2000, estabelece requisitos para gastos públicos e transparência fiscal. A respeito dos requisitos para gastos públicos, é correto afirmar que: I. O governo não pode contrair dívidas para pagar despesas correntes, como salários e custeio da máquina pública. II. Os entes federativos podem realizar qualquer tipo de despesa pública sem necessidade de comprovação de receita correspondente ou planejamento prévio. III. A transparência fiscal é facultativa, e os governos podem decidir se divulgam ou não informações sobre receitas, despesas e endividamento público. Após análise, assinale a alternativa correta.

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Questão 19 de 33 Q1801848 Q20 da prova

A respeito da responsabilidade e fidúcia dos gestores públicos, analise as afirmações abaixo: I. Os gestores públicos são responsáveis pela guarda e uso adequado dos bens públicos, podendo ser responsabilizados financeiramente caso ocorram danos ou perdas devido a negligência em sua administração. II. A verificação de fidelidade funcional do gestor público envolve apenas a checagem de sua idoneidade, sem considerar sua capacidade de gestão e controle dos bens públicos sob sua responsabilidade. III. A responsabilidade fiduciária dos gestores públicos é limitada apenas ao controle físico dos bens, não envolvendo aspectos legais relacionados à sua aquisição e registro contábil. A seguir, assinale a alternativa correta.

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Questão 20 de 33 Q1801850 Q21 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

"Há uma massa de ar quente instalada na região" que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,

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Questão 21 de 33 Q1801852 Q22 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho. Com base na análise do fenômeno climático abordado no texto base, assinale a alternativa correta sobre os fatores que intensificam a onda de calor na região Sul do Brasil.

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Questão 22 de 33 Q1801854 Q23 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor. Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase,

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Questão 23 de 33 Q1801856 Q24 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

Esse movimento do ar "deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares". Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de predicado:

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Questão 24 de 33 Q1801858 Q25 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica "que há uma massa de ar quente instalada na região" que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. A expressão destacada trata-se de uma oração:

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Questão 25 de 33 Q1801860 Q26 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados "nos termômetros" "nos últimos dias". Sintaticamente, nesta frase, os termos destacados exercem a função respectivamente de:

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Questão 26 de 33 Q1801863 Q27 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor "se expandirá" para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil. A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:

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Questão 27 de 33 Q1801865 Q28 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, "pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá". A expressão destacada trata-se de uma oração:

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Questão 28 de 33 Q1801867 Q29 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar "os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí". De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é

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Questão 29 de 33 Q1801869 Q30 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30. O fenômeno por trás da onda de calor escaldante no Brasil A região Sul do Brasil vive a primeira grande onda de calor de 2025. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algumas áreas do Paraná estão sob alerta vermelho de grande perigo por causa dos recordes registrados nos termômetros nos últimos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), "as temperaturas máximas estão elevadas em grande parte do país, uma característica típica do verão". Em um alerta publicado em seu site, a empresa de meteorologia Climatempo prevê que a onda de calor se expandirá para as regiões Sudeste e Nordeste do Brasil, além de se prolongar no Sul por mais alguns dias. No entanto, para o Sudeste e o Nordeste, as condições climáticas atuais ainda não caracterizam uma onda de calor — algo que pode mudar nos próximos dias. De acordo com as definições da Organização Meteorológica Mundial, esse evento extremo acontece quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Segundo o relatório da Climatempo, o aumento acima das médias de temperatura deve acontecer entre doze e dezoito deste mês e poderá ultrapassar os 40°C em áreas de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí. A pesquisadora Marina Hirota, professora associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), explica que há uma massa de ar quente instalada na região que compreende o Sul do Brasil, o norte da Argentina e partes do Paraguai. "Essa massa de ar quente acompanha a subida de um ciclone extratropical, que passa muito longe do Brasil nessa época do ano", contextualiza ela. A especialista pontua que o tal ciclone extratropical não costuma chamar muita atenção no nosso país, pois seus efeitos são mais sentidos e comentados em locais como Estados Unidos e Canadá, onde eles causam nevascas e chuvas intensas em determinadas épocas do ano. Hirota entende que a onda de calor atual possui duas particularidades, além da maior intensidade da massa de ar quente. Aliado à intensidade da massa de ar quente, nós temos o fenômeno denominado "jatos de baixos níveis". Esse fenômeno é popularmente conhecido como "rios voadores", que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia, passam por Centro-Oeste e Sudeste, e desembocam na região do rio da Prata. "Junto às altas temperaturas, temos poucos ventos e uma grande umidade. Essa é uma receita para nosso corpo não conseguir suar adequadamente", acrescenta ela. A junção de todas essas coisas faz com que a sensação térmica suba ainda mais. Uma segunda particularidade da onda de calor, especialmente no Rio Grande do Sul, é a topografia da região. "Especialmente no litoral gaúcho, um vento sopra de oeste para leste. Ele sobe a serra e, ao descer novamente, causa seca e aquecimento", detalha a pesquisadora. "Esse movimento do ar deixa as temperaturas ainda mais altas em alguns lugares", complementa ela.

Esse fenômeno é popularmente conhecido como rios voadores, que descreve os grandes fluxos de umidade que vêm da Amazônia. De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

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Questão 30 de 33 Q1801871 Q31 da prova

O Brasil é um país com grande diversidade geográfica, e sua vegetação é uma das mais variadas do mundo. Um dos principais biomas do Brasil, responsável por grande parte da biodiversidade do país, é caracterizado por florestas tropicais densas e um clima quente e úmido. Qual é o bioma brasileiro mais extenso?

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Questão 31 de 33 Q1801875 Q33 da prova

Entre os itens abaixo, citamos os casos exclusivos em que é possível a perda de cargo de servidor público, segundo a Lei Orgânica de Princesa/SC: I. Em virtude de sentença judicial transitada em julgado. II. Mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. III. Mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa. IV. Em virtude da vontade imperativa da Câmara Municipal. Estão CORRETOS apenas:

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Questão 32 de 33 Q1801877 Q34 da prova

Segundo a Lei Orgânica de Princesa/SC, os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público______, para fins de concessão de acréscimos ulteriores, sob o mesmo título ou idêntico fundamento. Qual das alternativas abaixo completa corretamente a lacuna do texto?

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Questão 33 de 33 Q1801879 Q35 da prova

O conflito iniciado em outubro de 2023 entre Israel e o Hamas levou a população da Faixa de Gaza a enfrentar uma grave crise humanitária, tendo como um dos principais impactos:

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