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Prova Contador - Pref. Santa Cruz/PA
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Questão 1 de 38 Q1450087 Q1 da prova
Leia a crônica abaixo e responda da questão 1 à 5. Dicionários ambulantes Ana Elisa Ribeiro Assim que a gente começa o curso de Letras, algo muda ao redor, mesmo que ainda não mude em nós. Por mais que essa graduação não seja lá das mais prestigiosas ou financeiramente promissoras e que haja muito preconceito e desinformação sobre ela (e tantas outras), logo detectamos os comportamentos diferentes no entorno, especialmente porque, ao que parece, muita gente acha que os conhecimentos no campo das Letras vêm numa caçamba e são prontamente despejados sobre nossos tampos de crânio abertos. Não é assim em nenhum curso, menos ainda no nosso, mas vá lá. Alguns comportamentos que mudam têm relação com dicionários e gramáticas. Há uma visão comum – e errônea – de que: (a) pessoas de Letras se tornarão necessariamente professoras de português, talvez de inglês; (b) aprenderão gramática normativa e a aplicarão a torto e a direito; (c) saberão todas as palavras do dicionário de cor e salteado. Há outras conclusões que tiram por aí, mas, quanto a essas três citadas, já é possível afirmar que não para todas ou, pelo menos, que nem sempre . Muitas pessoas cursam Letras por outras razões, e não para serem professoras; há cursos que são bacharelados, e não licenciaturas; nem o curso de Letras dá jeito em gramática normativa e dicionários ambulantes. Não, não estou menosprezando os cursos de Letras; estou dizendo que o esforço para se tornar especialista em língua(s) e literatura(s) é maior do que apenas fazer a matrícula. Muitas vezes é inclusive maior do que sentar e ouvir aulas (a tal caçamba...). Uma pessoa vai se tornando boa no riscado à medida que entra nesse universo, lê, estuda, debate, assiste às aulas, conversa, frequenta outros cursos complementares, atua com gente mais experiente, aprende dentro e fora da universidade. E ela pode então se especializar em gramática normativa, geralmente com esforço adicional, porque normalmente nos formamos em linguística e literatura, que são ainda outras praias, sobre as quais, aliás, sabe-se pouco, fora dos muros das instituições de ensino superior. Desculpas Ocorre que, ali pelas primeiras semanas de aula, os familiares começam a perguntar o significado de palavras esdrúxulas, a vizinhança bate a campainha perguntando sobre regras gramaticais de rodapé, os amigos enviam e-mails que incluem “desculpe qualquer coisa”, esperando que façamos correções de redação nos textos do mundo inteiro, em qualquer circunstância. Certas pessoas até param de nos escrever, alegando medo ou vergonha: “Você vai reparar na minha escrita”. Outras pessoas, enquanto isso, aproveitam para, sem cerimônia, pedir a tal da “olhadinha”, que no mundo corporativo tem preço e prazo. O auge, talvez, seja a meia dúzia que deixa de escrever mensagens de zap e passa a mandar só áudio, algo pretensamente menos corrigível, mais fácil de escapar da fúria revisora dos/as estudantes de Letras. Não é assim que funciona, na vida real. Há uma ambivalência interessante aí. Ao mesmo tempo que o curso e as profissões a ele ligadas são pouco conhecidos e sofrem toda sorte de preconceito, sendo negativamente avaliados em termos de futuro, tecnologia, finanças e profissionais bem-sucedidos (de terninho moderno e carro do ano), há um respeito profundo pelas – talvez mesmo um medo das – pessoas que, em tese, dominam a língua, isto é, a escrita e a leitura, nesta ordem. Mesmo profissionais de áreas que precisam fazer pouco esforço para parecerem atrativas costumam gostar de se mostrar cultos/as, exibindo suas estantes nas lives e seus exemplares de capa dura nas fotos. As estantes às vezes são fake; e não apenas porque são de livros falsos, mas porque não foram lidas. Mas que o objeto ali atrás tem valor, ah, isso tem. Olhadinhas A professora de português se lasca em todas as circunstâncias: revisa de graça todos os documentos da escola, incluindo às vezes provas de outras matérias. É chamada para resolver casos omissos de vírgula e de concordância. Perde tempo explicando os usos dos porquês a vida inteira; dorme e acorda sendo vista como uma possível carrasca das redações alheias. Atualmente, pode ser cobrada também adivinhar o tema de redação do Enem. Como assim “não sabe”?! Não, não de um dia pro outro que se forma uma pessoa nas profissões que têm como objeto as línguas, literaturas e linguagens. Não é preciso ter medo, intimidar-se nas mensagens, envergonhar-se nas conversas. O sofrimento tem mão dupla, porque a pessoa de Letras é cobrada por escrever e falar com perfeição; nela, sim, pode ser que reparem o tempo todo, avaliando se parece ou não uma pessoa culta, letrada, que usa termos infrequentes e difíceis, se escreve as legendas dos filmes e das séries, mesmo sem ninguém pedir. Concurso Público - Santa Cruz 001/2024ENSINO SUPERIOR CONTADOR2 Nem lá, nem cá. O caminho é tortuoso. O esforço é grande. A paga é pouca para tanto trabalho. O preconceito se traveste de respeito, mas o que a gente precisa ter, mesmo, é coragem, dizia o seu João Rosa, em seu português de terceira margem. Fonte : Ribeiro, Ana Elisa. Nossa língua e outras encrencas: crônicas. São Paulo: Parábola, 2023.

Após ler a crônica de Ana Elisa Ribeiro, entendendo-a como um gênero narrativo que aborda criticamente um fato social, percebe-se que a autora não afirma que:

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Questão 2 de 38 Q1450089 Q2 da prova
Leia a crônica abaixo e responda da questão 1 à 5. Dicionários ambulantes Ana Elisa Ribeiro Assim que a gente começa o curso de Letras, algo muda ao redor, mesmo que ainda não mude em nós. Por mais que essa graduação não seja lá das mais prestigiosas ou financeiramente promissoras e que haja muito preconceito e desinformação sobre ela (e tantas outras), logo detectamos os comportamentos diferentes no entorno, especialmente porque, ao que parece, muita gente acha que os conhecimentos no campo das Letras vêm numa caçamba e são prontamente despejados sobre nossos tampos de crânio abertos. Não é assim em nenhum curso, menos ainda no nosso, mas vá lá. Alguns comportamentos que mudam têm relação com dicionários e gramáticas. Há uma visão comum – e errônea – de que: (a) pessoas de Letras se tornarão necessariamente professoras de português, talvez de inglês; (b) aprenderão gramática normativa e a aplicarão a torto e a direito; (c) saberão todas as palavras do dicionário de cor e salteado. Há outras conclusões que tiram por aí, mas, quanto a essas três citadas, já é possível afirmar que não para todas ou, pelo menos, que nem sempre . Muitas pessoas cursam Letras por outras razões, e não para serem professoras; há cursos que são bacharelados, e não licenciaturas; nem o curso de Letras dá jeito em gramática normativa e dicionários ambulantes. Não, não estou menosprezando os cursos de Letras; estou dizendo que o esforço para se tornar especialista em língua(s) e literatura(s) é maior do que apenas fazer a matrícula. Muitas vezes é inclusive maior do que sentar e ouvir aulas (a tal caçamba...). Uma pessoa vai se tornando boa no riscado à medida que entra nesse universo, lê, estuda, debate, assiste às aulas, conversa, frequenta outros cursos complementares, atua com gente mais experiente, aprende dentro e fora da universidade. E ela pode então se especializar em gramática normativa, geralmente com esforço adicional, porque normalmente nos formamos em linguística e literatura, que são ainda outras praias, sobre as quais, aliás, sabe-se pouco, fora dos muros das instituições de ensino superior. Desculpas Ocorre que, ali pelas primeiras semanas de aula, os familiares começam a perguntar o significado de palavras esdrúxulas, a vizinhança bate a campainha perguntando sobre regras gramaticais de rodapé, os amigos enviam e-mails que incluem “desculpe qualquer coisa”, esperando que façamos correções de redação nos textos do mundo inteiro, em qualquer circunstância. Certas pessoas até param de nos escrever, alegando medo ou vergonha: “Você vai reparar na minha escrita”. Outras pessoas, enquanto isso, aproveitam para, sem cerimônia, pedir a tal da “olhadinha”, que no mundo corporativo tem preço e prazo. O auge, talvez, seja a meia dúzia que deixa de escrever mensagens de zap e passa a mandar só áudio, algo pretensamente menos corrigível, mais fácil de escapar da fúria revisora dos/as estudantes de Letras. Não é assim que funciona, na vida real. Há uma ambivalência interessante aí. Ao mesmo tempo que o curso e as profissões a ele ligadas são pouco conhecidos e sofrem toda sorte de preconceito, sendo negativamente avaliados em termos de futuro, tecnologia, finanças e profissionais bem-sucedidos (de terninho moderno e carro do ano), há um respeito profundo pelas – talvez mesmo um medo das – pessoas que, em tese, dominam a língua, isto é, a escrita e a leitura, nesta ordem. Mesmo profissionais de áreas que precisam fazer pouco esforço para parecerem atrativas costumam gostar de se mostrar cultos/as, exibindo suas estantes nas lives e seus exemplares de capa dura nas fotos. As estantes às vezes são fake; e não apenas porque são de livros falsos, mas porque não foram lidas. Mas que o objeto ali atrás tem valor, ah, isso tem. Olhadinhas A professora de português se lasca em todas as circunstâncias: revisa de graça todos os documentos da escola, incluindo às vezes provas de outras matérias. É chamada para resolver casos omissos de vírgula e de concordância. Perde tempo explicando os usos dos porquês a vida inteira; dorme e acorda sendo vista como uma possível carrasca das redações alheias. Atualmente, pode ser cobrada também adivinhar o tema de redação do Enem. Como assim “não sabe”?! Não, não de um dia pro outro que se forma uma pessoa nas profissões que têm como objeto as línguas, literaturas e linguagens. Não é preciso ter medo, intimidar-se nas mensagens, envergonhar-se nas conversas. O sofrimento tem mão dupla, porque a pessoa de Letras é cobrada por escrever e falar com perfeição; nela, sim, pode ser que reparem o tempo todo, avaliando se parece ou não uma pessoa culta, letrada, que usa termos infrequentes e difíceis, se escreve as legendas dos filmes e das séries, mesmo sem ninguém pedir. Concurso Público - Santa Cruz 001/2024ENSINO SUPERIOR CONTADOR2 Nem lá, nem cá. O caminho é tortuoso. O esforço é grande. A paga é pouca para tanto trabalho. O preconceito se traveste de respeito, mas o que a gente precisa ter, mesmo, é coragem, dizia o seu João Rosa, em seu português de terceira margem. Fonte : Ribeiro, Ana Elisa. Nossa língua e outras encrencas: crônicas. São Paulo: Parábola, 2023.

No excerto “[...] os familiares começam a perguntar o significado de palavras esdrúxulas [...]”, retirado do texto de Ana Elisa Ribeiro, podemos, sem prejudicar o sentido do texto, substituir a palavra em destaque pelo seguinte sinônimo:

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Questão 3 de 38 Q1450090 Q3 da prova
Leia a crônica abaixo e responda da questão 1 à 5. Dicionários ambulantes Ana Elisa Ribeiro Assim que a gente começa o curso de Letras, algo muda ao redor, mesmo que ainda não mude em nós. Por mais que essa graduação não seja lá das mais prestigiosas ou financeiramente promissoras e que haja muito preconceito e desinformação sobre ela (e tantas outras), logo detectamos os comportamentos diferentes no entorno, especialmente porque, ao que parece, muita gente acha que os conhecimentos no campo das Letras vêm numa caçamba e são prontamente despejados sobre nossos tampos de crânio abertos. Não é assim em nenhum curso, menos ainda no nosso, mas vá lá. Alguns comportamentos que mudam têm relação com dicionários e gramáticas. Há uma visão comum – e errônea – de que: (a) pessoas de Letras se tornarão necessariamente professoras de português, talvez de inglês; (b) aprenderão gramática normativa e a aplicarão a torto e a direito; (c) saberão todas as palavras do dicionário de cor e salteado. Há outras conclusões que tiram por aí, mas, quanto a essas três citadas, já é possível afirmar que não para todas ou, pelo menos, que nem sempre . Muitas pessoas cursam Letras por outras razões, e não para serem professoras; há cursos que são bacharelados, e não licenciaturas; nem o curso de Letras dá jeito em gramática normativa e dicionários ambulantes. Não, não estou menosprezando os cursos de Letras; estou dizendo que o esforço para se tornar especialista em língua(s) e literatura(s) é maior do que apenas fazer a matrícula. Muitas vezes é inclusive maior do que sentar e ouvir aulas (a tal caçamba...). Uma pessoa vai se tornando boa no riscado à medida que entra nesse universo, lê, estuda, debate, assiste às aulas, conversa, frequenta outros cursos complementares, atua com gente mais experiente, aprende dentro e fora da universidade. E ela pode então se especializar em gramática normativa, geralmente com esforço adicional, porque normalmente nos formamos em linguística e literatura, que são ainda outras praias, sobre as quais, aliás, sabe-se pouco, fora dos muros das instituições de ensino superior. Desculpas Ocorre que, ali pelas primeiras semanas de aula, os familiares começam a perguntar o significado de palavras esdrúxulas, a vizinhança bate a campainha perguntando sobre regras gramaticais de rodapé, os amigos enviam e-mails que incluem “desculpe qualquer coisa”, esperando que façamos correções de redação nos textos do mundo inteiro, em qualquer circunstância. Certas pessoas até param de nos escrever, alegando medo ou vergonha: “Você vai reparar na minha escrita”. Outras pessoas, enquanto isso, aproveitam para, sem cerimônia, pedir a tal da “olhadinha”, que no mundo corporativo tem preço e prazo. O auge, talvez, seja a meia dúzia que deixa de escrever mensagens de zap e passa a mandar só áudio, algo pretensamente menos corrigível, mais fácil de escapar da fúria revisora dos/as estudantes de Letras. Não é assim que funciona, na vida real. Há uma ambivalência interessante aí. Ao mesmo tempo que o curso e as profissões a ele ligadas são pouco conhecidos e sofrem toda sorte de preconceito, sendo negativamente avaliados em termos de futuro, tecnologia, finanças e profissionais bem-sucedidos (de terninho moderno e carro do ano), há um respeito profundo pelas – talvez mesmo um medo das – pessoas que, em tese, dominam a língua, isto é, a escrita e a leitura, nesta ordem. Mesmo profissionais de áreas que precisam fazer pouco esforço para parecerem atrativas costumam gostar de se mostrar cultos/as, exibindo suas estantes nas lives e seus exemplares de capa dura nas fotos. As estantes às vezes são fake; e não apenas porque são de livros falsos, mas porque não foram lidas. Mas que o objeto ali atrás tem valor, ah, isso tem. Olhadinhas A professora de português se lasca em todas as circunstâncias: revisa de graça todos os documentos da escola, incluindo às vezes provas de outras matérias. É chamada para resolver casos omissos de vírgula e de concordância. Perde tempo explicando os usos dos porquês a vida inteira; dorme e acorda sendo vista como uma possível carrasca das redações alheias. Atualmente, pode ser cobrada também adivinhar o tema de redação do Enem. Como assim “não sabe”?! Não, não de um dia pro outro que se forma uma pessoa nas profissões que têm como objeto as línguas, literaturas e linguagens. Não é preciso ter medo, intimidar-se nas mensagens, envergonhar-se nas conversas. O sofrimento tem mão dupla, porque a pessoa de Letras é cobrada por escrever e falar com perfeição; nela, sim, pode ser que reparem o tempo todo, avaliando se parece ou não uma pessoa culta, letrada, que usa termos infrequentes e difíceis, se escreve as legendas dos filmes e das séries, mesmo sem ninguém pedir. Concurso Público - Santa Cruz 001/2024ENSINO SUPERIOR CONTADOR2 Nem lá, nem cá. O caminho é tortuoso. O esforço é grande. A paga é pouca para tanto trabalho. O preconceito se traveste de respeito, mas o que a gente precisa ter, mesmo, é coragem, dizia o seu João Rosa, em seu português de terceira margem. Fonte : Ribeiro, Ana Elisa. Nossa língua e outras encrencas: crônicas. São Paulo: Parábola, 2023.

No excerto “[...] esperando que façamos correções de redação nos textos do mundo inteiro [...]”, retirado da crônica acima, percebe-se que o termo em destaque revela a presença da seguinte figura de linguagem:

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Questão 4 de 38 Q1450092 Q4 da prova
Leia a crônica abaixo e responda da questão 1 à 5. Dicionários ambulantes Ana Elisa Ribeiro Assim que a gente começa o curso de Letras, algo muda ao redor, mesmo que ainda não mude em nós. Por mais que essa graduação não seja lá das mais prestigiosas ou financeiramente promissoras e que haja muito preconceito e desinformação sobre ela (e tantas outras), logo detectamos os comportamentos diferentes no entorno, especialmente porque, ao que parece, muita gente acha que os conhecimentos no campo das Letras vêm numa caçamba e são prontamente despejados sobre nossos tampos de crânio abertos. Não é assim em nenhum curso, menos ainda no nosso, mas vá lá. Alguns comportamentos que mudam têm relação com dicionários e gramáticas. Há uma visão comum – e errônea – de que: (a) pessoas de Letras se tornarão necessariamente professoras de português, talvez de inglês; (b) aprenderão gramática normativa e a aplicarão a torto e a direito; (c) saberão todas as palavras do dicionário de cor e salteado. Há outras conclusões que tiram por aí, mas, quanto a essas três citadas, já é possível afirmar que não para todas ou, pelo menos, que nem sempre . Muitas pessoas cursam Letras por outras razões, e não para serem professoras; há cursos que são bacharelados, e não licenciaturas; nem o curso de Letras dá jeito em gramática normativa e dicionários ambulantes. Não, não estou menosprezando os cursos de Letras; estou dizendo que o esforço para se tornar especialista em língua(s) e literatura(s) é maior do que apenas fazer a matrícula. Muitas vezes é inclusive maior do que sentar e ouvir aulas (a tal caçamba...). Uma pessoa vai se tornando boa no riscado à medida que entra nesse universo, lê, estuda, debate, assiste às aulas, conversa, frequenta outros cursos complementares, atua com gente mais experiente, aprende dentro e fora da universidade. E ela pode então se especializar em gramática normativa, geralmente com esforço adicional, porque normalmente nos formamos em linguística e literatura, que são ainda outras praias, sobre as quais, aliás, sabe-se pouco, fora dos muros das instituições de ensino superior. Desculpas Ocorre que, ali pelas primeiras semanas de aula, os familiares começam a perguntar o significado de palavras esdrúxulas, a vizinhança bate a campainha perguntando sobre regras gramaticais de rodapé, os amigos enviam e-mails que incluem “desculpe qualquer coisa”, esperando que façamos correções de redação nos textos do mundo inteiro, em qualquer circunstância. Certas pessoas até param de nos escrever, alegando medo ou vergonha: “Você vai reparar na minha escrita”. Outras pessoas, enquanto isso, aproveitam para, sem cerimônia, pedir a tal da “olhadinha”, que no mundo corporativo tem preço e prazo. O auge, talvez, seja a meia dúzia que deixa de escrever mensagens de zap e passa a mandar só áudio, algo pretensamente menos corrigível, mais fácil de escapar da fúria revisora dos/as estudantes de Letras. Não é assim que funciona, na vida real. Há uma ambivalência interessante aí. Ao mesmo tempo que o curso e as profissões a ele ligadas são pouco conhecidos e sofrem toda sorte de preconceito, sendo negativamente avaliados em termos de futuro, tecnologia, finanças e profissionais bem-sucedidos (de terninho moderno e carro do ano), há um respeito profundo pelas – talvez mesmo um medo das – pessoas que, em tese, dominam a língua, isto é, a escrita e a leitura, nesta ordem. Mesmo profissionais de áreas que precisam fazer pouco esforço para parecerem atrativas costumam gostar de se mostrar cultos/as, exibindo suas estantes nas lives e seus exemplares de capa dura nas fotos. As estantes às vezes são fake; e não apenas porque são de livros falsos, mas porque não foram lidas. Mas que o objeto ali atrás tem valor, ah, isso tem. Olhadinhas A professora de português se lasca em todas as circunstâncias: revisa de graça todos os documentos da escola, incluindo às vezes provas de outras matérias. É chamada para resolver casos omissos de vírgula e de concordância. Perde tempo explicando os usos dos porquês a vida inteira; dorme e acorda sendo vista como uma possível carrasca das redações alheias. Atualmente, pode ser cobrada também adivinhar o tema de redação do Enem. Como assim “não sabe”?! Não, não de um dia pro outro que se forma uma pessoa nas profissões que têm como objeto as línguas, literaturas e linguagens. Não é preciso ter medo, intimidar-se nas mensagens, envergonhar-se nas conversas. O sofrimento tem mão dupla, porque a pessoa de Letras é cobrada por escrever e falar com perfeição; nela, sim, pode ser que reparem o tempo todo, avaliando se parece ou não uma pessoa culta, letrada, que usa termos infrequentes e difíceis, se escreve as legendas dos filmes e das séries, mesmo sem ninguém pedir. Concurso Público - Santa Cruz 001/2024ENSINO SUPERIOR CONTADOR2 Nem lá, nem cá. O caminho é tortuoso. O esforço é grande. A paga é pouca para tanto trabalho. O preconceito se traveste de respeito, mas o que a gente precisa ter, mesmo, é coragem, dizia o seu João Rosa, em seu português de terceira margem. Fonte : Ribeiro, Ana Elisa. Nossa língua e outras encrencas: crônicas. São Paulo: Parábola, 2023.

No que diz respeito à coesão e coerência, no excerto “[...] O sofrimento tem mão dupla, porque a pessoa de Letras é cobrada por escrever e falar com perfeição [...], é possível substituir, sem modificações linguísticas e prejuízo de sentido ao texto, a palavra em destaque por:

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Questão 5 de 38 Q1450094 Q5 da prova
Leia a crônica abaixo e responda da questão 1 à 5. Dicionários ambulantes Ana Elisa Ribeiro Assim que a gente começa o curso de Letras, algo muda ao redor, mesmo que ainda não mude em nós. Por mais que essa graduação não seja lá das mais prestigiosas ou financeiramente promissoras e que haja muito preconceito e desinformação sobre ela (e tantas outras), logo detectamos os comportamentos diferentes no entorno, especialmente porque, ao que parece, muita gente acha que os conhecimentos no campo das Letras vêm numa caçamba e são prontamente despejados sobre nossos tampos de crânio abertos. Não é assim em nenhum curso, menos ainda no nosso, mas vá lá. Alguns comportamentos que mudam têm relação com dicionários e gramáticas. Há uma visão comum – e errônea – de que: (a) pessoas de Letras se tornarão necessariamente professoras de português, talvez de inglês; (b) aprenderão gramática normativa e a aplicarão a torto e a direito; (c) saberão todas as palavras do dicionário de cor e salteado. Há outras conclusões que tiram por aí, mas, quanto a essas três citadas, já é possível afirmar que não para todas ou, pelo menos, que nem sempre . Muitas pessoas cursam Letras por outras razões, e não para serem professoras; há cursos que são bacharelados, e não licenciaturas; nem o curso de Letras dá jeito em gramática normativa e dicionários ambulantes. Não, não estou menosprezando os cursos de Letras; estou dizendo que o esforço para se tornar especialista em língua(s) e literatura(s) é maior do que apenas fazer a matrícula. Muitas vezes é inclusive maior do que sentar e ouvir aulas (a tal caçamba...). Uma pessoa vai se tornando boa no riscado à medida que entra nesse universo, lê, estuda, debate, assiste às aulas, conversa, frequenta outros cursos complementares, atua com gente mais experiente, aprende dentro e fora da universidade. E ela pode então se especializar em gramática normativa, geralmente com esforço adicional, porque normalmente nos formamos em linguística e literatura, que são ainda outras praias, sobre as quais, aliás, sabe-se pouco, fora dos muros das instituições de ensino superior. Desculpas Ocorre que, ali pelas primeiras semanas de aula, os familiares começam a perguntar o significado de palavras esdrúxulas, a vizinhança bate a campainha perguntando sobre regras gramaticais de rodapé, os amigos enviam e-mails que incluem “desculpe qualquer coisa”, esperando que façamos correções de redação nos textos do mundo inteiro, em qualquer circunstância. Certas pessoas até param de nos escrever, alegando medo ou vergonha: “Você vai reparar na minha escrita”. Outras pessoas, enquanto isso, aproveitam para, sem cerimônia, pedir a tal da “olhadinha”, que no mundo corporativo tem preço e prazo. O auge, talvez, seja a meia dúzia que deixa de escrever mensagens de zap e passa a mandar só áudio, algo pretensamente menos corrigível, mais fácil de escapar da fúria revisora dos/as estudantes de Letras. Não é assim que funciona, na vida real. Há uma ambivalência interessante aí. Ao mesmo tempo que o curso e as profissões a ele ligadas são pouco conhecidos e sofrem toda sorte de preconceito, sendo negativamente avaliados em termos de futuro, tecnologia, finanças e profissionais bem-sucedidos (de terninho moderno e carro do ano), há um respeito profundo pelas – talvez mesmo um medo das – pessoas que, em tese, dominam a língua, isto é, a escrita e a leitura, nesta ordem. Mesmo profissionais de áreas que precisam fazer pouco esforço para parecerem atrativas costumam gostar de se mostrar cultos/as, exibindo suas estantes nas lives e seus exemplares de capa dura nas fotos. As estantes às vezes são fake; e não apenas porque são de livros falsos, mas porque não foram lidas. Mas que o objeto ali atrás tem valor, ah, isso tem. Olhadinhas A professora de português se lasca em todas as circunstâncias: revisa de graça todos os documentos da escola, incluindo às vezes provas de outras matérias. É chamada para resolver casos omissos de vírgula e de concordância. Perde tempo explicando os usos dos porquês a vida inteira; dorme e acorda sendo vista como uma possível carrasca das redações alheias. Atualmente, pode ser cobrada também adivinhar o tema de redação do Enem. Como assim “não sabe”?! Não, não de um dia pro outro que se forma uma pessoa nas profissões que têm como objeto as línguas, literaturas e linguagens. Não é preciso ter medo, intimidar-se nas mensagens, envergonhar-se nas conversas. O sofrimento tem mão dupla, porque a pessoa de Letras é cobrada por escrever e falar com perfeição; nela, sim, pode ser que reparem o tempo todo, avaliando se parece ou não uma pessoa culta, letrada, que usa termos infrequentes e difíceis, se escreve as legendas dos filmes e das séries, mesmo sem ninguém pedir. Concurso Público - Santa Cruz 001/2024ENSINO SUPERIOR CONTADOR2 Nem lá, nem cá. O caminho é tortuoso. O esforço é grande. A paga é pouca para tanto trabalho. O preconceito se traveste de respeito, mas o que a gente precisa ter, mesmo, é coragem, dizia o seu João Rosa, em seu português de terceira margem. Fonte : Ribeiro, Ana Elisa. Nossa língua e outras encrencas: crônicas. São Paulo: Parábola, 2023.

Leia, a seguir, o trecho retirado do texto de Ana Elisa Ribeiro e analise, como verdadeiras ou falsas, as afirmativas a seu respeito. Uma pessoa vai se tornando boa no riscado à medida que entra nesse universo, lê, estuda, debate, assiste às aulas, conversa, frequenta outros cursos complementares, atua com gente mais experiente, aprende dentro e fora da universidade. I- Temos, nesse excerto, um período composto apenas por duas orações subordinadas; II- No que tange à conjugação, os verbos estão conjugados na terceira pessoa do singular do tempo presente do modo indicativo; III- O verbo “tornar” apresenta-se, nesse contexto, em uma das formas nominais do verbo: particípio; IV- O termo “à medida que” presente no período acima pode ser substituído, sem prejuízo de sentido ao texto, por “ao passo que”. Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:

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Questão 6 de 38 Q1450095 Q6 da prova

Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta uma oração subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo.

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Questão 7 de 38 Q1450097 Q7 da prova

Analise o uso da crase nas frases do quadro a seguir. I- À medida que estudo, fico mais seguro. II- Os frangos eram feitos à moda da casa imperial. III- Amanhã, chegarei à uma. IV- Dedicou-se à própria vida, esquecendo as outras pessoas que o rodeavam. Agora, como justificativa para o uso da crase , relacione as frases acima com os casos a seguir: 1- Diante de numeral indicando hora. 2- Locução conjuntiva proporcional com palavra feminina. 3- Antes de pronome demonstrativo feminino. 4- Locução prepositiva com palavra feminina. Após relacionar as frases e os casos apresentados, conclui-se que a alternativa correta é:

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Questão 8 de 38 Q1450098 Q8 da prova

Normalmente, na Língua Portuguesa, quando estão na ordem direta, os termos sintáticos da oração seguem, sequencialmente, a seguinte organização: sujeito, verbo, complemento e adjunto adverbial. Ciente disso, assinale, abaixo, a alternativa na qual os termos sintáticos da oração aparecem na ordem direta.

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Questão 9 de 38 Q1450099 Q9 da prova

Analise a concordância nominal nas frases presentes no quadro a seguir. I- A honestidade, o comprometimento, a empatia e o altruísmo, seu mestre os havia ensinado a ele. II- As carnes estão cada vez mais caras. III- Os alunos estão meio nervosos porque não conseguiram estudar. IV- Nossos times conquistaram vitórias relâmpago no fim do campeonato. Agora, como justificativa concordância nominal , relacione as frases acima com os casos a seguir: 1- Advérbios são invariáveis. 2- Não variam nunca os substantivos que se tornam adjetivos pelo contexto. 3- Na concordância entre pronome e substantivo, se houver mais de um substantivo de gêneros diferentes, fica o pronome no masculino plural. 4- Os adjetivos variam de acordo com o substantivo. Após relacionar as frases e os casos apresentados, conclui-se que a alternativa correta é:

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Questão 10 de 38 Q1450101 Q10 da prova

Assinale, abaixo, a alternativa cujo termo destacado, neste contexto, trata-se de um substantivo adjetivado.

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Questão 11 de 38 Q1450103 Q11 da prova

Para concorrer a uma vaga em curso de doutorado em Educação Matemática, cada aluno deve ter graduação em matemática e apresentar diploma de mestre. Com base nessa informação, podemos afirmar que:

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Questão 12 de 38 Q1450105 Q12 da prova

Assinale a alternativa que não descreve uma sentença lógica do diagrama abaixo:

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Questão 13 de 38 Q1450107 Q13 da prova

Sabe-se que se Letícia torce para o Cruzeiro, então Sabrina comprou uma blusa azul. Se Sabrina comprou uma blusa azul, Patrícia comprou uma calça cinza. Patrícia não comprou uma calça cinza, logo:

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Questão 14 de 38 Q1450108 Q16 da prova

A proposição p↔~p é exemplo de uma:

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Questão 15 de 38 Q1450110 Q17 da prova

Dada duas proposições, p e q, podemos dizer que a alternativa que corresponde a resolução da tabela-verdade para a coluna: p˅(q˄~q)↔p , é a seguinte:

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Questão 16 de 38 Q1450112 Q18 da prova

Todas as proposições a seguir são tautológicas, exceto na opção:

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Questão 17 de 38 Q1450113 Q19 da prova

Chamamos de ******** uma proposição composta em cuja tabela-verdade ocorrem, na última coluna, os valores lógicos V (verdade) e F (falsidade). A alternativa que substitui a lacuna (********) é a seguinte:

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Questão 18 de 38 Q1450115 Q20 da prova

Observe o padrão que determina a sequência lógica a seguir. Qual número ocupa o sexto termo dessa sequência? (2, 6, 12, 20, 30, ?, …)

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Questão 19 de 38 Q1450117 Q21 da prova

Dentro do contexto de Sistemas Operacionais, analise as seguintes afirmativas: I- No Linux, não é possível utilizar interfaces gráficas, sendo o sistema operacional restrito a uma interface de linha de comando. II- No Ubuntu, que é uma das distribuições mais populares do Linux, as extensões de arquivos funcionam da mesma forma que em outras distribuições Linux. III- Ubuntu, Fedora, Arch Linux e MacOS, são exemplos de algumas das distribuições do Linux. IV- Uma das principais diferenças entre o Windows e o Linux está em seus modelos de desenvolvimento e licenciamento. Estão corretas:

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Questão 20 de 38 Q1450118 Q22 da prova

Qual das seguintes afirmações descreve melhor o modo de navegação anônimo em um navegador da web?

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Questão 21 de 38 Q1450120 Q23 da prova

O equipamento de rede cuja principal funcionalidade é permitir que dispositivos sem fio se conectem a uma rede local com fio (LAN) usando Wi-Fi é o:

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Questão 22 de 38 Q1450122 Q24 da prova

Os serviços de armazenamento na nuvem oferecem aos usuários a capacidade de acessar, armazenar e compartilhar dados de forma conveniente e segura a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, proporcionando escalabilidade e flexibilidade para atender às necessidades de armazenamento em constante mudança. A respeito dos serviços de armazenamento de dados na nuvem, é INCORRETO afirmar:

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Questão 23 de 38 Q1450124 Q25 da prova

Basicamente, backup é uma cópia de segurança de dados importantes armazenados em um dispositivo ou sistema, geralmente em um local externo ou em um local separado do original. Existem diversos tipos de backup . Os principais são: completo, incremental e diferencial. Nesse contexto analise as seguintes afirmativas: I- O backup completo copia todos os arquivos, sem distinção. II- O backup incremental copia somente os arquivos modificados desde o último backup, independente do seu tipo. III- Pelo fato de copiar tudo, o processo do backup completo é mais lento. Em contrapartida, a restauração é mais simples, uma vez que não há distinção entre os arquivos. IV- O backup diferencial sempre substitui completamente o backup anterior, eliminando a necessidade de reter backups anteriores para fins de recuperação.Estão corretas:

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Questão 24 de 38 Q1450125 Q26 da prova

Os Objetivos, Diretrizes e Metas da Administração Pública são estabelecidos:

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Questão 25 de 38 Q1450127 Q27 da prova

Destinar parcela da receita de impostos para atender despesa com o pagamento de pessoal fere o princípio orçamentário:

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Questão 26 de 38 Q1450128 Q28 da prova

Os créditos suplementares e especiais somente poderão ser abertos se houver:

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Questão 27 de 38 Q1450130 Q29 da prova

Segundo as categorias econômicas, as receitas de Contribuições e de Alienação de Bens classificam- se, respectivamente, em:

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Questão 28 de 38 Q1450132 Q30 da prova

Os gastos com a construção de rodovias integram o grupo das despesas:

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Questão 29 de 38 Q1450134 Q31 da prova

O registro do empenho da despesa é realizado no sistema:

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Questão 30 de 38 Q1450135 Q32 da prova

As despesas classificadas de acordo com as categorias econômicas podem ser:

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Questão 31 de 38 Q1450137 Q33 da prova

O Resultado da Execução Orçamentária é demonstrado:

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Questão 32 de 38 Q1450139 Q34 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma variação patrimonial ativa:

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Questão 33 de 38 Q1450140 Q35 da prova

A inscrição de restos a pagar do exercício será evidenciada no balanço:

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Questão 34 de 38 Q1450142 Q36 da prova

O registro da baixa contábil de bens obsoletos será feito no sistema:

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Questão 35 de 38 Q1450144 Q37 da prova

As despesas que não provocam alteração da situação patrimonial são classificadas como:

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Questão 36 de 38 Q1450145 Q38 da prova

Segundo o Manual de Demonstrativos Fiscais – MDF, no que tange ao demonstrativo de riscos fiscais e providências, a gestão de riscos fiscais não se resume à elaboração do Anexo de Riscos Fiscais apenas, mas é composta por algumas funções necessárias. Com base nessa informação, assinale a alternativa que apresenta uma das funções necessárias.

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Questão 37 de 38 Q1450147 Q39 da prova

Sobre o PPA, assinale a alterativa incorreta:

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Questão 38 de 38 Q1450149 Q40 da prova

Sobre o processo orçamentário, é incorreto afirmar que:

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