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Prova Contador - Câmara de Mossâmedes/GO
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Questão 1 de 40 Q1484635 Q1 da prova
Leia o fragmento do romance “O Ateneu” e analise as afirmações a seguir: I – O romance “O Ateneu” é um repositório de referências, em geral negativas, ao colégio que tinha esse nome. As impressões do narrador, nesse trecho, referem-se às aulas de língua pátria, especificamente as de “gramática” e, interessantemente, denotam agrado e prazer. II – Quando se fala de gramática da língua, o primeiro tema que surge é o das unidades que a compõem e das classes que se estabelecem. Nesse fragmento, estão as três primeiras classes que costumam aparecer, quando se explicita o campo da gramática. III – Entram primeiro os adjetivos – sempre susceptíveis a referências mais avaliativas, mais conotadas. Depois entram os advérbios – sempre a serviço dos adjetivos e lembrados pela variedade dos elementos da classe. E, afinal, entram os substantivos, sempre dirigidos pela referência a criaturas. IV – Outros temas vêm à mente do narrador, e, muito significativamente, surge como desagradável, mas saborosa a lida com as “irregularidades” no funcionamento linguístico: os verbos irregulares e as exceções.

Sobre as afirmativas, marque a alternativa correta:

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Questão 2 de 40 Q1484637 Q2 da prova
Leia o fragmento do romance “O Ateneu” e analise as afirmações a seguir: I – O romance “O Ateneu” é um repositório de referências, em geral negativas, ao colégio que tinha esse nome. As impressões do narrador, nesse trecho, referem-se às aulas de língua pátria, especificamente as de “gramática” e, interessantemente, denotam agrado e prazer. II – Quando se fala de gramática da língua, o primeiro tema que surge é o das unidades que a compõem e das classes que se estabelecem. Nesse fragmento, estão as três primeiras classes que costumam aparecer, quando se explicita o campo da gramática. III – Entram primeiro os adjetivos – sempre susceptíveis a referências mais avaliativas, mais conotadas. Depois entram os advérbios – sempre a serviço dos adjetivos e lembrados pela variedade dos elementos da classe. E, afinal, entram os substantivos, sempre dirigidos pela referência a criaturas. IV – Outros temas vêm à mente do narrador, e, muito significativamente, surge como desagradável, mas saborosa a lida com as “irregularidades” no funcionamento linguístico: os verbos irregulares e as exceções.

Considere a ênfase nos elementos de comunicação e marque a alternativa que apresenta as funções de linguagem predominantes nesse texto:

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Questão 3 de 40 Q1484638 Q3 da prova
Leia o fragmento do romance “O Ateneu” e analise as afirmações a seguir: I – O romance “O Ateneu” é um repositório de referências, em geral negativas, ao colégio que tinha esse nome. As impressões do narrador, nesse trecho, referem-se às aulas de língua pátria, especificamente as de “gramática” e, interessantemente, denotam agrado e prazer. II – Quando se fala de gramática da língua, o primeiro tema que surge é o das unidades que a compõem e das classes que se estabelecem. Nesse fragmento, estão as três primeiras classes que costumam aparecer, quando se explicita o campo da gramática. III – Entram primeiro os adjetivos – sempre susceptíveis a referências mais avaliativas, mais conotadas. Depois entram os advérbios – sempre a serviço dos adjetivos e lembrados pela variedade dos elementos da classe. E, afinal, entram os substantivos, sempre dirigidos pela referência a criaturas. IV – Outros temas vêm à mente do narrador, e, muito significativamente, surge como desagradável, mas saborosa a lida com as “irregularidades” no funcionamento linguístico: os verbos irregulares e as exceções.

Considere os fragmentos do texto: “Entrei pela geografia como em minha casa”; “A seu turno a gramática abria-se como um cofre [...]”; “os amáveis substantivos! Voavam-me à roda, próprios e apelativos, como criaturinhas de alfenim alado”. O conectivo “como”, em todas essas ocorrências, apresenta a seguinte classificação:

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Questão 4 de 40 Q1484640 Q4 da prova
Leia o fragmento do romance “O Ateneu” e analise as afirmações a seguir: I – O romance “O Ateneu” é um repositório de referências, em geral negativas, ao colégio que tinha esse nome. As impressões do narrador, nesse trecho, referem-se às aulas de língua pátria, especificamente as de “gramática” e, interessantemente, denotam agrado e prazer. II – Quando se fala de gramática da língua, o primeiro tema que surge é o das unidades que a compõem e das classes que se estabelecem. Nesse fragmento, estão as três primeiras classes que costumam aparecer, quando se explicita o campo da gramática. III – Entram primeiro os adjetivos – sempre susceptíveis a referências mais avaliativas, mais conotadas. Depois entram os advérbios – sempre a serviço dos adjetivos e lembrados pela variedade dos elementos da classe. E, afinal, entram os substantivos, sempre dirigidos pela referência a criaturas. IV – Outros temas vêm à mente do narrador, e, muito significativamente, surge como desagradável, mas saborosa a lida com as “irregularidades” no funcionamento linguístico: os verbos irregulares e as exceções.

No texto em estudo, o Autor faz referência a quatro ramos da gramática normativa: etimologia, sintaxe, prosódia e ortografia. Analise as afirmações sobre o conceito de cada um deles:

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Questão 5 de 40 Q1484642 Q5 da prova
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias. Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações? Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor. Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?

Considere a leitura integral do texto “Rapidinho” e analise as informações a seguir sobre a temática do texto:

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Questão 6 de 40 Q1484643 Q6 da prova
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias. Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações? Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor. Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?

O texto “Rapidinho” enquadra-se no gênero artigo e sua tipologia textual de base é:

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Questão 7 de 40 Q1484645 Q7 da prova
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias. Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações? Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor. Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?

Considere o fragmento: “...por que não haveríamos de acelerar nossas ações?” . Marque a alternativa que apresenta o tempo e o modo verbal nos quais o verbo “haveríamos” está flexionado:

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Questão 8 de 40 Q1484647 Q8 da prova
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias. Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações? Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor. Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?

Analise o fragmento: “Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial?”. A palavra “exíguo” pode ser substituída, nesse contexto, sem prejuízo de sentido, por:

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Questão 9 de 40 Q1484648 Q9 da prova
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias. Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações? Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor. Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?

Considere os vocábulos abaixo e marque a alternativa cujas palavras são acentuadas pelo mesmo processo de acentuação gráfica:

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Questão 10 de 40 Q1484650 Q10 da prova
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias. Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações? Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor. Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?

Analise o fragmento: “ Devemos medir rigorosamente o tempo...” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical das palavras dessa frase:

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Questão 11 de 40 Q1484651 Q11 da prova

A quantidade de chuva mensal num determinado ano foi modelada pela função f(x) = 52 + 23 cos (6x – 18), x representa os meses de zero a 12 e f(x) a quantidade de chuva em milímetros. Nestas condições, a quantidade de chuva do mês que mais choveu foi?

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Questão 12 de 40 Q1484653 Q12 da prova

Uma aplicação financeira a juros compostos tem o seguinte comportamento (1000, 1100, 1210, ...). Nestas condições qual o valor da taxa de juros mensal utilizada e qual o valor do montante no sexto mês?

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Questão 13 de 40 Q1484655 Q13 da prova

A média aritmética de três números é igual 27 e média geométrica desses três números é 6. Qual o valor do maior dos números?

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Questão 14 de 40 Q1484656 Q14 da prova

Considere a função f(x)= 50x + 500, onde x representa os meses (0, 1, 2, 3, ...) e f(x) representa o valor do montante correspondente a cada mês de uma aplicação a juros simples. Qual seria a taxa de juros simples empregada nesta aplicação?

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Questão 15 de 40 Q1484658 Q15 da prova

Dado um cone e um cilindro, ambos com raio igual a 3 cm e altura igual a 3 cm. O cone é colocado dentro do cilindro de modo que seu vértice coincide com o centro da base superior do cilindro e sua base coincide com a base do cilindro. Qual o volume do sólido que fica entre o cilindro e o cone assim construído?

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Questão 16 de 40 Q1484659 Q16 da prova

Segundo o Regimento Interno da Câmara Municipal de Mossâmedes, a eleição da Mesa deverá observar as formalidades previstas em seu artigo 7º. De acordo com o referido artigo, será considerado eleito, a qualquer dos cargos da mesa, aquele que obtiver a maioria absoluta de votos. Se nenhum candidato obtiver a maioria absoluta de votos será realizada nova votação com os dois candidatos mais votados. Em caso de empate nesta segunda votação, quem será eleito?

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Questão 17 de 40 Q1484661 Q17 da prova

Segundo as informações fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE sobre a formação do município de Mossâmedes, qual figura histórica foi responsável por reerguer a aldeia que se tornou Mossâmedes em 1774?

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Questão 18 de 40 Q1484663 Q18 da prova

Considerando os dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, assinale, dentre as alternativas, qual era o salário médio mensal dos trabalhadores formais em Mossâmedes em 2022:

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Questão 19 de 40 Q1484665 Q19 da prova

De acordo com as disposições do Estatuto dos Servidores do Município de Mossâmedes, considere as seguintes situações diversas: I. Um servidor estável foi nomeado para um cargo de provimento efetivo em decorrência de concurso público e completou três anos de efetivo exercício no novo cargo. II. Um servidor ocupante de cargo em comissão foi demitido sem justa causa, mas requereu reintegração alegando que a demissão foi arbitrária. III. Um servidor aposentado por invalidez foi submetido a nova inspeção médica que constatou a inexistência da incapacidade que justificou a aposentadoria. Com base nas situações acima, assinale a alternativa correta:

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Questão 20 de 40 Q1484667 Q20 da prova

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Mossâmedes, marque a única alternativa INCORRETA sobre o imposto municipal sobre a transmissão “inter vivos” de bens imóveis:

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Questão 21 de 40 Q1484668 Q21 da prova

Uma determinada entidade pública municipal elaborou seu orçamento dispondo as dotações em uma estrutura dividida em dois níveis hierárquicos: Programa e Ações. Diante do exposto, as dotações orçamentárias da entidade pública municipal foram alocadas de acordo com a classificação:

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Questão 22 de 40 Q1484670 Q22 da prova

Um ente da federação atenderá o princípio orçamentário da universalidade quando na lei orçamentária anual, conter:

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Questão 23 de 40 Q1484672 Q23 da prova

Um determinado ente público possui uma dotação orçamentária insuficiente para atender a uma despesa na área da educação. Constatada a ocorrência de excesso de arrecadação, viabilizar-se-á o crédito através da abertura:

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Questão 24 de 40 Q1484673 Q24 da prova

Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) conterá:

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Questão 25 de 40 Q1484675 Q25 da prova

Considere os dados de um balanço financeiro de um ente público apresentados a seguir: I. saldo do exercício anterior: R$ 500,00. II. ingresso de receita orçamentária: R$ 125.000,00. III. ingresso de recebimento extraorçamentário: R$ 2.700,00. IV. dispêndio de despesa orçamentária: R$ 119.800,00. V. dispêndio de pagamento extraorçamentário: R$ 800,00. Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que apresenta o resultado financeiro do exercício evidenciado no Balanço Financeiro:

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Questão 26 de 40 Q1484677 Q26 da prova

O acréscimo patrimonial mensurado pelo custo, decorrente de uma aquisição de um terreno anexo à edificação do hospital municipal, deverá ser apresentado:

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Questão 27 de 40 Q1484678 Q27 da prova

Entende-se por superávit financeiro a diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro, conjugando-se, ainda, os saldos dos créditos adicionais transferidos e as operações de crédito a eles vinculadas. Tal definição exarada pela Lei nº 4.320 de 17 de março de 1964 possibilitou a criação do Indicador de Superavit Financeiro (ISF), cujo resultado pode ser avaliado:

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Questão 28 de 40 Q1484680 Q28 da prova

Para efeito de contabilização das variações patrimoniais aumentativas, a etapa o qual será reconhecida tal variação pelo regime de competência é:

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Questão 29 de 40 Q1484682 Q29 da prova

Em relação aos planos de benefícios sociais, uma entidade pública deve mensurar a responsabilidade (passivo) pelos benefícios sociais a partir do momento:

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Questão 30 de 40 Q1484684 Q30 da prova

A contabilização de um contrato por uma entidade pública como provisão, sendo a obrigação atual líquida de recuperações e reembolsos, deve ocorrer quando houver a ocorrência de:

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Questão 31 de 40 Q1484686 Q31 da prova

Uma entidade privada doou medicamentos para um hospital público municipal. O valor contábil do custo desses itens deve ser mensurado pelo:

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Questão 32 de 40 Q1484688 Q32 da prova

Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até o dia 31 de dezembro, distinguindo-se as processadas das não processadas. Os contribuintes que desejarem obter informações sobre a execução dos Restos a Pagar poderão consultar as seguintes demonstrações contábeis:

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Questão 33 de 40 Q1484690 Q33 da prova

A Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP) evidenciará as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicará o resultado patrimonial do exercício. Poderão ser objeto de apresentação em notas explicativas à DVP, ainda que seus valores não sejam relevantes:

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Questão 34 de 40 Q1484691 Q34 da prova

A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de exposição justificativa. Consideram-se recursos para o fim deste artigo, desde que não comprometidos:

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Questão 35 de 40 Q1484693 Q35 da prova

O documento que acompanhará a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e tem como objetivo demonstrar a avaliação dos passivos contingentes capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem, é denominado de:

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Questão 36 de 40 Q1484695 Q36 da prova

São elementos dos atos administrativos:

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Questão 37 de 40 Q1484697 Q37 da prova

Segundo o que está expresso na nova Lei de Licitações (14.133/21) é correto afirmar que:

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Questão 38 de 40 Q1484699 Q38 da prova

Qual das opções abaixo descreve corretamente o procedimento básico para compactar arquivos em um arquivo ZIP e, posteriormente, extrair o conteúdo no Windows?

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Questão 39 de 40 Q1484700 Q39 da prova

Qual das alternativas abaixo descreve corretamente uma prática recomendada para o gerenciamento eficaz de arquivos e pastas em um sistema operacional?

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Questão 40 de 40 Q1484702 Q40 da prova

Qual das alternativas abaixo descreve corretamente a diferença entre um navegador de internet e um serviço de busca na web?

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