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Prova Contador - Câmara de Caçapava/SP
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Questão 1 de 31 Q2090657 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.

Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana

Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?
Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.
O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações?
Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.
Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?

FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana. 15 dez. 2024. Disponível em .

Assinale a alternativa que corresponde às ideias apresentadas no texto “Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana”.

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Questão 2 de 31 Q2090659 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.

Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana

Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?
Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.
O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações?
Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.
Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?

FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana. 15 dez. 2024. Disponível em .

“O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana” No trecho acima, as palavras destacadas, na mesma ordem em que se encontram, são sinônimas de:

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Questão 3 de 31 Q2090661 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.

Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana

Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?
Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.
O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações?
Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.
Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?

FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana. 15 dez. 2024. Disponível em .

Assinale a alternativa em que a palavra destacada no trecho transcrito do texto está sendo empregada em sentido figurado.

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Questão 4 de 31 Q2090662 Q4 da prova

“(...) pela manhã dera logo as providências para que tudo voltasse aos seus eixos o mais depressa possível.” (O Cortiço, de Aluísio Azevedo) Mantendo-se o mesmo sentido, a expressão destacada no trecho anterior pode ser substituída adequadamente por:

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Questão 5 de 31 Q2090664 Q5 da prova

“No outro dia estava pior; tratei-me enfim, mas incompletamente, sem método, nem cuidado, nem persistência; tal foi a origem do mal que me trouxe à eternidade.” (Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis) Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita totalmente correta do trecho acima e sem alteração do seu significado básico original.

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Questão 6 de 31 Q2090666 Q6 da prova

“O céu de lá era de um azul(1) tão azul(2), mas tão azul que(3) contrastava com aquelas nuvens tão(4) branquinhas(5).” (A menina que desenhava, de Márcia Hazin) Assinale a afirmativa correta em relação ao emprego das palavras destacadas e identificadas por números no enunciado acima.

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Questão 7 de 31 Q2090669 Q8 da prova

Assinale a alternativa em que o sentido geral expresso pela forma do verbo “assistir” é diferente do sentido do mesmo verbo nas demais alternativas.

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Questão 8 de 31 Q2090679 Q14 da prova

A figura abaixo mostra uma sequência feita com palitos de fósforo:
Observe que o primeiro elemento da sequência foi feito com 3 palitos. Com quantos palitos será feito o 9° elemento da sequência?

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Questão 9 de 31 Q2090682 Q16 da prova

Em uma atividade prática para estudantes de medicina, o professor estabelece que todos os estudantes começarão com 10,0 pontos, e a cada erro cometido será subtraído 0,5 ponto da nota do estudante. Suponha que há 25 estudantes na turma e que a soma das suas notas foi 140 pontos, qual a média de erros por estudante nesta atividade?

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Questão 10 de 31 Q2090684 Q17 da prova

Observe o trecho:
“O Brasil tem 5 milhões de km2 de florestas, o que representa praticamente 60% de todo o território nacional. A rica biodiversidade do nosso País, que é o maior em área de florestas tropicais do mundo, tem grande importância social, econômica e ambiental para os brasileiros e o resto do mundo.”
Adaptado de: “Dados sobre florestas brasileiras são lançados em plataforma digital”.
Serviço Florestal Brasileiro. Disponível em: “https://www.gov.br/florestal/pt-br/”. Acesso em 03 de dezembro de 2024.
Com base no trecho, indique a área de todo território nacional do Brasil, aproximadamente, em milhões de km2:

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Questão 11 de 31 Q2090686 Q18 da prova

Em uma pesquisa, os entrevistados deveriam responder a duas perguntas, P1 e P2, com uma das respostas: ‘sim’ ou ‘não’.
P1: Você consome produtos da marca Alfa?
P2: Você consome produtos da marca Beta?
Identificou-se que 70% dos entrevistados responderam ‘sim’ à P1. Sabe-se também que 40% dos entrevistados responderam ‘sim’ à P2. Além disso, sabendo-se que 10% dos entrevistados responderam ‘não’ às duas perguntas, quantos por cento responderam ‘sim’ às duas perguntas?

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Questão 12 de 31 Q2090688 Q19 da prova

Dois corredores, A e B, correm em pistas circulares concêntricas de raios 50 m e 1200 cm, respectivamente. Se o corredor A der 6 voltas completas ao redor da sua pista, quantas voltas completas o corredor B deve dar, na sua respectiva pista, para percorrer o mesmo percurso total que o corredor A?

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Questão 13 de 31 Q2090699 Q26 da prova

Na contabilidade, há um grupo que representa uma obrigação presente da entidade, decorrente de eventos passados, cuja liquidação é esperada por meio da saída de recursos capazes de gerar benefícios econômicos. Indique a alternativa que classifica corretamente o grupo citado no enunciado:

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Questão 14 de 31 Q2090701 Q27 da prova

De acordo com a legislação vigente, na apuração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), quando adotado o regime de lucro real, presumido ou arbitrado, a parcela do lucro que exceder o valor de _____ pelo número de meses do respectivo período de apuração estará sujeita à incidência do adicional do imposto de renda à alíquota de dez por cento (10%). Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no enunciado a seguir:

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Questão 15 de 31 Q2090702 Q28 da prova

No âmbito da escrituração contábil, existe um método em que cada transação financeira é registrada em duas partes, uma no débito e outra no crédito, de modo a garantir o equilíbrio das contas. Marque a alternativa que corresponde ao nome desse método:

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Questão 16 de 31 Q2090706 Q30 da prova

Conforme a legislação societária brasileira, especificamente no que se refere às sociedades anônimas, assinale a alternativa correta sobre a fixação do capital social:

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Questão 17 de 31 Q2090709 Q32 da prova

Na legislação contábil atual, o comerciante tem a obrigatoriedade de manter livros contábeis devidamente escriturados. Um desses livros tem como finalidade assegurar a prática de uma contabilidade precisa e responsável. Sua principal função é registrar, de maneira cronológica, todas as movimentações financeiras e contábeis da empresa, devendo estar devidamente autenticado pelo órgão competente. Diante disso, o livro contábil a que o texto se refere é:

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Questão 18 de 31 Q2090711 Q33 da prova

A empresa Comercial XZ Ltda, adotou o regime de Lucro Presumido no início do exercício e, no primeiro mês, registrou uma receita bruta total de R$ 250.000,00. Sabendo que, nesse regime, a COFINS é apurada de forma cumulativa com alíquota de 3%, determine o valor da contribuição a ser recolhida no período:

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Questão 19 de 31 Q2090718 Q37 da prova

No âmbito da Contabilidade Aplicada ao Setor Público, as receitas são classificadas em diversas categorias para fins orçamentários e de gestão. Essa classificação é fundamental para compreender a origem e a destinação dos recursos públicos. Considerando a classificação das receitas em correntes e de capital, assinale a alternativa que apresenta APENAS receita corrente:

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Questão 20 de 31 Q2090721 Q39 da prova

É elaborado e encaminhado até quatro meses antes do encerramento do exercício financeiro do primeiro ano do mandato presidencial e orienta o planejamento orçamentário para os quatro anos subsequentes. O enunciado descreve:

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Questão 21 de 31 Q2090722 Q40 da prova

A Gestão Patrimonial é um conjunto essencial de atividades na administração pública, visando ao controle e à manutenção dos bens do Estado. Sua correta execução garante a transparência, a eficiência e a preservação do acervo público. Com base na descrição das atividades que compõem a Gestão Patrimonial, assinale a alternativa correta:

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Questão 22 de 31 Q2090724 Q41 da prova

A execução orçamentária corresponde à aplicação dos recursos autorizados no Orçamento Geral da União pelas unidades responsáveis, com o objetivo de concretizar as ações previstas. Esse processo compreende três fases distintas da despesa pública, que são:

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Questão 23 de 31 Q2090726 Q42 da prova

Com base no artigo 17 da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000), considera-se obrigatória de caráter continuado a despesa corrente que:

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Questão 24 de 31 Q2090727 Q43 da prova

De acordo com o artigo 169 da Constituição Federal de 1988, a despesa com pessoal ativo e inativo e pensionistas da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

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Questão 25 de 31 Q2090729 Q44 da prova

O objetivo principal da maioria das entidades do setor público, conforme os princípios da contabilidade aplicada ao setor público é:

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Questão 26 de 31 Q2090731 Q45 da prova

A Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos) trouxe importantes atualizações para as modalidades de licitação. Entre elas, o Pregão mantém seu papel central na aquisição de bens e serviços pelo poder público, sendo uma ferramenta essencial para a eficiência e economicidade. Com base na legislação vigente, especificamente no que tange à modalidade Pregão, assinale a alternativa correta:

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Questão 27 de 31 Q2090732 Q46 da prova

Segundo os princípios da contabilidade pública, a dívida fundada deve ser escriturada com individuação e especificações de forma que permita:

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Questão 28 de 31 Q2090734 Q47 da prova

A auditoria e outros trabalhos de asseguração utilizam uma série de procedimentos para obter evidência suficiente e apropriada, visando alcançar diferentes níveis de asseguração (razoável ou limitada). A escolha e combinação desses procedimentos dependem da natureza do trabalho e do objetivo de asseguração. Com base nos procedimentos típicos de auditoria, analise as alternativas a seguir e assinale aquela que NÃO representa um procedimento de obtenção de evidência utilizado para fins de asseguração:

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Questão 29 de 31 Q2090735 Q48 da prova

Considere a seguinte situação hipotética: em um processo de auditoria independente das demonstrações contábeis de uma empresa, o auditor enfrentou diversas limitações impostas pela administração, o que comprometeu significativamente sua capacidade de obter evidência de auditoria suficiente e apropriada. Diante disso, o auditor concluiu que não foi possível formar uma base razoável para expressar sua opinião. Nessa situação, conforme as normas brasileiras de auditoria, o auditor deverá fazer:

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Questão 30 de 31 Q2090737 Q49 da prova

Sobre o exercício do Poder Legislativo no âmbito municipal, assinale a alternativa correta:

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Questão 31 de 31 Q2090739 Q50 da prova

Durante uma sessão plenária na Câmara Municipal, estando ausentes os secretários, o procedimento correto a ser adotado pelo Presidente é:

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