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Prova Bombeiro Hidráulico - Câmara de Miracema/RJ
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Questão 1 de 27 Q1099293 Q1 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Considere a oração do texto “[...] voou sobre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu”. (3º§) Nela, há a conjunção coordenativa adversativa “mas” . A frase que possui uma conjunção de mesmo valor e que simboliza uma reescrita da oração sem modificar o sentido se dá em:

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Questão 2 de 27 Q1099294 Q2 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Releia o trecho: “[...] olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, virou-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo depois, em silêncio, uma receita.” (9º§). A presença do pronome oblíquo átono “a” é observada. Podemos afirmar que ele faz referência

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Questão 3 de 27 Q1099295 Q3 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Observam-se as palavras “estoicismo”, “consternado” e “inexpugnável”, nos 5º, 6º e 7º parágrafos, respectivamente. Assinale a alternativa em que as palavras estejam separadas silabicamente de forma correta de acordo com o padrão da Língua Portuguesa brasileira.

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Questão 4 de 27 Q1099296 Q4 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Observe os trechos: “– É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o que vou dizer ao pessoal?” (14º§). “Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentamente em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto.” (15º§). “Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia.” (16º§). É possível afirmar que os convidados do coronel reagiram à morte da tartaruga com

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Questão 5 de 27 Q1099297 Q5 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Tendo em vista as palavras “assassiná-la, prepará-la, cozinhá-la e comê-la” (4º§), sobre a sua acentuação, é correto afirmar que elas

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Questão 6 de 27 Q1099298 Q6 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Nos trechos “A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, [...] ” (7º§) e “nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva.” (8º§), os verbos “mergulhara” e “vira” estão flexionados no

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Questão 7 de 27 Q1099299 Q7 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

“A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, ond e o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas -vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: ‘É uma tartaruga genial’!” (5º§) Assinale, a seguir, os significados corretos das palavras “quelônio” e “co nvivas”, tendo em vista o contexto em que se encont ram empregadas.

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Questão 8 de 27 Q1099300 Q8 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

“Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio em uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou sobre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu.” (3º§) Assinale a alternativa que apresenta, a seguir, o antônimo de “ baloiçou” .

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Questão 9 de 27 Q1099301 Q9 da prova
A maior tartarugada… A maior tartarugada da América do Sul não houve. Ma s durante dois meses foi um acontecimento entre um grupo de sibaritas fim de semana que frequenta à tarde um bar do centr o. A tartaruga sonhava em câmera lenta na areia cálida das margens de um igarapé amazonense, sonhava com o mundo melhor de daqui a 200 anos, quando a pegaram e lhe torceram o destino. Foi encaixotada, baloiçou na correnteza de um rio e m uma igara frágil, tomou um avião em Belém, voou s obre as nuvens, como suas antepassadas lendárias, não para a festa do céu, mas para a panela de um coronel amigo meu. No bar, não se falava em outra coisa. Era uma sober ba tartaruga, volumosa, da raça mais nobre e saboro sa. Durante vários dias discutiu-se a melhor maneira de assassiná-la, prepa rá-la, cozinhá-la e comê-la. Entre os convidados do coronel, havia gente do norte, sequiosa de repetir um prato, e gente do sul e de M inas, que aguardava com alguma ansiedade o momento de prová-lo. A tartaruga desceu no aeroporto Santos Dumont, onde o coronel e dois íntimos dele foram levar as boas- vindas ao delicioso quelônio, seguindo para a residência do primeiro, n o Leblon. Aí, ela passou a esperar a morte com um e stoicismo estúpido. Alguns dos futuros convivas foram visitá-la pessoalmente e voltaram encantados: “É uma tartaruga genial”! A data do banquete foi marcada. Depois adiada. O qu e foi? O que houve? Ela anda meio triste, explicava o coronel consternado. Saudades da pátria, disse um paraense. Pressentimen to da morte, arriscou um sujeito romântico. A verdade é que a tartaruga não ia lá muito bem das pernas. Mergulhara em um quietismo exagerado, mesm o para um animal de sua espécie, recusava delicadamente qualquer ali mento, espichava o pescocinho mecânico, contemplava com desalento o mundo exterior, e voltava à solidão inexpugnável de sua c arapaça. Nunca se vira no mundo tartaruga tão introspectiva. Chamou-se às pressas um veterinário. Este chegou, d e óculos, com sua ciência também subjetiva, olhou a tartaruga nos olhos, como se lhe perguntasse discretamente a idade, viro u-a de barriga para cima, auscultou-a, redigindo d epois, em silêncio, uma receita. – Pode-se fazer alguma coisa por ela, doutor? – per guntou o coronel, pálido, mas disposto a saber toda a verdade. – Sinto dizer que ela vai muito mal – respondeu em tom frio o veterinário. – Sofre de arteriosclerose. Deve ser uma tartaruga em idade muito avançada. Suas túnicas arteriais dev em estar duras como pedras. – Bonito! – exclamou o coronel. – Como?! – interrogou o veterinário, achando que o dono da cliente aludira às palavras técnicas empreg adas por ele. – É que eu ia fazer um big almoço dela... Agora o q ue vou dizer ao pessoal? Em um sábado pela manhã, a tartaruga entrou lentame nte em pane e morreu. Teve um enterro comum de bich o morto. Mas no bar houve um momento de condolência, quando soubemos da infausta notícia. (Paulo Mendes Campos. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 18/11/2023.)

Tendo em vista o título do texto – “A maior tartarugada…”, o processo de formação da palavra “tartarugada” é:

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Questão 10 de 27 Q1099302 Q11 da prova

O sistema de numeração decimal utiliza o número 10 como base e os algarismos 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 são utilizados para contar unidades, dezenas e centenas, e assim sucessivamente. Em relação ao número 14.325, são feitas as afirmativas: I. O algarismo 5 representa 5 unidades. II. O algarismo 3 representa 3 dezenas. III. Este número é formado por 5 ordens e 2 classes. Está correto o que se afirma em

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Questão 11 de 27 Q1099303 Q12 da prova

No início do mês, Débora guardava R$ 260,46 em um cofre. Até o fim deste mês, ela precisou retirar R$ 66,50, para realizar um pagamento. Se essa foi a única movimentação financeira no mês, qual a quantia restante no cofre de Débora?

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Questão 12 de 27 Q1099305 Q14 da prova

Marinalva fez um bolo para seus quatro netos: André, Bruno, Carlos e Daniel. A tabela a seguir apresenta as frações do bolo que cada um comeu: Neto Fração André 1/5 Bruno 1/3 Carlos 1/4 Daniel 1/6 De acordo com a tabela, qual neto comeu a maior fatia do bolo?

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Questão 13 de 27 Q1099306 Q15 da prova

Dois irmãos são atletas e percorrem o mesmo percurso diariamente. Em determinado dia, o tempo gasto pelos dois irmãos para percorrer o percurso foi 1h 32min 45s e 1h 30min 35s. Qual a diferença entre os tempos gastos pelos dois irmãos?

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Questão 14 de 27 Q1099307 Q16 da prova

No mostruário de determinada cafeteria, há 6 pacotes de café que pesam 450 g cada um. No total, qual é o peso de todos os 6 pacotes?

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Questão 15 de 27 Q1099308 Q17 da prova

Para se aposentar em determinada cidade, são necessários 40 anos de contribuição. Ricardo trabalha nessa cidade e já contribuiu 1/8 da quantidade necessária de anos de contribuição. Com base nessas informações, quantos anos de contribuição ainda faltam para que Ricardo aposente?

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Questão 16 de 27 Q1099309 Q18 da prova

Durante o último almoço, Renata abriu um refrigerante com quantidade de 3 litros e o distribuiu totalmente em 8 copos, de forma que todos os copos tenham a mesma quantidade de refrigerante. Qual é a quantidade de refrigerante colocada em cada copo?

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Questão 17 de 27 Q1099310 Q20 da prova

Ao visitar uma igreja em sua cidade, Rosângela observou o número MDXXIII, escrito no sistema de numeração romano. Qual o número visto por Rosângela no sistema de numeração decimal?

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Questão 18 de 27 Q1099311 Q21 da prova
Governo Federal reforça política de Educação Inclusiva Serão mais de R$ 3 bilhões em ações para ampliar ac esso, permanência, participação e aprendizagem de estudantes em escolas comuns, além de formação de educadores. O governo federal lançou nesta terça-feira, 21 de n ovembro de 2023, o Plano de Afirmação e Fortaleciment o da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclus iva (PNEEPEI). A proposta faz parte da estratégia d e retomar as premissas originais dessa Política, que completou 15 anos em janeiro de 2023. (Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias. Acesso em: 28/11/2023. Adaptado.)

A educação é um direito constitucional garantido a todos os indivíduos, e a prática da educação inclusiva auxilia na garantia desse direito. Assinale a afirmativa que melhor define educação inclusiva.

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Questão 19 de 27 Q1099312 Q22 da prova
Câncer de próstata é uma das principais ameaças à saúde do homem Setenta e dois mil novos casos de câncer de próstata devem ser diagnosticados no Brasil até 2025. Esse é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele. Dados sobre a incidência da doença, consolidados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), também deixam claro que o principal fator de risco para esse adoecimento é a idade. Seis em cada 10 casos de câncer de próstata ocorrem em pacientes com mais de 65 anos, ao passo que é rara entre os mais jovens de até 40 anos. Outros fatores de risco para o câncer de próstata estão relacionados ao estilo de vida, por exemplo: dieta pouco saudável, sedentarismo, abuso de álcool e tabagismo. Além disso, a hereditariedade: homens com histórico familiar da doença devem ter atenção redobrada. (Disponível em: https://www12.senado.leg.br/institucional/sis/noticias-comum/. Acesso em: 19/11/2023.)

Sobre o câncer de próstata, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) São sintomas do câncer de próstata a presença de sangue na urina e a necessidade de urinar com mais frequência. ( ) Existem dois exames para o diagnóstico de câncer de próstata – PSA e toque retal, sendo recomendada a realização de apenas um deles para constatar a doença. ( ) A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens procurem se consultar com urologistas a partir dos trinta e cinco anos. A sequência está correta em

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Questão 20 de 27 Q1099313 Q23 da prova
Lampião: herói ou vilão? Algumas versões dizem que Lampião e seu bando teriam sido envenenados, outras que, na verdade, teriam morrido com 100 anos, em Minas Gerais. O mais provável é de que tenha sido morto a tiros por tropas policiais lideradas pelo coronel João Bezerra, no sertão sergipano. As cabeças de Lampião, seu par Maria Bonita, e de outros integrantes do bando foram arrancadas e expostas como prêmio. (Disponível em: https://cultura.uol.com.br/entretenimento/. Acesso em: 28/11/2023. Adaptado.)

Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, nasceu em Serra Talhada – Pernambuco. Visto por muitos como herói, Virgulino era procurado pela polícia devido à prática de diversos crimes. Tornou-se conhecido pela sua atuação no movimento cultural, político e social ligado à disputa por terras e à revolta contra a miséria no Nordeste conhecido como:

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Questão 21 de 27 Q1099314 Q24 da prova
Dezenas de bilhões ao ano em crime ambiental No Brasil, Colômbia e Peru, a estimativa é que o crime ambiental produza entre US$ 48 bilhões e US$ 120 bilhões ao ano e que 70% desse volume seja lavado. Delitos ambientais são a terceira atividade criminosa mais lucrativa do mundo, depois do tráfico de drogas e do contrabando. É difícil estimar o volume de recursos que movimentam, mas cifras de 2018 indicam entre US$ 110 bilhões e US$ 281 bilhões ao ano. (Disponível em: https://valor.globo.com/brasil/noticia/. Acesso em: 28/11/2023.)

Sabe-se que os crimes ambientais configuram as atitudes nocivas direcionadas ao meio ambiente, ultrapassando os limites estabelecidos por lei. O órgão federal responsável por fiscalizar irregularidades relacionadas ao meio ambiente é:

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Questão 22 de 27 Q1099315 Q25 da prova
Bônus de remoção de carbono: uma estratégia global contra as mudanças climáticas O Bônus de remoção de carbono está emergindo como uma importante ferramenta para o combate às mudanças climáticas. Esse conceito visa incentivar a redução das emissões de gases de efeito estufa e o sequestro de carbono, recompensando indivíduos, empresas e países que alcançam metas específicas para mitigar os efeitos do aquecimento global. Empresas que adotam medidas para mitigar suas emissões, como o plantio de árvores, financiamento de projetos de reflorestamento ou a implementação de práticas mais sustentáveis, estão contribuindo, significativamente, para a remoção de carbono. Quando essas ações superam as emissões, essas empresas ganham créditos de carbono, uma moeda ambiental que reflete suas contribuições positivas para o meio ambiente. (Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 29/11/2023. Adaptado.)

O sequestro de carbono é um processo importante no combate às mudanças climáticas e ao efeito estufa e consiste em remover o CO2

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Questão 23 de 27 Q1099316 Q26 da prova

Sabe-se que a Agenda 2030 da ONU é um plano de ação global, que reúne dezessete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Eles buscam promover um mundo melhor para todos os povos e nações. A ideia é de que estes objetivos sejam cumpridos até o ano de 2030. Sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, analise as afirmativas a seguir. I. Erradicar a pobreza. II. Educação de qualidade. III. Igualdade de gênero. IV. Energia limpa e acessível. Está correto o que se afirma em

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Questão 24 de 27 Q1099317 Q27 da prova

Considera-se droga qualquer substância utilizada para provocar mudanças nas sensações; no grau de consciência; e, no estado emocional de um indivíduo. Seu consumo, assim como os problemas sociais associados, varia de cultura para cultura. Contudo, é um senso comum que, ao não estabelecer um limite entre uma relação de uso eventual e uma relação de dependência, elas podem se tornar um problema entre o usuário, sua família e comunidade. Drogas que causam forte dependência e geram muitos danos à saúde são classificadas como ilícitas, ou seja, sua produção e comercialização são proibidas por lei. Já as drogas consideradas lícitas são aquelas que têm produção e comercialização permitidas. No Brasil, são consideradas drogas lícitas, EXCETO:

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Questão 25 de 27 Q1099318 Q28 da prova

As religiões de matrizes africanas são parte da diversidade religiosa do Brasil. Entre algumas dessas manifestações, que têm como referência a cultura trazida pelos africanos durante mais de 300 anos de escravidão, as religiões de matrizes africanas fazem parte da diversidade religiosa do Brasil. Desde sua chegada ao Brasil, os praticantes de religiões de matrizes africanas foram alvo de perseguições por manifestarem a sua fé. (Disponível em: https://brasil.un.org/. Acesso em: 29/11/2023.) NÃO apresenta uma religião de matriz africana:

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Questão 26 de 27 Q1099319 Q29 da prova

Sabe-se que uma adaptação cinematográfica ocorre quando uma obra literária é adaptada para uma mídia audiovisual, especificamente para o cinema. Em relação aos clássicos literários brasileiros que foram adaptados para o cinema, analise as afirmativas a seguir. I. Capitães de areia. II. O cortiço. III. O tempo e o vento. IV. Macunaíma. Está correto o que se afirma em

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Questão 27 de 27 Q1099320 Q30 da prova

Em um dos movimentos sociais mais marcantes do cenário político brasileiro – o “Diretas já”, manifestantes de várias cidades do país se mobilizaram

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