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Prova Biofarmacêutico - Pref. Divino das Laranjeiras/MG
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Questão 1 de 35 Q2260210 Q1 da prova

Dentre os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, expressos na Constituição Federal de 1988 e em sua lei orgânica – a Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990 – aquele que se relaciona à garantia de acesso à totalidade de ações e serviços de saúde é denominado:

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Questão 2 de 35 Q2260211 Q2 da prova

Sobre o funcionamento dos serviços privados de assistência à saúde, a assistência à saúde é livre _______________. Os serviços privados de assistência à saúde caracterizam-se pela atuação, por iniciativa própria, de profissionais liberais, legalmente habilitados, e de pessoas __________________ na promoção, proteção e recuperação da saúde.

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Questão 3 de 35 Q2260215 Q4 da prova

De acordo com a Lei nº 8.142/1990, que dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências, os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como:

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Questão 4 de 35 Q2260217 Q5 da prova

A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) é resultado da experiência acumulada por conjunto de atores envolvidos historicamente com o desenvolvimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), como movimentos sociais, usuários, trabalhadores e gestores das três esferas de governo. São princípios do SUS e da RAS a serem operacionalizados na Atenção Básica, EXCETO:

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Questão 5 de 35 Q2260218 Q6 da prova

No que tange a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, marque a alternativa INCORRETA:

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Questão 6 de 35 Q2260222 Q8 da prova

Em busca da concretização dos Princípios e Diretrizes do Sistema Único de Saúde, a experiência que preconiza o estabelecimento de vínculos entre profissionais de saúde e clientela, propondo mudanças na recepção do usuário, no agendamento das consultas e na programação da prestação de serviços, é conhecida como:

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Questão 7 de 35 Q2260223 Q9 da prova

O financiamento do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena é de responsabilidade:

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Questão 8 de 35 Q2260224 Q10 da prova

“É o conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.” A descrição anterior trata-se de:

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Questão 9 de 35 Q2260226 Q11 da prova

É um dos macro-componentes resultantes do consenso para a prática da Atenção Farmacêutica no Brasil?

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Questão 10 de 35 Q2260227 Q12 da prova

Na farmacoterapia, como é corretamente definido um Problema Relacionado com Medicamento (PRM)?

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Questão 11 de 35 Q2260229 Q13 da prova

Quais são alguns dos objetivos da Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT)?

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Questão 12 de 35 Q2260231 Q14 da prova

Considerando os princípios da Assistência Farmacêutica, conforme estabelecidos na Política Nacional de Medicamentos (Portaria GM n° 3916/98), qual das seguintes afirmações melhor define esse conceito para profissionais em Farmácia?

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Questão 13 de 35 Q2260232 Q15 da prova

Qual das seguintes opções representa uma estratégia recomendada para a implementação da assistência farmacêutica?

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Questão 14 de 35 Q2260234 Q16 da prova

Considerando os aspectos da segurança de medicamentos mencionados, qual das seguintes afirmações é correta em relação à farmacovigilância?

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Questão 15 de 35 Q2260236 Q17 da prova

Com base nas metas e ações estratégicas nacionais para prevenção e controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e Resistência Microbiana (RM) no período de 2021 a 2025, qual dos seguintes objetivos específicos está alinhado com a redução da incidência das IRAS a nível nacional?

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Questão 16 de 35 Q2260238 Q18 da prova

Qual das alternativas a seguir apresenta Ações Estratégicas para prevenir e controlar a disseminação de microrganismos multirresistentes prioritários nos serviços de saúde?

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Questão 17 de 35 Q2260239 Q19 da prova

Considerando a importância do estudo da segurança de medicamentos nos currículos de farmacologia, qual das seguintes opções reflete uma preocupação relacionada ao uso racional de medicamentos?

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Questão 18 de 35 Q2260241 Q20 da prova

Qual é o papel fundamental de uma Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) no contexto de saúde, com base em suas características gerais?

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Questão 19 de 35 Q2260243 Q21 da prova
Leia o texto a seguir.

Estações

Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.
Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos e cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.
Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um "Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.
Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.
O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Analisando o título do conto e o contexto em si, pode-se afirmar que “Estações”:

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Questão 20 de 35 Q2260244 Q22 da prova
Leia o texto a seguir.

Estações

Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.
Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos e cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.
Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um "Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.
Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.
O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Pode-se afirmar que o “trem da vida”, o qual se repete no texto:

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Questão 21 de 35 Q2260246 Q23 da prova
Leia o texto a seguir.

Estações

Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.
Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos e cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.
Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um "Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.
Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.
O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

O parágrafo que o narrador demonstra maturidade em que tem que assumir responsabilidades, pois ele não está mais só, pois nesse vagão em que ele está, há outros ligados a ele:

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Questão 22 de 35 Q2260248 Q24 da prova
Leia o texto a seguir.

Estações

Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.
Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos e cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.
Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um "Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.
Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.
O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

O último parágrafo é marca do por um desfecho em que o narrador se demonstra:

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Questão 23 de 35 Q2260249 Q25 da prova
Leia o texto a seguir.

Estações

Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.
Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos e cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.
Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um "Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.
Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.
O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Ao fazer referência a “Sabino em busca daquele menino no espelho”:

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Questão 24 de 35 Q2260251 Q26 da prova
Leia o texto a seguir.

Vazio

Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.
E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.

O tema global do conto é:

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Questão 25 de 35 Q2260252 Q27 da prova
Leia o texto a seguir.

Vazio

Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.
E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.

Analisando as palavras destacadas, pode-se afirmar que a repetição delas consiste em reforçar, quanto à vida da protagonista:

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Questão 26 de 35 Q2260254 Q28 da prova
Leia o texto a seguir.

Vazio

Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.
E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.

Pode-se afirmar que são características desse miniconto, EXCETO:

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Questão 27 de 35 Q2260256 Q29 da prova
Leia o texto a seguir.

Vazio

Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.
E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.

Atente para os conceitos a seguir. I. Frase é todo enunciado com sentido completo, podendo esta ser nominal ou verbal; II. Oração é todo enunciado em torno de um verbo, podendo ou não ter sentido; III. Período é toda frase verbal contendo uma ou mais orações, podendo este ser simples ou composto. Analisando o texto “Vazio”, pode-se afirmar que:

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Questão 28 de 35 Q2260257 Q30 da prova
Leia o texto a seguir.

Vazio

Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.
E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.

“E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.” Quanto ao termo destacado, temos:

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Questão 29 de 35 Q2260259 Q31 da prova
Leia o texto a seguir.

Amor proibido

Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica. Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.
Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.
Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............
Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.
Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

Ao omitir o nome do amado de Fernanda e afirmar que “Pobre não tem nome; tem apelido.” Os autores deixam subentendido, como um dos temas a serem inferidos:

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Questão 30 de 35 Q2260261 Q32 da prova
Leia o texto a seguir.

Amor proibido

Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica. Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.
Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.
Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............
Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.
Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

As expressões “ponto final” e “reticências” condizem com o contexto, respectivamente:

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Questão 31 de 35 Q2260263 Q33 da prova
Leia o texto a seguir.

Amor proibido

Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica. Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.
Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.
Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............
Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.
Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

“Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............” A palavra destacada exprime:

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Questão 32 de 35 Q2260264 Q34 da prova
Leia o texto a seguir.

Amor proibido

Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica. Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.
Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.
Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............
Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.
Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

“Todavia, foram vistos pelo irmão dela (...)” – O termo destacado exerce a função:

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Questão 33 de 35 Q2260266 Q35 da prova
Leia o texto a seguir.

Amor proibido

Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica. Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.
Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.
Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............
Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.
Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

“Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor”. A palavra destacada:

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Questão 34 de 35 Q2260268 Q36 da prova
Leia o texto a seguir.

Amor proibido

Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica. Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.
Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.
Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............
Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.
Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

“Quando a gente acha que tem todas as respostas (...)” A palavra destacada exprime:

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Questão 35 de 35 Q2260269 Q37 da prova
Leia o texto a seguir.

Amor proibido

Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica. Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.
Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.
Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............
Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.
Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

O pensamento de Veríssimo deixa subentendido, como sentido global:

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