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Prova Auxiliar Legislativo (Serviços Gerais) - Câmara de Farias Brito/CE
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Questão 1 de 8 Q1449147 Q1 da prova
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews . Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante. O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou nã o. Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas. Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum po nto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual. Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on -line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm aux ílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais. Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova fo rmação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?

(Concurso Farias Brito /2018) A palavra que substitui o termo em destaque sem alterar o sentido da frase abaixo, é: Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas .

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Questão 2 de 8 Q1449149 Q2 da prova
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews . Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante. O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou nã o. Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas. Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum po nto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual. Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on -line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm aux ílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais. Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova fo rmação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?

(Concurso Farias Brito /2018) Quando o autor diz que o mundo virtual tem “ Histórias e histórias” , afirma:

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Questão 3 de 8 Q1449151 Q3 da prova
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews . Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante. O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou nã o. Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas. Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum po nto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual. Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on -line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm aux ílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais. Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova fo rmação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?

(Concurso Farias Brito /2018) Uma leitura integral do texto nos permite inferir que:

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Questão 4 de 8 Q1449153 Q4 da prova
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews . Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante. O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou nã o. Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas. Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum po nto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual. Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on -line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm aux ílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais. Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova fo rmação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?

(Concurso Farias Brito /2018) Observe o fragmento, em seguida marque a opção em que aparece a mesma utilização do uso da vírgula: Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas.

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Questão 5 de 8 Q1449155 Q5 da prova
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews . Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante. O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou nã o. Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas. Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum po nto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual. Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on -line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm aux ílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais. Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova fo rmação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?

(Concurso Farias Brito /2018) Ainda sobre o texto, podemos dizer:

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Questão 6 de 8 Q1449157 Q6 da prova
O mundo virtual! - Crônica de Cearánews . Diferentes povos do mundo compartilham suas culturas, opiniões, curiosidades, gostos, sonhos, dúvidas, entre outras situações, no mundo virtual. Esse espaço é chamado, para os mais íntimos, de web. Os teóricos usam o termo de ciberespaço. Já a maioria da população reconhece o meio ou espaço por internet: Tá na internet. Vi na internet. Tirei na internet. Coloquei na internet. Mesmo com diferenças culturais, idiomas e fusos horários, bilhões de pessoas estão conectadas neste exato instante. O que fazem? Há milhões de possibilidades de coisas para se realizar e escolher. Uma perspectiva interessante é que as pessoas podem conversar, exteriorizar e existir virtualmente. Isso mesmo, existir virtualmente! Ter acesso à internet, trocar mensagens, fazer contatos, relações, perfis, hábitos; e produzir algo neste mundo nuvem é uma forma de viver e de ser lembrado pelos outros humanos, ou nã o. Ainda há uma parcela significativa da humanidade que não participa do mundo virtual. Mas o mundo virtual é uma ficção? Por isso é chamado de virtual? Pode ser, pode não ser. Nele há coisas reais e irreais. Há pessoas e personagens. História e histórias. É um mundo que às vezes parece paralelo, em outros momentos um mundo só. Todos os dias circulam pelas vias do mundo virtual: mensagens, fotos, vídeos, aplicativos, programas, comércios, sonhos e conversas. Todas essas trocas são reais. Alguém, de algum po nto do planeta, encaminhou, respondeu ou arquivou uma mensagem, por exemplo. Se este mundo virtual é real, temos identidades virtuais? Nossas atividades, relações, silêncios e posicionamentos moldam a nossa identidade virtual? Se a resposta for positiva, o mundo virtual colabora para a definição da identidade das pessoas e das organizações sociais no mundo não virtual. Seguindo este raciocínio, as pessoas estão escrevendo a sua própria história on -line. Em alguns casos, figuras públicas ou polêmicas têm aux ílio de seus seguidores, simpatizantes ou opositores. As narrativas são construídas pelas próprias pessoas em suas escolhas e por suas redes de contatos, preferências, de um modo geral. Nessas trocas também surgem estigmas e rótulos digitais. Como manter a vida neste mundo virtual cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)? Histórias ganham proporções gigantescas, pessoas se encontram, e fatos são criados. Caberá aos pais e à escola uma nova fo rmação que contemple orientações para as relações não virtuais e virtuais das pessoas? Afinal, onde fica o escritório da internet e quem tem a chave que acende e apaga a luz para conversarmos sobre tudo isso?

(Concurso Farias Brito /2018) O termo utilizado para identificar atitudes semelhantes às que estão expressas no quadro é: Como manter a vida neste mundo virtua l cheio de estigmas, linchamentos, aborrecimentos, preconceitos (espaço em que também se roubam identidades)?

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Questão 7 de 8 Q1449159 Q7 da prova

(Concurso Farias Brito /2018) O cinema brasileiro vem aos poucos conquistando espaço e reconhecimento internacional. Cidade de Deus e Tropa de Elite são representações desta nova era. O enfoque destes filmes é sobre quais aspectos da realidade brasileira:

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Questão 8 de 8 Q1449160 Q8 da prova

(Concurso Farias Brito /2018) O artesanato traz as marcas de cada cultura e, desse modo, atesta a ligação do homem com o meio social em que vive. Os artefatos são produzidos manualmente e costumam revelar uma integração entre homem e meio ambiente, identificável no tipo de matéria -prim a utilizada. O artesanato mais comum em Farias Brito é:

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