Provas para Download

Prova Auxiliar de Serviços Gerais - Pref. Alto Rio Novo/ES
Visualizar os arquivos PDF
Ver auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
Baixar gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-gerais.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 28 Q2297082 Q1 da prova
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 10: Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença. Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons. O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão. Havia canção parada no vinil, obrigando -nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K -7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca -fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível. Dávamos um desconto. Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias. Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária. Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar. Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas. Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”. Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular. Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente. Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores: — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado. Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar. Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela. No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia: — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor. Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade. Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão? Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa. Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).

No texto, o autor Fabrício Carpinejar descreve a “geração da imperfeição” como uma geração que:

Reportar Erro
Questão 2 de 28 Q2297084 Q2 da prova
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 10: Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença. Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons. O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão. Havia canção parada no vinil, obrigando -nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K -7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca -fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível. Dávamos um desconto. Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias. Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária. Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar. Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas. Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”. Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular. Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente. Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores: — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado. Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar. Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela. No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia: — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor. Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade. Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão? Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa. Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).

Analise as afirmativas a seguir sobre a visão do autor a respeito da fotografia digital e das selfies na atualidade: I. O autor acredita que a fotografia digital permite que as pessoas aproveitem melhor o momento, sem preocupação com o resultado. II. Para o autor, a obsessão pela perfeição nas selfies reflete uma mudança em relação à tolerância às falhas. III. A esposa do autor representa um perfil atual, mais exigente quanto à qualidade das fotos e ao controle sobre a imagem. É correto o que se afirma em:

Reportar Erro
Questão 3 de 28 Q2297085 Q3 da prova
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 10: Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença. Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons. O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão. Havia canção parada no vinil, obrigando -nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K -7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca -fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível. Dávamos um desconto. Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias. Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária. Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar. Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas. Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”. Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular. Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente. Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores: — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado. Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar. Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela. No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia: — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor. Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade. Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão? Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa. Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).

No trecho “Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo”, a palavra "anacrônica" refere-se à:

Reportar Erro
Questão 4 de 28 Q2297087 Q4 da prova
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 10: Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença. Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons. O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão. Havia canção parada no vinil, obrigando -nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K -7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca -fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível. Dávamos um desconto. Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias. Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária. Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar. Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas. Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”. Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular. Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente. Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores: — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado. Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar. Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela. No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia: — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor. Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade. Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão? Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa. Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).

Sobre a relação do autor com sua esposa em relação à fotografia, pode -se afirmar que:

Reportar Erro
Questão 5 de 28 Q2297090 Q6 da prova

No trecho “Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas”, as palavras “decentes” e “nítidas” são __________ que concordam em gênero e número com “fotos”. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

Reportar Erro
Questão 6 de 28 Q2297092 Q7 da prova

Na frase “Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto”, o termo “ninguém” é classificado como:

Reportar Erro
Questão 7 de 28 Q2297093 Q8 da prova

Em “Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo”, a palavra “adepto” é um substantivo que está no gênero ________ e no número ________, podendo ser substituída, sem alterar o sentido expresso no texto, por _________. Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE e respectivamente, as lacunas acima?

Reportar Erro
Questão 8 de 28 Q2297095 Q9 da prova

Na frase “Minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente”, o sujeito da oração “Minha esposa jamais se mostra satisfeita” é:

Reportar Erro
Questão 9 de 28 Q2297097 Q10 da prova

Na palavra chave, identifique se há dígrafo:

Reportar Erro
Questão 10 de 28 Q2297100 Q12 da prova

Leia a frase abaixo e observe as palavras sublinhadas: "Maria encontrou uma casa muito bonita e levou seu elefante de brinquedo para lá." Das palavras sublinhadas, pode-se afirmar que:

Reportar Erro
Questão 11 de 28 Q2297102 Q13 da prova

Observe a palavra “flor” e assinale a alternativa correta sobre a presença de encontro consonantal:

Reportar Erro
Questão 12 de 28 Q2297105 Q15 da prova

Leia a frase: “O zelador limpou o corredor e organizou os materiais.” Qual é o tipo de predicado da primeira oração (“O zelador limpou o corredor”)?

Reportar Erro
Questão 13 de 28 Q2297107 Q16 da prova

Observe a sequência de letras abaixo: D – F – I – M – O – R – V – X – A – E – G – J – N – P – S – W Essa sequência segue uma lógica entre cada letra. Assinale a alternativa que apresenta as próximas três letras da sequência:

Reportar Erro
Questão 14 de 28 Q2297116 Q21 da prova

Sabe-se que uma caixa de cápsulas para máquinas de café possui peso de 120 gramas. Cada caixa possui 5 unidades de cápsulas iguais, e sabe-se que a embalagem sem as cápsulas pesa 20 gramas. Ainda, sabe-se que 1 quilograma é o mesmo que 1000 gramas. Nesse sentido, qual seria o peso de caixas de cápsulas suficientes para se obter 1 quilograma de cápsulas de café?

Reportar Erro
Questão 15 de 28 Q2297121 Q24 da prova

Sabe-se que existem dez diferentes números entre o número 1 e o número 10, considerando ambos números. O mesmo pode ser afirmado entre os números 11 e 20, considerando ambos esses números. Se forem somados todos os dez números de cada um desses intervalos, obtêm-se dois números como resultado. Qual alternativa apresenta a diferença entre o maior desses resultados e o menor desses resultados?

Reportar Erro
Questão 16 de 28 Q2297123 Q25 da prova

Uma fábrica produz placas metálicas quadradas, cada uma com lado medindo 5 centímetros. Um cliente realizou um pedido totalizando 8 metros quadrados de área. Sabendo que 1 metro quadrado equivale a 10.000 centímetros quadrados, determine quantas placas serão necessárias para completar o pedido.

Reportar Erro
Questão 17 de 28 Q2297125 Q26 da prova

Uma empresa realizou uma pesquisa para analisar as vendas de quatro produtos diferentes ao longo de um semestre. A tabela abaixo apresenta as quantidades vendidas em cada mês. MÊS PRODUTO A PRODUTO B PRODUTO C PRODUTO D Janeiro 120 150 80 50 Fevereiro 100 130 70 40 Março 140 160 90 60 Abril 160 170 110 70 Maio 180 190 130 90 Junho 200 210 150 100 Com base na tabela, qual das afirmações abaixo é correta sobre o comportamento das vendas ao longo dos meses?

Reportar Erro
Questão 18 de 28 Q2297128 Q28 da prova

Considere os seguintes conjuntos de números reais: • Conjunto A: números racionais positivos. • Conjunto B: números racionais negativos. • Conjunto C: formado pela união dos conjuntos A e B. Sobre os conjuntos acima, são feitas as afirmações a seguir: I. C é o conjunto dos números reais. II. C inclui o número zero. III. C inclui os números -4 e 4. Sobre as afirmações acima, podemos afirmar que:

Reportar Erro
Questão 19 de 28 Q2297132 Q30 da prova

Durante um evento, foram preparados 2.400 copos descartáveis para uso geral. No primeiro dia, utilizaram-se 875 copos. No segundo dia, foram usados 600 copos. No terceiro dia, os organizadores dividiram igualmente todos os copos restantes entre 5 setores do evento. Quantos copos cada setor recebeu no terceiro dia?

Reportar Erro
Questão 20 de 28 Q2297133 Q31 da prova

Sobre a higienização de áreas físicas em uma cozinha, é correto afirmar que: I. A limpeza deve ser feita apenas nas superfícies visíveis e de fácil alcance. II. Todas as superfícies, incluindo paredes, tetos, e pisos, devem ser regularmente higienizadas para evitar acúmulo de sujeira e possíveis contaminações. III. A higienização de tetos e paredes pode ser dispensada, desde que o chão esteja sempre limpo. Está(ão) CORRETA(S):

Reportar Erro
Questão 21 de 28 Q2297135 Q32 da prova

Na escolha dos materiais de limpeza, é essencial entender a finalidade de cada produto para garantir a eficiência da higienização. Assinale a alternativa correta.

Reportar Erro
Questão 22 de 28 Q2297139 Q34 da prova

Em relação ao controle de materiais de limpeza, analise as afirmativas a seguir: I. Manter um registro dos produtos em estoque ajuda a controlar o consumo e evita desperdícios. II. É dispensável verificar a data de validade dos produtos de limpeza, pois eles geralmente não perdem sua eficácia com o tempo. III. Os produtos devem ser armazenados em locais seguros, longe de alimentos, para evitar contaminações. Está(ão) CORRETA(S):

Reportar Erro
Questão 23 de 28 Q2297140 Q35 da prova

Sobre a limpeza de ralos e caixas de gordura, é correto afirmar que:

Reportar Erro
Questão 24 de 28 Q2297142 Q36 da prova

Na limpeza de vidraças e persianas, é importante:

Reportar Erro
Questão 25 de 28 Q2297143 Q37 da prova

A coleta de lixo adequada e segura no ambiente de trabalho inclui:

Reportar Erro
Questão 26 de 28 Q2297145 Q38 da prova

Assinale a alternativa correta sobre a limpeza de móveis e utensílios:

Reportar Erro
Questão 27 de 28 Q2297146 Q39 da prova

Sobre o armazenamento adequado de alimentos perecíveis, analise as afirmativas a seguir: I. Alimentos perecíveis devem ser armazenados em ambientes frescos e arejados para evitar a contaminação. II. Carnes e pescados precisam ser mantidos em temperatura refrigerada, pois estragam rapidamente em temperatura ambiente. III. Frutas e verduras devem ser armazenadas em locais secos e protegidos da luz. Está(ão) CORRETA(S):

Reportar Erro
Questão 28 de 28 Q2297148 Q40 da prova

Sobre o uso de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs), analise as afirmativas: I. EPCs como exaustores e tapetes antiderrapantes ajudam a manter a segurança e o conforto nos locais de trabalho. II. Os EPCs são substituídos pelo uso de EPIs e não têm função complementar no ambiente. III. O uso de EPCs é recomendado para evitar acidentes e proteger todos os trabalhadores. Estão CORRETAS:

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota