Provas para Download

Prova Auxiliar de Serviços Externos - Pref. Nova Erechim/SC
Visualizar os arquivos PDF
Ver auxiliar-de-servicos-externos.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-externos.pdf
Ver gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar auxiliar-de-servicos-externos.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-externos.pdf
Baixar gabarito.pdf
PDF
gabarito.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar auxiliar-de-servicos-externos.pdf
PDF
auxiliar-de-servicos-externos.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 32 Q2313800 Q1 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

Sobre a trajetória de Antônia Marina Faleiros, conforme o texto, é correto afirmar que:

Reportar Erro
Questão 2 de 32 Q2313802 Q2 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

Considerando o texto, analise as afirmativas: I. Antônia iniciou sua vida profissional ainda criança, trabalhando em um canavial no interior de Minas Ge- rais. II. Para estudar para concursos, Antônia utilizava materiais descartados, o que demonstra seu empenho diante das limitações financeiras. III. A juíza desenvolve projetos sociais atualmente, mas não acredita que sua história pessoal possa influenciar outras pessoas. IV. A morte do irmão Edésio é citada no texto como um acontecimento marcante e doloroso na vida da magistrada. Pode -se afirmar que:

Reportar Erro
Questão 3 de 32 Q2313803 Q3 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

Sobre a mensagem global que o texto transmite, é correto afirmar que:

Reportar Erro
Questão 4 de 32 Q2313805 Q4 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

A partir das informações do texto, é possível inferir que:

Reportar Erro
Questão 5 de 32 Q2313807 Q5 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

No trecho “ A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, a expressão “dar espaço para quem não tem espaço” emprega qual figura de linguagem?

Reportar Erro
Questão 6 de 32 Q2313808 Q6 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, o termo “superação” pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por:

Reportar Erro
Questão 7 de 32 Q2313809 Q7 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

No trecho “A vida lhe ensinou que é possível fazer di- ferente”, a palavra “lhe” desempenha qual função sin- tática?

Reportar Erro
Questão 8 de 32 Q2313811 Q8 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza”, a palavra “minha” pertence a qual classe de palavras?

Reportar Erro
Questão 9 de 32 Q2313813 Q9 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

No trecho do texto apresentado, qual das palavras abaixo contém um dígrafo?

Reportar Erro
Questão 10 de 32 Q2313815 Q10 da prova
Leia o texto e responda as dez questões que se se- guem De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua Com 12 anos, a menina Antônia Marina Falei- ros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um traba- lhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfren- tando o frio e o perigo da capital mineira. Para conseguir aprovação em seu primeiro con- curso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Mi- nas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeó- grafo onde eram feitas apostilas de um cursinho prepa- ratório. "Gosto de contar essa história para reaf irmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós pode- mos", se orgulha ela. A vida lhe ensinou que é possível fazer dife- rente . Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra An- tônia também desenvolveu um projeto voltado p ara o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua. Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mu- lher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonet e quando o veículo capotou.

No trecho “ A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu te- nho que dar espaço para quem não tem espaço”, a vír- gula após “de que” exerce qual função?

Reportar Erro
Questão 11 de 32 Q2313816 Q11 da prova

A charge apresenta a trajetória de Alexandre Souza em direção a um troféu. O recurso visual utilizado para representar essa jornada tem como objetivo principal:

Reportar Erro
Questão 12 de 32 Q2313818 Q12 da prova

A partir das imagens e dos textos presentes na charge, é possível inferir que:

Reportar Erro
Questão 13 de 32 Q2313820 Q13 da prova

Analise as afirmativas a seguir sobre a charge: I. O balão de fala com as palavras “EU... VOU... CON- SEGUIR!” revela determinação crescente do persona- gem. II. A mudança nos apoios (cadeira de rodas → andador → caminhar) simboliza gradação de autonomia. III. O troféu representa uma conquista exclusivamente material. IV. A expressão “UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO!” aponta para a intenção de valorizar o protagonista. Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmati- vas corretas.

Reportar Erro
Questão 14 de 32 Q2313821 Q14 da prova

Analisando a charge que apresenta Alexandre Souza progredindo da cadeira de rodas ao andador e, de- pois, à caminhada até alcançar um troféu, a mensa- gem central transmitida pela imagem é que:

Reportar Erro
Questão 15 de 32 Q2313823 Q15 da prova

A charge apresenta Alexandre Souza em três momen- tos distintos de deslocamento — cadeira de rodas, an- dador e caminhada independente — até alcançar um troféu. Considerando apenas os elementos não verbais, é correto afirmar que a:

Reportar Erro
Questão 16 de 32 Q2313825 Q16 da prova

Qual fração é equivalente a 3/5?

Reportar Erro
Questão 17 de 32 Q2313826 Q17 da prova

Quantos milímetros há em 7 centímetros?

Reportar Erro
Questão 18 de 32 Q2313827 Q18 da prova

Um capital de R$ 200 rende juros simples de 5% ao mês. Quanto rende em 2 meses?

Reportar Erro
Questão 19 de 32 Q2313833 Q21 da prova

Uma caixa tem: • Comprimento: 12 cm • Largura: 5 cm • Altura: 4 cm Qual é o volume?

Reportar Erro
Questão 20 de 32 Q2313836 Q23 da prova

Um ônibus saiu de uma cidade às 8h20. Chegou ao des- tino às 11h05. A passagem custou R$ 37,50 para cada um dos 12 passageiros. Nesse sentido, assinale a alter- nativa que apresenta o tempo de duração da viagem e a quanto o motorista arrecadou respectivamente.

Reportar Erro
Questão 21 de 32 Q2313838 Q24 da prova

Em uma prateleira, há 4 livros diferentes: Matemática (M), História (H), Ciências (C) e Geografia (G). Se o livro de Matemática precisa ficar sempre na primeira posição, quantas diferentes ordens podem ser forma- das com os outros três?

Reportar Erro
Questão 22 de 32 Q2313840 Q25 da prova

Um mercado vendeu 240 caixas de suco em um mês. Sabe -se que o número vendido na primeira quinzena correspondeu a x unidades, e na segunda quinzena correspondeu a 60% do valor da primeira. Qual o valor de x?

Reportar Erro
Questão 23 de 32 Q2313843 Q27 da prova

Uma equipe de técnicos precisa montar um conjunto de módulos eletrônicos. Sabe -se que: 4 técnicos, traba- lhando 6 horas por dia, montam 180 módulos em 5 dias. Agora, deseja -se montar 420 módulos em 7 dias, com cada técnico trabalhando 8 horas por dia. Sabendo que todos os técnicos possuem o mesmo ritmo de trabalho, quantos técnicos devem ser contratados para cumprir o novo objetivo?

Reportar Erro
Questão 24 de 32 Q2313845 Q28 da prova

Um pesquisador estava analisando o consumo de ener- gia de três aparelhos científicos. Ele observou que: • O Aparelho X consome 4 unidades de energia por hora. • O Aparelho Y consome 7 unidades de energia por hora, funcionando sempre o dobro do tempo do Aparelho X. • O Aparelho Z consome 11 unidades de energia por hora, funcionando sempre 3 horas a menos que a soma dos tempos dos aparelhos X e Y. • O consumo total registrado no experimento foi de 364 unidades de energia. Se o tempo de funcionamento do Aparelho X é repre- sentado por x, então o valor aproximado de x é:

Reportar Erro
Questão 25 de 32 Q2313852 Q32 da prova

Com relação aos fundamentos, poderes e objetivos da República Federativa do Brasil, assinale a alternativa correta.

Reportar Erro
Questão 26 de 32 Q2313853 Q33 da prova

Considerando as discussões internacionais a respeito da transição energética e da ampliação de cadeias pro- dutivas sustentáveis, infere -se que a

Reportar Erro
Questão 27 de 32 Q2313855 Q34 da prova

Um novo servidor tomou posse em um cargo efetivo da Prefeitura e iniciou seu estágio probatório. Segundo as regras previstas na lei municipal sobre avaliação de de- desempenho, esse período serve para verificar se o servi- dor tem condições de permanecer no carg o. Conforme a Lei Complementar 126/2019, assinale a alternativa correta.

Reportar Erro
Questão 28 de 32 Q2313857 Q36 da prova

O artista brasileiro Sérgio Mendes, falecido em setem- bro de 2024, foi um dos maiores responsáveis por levar a bossa nova para o cenário internacional, ajudando a difundir mundialmente elementos da cultura brasi- leira. Considerando a importância da música como ex- pressão cultural e instrumento de identidade nacional, é correto afirmar que:

Reportar Erro
Questão 29 de 32 Q2313859 Q37 da prova

Discute -se em todo o Brasil a importância da partici- pação cidadã na política. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.

Reportar Erro
Questão 30 de 32 Q2313860 Q38 da prova

À luz dos debates educacionais recentes, especialmente os relacionados à ampliação de competências digitais e ao impacto das tecnologias generativas no ensino, in- fere-se que:

Reportar Erro
Questão 31 de 32 Q2313862 Q39 da prova

Nos últimos anos, o Brasil tem enfrentado debates so- bre inflação, preço dos alimentos e custo de vida. Sobre a inflação, infere -se que:

Reportar Erro
Questão 32 de 32 Q2313864 Q40 da prova

Em 2024, Donald Trump foi eleito novamente presi- dente dos Estados Unidos. Analistas destacaram possí- veis efeitos desse resultado sobre a economia mundial. Diante desse cenário, assinale a alternativa correta.

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota