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Prova Auxiliar de Informática - Câmara de Sorriso/MT
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Questão 1 de 2 Q1345455 Q1 da prova
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 04.

Foi no final dos anos sessenta. Tenho certeza absoluta porque lembro de todo mundo amontoado na sala de visitas de nosso apartamento, a mãe estourando pipocas na cozinha, a tela da Philips tinindo em preto e branco e lá, na imagem em monocromo, o homem pisando na lua pela primeiríssima vez. A conquista do espaço tivera início, preconizava meu pai, e a mãe, parada na porta com o bacião cheiroso apoiado sobre a barriga, boquiaberta de ver o futuro acontecendo na própria sala, sequer atinava que as pipocas esfriavam. Nós, os filhos e as visitas, tampouco atinamos. Ver as coisas que ainda não eram sempre havia sido, e sempre seria, prerrogativa de meu pai. Naquela noite, eu, meus dois irmãos, os gêmeos do primeiro andar e Luiz, filho do zelador, fizemos planos, muitos, celebrando as coisas que haveriam de ser e que nós nem sabíamos quais seriam [...].
(MOSCOVICH, Cíntia. O reino das cebolas. Porto Alegre:L&PM, 2002.)

A cena familiar em que os participantes assistem pela TV ao homem pisar na lua pela primeira vez é narrada com _______________, pois o locutor/autor se faz presente (eu – nós), usa adjetivação (como absoluta e primeiríssima), faz referências dêiticas de tempo e espaço (como final dos anos sessenta, nosso apartamento), propondo-se como sujeito de seu texto.

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Questão 2 de 2 Q1345457 Q2 da prova
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 04.

Foi no final dos anos sessenta. Tenho certeza absoluta porque lembro de todo mundo amontoado na sala de visitas de nosso apartamento, a mãe estourando pipocas na cozinha, a tela da Philips tinindo em preto e branco e lá, na imagem em monocromo, o homem pisando na lua pela primeiríssima vez. A conquista do espaço tivera início, preconizava meu pai, e a mãe, parada na porta com o bacião cheiroso apoiado sobre a barriga, boquiaberta de ver o futuro acontecendo na própria sala, sequer atinava que as pipocas esfriavam. Nós, os filhos e as visitas, tampouco atinamos. Ver as coisas que ainda não eram sempre havia sido, e sempre seria, prerrogativa de meu pai. Naquela noite, eu, meus dois irmãos, os gêmeos do primeiro andar e Luiz, filho do zelador, fizemos planos, muitos, celebrando as coisas que haveriam de ser e que nós nem sabíamos quais seriam [...].
(MOSCOVICH, Cíntia. O reino das cebolas. Porto Alegre:L&PM, 2002.)

A figura do pai é apresentada pelo narrador como a pessoa da família que

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