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Prova Auxiliar de Apoio Administrativo - Pref. Mogi das Cruzes/SP
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Questão 1 de 17 Q1132975 Q1 da prova
Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03. (Charles M. Schulz. Snoopy. Assim é a vida, Charlie Brown. L&PM Pocket, 2007)

É correto afirmar que o humor da tira está ligado, principalmente, ao emprego que se faz da expressão:

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Questão 2 de 17 Q1132976 Q2 da prova
Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03. (Charles M. Schulz. Snoopy. Assim é a vida, Charlie Brown. L&PM Pocket, 2007)

O termo “melhor” (1o quadro) pertence à mesma classe gramatical que aquele destacado em:

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Questão 3 de 17 Q1132977 Q3 da prova
Leia a tira para responder às questões de números 01 a 03. (Charles M. Schulz. Snoopy. Assim é a vida, Charlie Brown. L&PM Pocket, 2007)

O trecho destacado em “Se você começar a entrar de cabeça, estaremos todos em apuros” (3o quadro) estabelece com o restante do período apresentado uma relação de

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Questão 4 de 17 Q1132978 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08. Como a especulação imobiliária altera a cidade “A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível. O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global. Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz. (Rafael Tonon. Revista Galileu , 29 de novembro de 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta uma definição de “gentrificação” que está de acordo com as informações do texto.

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Questão 5 de 17 Q1132979 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08. Como a especulação imobiliária altera a cidade “A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível. O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global. Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz. (Rafael Tonon. Revista Galileu , 29 de novembro de 2013. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que a gentrificação

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Questão 6 de 17 Q1132980 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08. Como a especulação imobiliária altera a cidade “A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível. O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global. Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz. (Rafael Tonon. Revista Galileu , 29 de novembro de 2013. Adaptado)

No contexto em que foi empregado, o termo “premente” (1o parágrafo) é sinônimo de

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Questão 7 de 17 Q1132981 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08. Como a especulação imobiliária altera a cidade “A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível. O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global. Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz. (Rafael Tonon. Revista Galileu , 29 de novembro de 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a inclusão de uma vírgula no trecho está em conformidade com a norma-padrão de pontuação.

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Questão 8 de 17 Q1132982 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 08. Como a especulação imobiliária altera a cidade “A gentrificação é o mal urbano da nossa era. É a questão mais premente hoje quando falamos em habitação e urbanismo”, diz o urbanista Alan Ehrenhalt, autor de A grande inversão e o futuro da cidade americana. Ehrenhalt estuda como as cidades vivem esse fenômeno urbano cada vez mais forte. Em inglês arcaico, “gentry” significa “de origem nobre”. Isso já dá uma ideia do que gentrificação expressa. Ela acontece quando um bairro ou uma região tem sua dinâmica alterada pela chegada de novos comércios ou empreendimentos imobiliários que trazem consigo a valorização do local e afetam a população que vive ali, que precisa de mais dinheiro para continuar morando onde sempre morou, o que nem sempre é possível. O resultado é a migração dessas pessoas para outras áreas e o fechamento dos comércios menores que resistiam por anos. Não há grande cidade que não tenha passado por um processo gentrificador em alguma região. Apesar de não ser fenômeno novo, ele se tornou mais relevante com a aceleração da economia global. Muitas vezes o processo é confundido com uma revitalização urbana, principalmente quando acontece de forma velada, gradativa. “A gentrificação sempre fez parte do processo da expansão das grandes cidades. Ela ocorre pelo interesse do setor privado, com a contribuição dos governos por meio de legislações de uso e ocupação do solo e o plano diretor dos municípios”, explica Luiz Kohara, do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, doutor pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP). Assim, empreendimentos ressaltam melhorias de acesso e segurança e shopping centers prometem gerar mais empregos na região. Tudo em nome de um bem para a população. “Mas quase sempre com medidas de curto prazo e sem preocupação com os efeitos coletivos, sistêmicos, de cada obra”, diz. (Rafael Tonon. Revista Galileu , 29 de novembro de 2013. Adaptado)

Foi reescrita em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase em:

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Questão 9 de 17 Q1132983 Q9 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 09 a 12. Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil. Levado ilegalmente da Bacia do Araripe, no Cariri, para a Alemanha há quase 30 anos, o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus voltou ao Brasil depois de uma disputa internacional pela sua posse, que contou com a mobilização da comunidade científica brasileira e internacional. Allyson Pinheiro, professor e diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, localizado em Santana do Cariri, celebrou o referencial simbólico do retorno do fóssil. “A vinda do Ubirajara jubatus ao Ceará é muito importante, muito significativa. É um símbolo de que os patrimônios dos territórios pertencem aos povos dos territórios e de que a ciência tem limites éticos a serem cumpridos”, pontuou o diretor. Além disso, ele também ressaltou que a relevância da medida vai além da ciência, respingando, inclusive, na economia. “Essa ação é um símbolo também para desenvolvimento desses territórios. Um dinossauro com essa repercussão tem um potencial de atrair um turismo diferenciado, influenciando o desenvolvimento, fazendo a roda da economia girar”, pontuou o professor. O Cariri possui um projeto de desenvolvimento territorial de mudanças das condições socioeconômicas locais por meio de objetos como o fóssil Ubirajara, que é um patrimônio paleontológico e geológico brasileiro. Desde 1942 a legislação brasileira determina que fósseis são patrimônio da União. Por isso, eles não podem ser comercializados. Para que saiam do País, é exigida uma autorização formal. A exportação é totalmente proibida para os exemplares de referência de novas espécies, os holótipos, caso do Ubirajara jubatus. Cientistas estrangeiros só podem coletar materiais biológicos ou minerais em território nacional se incluírem em seu trabalho pesquisadores brasileiros. (Isabella Campos. Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil e entregue ao Governo do Ceará . 12 de junho de 2023. Adaptado. Disponível em: https://www.ceara.gov.br/2023/06/12).

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o retorno do dinossauro Ubirajara jubatus ao Cariri

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Questão 10 de 17 Q1132986 Q12 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 09 a 12. Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil. Levado ilegalmente da Bacia do Araripe, no Cariri, para a Alemanha há quase 30 anos, o fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus voltou ao Brasil depois de uma disputa internacional pela sua posse, que contou com a mobilização da comunidade científica brasileira e internacional. Allyson Pinheiro, professor e diretor do Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, localizado em Santana do Cariri, celebrou o referencial simbólico do retorno do fóssil. “A vinda do Ubirajara jubatus ao Ceará é muito importante, muito significativa. É um símbolo de que os patrimônios dos territórios pertencem aos povos dos territórios e de que a ciência tem limites éticos a serem cumpridos”, pontuou o diretor. Além disso, ele também ressaltou que a relevância da medida vai além da ciência, respingando, inclusive, na economia. “Essa ação é um símbolo também para desenvolvimento desses territórios. Um dinossauro com essa repercussão tem um potencial de atrair um turismo diferenciado, influenciando o desenvolvimento, fazendo a roda da economia girar”, pontuou o professor. O Cariri possui um projeto de desenvolvimento territorial de mudanças das condições socioeconômicas locais por meio de objetos como o fóssil Ubirajara, que é um patrimônio paleontológico e geológico brasileiro. Desde 1942 a legislação brasileira determina que fósseis são patrimônio da União. Por isso, eles não podem ser comercializados. Para que saiam do País, é exigida uma autorização formal. A exportação é totalmente proibida para os exemplares de referência de novas espécies, os holótipos, caso do Ubirajara jubatus. Cientistas estrangeiros só podem coletar materiais biológicos ou minerais em território nacional se incluírem em seu trabalho pesquisadores brasileiros. (Isabella Campos. Fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é repatriado ao Brasil e entregue ao Governo do Ceará . 12 de junho de 2023. Adaptado. Disponível em: https://www.ceara.gov.br/2023/06/12).

Assinale a alternativa que substitui corretamente a expressão destacada em “mudanças das condições socioeconômicas locais por meio de objetos como o fóssil Ubirajara” (3o parágrafo)

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Questão 11 de 17 Q1132987 Q13 da prova
Leia a tira para responder às questões de números 13 e 14. (Fernando Gonsales. Níquel náusea. Disponível em: http://www.niquel.com.br/bau.shtml)

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que

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Questão 12 de 17 Q1132988 Q14 da prova
Leia a tira para responder às questões de números 13 e 14. (Fernando Gonsales. Níquel náusea. Disponível em: http://www.niquel.com.br/bau.shtml)

É correto afirmar que a forma verbal destacada no 2o quadro foi empregada para

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Questão 13 de 17 Q1132989 Q15 da prova
Leia a tira para responder às questões de números 13 e 14. (Fernando Gonsales. Níquel náusea. Disponível em: http://www.niquel.com.br/bau.shtml)

Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.

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Questão 14 de 17 Q1132990 Q16 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.

Para a celebração do dia das crianças, Marcelo vai presentear cada um de seus alunos com 3 bombons e com um chaveiro. Feita a compra dos presentes, cada bombom custando R$ 2,20, e cada chaveiro, R$ 4,50, o valor total da compra foi de R$ 299,70. Com base nessas informações, pode-se concluir corretamente que Marcelo possui

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Questão 15 de 17 Q1132991 Q17 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.

Uma escola possui três turmas de 5o ano, a saber, 5o A, 5o B e 5o C, com 24, 32 e 40 alunos, respectivamente. Para organizar a entrega dos canudos durante a cerimônia de formatura dessas turmas, Simone vai dividir todos esses alunos em grupos, com a maior quantidade possível de alunos por grupo, sem misturar alunos de turmas diferentes em um mesmo grupo, e com a mesma quantidade de alunos em todos eles, independente da turma a qual pertençam. Feita essa divisão, o número total de grupos formados será

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Questão 16 de 17 Q1132992 Q18 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 16 a 20.

Eliana encomendou 3 pizzas para uma confraternização com seus alunos, dos seguintes sabores: a primeira pizza, metade muçarela, metade calabresa; a segunda pizza, metade frango, metade palmito; e a terceira pizza, um terço brigadeiro, um terço banana e um terço morango. A tabela a seguir apresenta os preços individuais das pizzas de cada um desses sabores, sendo que, para o cálculo do preço de uma pizza com mais de um sabor, é aplicada a média aritmética simples dos preços individuais dos sabores presentes na pizza: Sabor Preço Muçarela R$ 37,50 Calabresa R$ 36,00 Frango R$ 45,50 Palmito R$ 48,00 Brigadeiro R$ 44,00 Banana R$ 38,50 Morango R$ 39,00 Se a pizzaria cobra uma taxa de entrega correspondente a 10% do valor do pedido, o valor total a ser pago por Eliana por essa encomenda é

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Questão 17 de 17 Q1132993 Q20 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 19 a 20.

O pátio de uma escola é retangular, com 54 metros de perímetro. O comprimento do pátio é 3 metros maior do que sua largura. Nesse pátio, será realizada uma gincana, para cuja realização cada criança ocupará uma área de 9 m². Então, o número máximo de crianças que poderão ser acomodadas nesse pátio para realização da atividade é

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