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Prova Auxiliar Administrativo - CIS Amures/SC
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Questão 1 de 24 Q1287815 Q1 da prova
Texto para as questões de 1 a 5.
Molécula extraída da peçonha de vespas é promessa para controle da epilepsia
Testes em camundongos liderados por equipe da USP em Ribeirão Preto obtiveram composto capaz de bloquear ação de substâncias nocivas aos neurônios
Venenos e peçonhas podem parecer assustadores à primeira vista. Na natureza, os animais peçonhentos injetam toxinas capazes de alterar o metabolismo de outro animal e até matá‑lo, mas também são considerados ferramentas valiosas para a ciência. É o que ocorre com a peçonha da espécie de vespa social típica do Cerrado, conhecida popularmente como marimbondo‑estrela. Cientistas brasileiros descobriram na peçonha desse inseto uma substância com potencial para tratar epilepsia e, ao mesmo tempo, proteger o cérebro: a occidentalina‑1202. O estudo, realizado com experimentos em animais, foi conduzido pela pesquisadora Márcia Mortari nos laboratórios de biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da USP, durante seu doutorado, sob orientação do professor Wagner Ferreira dos Santos, do Departamento de Biologia da FFCLRP. Os resultados da pesquisa, publicados na Brain Communications, mostram o composto isolado da peçonha da vespa como eficaz no tratamento de modelos agudos e crônicos de epilepsia, sem efeitos colaterais no comportamento motor e cognitivo dos animais testados. Ao lado desses benefícios, observaram também atividade protetora sobre as células nervosas do cérebro. Segundo o professor Santos, a occidentalina‑1202 consegue atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro de substâncias nocivas presentes no sangue), chegar ao cérebro e bloquear a ação do cainato, uma toxina que atinge os neurônios e é utilizada experimentalmente para induzir crises epilépticas em animais, por meio dos receptores específicos para o glutamato (ou ácido glutâmico). O composto atua nesse sistema de receptores e protege o cérebro da “excitotoxicidade”, que resulta na mortedos neurônios. “É isso que ocorre na epilepsia, como em outras doenças agudas e crônicas do tecido nervoso”, afirma o professor ao informar que a occidentalina‑1202(s),então, é capaz de “bloquear a ligação do cainato nos seusreceptores, inibindo a continuação desta cascata lesiva,causando a neuroproteção.”

A interpretação correta do uso da palavra “promessa”, no contexto do título, é que

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Questão 2 de 24 Q1287816 Q2 da prova
Texto para as questões de 1 a 5.
Molécula extraída da peçonha de vespas é promessa para controle da epilepsia
Testes em camundongos liderados por equipe da USP em Ribeirão Preto obtiveram composto capaz de bloquear ação de substâncias nocivas aos neurônios
Venenos e peçonhas podem parecer assustadores à primeira vista. Na natureza, os animais peçonhentos injetam toxinas capazes de alterar o metabolismo de outro animal e até matá‑lo, mas também são considerados ferramentas valiosas para a ciência. É o que ocorre com a peçonha da espécie de vespa social típica do Cerrado, conhecida popularmente como marimbondo‑estrela. Cientistas brasileiros descobriram na peçonha desse inseto uma substância com potencial para tratar epilepsia e, ao mesmo tempo, proteger o cérebro: a occidentalina‑1202. O estudo, realizado com experimentos em animais, foi conduzido pela pesquisadora Márcia Mortari nos laboratórios de biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da USP, durante seu doutorado, sob orientação do professor Wagner Ferreira dos Santos, do Departamento de Biologia da FFCLRP. Os resultados da pesquisa, publicados na Brain Communications, mostram o composto isolado da peçonha da vespa como eficaz no tratamento de modelos agudos e crônicos de epilepsia, sem efeitos colaterais no comportamento motor e cognitivo dos animais testados. Ao lado desses benefícios, observaram também atividade protetora sobre as células nervosas do cérebro. Segundo o professor Santos, a occidentalina‑1202 consegue atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro de substâncias nocivas presentes no sangue), chegar ao cérebro e bloquear a ação do cainato, uma toxina que atinge os neurônios e é utilizada experimentalmente para induzir crises epilépticas em animais, por meio dos receptores específicos para o glutamato (ou ácido glutâmico). O composto atua nesse sistema de receptores e protege o cérebro da “excitotoxicidade”, que resulta na mortedos neurônios. “É isso que ocorre na epilepsia, como em outras doenças agudas e crônicas do tecido nervoso”, afirma o professor ao informar que a occidentalina‑1202(s),então, é capaz de “bloquear a ligação do cainato nos seusreceptores, inibindo a continuação desta cascata lesiva,causando a neuroproteção.”

No texto, o uso da palavra “observaram” (linha 23)

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Questão 3 de 24 Q1287817 Q3 da prova
Texto para as questões de 1 a 5.
Molécula extraída da peçonha de vespas é promessa para controle da epilepsia
Testes em camundongos liderados por equipe da USP em Ribeirão Preto obtiveram composto capaz de bloquear ação de substâncias nocivas aos neurônios
Venenos e peçonhas podem parecer assustadores à primeira vista. Na natureza, os animais peçonhentos injetam toxinas capazes de alterar o metabolismo de outro animal e até matá‑lo, mas também são considerados ferramentas valiosas para a ciência. É o que ocorre com a peçonha da espécie de vespa social típica do Cerrado, conhecida popularmente como marimbondo‑estrela. Cientistas brasileiros descobriram na peçonha desse inseto uma substância com potencial para tratar epilepsia e, ao mesmo tempo, proteger o cérebro: a occidentalina‑1202. O estudo, realizado com experimentos em animais, foi conduzido pela pesquisadora Márcia Mortari nos laboratórios de biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da USP, durante seu doutorado, sob orientação do professor Wagner Ferreira dos Santos, do Departamento de Biologia da FFCLRP. Os resultados da pesquisa, publicados na Brain Communications, mostram o composto isolado da peçonha da vespa como eficaz no tratamento de modelos agudos e crônicos de epilepsia, sem efeitos colaterais no comportamento motor e cognitivo dos animais testados. Ao lado desses benefícios, observaram também atividade protetora sobre as células nervosas do cérebro. Segundo o professor Santos, a occidentalina‑1202 consegue atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro de substâncias nocivas presentes no sangue), chegar ao cérebro e bloquear a ação do cainato, uma toxina que atinge os neurônios e é utilizada experimentalmente para induzir crises epilépticas em animais, por meio dos receptores específicos para o glutamato (ou ácido glutâmico). O composto atua nesse sistema de receptores e protege o cérebro da “excitotoxicidade”, que resulta na mortedos neurônios. “É isso que ocorre na epilepsia, como em outras doenças agudas e crônicas do tecido nervoso”, afirma o professor ao informar que a occidentalina‑1202(s),então, é capaz de “bloquear a ligação do cainato nos seusreceptores, inibindo a continuação desta cascata lesiva,causando a neuroproteção.”

Assinale a alternativa que apresenta a interpretação geral do conteúdo desenvolvido no texto.

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Questão 4 de 24 Q1287818 Q4 da prova
Texto para as questões de 1 a 5.
Molécula extraída da peçonha de vespas é promessa para controle da epilepsia
Testes em camundongos liderados por equipe da USP em Ribeirão Preto obtiveram composto capaz de bloquear ação de substâncias nocivas aos neurônios
Venenos e peçonhas podem parecer assustadores à primeira vista. Na natureza, os animais peçonhentos injetam toxinas capazes de alterar o metabolismo de outro animal e até matá‑lo, mas também são considerados ferramentas valiosas para a ciência. É o que ocorre com a peçonha da espécie de vespa social típica do Cerrado, conhecida popularmente como marimbondo‑estrela. Cientistas brasileiros descobriram na peçonha desse inseto uma substância com potencial para tratar epilepsia e, ao mesmo tempo, proteger o cérebro: a occidentalina‑1202. O estudo, realizado com experimentos em animais, foi conduzido pela pesquisadora Márcia Mortari nos laboratórios de biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da USP, durante seu doutorado, sob orientação do professor Wagner Ferreira dos Santos, do Departamento de Biologia da FFCLRP. Os resultados da pesquisa, publicados na Brain Communications, mostram o composto isolado da peçonha da vespa como eficaz no tratamento de modelos agudos e crônicos de epilepsia, sem efeitos colaterais no comportamento motor e cognitivo dos animais testados. Ao lado desses benefícios, observaram também atividade protetora sobre as células nervosas do cérebro. Segundo o professor Santos, a occidentalina‑1202 consegue atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro de substâncias nocivas presentes no sangue), chegar ao cérebro e bloquear a ação do cainato, uma toxina que atinge os neurônios e é utilizada experimentalmente para induzir crises epilépticas em animais, por meio dos receptores específicos para o glutamato (ou ácido glutâmico). O composto atua nesse sistema de receptores e protege o cérebro da “excitotoxicidade”, que resulta na mortedos neurônios. “É isso que ocorre na epilepsia, como em outras doenças agudas e crônicas do tecido nervoso”, afirma o professor ao informar que a occidentalina‑1202(s),então, é capaz de “bloquear a ligação do cainato nos seusreceptores, inibindo a continuação desta cascata lesiva,causando a neuroproteção.”

No trecho “Na natureza, os animais peçonhentos injetam toxinas capazes de alterar o metabolismo de outro animal e até matá‑lo, mas também são considerados ferramentas valiosas para a ciência” (linhas de 2 a 5), ocorrem dois mecanismos importantes de coesão textual: um ocorre em “matá‑lo”; o outro, em “mas também são considerados”. São eles, respectivamente,

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Questão 5 de 24 Q1287819 Q5 da prova
Texto para as questões de 1 a 5.
Molécula extraída da peçonha de vespas é promessa para controle da epilepsia
Testes em camundongos liderados por equipe da USP em Ribeirão Preto obtiveram composto capaz de bloquear ação de substâncias nocivas aos neurônios
Venenos e peçonhas podem parecer assustadores à primeira vista. Na natureza, os animais peçonhentos injetam toxinas capazes de alterar o metabolismo de outro animal e até matá‑lo, mas também são considerados ferramentas valiosas para a ciência. É o que ocorre com a peçonha da espécie de vespa social típica do Cerrado, conhecida popularmente como marimbondo‑estrela. Cientistas brasileiros descobriram na peçonha desse inseto uma substância com potencial para tratar epilepsia e, ao mesmo tempo, proteger o cérebro: a occidentalina‑1202. O estudo, realizado com experimentos em animais, foi conduzido pela pesquisadora Márcia Mortari nos laboratórios de biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da USP, durante seu doutorado, sob orientação do professor Wagner Ferreira dos Santos, do Departamento de Biologia da FFCLRP. Os resultados da pesquisa, publicados na Brain Communications, mostram o composto isolado da peçonha da vespa como eficaz no tratamento de modelos agudos e crônicos de epilepsia, sem efeitos colaterais no comportamento motor e cognitivo dos animais testados. Ao lado desses benefícios, observaram também atividade protetora sobre as células nervosas do cérebro. Segundo o professor Santos, a occidentalina‑1202 consegue atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro de substâncias nocivas presentes no sangue), chegar ao cérebro e bloquear a ação do cainato, uma toxina que atinge os neurônios e é utilizada experimentalmente para induzir crises epilépticas em animais, por meio dos receptores específicos para o glutamato (ou ácido glutâmico). O composto atua nesse sistema de receptores e protege o cérebro da “excitotoxicidade”, que resulta na mortedos neurônios. “É isso que ocorre na epilepsia, como em outras doenças agudas e crônicas do tecido nervoso”, afirma o professor ao informar que a occidentalina‑1202(s),então, é capaz de “bloquear a ligação do cainato nos seusreceptores, inibindo a continuação desta cascata lesiva,causando a neuroproteção.”

O radical inicial de “neuroproteção” (linha 41) indica que seu sentido está ligado

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Questão 6 de 24 Q1287820 Q6 da prova
Tirinha para as questões de 6 a 10.

Com base na tirinha, percebe‑se que a fala de cada personagem

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Questão 7 de 24 Q1287821 Q7 da prova
Tirinha para as questões de 6 a 10.

Assinale a alternativa em que o termo selecionado de um trecho da tira tem a mesma função sintática que o termo “sempre” (primeiro quadrinho).

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Questão 8 de 24 Q1287822 Q8 da prova
Tirinha para as questões de 6 a 10.

Assinale a alternativa que apresenta a principal mensagem transmitida pelos quadrinhos.

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Questão 9 de 24 Q1287823 Q9 da prova
Tirinha para as questões de 6 a 10.

O autor da tirinha busca enfatizar, ao incluir múltiplas recomendações para a saúde, que

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Questão 10 de 24 Q1287824 Q10 da prova
Tirinha para as questões de 6 a 10.

Relacionando‑se entre si, as ações apresentadas na tirinha

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Questão 11 de 24 Q1287825 Q11 da prova

As placas‑mãe que são compactas e ideais para montar um PC mais simples ou ocupar menos espaço no gabinete são denominadas

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Questão 12 de 24 Q1287826 Q13 da prova

A rede de pequena escala que cobre uma área geográfica limitada, como, por exemplo, uma casa, um escritório ou um edifício, e é projetada para conectar dispositivos em proximidade física e oferecer alta velocidade e baixa latência de comunicação é a

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Questão 13 de 24 Q1287827 Q14 da prova

Assinale a alternativa que apresenta a finalidade principal do recurso Regras, aplicado na Caixa de Entrada, do programa de correio eletrônico Microsoft Outlook 2016.

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Questão 14 de 24 Q1287828 Q15 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o programa malicioso cuja característica principal é alterar as configurações de discagem do computador para conectar‑se a números de telefone de alto custo, sem o conhecimento do usuário.

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Questão 15 de 24 Q1287829 Q16 da prova

Em relação às funções da administração, as funções que cuidam do desdobramento dos objetivos organizacionais que estão hierarquizados entre os globais até os operacionais, para a fixação de políticas, diretrizes, metas, programas, procedimentos, e da orientação a ser dada às pessoas por meio de uma adequada comunicação e habilidade de liderança e de motivação, são denominadas, respectivamente,

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Questão 16 de 24 Q1287830 Q17 da prova

Em relação à estrutura organizacional, a organização A está estruturada de modo que há a presença de subordinação múltipla e possui tendência à concorrência entre os diversos especialistas, ao passo que a organização B é caracterizada por órgãos estruturados por uma autoridade linear, de execução, coexistindo com órgãos de assessoria que prestam serviços especializados. Desse modo, é possível afirmar que as organizações A e B possuem, respectivamente, as estruturas de organização

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Questão 17 de 24 Q1287831 Q18 da prova

No que diz respeito à cultura organizacional, assinale a alternativa correta.

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Questão 18 de 24 Q1287833 Q20 da prova

No setor público, um dos critérios utilizados para identificar um material como de consumo é o da fragilidade, o qual significa que o material

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Questão 19 de 24 Q1287835 Q22 da prova

De acordo com a Lei Federal nº 14.133/2021, a modalidade de licitação para contratação de obras, serviços e compras em que a Administração Pública se comunica com licitantes previamente selecionados mediante critérios objetivos, com o intuito de desenvolver uma ou mais alternativas capazes de atender às suas necessidades, devendo os licitantes apresentar proposta final após o encerramento desse procedimento é denominada

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Questão 20 de 24 Q1287836 Q23 da prova

A Lei Federal nº 14.133/2021 estabelece que é inexigível a licitação

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Questão 21 de 24 Q1287838 Q25 da prova

Na gestão de pessoas, o modelo de decisão a respeito dos candidatos ao preenchimento de vagas que escapa da mera comparação com o cargo a ser ocupado e que vai além, focalizando o abastecimento e a provisão de competências para a organização, de modo a incrementar portfólio de competências organizacionais que aumentam o capital humano e garantem a competitividade organizacional, é denominado modelo de

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Questão 22 de 24 Q1287839 Q26 da prova

O princípio arquivístico que estabelece que, para que os arquivos permaneçam vivos, sejam utilizados e melhor entendidos, e conservados o mais próximo possível do local emanado ou que influenciaram sua produção, é denominado princípio do(a)

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Questão 23 de 24 Q1287841 Q28 da prova

Assinale a alternativa correta em relação ao ciclo de vida dos documentos.

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Questão 24 de 24 Q1287843 Q30 da prova

Assinale a alternativa correta quanto à personalidade e ao relacionamento.

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