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Prova Assistente Social - Pref. Sério/RS
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Questão 1 de 1 Q1141160 Q1 da prova
Os repelentes de tomada fazem mal à saúde? Como quase todos os produtos químicos, sim. Mas isso não acontece sempre. Ao serem ligados na tomada, os aparelhos se aquecem e liberam, na forma de vapor, uma substância chamada piretroide, extraída da flor do crisântemo. Em altas doses, a substância paralisa o sistema nervoso do inseto e ele morre. Mas a quantidade liberada pelo aparelho apenas deixa-o tonto e fraco. Percebendo o perigo, o bicho foge. Em humanos, o repelente algumas vezes dispara processos alérgicos. Surgem coceiras, coriza ou até reações mais graves como crises de asma e bronquite. “Mesmo que não surjam problemas na primeira vez que se usa o produto, isso não significa que não possam ocorrer em outras ocasiões”, alerta Antony Wong, toxicologista do Hospital das Clínicas, em São Paulo. “Por isso, é preciso prestar atenção cada vez que ele for usado”, diz Wong. O perigo de intoxicação praticamente não existe; a menos que o piretroide seja ingerido por acidente, principalmente por crianças. Nesse caso, os sintomas serão dores de cabeça e vômito. “Como precaução, recomendamos sempre que se lavem bem as mãos após trocar o refil e se mantenha o rosto, no mínimo, a dois metros de distância do aparelho”, diz Tânia Lúcia Garcez, da empresa paulista Ceras Johnson, fabricante do repelente Raid. (Fonte: Abril — adaptado.)

Sobre os aspectos gerais do texto, analisar os itens abaixo: I. Em qualquer situação de uso, o repelente elétrico traz danos graves à saúde humana, principalmente por liberar uma substância química chamada piretroide. II. O uso do repelente elétrico apenas afugenta os mosquitos, pois seu componente químico apenas os deixa “confusos” e “atordoados”. III. O risco de intoxicação pelo repelente elétrico é maior, principalmente, em crianças que instalam o aparelho e que fazem uso do produto constantemente. Está(ão) CORRETO(S):

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