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Prova Assistente Social - Pref. Roseira/SP
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Questão 1 de 5 Q1314852 Q1 da prova
Leia atentamente o poema Coração numeroso , de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileira, para responder às questões de 1 a 5 . Coração numeroso Foi no Rio. Eu passava na Avenida quase meia -noite. Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas inumeráveis. Havia a promessa do mar e bondes tilintavam, abafando o calor que soprava no vento e o vento vinha de Minas. Meus paralíticos sonhos desgosto de viver (a vida para mim é vontade de morrer) faziam de mim homem -realejo imperturbavelmente na Galeria Cruzeiro quente quente e como não conhecia ninguém a não ser o doce vento mineiro, nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos com isso. Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos abertos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram. O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A rua acabou, quede as árvores? a cidade sou eu a cidade sou eu sou eu a cidade meu amor. ANDRADE, Carlos Drummond de. “Alguma poesia”. In: Poesia completa . Org. de Gilberto Mendonça Teles. Introdução de Silviano Santiago. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p.20 -12.

Leia atentamente as afirmações a seguir: I – Nas duas primeiras estrofes, o eu -lírico é confrontado com uma realidade diferente da sua realidade habitual, o que lhe causa estranhamento. II – A partir da leitura das duas primeiras estrofes, é possível afirmar que o eu -lírico sente nostalgia de Minas Gerais. III – Predomina nas duas primeiras estrofes um sentimento de deslocamento e solidão. É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):

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Questão 2 de 5 Q1314855 Q2 da prova
Leia atentamente o poema Coração numeroso , de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileira, para responder às questões de 1 a 5 . Coração numeroso Foi no Rio. Eu passava na Avenida quase meia -noite. Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas inumeráveis. Havia a promessa do mar e bondes tilintavam, abafando o calor que soprava no vento e o vento vinha de Minas. Meus paralíticos sonhos desgosto de viver (a vida para mim é vontade de morrer) faziam de mim homem -realejo imperturbavelmente na Galeria Cruzeiro quente quente e como não conhecia ninguém a não ser o doce vento mineiro, nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos com isso. Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos abertos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram. O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A rua acabou, quede as árvores? a cidade sou eu a cidade sou eu sou eu a cidade meu amor. ANDRADE, Carlos Drummond de. “Alguma poesia”. In: Poesia completa . Org. de Gilberto Mendonça Teles. Introdução de Silviano Santiago. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p.20 -12.

Leia atentamente as afirmações a seguir: I – A partir da terceira estrofe, o eu -lírico passa por um processo de adaptação e assimilação do espaço. II – Não há, no poema, menção a elementos naturais. III – É possível afirmar que há uma construção identitária entre o eu -lírico e a cidade do Rio de Janeiro. É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):

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Questão 3 de 5 Q1314857 Q3 da prova
Leia atentamente o poema Coração numeroso , de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileira, para responder às questões de 1 a 5 . Coração numeroso Foi no Rio. Eu passava na Avenida quase meia -noite. Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas inumeráveis. Havia a promessa do mar e bondes tilintavam, abafando o calor que soprava no vento e o vento vinha de Minas. Meus paralíticos sonhos desgosto de viver (a vida para mim é vontade de morrer) faziam de mim homem -realejo imperturbavelmente na Galeria Cruzeiro quente quente e como não conhecia ninguém a não ser o doce vento mineiro, nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos com isso. Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos abertos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram. O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A rua acabou, quede as árvores? a cidade sou eu a cidade sou eu sou eu a cidade meu amor. ANDRADE, Carlos Drummond de. “Alguma poesia”. In: Poesia completa . Org. de Gilberto Mendonça Teles. Introdução de Silviano Santiago. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p.20 -12.

A partir da leitura de Coração numeroso , é possível afirmar que:

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Questão 4 de 5 Q1314859 Q4 da prova
Leia atentamente o poema Coração numeroso , de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileira, para responder às questões de 1 a 5 . Coração numeroso Foi no Rio. Eu passava na Avenida quase meia -noite. Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas inumeráveis. Havia a promessa do mar e bondes tilintavam, abafando o calor que soprava no vento e o vento vinha de Minas. Meus paralíticos sonhos desgosto de viver (a vida para mim é vontade de morrer) faziam de mim homem -realejo imperturbavelmente na Galeria Cruzeiro quente quente e como não conhecia ninguém a não ser o doce vento mineiro, nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos com isso. Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos abertos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram. O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A rua acabou, quede as árvores? a cidade sou eu a cidade sou eu sou eu a cidade meu amor. ANDRADE, Carlos Drummond de. “Alguma poesia”. In: Poesia completa . Org. de Gilberto Mendonça Teles. Introdução de Silviano Santiago. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p.20 -12.

A figura de linguagem presente no verso “e como não conhecia ninguém a não ser o doce vento mineiro” é:

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Questão 5 de 5 Q1314861 Q5 da prova
Leia atentamente o poema Coração numeroso , de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileira, para responder às questões de 1 a 5 . Coração numeroso Foi no Rio. Eu passava na Avenida quase meia -noite. Bicos de seio batiam nos bicos de luz estrelas inumeráveis. Havia a promessa do mar e bondes tilintavam, abafando o calor que soprava no vento e o vento vinha de Minas. Meus paralíticos sonhos desgosto de viver (a vida para mim é vontade de morrer) faziam de mim homem -realejo imperturbavelmente na Galeria Cruzeiro quente quente e como não conhecia ninguém a não ser o doce vento mineiro, nenhuma vontade de beber, eu disse: Acabemos com isso. Mas tremia na cidade uma fascinação casas compridas autos abertos correndo caminho do mar voluptuosidade errante do calor mil presentes da vida aos homens indiferentes, que meu coração bateu forte, meus olhos inúteis choraram. O mar batia em meu peito, já não batia no cais. A rua acabou, quede as árvores? a cidade sou eu a cidade sou eu sou eu a cidade meu amor. ANDRADE, Carlos Drummond de. “Alguma poesia”. In: Poesia completa . Org. de Gilberto Mendonça Teles. Introdução de Silviano Santiago. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002, p.20 -12.

A palavra “voluptuosidade”, presente no verso “voluptuosidade errante do calor”, pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por:

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