Provas para Download

Prova Assistente Social - Pref. Bonito de Santa Fé/PB
Visualizar os arquivos PDF
Ver assistente-social.pdf
PDF
assistente-social.pdf
Ver gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar assistente-social.pdf
PDF
assistente-social.pdf
Baixar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar assistente-social.pdf
PDF
assistente-social.pdf
Compartilhar gabarito-definitivo.pdf
PDF
gabarito-definitivo.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 26 Q2328800 Q1 da prova
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Sociedade do espetáculo

Maria Rita Kehl

Este texto toma emprestado o título de um dos livros mais conhecidos do filósofo e teórico marxista francês Guy Debord (1931 –1994). Passados mais de 30 anos de sua morte, o tema mostra-se cada vez mais atual. Para o autor, a sociedade capitalista, em seu estágio avançado, transformou as relações sociais em um grande espetáculo, no qual imagens e aparências se sobrepõem à vida real e às experiências autênticas. Nesse contexto, os sujeitos buscam sempre apresentar-se em sua melhor performance: felizes, endinheirados, desfrutando de viagens interessantes, festas incríveis etc.
Os “15 minutos de fama” que todos deveriam experimentar uma vez na vida, na visão idílica de Andy Warhol, tornaram-se insuficientes para quem vive neste mundo hiperconectado do século XXI. É preciso exibir-se constantemente, sempre na melhor pose possível. Não basta estar, eventualmente, feliz e desfrutando férias, jantando em um bistrô em Paris ou viajando em um cruzeiro de luxo. É necessário que muita gente saiba disso – e, de preferência, inveje tal privilégio. O espetáculo, escreve Debord, é uma relação social mediada por imagens que, por sua circulação, acabam por “dominar a vida”. A qualidade da inserção social do sujeito passa a ser medida pelas imagens que ele consegue produzir e divulgar.
Hoje, para o viajante, talvez importe menos o prazer de conhecer lugares novos do que o gostinho de provocar inveja nos amigos. Daí a sanha de registrar, em fotografias e vídeos, momentos supostamente maravilhosos e divulgá-los rapidamente nas redes sociais, ou enviá-los para incontáveis grupos de WhatsApp. Debord não poderia prever o que viria a ser o poder dos telefones celulares nas novas configurações da sociedade do espetáculo. Com um singelo aparelho de comunicação em mãos, as pessoas criam autoficções que lhes conferem prestígio diante dos outros.
Podemos supor, além disso, uma relação entre a predominância da imagem sobre o pensamento e o declínio das narrativas – tão caras ao meu filósofo favorito, Walter Benjamin. Quem ainda quer ouvir relatos interessantes, se estes podem ser substituídos por fotos e vídeos? Penso que o interesse genuíno em adquirir novos conhecimentos ao viajar, ou mesmo em ampliar a compreensão do mundo em que vivemos, tem sido facilmente substituído pelos efeitos fetichistas de divulgar, o máximo possível, imagens de lugares paradisíacos, restaurantes caríssimos, festas de arromba.
Outro aspecto que Debord não teria como prever é que essa hiperexposição de cenas banais do cotidiano se transformaria em um grande negócio, à medida que as plataformas digitais passaram a monetizar as publicações dos usuários com maior alcance. Hoje, grande parte dos jovens nutre a ilusão de alcançar fama e fortuna por meio desse espetáculo. E não tardaram a surgir empresários inescrupulosos, dispostos a explorar a imagem de crianças e adolescentes nas redes sociais. Como denunciou recentemente o youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, há de tudo um pouco nesse terreno pantanoso: de programas de entrevistas conduzidos por versões mirins de coaches de empreendedorismo a reality shows protagonizados por menores, nos quais eles participam de festas com bebidas alcoólicas, usam roupas provocativas e executam danças sensuais – um prato cheio para os pedófilos e predadores sexuais.
Nesse cenário, alguns pais talvez não se deem conta de que, ao buscar seus 15 minutos de fama e alguns likes, acabam expondo seus bebês fofinhos a adultos perversos que habitam os ambientes digitais. Outros, como denunciou Felca, parecem não se importar em ganhar alguns trocados com a exposição dos próprios filhos – mesmo em contextos que violam a dignidade de crianças e adolescentes.
Observem o paradoxo: justamente ali, nas situações em que a vida parece, aos olhos dos outros, mais vibrante e interessante, é onde ela acaba por ser mais aviltada. Sim, aviltada. Pois é quando o contato com o mundo deixa de ser uma fonte de experiência e passa a ser apenas uma oportunidade de exibicionismo. Perde-se, na acepção de Walter Benjamin, um elemento precioso em nossa tarefa de criar sentidos para a vida. Perde-se a capacidade de transformar o fato em narrativa e a vivência em experiência. O vazio que advém da sanha por vivências que não se convertem em experiência talvez ajude a explicar a violência que constantemente ameaça o laço social.

Em relação à sociedade do espetáculo, é propósito principal do texto

Reportar Erro
Questão 2 de 26 Q2328802 Q2 da prova
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Sociedade do espetáculo

Maria Rita Kehl

Este texto toma emprestado o título de um dos livros mais conhecidos do filósofo e teórico marxista francês Guy Debord (1931 –1994). Passados mais de 30 anos de sua morte, o tema mostra-se cada vez mais atual. Para o autor, a sociedade capitalista, em seu estágio avançado, transformou as relações sociais em um grande espetáculo, no qual imagens e aparências se sobrepõem à vida real e às experiências autênticas. Nesse contexto, os sujeitos buscam sempre apresentar-se em sua melhor performance: felizes, endinheirados, desfrutando de viagens interessantes, festas incríveis etc.
Os “15 minutos de fama” que todos deveriam experimentar uma vez na vida, na visão idílica de Andy Warhol, tornaram-se insuficientes para quem vive neste mundo hiperconectado do século XXI. É preciso exibir-se constantemente, sempre na melhor pose possível. Não basta estar, eventualmente, feliz e desfrutando férias, jantando em um bistrô em Paris ou viajando em um cruzeiro de luxo. É necessário que muita gente saiba disso – e, de preferência, inveje tal privilégio. O espetáculo, escreve Debord, é uma relação social mediada por imagens que, por sua circulação, acabam por “dominar a vida”. A qualidade da inserção social do sujeito passa a ser medida pelas imagens que ele consegue produzir e divulgar.
Hoje, para o viajante, talvez importe menos o prazer de conhecer lugares novos do que o gostinho de provocar inveja nos amigos. Daí a sanha de registrar, em fotografias e vídeos, momentos supostamente maravilhosos e divulgá-los rapidamente nas redes sociais, ou enviá-los para incontáveis grupos de WhatsApp. Debord não poderia prever o que viria a ser o poder dos telefones celulares nas novas configurações da sociedade do espetáculo. Com um singelo aparelho de comunicação em mãos, as pessoas criam autoficções que lhes conferem prestígio diante dos outros.
Podemos supor, além disso, uma relação entre a predominância da imagem sobre o pensamento e o declínio das narrativas – tão caras ao meu filósofo favorito, Walter Benjamin. Quem ainda quer ouvir relatos interessantes, se estes podem ser substituídos por fotos e vídeos? Penso que o interesse genuíno em adquirir novos conhecimentos ao viajar, ou mesmo em ampliar a compreensão do mundo em que vivemos, tem sido facilmente substituído pelos efeitos fetichistas de divulgar, o máximo possível, imagens de lugares paradisíacos, restaurantes caríssimos, festas de arromba.
Outro aspecto que Debord não teria como prever é que essa hiperexposição de cenas banais do cotidiano se transformaria em um grande negócio, à medida que as plataformas digitais passaram a monetizar as publicações dos usuários com maior alcance. Hoje, grande parte dos jovens nutre a ilusão de alcançar fama e fortuna por meio desse espetáculo. E não tardaram a surgir empresários inescrupulosos, dispostos a explorar a imagem de crianças e adolescentes nas redes sociais. Como denunciou recentemente o youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, há de tudo um pouco nesse terreno pantanoso: de programas de entrevistas conduzidos por versões mirins de coaches de empreendedorismo a reality shows protagonizados por menores, nos quais eles participam de festas com bebidas alcoólicas, usam roupas provocativas e executam danças sensuais – um prato cheio para os pedófilos e predadores sexuais.
Nesse cenário, alguns pais talvez não se deem conta de que, ao buscar seus 15 minutos de fama e alguns likes, acabam expondo seus bebês fofinhos a adultos perversos que habitam os ambientes digitais. Outros, como denunciou Felca, parecem não se importar em ganhar alguns trocados com a exposição dos próprios filhos – mesmo em contextos que violam a dignidade de crianças e adolescentes.
Observem o paradoxo: justamente ali, nas situações em que a vida parece, aos olhos dos outros, mais vibrante e interessante, é onde ela acaba por ser mais aviltada. Sim, aviltada. Pois é quando o contato com o mundo deixa de ser uma fonte de experiência e passa a ser apenas uma oportunidade de exibicionismo. Perde-se, na acepção de Walter Benjamin, um elemento precioso em nossa tarefa de criar sentidos para a vida. Perde-se a capacidade de transformar o fato em narrativa e a vivência em experiência. O vazio que advém da sanha por vivências que não se convertem em experiência talvez ajude a explicar a violência que constantemente ameaça o laço social.

Uma característica da sequência textual dominante no texto é

Reportar Erro
Questão 3 de 26 Q2328804 Q3 da prova
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Sociedade do espetáculo

Maria Rita Kehl

Este texto toma emprestado o título de um dos livros mais conhecidos do filósofo e teórico marxista francês Guy Debord (1931 –1994). Passados mais de 30 anos de sua morte, o tema mostra-se cada vez mais atual. Para o autor, a sociedade capitalista, em seu estágio avançado, transformou as relações sociais em um grande espetáculo, no qual imagens e aparências se sobrepõem à vida real e às experiências autênticas. Nesse contexto, os sujeitos buscam sempre apresentar-se em sua melhor performance: felizes, endinheirados, desfrutando de viagens interessantes, festas incríveis etc.
Os “15 minutos de fama” que todos deveriam experimentar uma vez na vida, na visão idílica de Andy Warhol, tornaram-se insuficientes para quem vive neste mundo hiperconectado do século XXI. É preciso exibir-se constantemente, sempre na melhor pose possível. Não basta estar, eventualmente, feliz e desfrutando férias, jantando em um bistrô em Paris ou viajando em um cruzeiro de luxo. É necessário que muita gente saiba disso – e, de preferência, inveje tal privilégio. O espetáculo, escreve Debord, é uma relação social mediada por imagens que, por sua circulação, acabam por “dominar a vida”. A qualidade da inserção social do sujeito passa a ser medida pelas imagens que ele consegue produzir e divulgar.
Hoje, para o viajante, talvez importe menos o prazer de conhecer lugares novos do que o gostinho de provocar inveja nos amigos. Daí a sanha de registrar, em fotografias e vídeos, momentos supostamente maravilhosos e divulgá-los rapidamente nas redes sociais, ou enviá-los para incontáveis grupos de WhatsApp. Debord não poderia prever o que viria a ser o poder dos telefones celulares nas novas configurações da sociedade do espetáculo. Com um singelo aparelho de comunicação em mãos, as pessoas criam autoficções que lhes conferem prestígio diante dos outros.
Podemos supor, além disso, uma relação entre a predominância da imagem sobre o pensamento e o declínio das narrativas – tão caras ao meu filósofo favorito, Walter Benjamin. Quem ainda quer ouvir relatos interessantes, se estes podem ser substituídos por fotos e vídeos? Penso que o interesse genuíno em adquirir novos conhecimentos ao viajar, ou mesmo em ampliar a compreensão do mundo em que vivemos, tem sido facilmente substituído pelos efeitos fetichistas de divulgar, o máximo possível, imagens de lugares paradisíacos, restaurantes caríssimos, festas de arromba.
Outro aspecto que Debord não teria como prever é que essa hiperexposição de cenas banais do cotidiano se transformaria em um grande negócio, à medida que as plataformas digitais passaram a monetizar as publicações dos usuários com maior alcance. Hoje, grande parte dos jovens nutre a ilusão de alcançar fama e fortuna por meio desse espetáculo. E não tardaram a surgir empresários inescrupulosos, dispostos a explorar a imagem de crianças e adolescentes nas redes sociais. Como denunciou recentemente o youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, há de tudo um pouco nesse terreno pantanoso: de programas de entrevistas conduzidos por versões mirins de coaches de empreendedorismo a reality shows protagonizados por menores, nos quais eles participam de festas com bebidas alcoólicas, usam roupas provocativas e executam danças sensuais – um prato cheio para os pedófilos e predadores sexuais.
Nesse cenário, alguns pais talvez não se deem conta de que, ao buscar seus 15 minutos de fama e alguns likes, acabam expondo seus bebês fofinhos a adultos perversos que habitam os ambientes digitais. Outros, como denunciou Felca, parecem não se importar em ganhar alguns trocados com a exposição dos próprios filhos – mesmo em contextos que violam a dignidade de crianças e adolescentes.
Observem o paradoxo: justamente ali, nas situações em que a vida parece, aos olhos dos outros, mais vibrante e interessante, é onde ela acaba por ser mais aviltada. Sim, aviltada. Pois é quando o contato com o mundo deixa de ser uma fonte de experiência e passa a ser apenas uma oportunidade de exibicionismo. Perde-se, na acepção de Walter Benjamin, um elemento precioso em nossa tarefa de criar sentidos para a vida. Perde-se a capacidade de transformar o fato em narrativa e a vivência em experiência. O vazio que advém da sanha por vivências que não se convertem em experiência talvez ajude a explicar a violência que constantemente ameaça o laço social.

Um aspecto da coerência textual exigido para leitura do texto é

Reportar Erro
Questão 4 de 26 Q2328805 Q4 da prova
As questões 04 e 05 referem-se ao trecho reproduzido a seguir.

Daí a sanha de registrar, em fotografias e vídeos, momentos supostamente maravilhosos e divulgá-los rapidamente nas redes sociais, ou enviá-los para incontáveis grupos de WhatsApp. Debord não poderia prever o que viria a ser o poder dos telefones celulares nas novas configurações da sociedade do espetáculo. Com um singelo aparelho de comunicação em mãos, as pessoas criam autoficções que lhes conferem prestígio diante dos outros.

Sobre os elementos em destaque, é correto afirmar:

Reportar Erro
Questão 5 de 26 Q2328807 Q5 da prova
As questões 04 e 05 referem-se ao trecho reproduzido a seguir.

Daí a sanha de registrar, em fotografias e vídeos, momentos supostamente maravilhosos e divulgá-los rapidamente nas redes sociais, ou enviá-los para incontáveis grupos de WhatsApp. Debord não poderia prever o que viria a ser o poder dos telefones celulares nas novas configurações da sociedade do espetáculo. Com um singelo aparelho de comunicação em mãos, as pessoas criam autoficções que lhes conferem prestígio diante dos outros.

Sobre a pontuação do trecho, é correto afirmar:

Reportar Erro
Questão 6 de 26 Q2328814 Q9 da prova

A palavra em destaque é

Reportar Erro
Questão 7 de 26 Q2328815 Q10 da prova

A palavra “que”, nas três ocorrências, introduzem estruturas de valor

Reportar Erro
Questão 8 de 26 Q2328817 Q11 da prova

Um trem inicia sua jornada na estação A com 200 passageiros. Ao longo do percurso, ocorrem as seguintes movimentações:

• Estação B: descem 30% dos passageiros que chegaram à estação B e, em seguida, sobem 40 novos passageiros.
• Estação C: descem 25% dos passageiros que estavam no trem a partir da estação B e, em seguida, sobem 30 novos passageiros.
• Estação D: o número de passageiros que descem é equivalente a 1/5 do total de passageiros que partiram da estação C, e, após essa descida, sobem 20 novos passageiros.

A quantidade de passageiros no trem, ao sair da estação D, é igual a

Reportar Erro
Questão 9 de 26 Q2328819 Q12 da prova

Considere as proposições:

• P: Choveu ontem.
• Q: O jardim está molhado.
• R: As flores estão bonitas.

A alternativa que representa corretamente a expressão lógica "Se choveu ontem e o jardim está molhado, então as flores estão bonitas, mas se as flores não estão bonitas, então não choveu ontem" , é:

Reportar Erro
Questão 10 de 26 Q2328820 Q13 da prova

Em um grupo de 6 homens e 4 mulheres, será formada uma equipe de 4 pessoas. Sabendo que um homem específico, chamado Bonito, faz parte da equipe, a probabilidade de que a equipe tenha, pelo menos, 2 mulheres é

Reportar Erro
Questão 11 de 26 Q2328822 Q14 da prova

Quatro amigos, Daniel, Eduardo, Felipe e Gabriel estão sentados em quatro cadeiras numeradas sequencialmente de 1 a 4, em uma única fila. Cada amigo ocupa uma cadeira. Sabe-se ainda que:

I. Gabriel não está sentado em uma cadeira vizinha à de Eduardo;

II. Felipe ocupa uma cadeira com número ímpar;

III. Daniel não está sentado na primeira cadeira;

IV. Há exatamente duas cadeiras entre Eduardo e Felipe.

Com base nessas informações, quem está sentado na cadeira 2 é

Reportar Erro
Questão 12 de 26 Q2328826 Q16 da prova

Diante do contexto da sociedade capitalista atual, o Serviço Social e sua prática profissional enfrenta novos e velhos desafios. Entende-se que é fundamental buscar estratégias que garantam não apenas a sustentabilidade do trabalho dos (as) assistentes sociais, mas também a preservação dos princípios éticos e políticos que norteiam a profissão. No que se refere ao mundo do trabalho e suas atuais configurações, existem vários impactos e desafios para o trabalho do (a) assistente social. Nesse aspecto, caracteriza desafios da profissão, na atual realidade do mundo do trabalho,

Reportar Erro
Questão 13 de 26 Q2328827 Q17 da prova

O Código de Ética do (a) Assistente Social (Lei 8662/93) preceitua, em seu artigo 17, que é vedado ao (à) profissional revelar dados sigilosos dos (as) usuários dos serviços. No entanto, ao ocorrer um dilema ético envolvendo divulgação de dados sigilosos de usuários (as), esse mesmo Código orienta que ocorra a divulgação de tais dados, de forma restrita ao estritamente necessário, somente no caso de

Reportar Erro
Questão 14 de 26 Q2328829 Q18 da prova

Pensar o projeto ético-político do Serviço Social supõe articular uma dupla dimensão: de um lado, as condições macrossocietárias que estabelecem o terreno sócio-histórico em que se exerce a profissão, seus limites e possibilidades; e, de outro lado, as respostas técnico-profissionais e ético-políticas dos (as) assistentes sociais nesse contexto. Nesse sentido, estão entrelaçados os limites e as possibilidades da realidade com a competência teórico-metodológica e técnico-operativa dos profissionais. Isso significa dizer que

Reportar Erro
Questão 15 de 26 Q2328831 Q19 da prova

A trajetória histórica das políticas sociais no Brasil mostra que a Constituição de 1988 surgiu como um marco dessa história, trazendo mudanças que se traduziram em transformações no significado e no nível de acesso às políticas. Isso tudo decorrente da implementação dos princípios da seguridade social e da garantia de direitos mínimos e vitais à reprodução social como também das novas e mais amplas fontes de financiamento, por meio da criação do Orçamento da Seguridade Social. É correto citar como elementos que configuraram a transformação no status das políticas sociais trazida pela Constituição de 1988.

Reportar Erro
Questão 16 de 26 Q2328832 Q20 da prova

Sobre a atuação do (a) assistente social em equipe multiprofissional, a resolução CFESS Nº 557/2009, de 15 de setembro de 2009, estabelece algumas posturas a serem adotadas pelo(a) assistente social. Uma das posturas preceituadas nessa resolução estabelece que esse profissional

Reportar Erro
Questão 17 de 26 Q2328834 Q21 da prova

O mundo do trabalho, ao longo dos séculos, vem passando por muitas transformações. Ao longo do século XX, por exemplo, ocorreu a expansão do setor de serviços e a crescente importância das tecnologias da informação e da comunicação. Hoje, vivemos em uma era de trabalho remoto e freelancers, em que a flexibilidade é cada vez mais valorizada. É considerada uma mudança do mundo do trabalho ocorrida na atualidade:

Reportar Erro
Questão 18 de 26 Q2328836 Q22 da prova

No mundo do trabalho, tem-se o predomínio do padrão de acumulação capitalista com a acumulação flexível, que foi impulsionado pela era neoliberal. Isso levou ao surgimento do desemprego estrutural e à precariedade do emprego e do salário. O Serviço Social, como profissão inscrita na divisão sociotécnica do trabalho e como uma das especializações do trabalho coletivo, sofre repercussões diretas dessas transformações do mundo do trabalho. Nessa perspectiva, o exercício da profissão sofre repercussões dessas mudanças de dupla forma:

Reportar Erro
Questão 19 de 26 Q2328837 Q23 da prova

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei 8.069 de 13 de julho de 1990, estabelece a idade para delimitar quem são as pessoas consideradas crianças e adolescentes. No entanto, algumas ciências, como a psicologia e a pedagogia, podem adotar outros parâmetros etários, assim como, nas normas internacionais, o termo “criança” é utilizado para definir, indistintamente, todas as pessoas com idade inferior a 18 anos. A idade estabelecida pelo ECA para definir essas duas fases da vida é:

Reportar Erro
Questão 20 de 26 Q2328839 Q24 da prova

A Constituição Federal, promulgada em 1988, assegura que o Brasil deve promover o bem de todos, sem preconceitos, inclusive em razão da idade (art. 3º, IV), e que é dever da família, da sociedade e do Estado amparar as pessoas idosas, assegurar a sua participação na comunidade, garantir o direito à vida e defender a sua dignidade e seu bem-estar (Art. 230). O Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) é um marco histórico que possibilitou a regulação, a proteção e a ampliação dos direitos assegurados, também, na Política Nacional do Idoso (Lei Federal nº 8.842/1994). Uma das mais novas conquistas e direito reconhecido para as pessoas idosas (Lei nº14.423/2022) é

Reportar Erro
Questão 21 de 26 Q2328841 Q25 da prova

A Lei no 13.146, de 6 de julho de 2015, institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), que garante, para essas pessoas, o direito do acesso a produtos, recursos, estratégias, práticas, processos, métodos e serviços de tecnologia assistiva que maximizem sua autonomia, mobilidade pessoal e qualidade de vida. Para que esse direito se concretize, a referida lei estabelece que o poder público desenvolva um plano específico de medidas com algumas finalidades, entre as quais estão:

Reportar Erro
Questão 22 de 26 Q2328843 Q26 da prova

A Lei no 8.662, de 7 de junho de 1993, que regulamenta a profissão de assistente social no Brasil, foi acrescida pela Lei no 12.317, de 26 de agosto de 2010, para dispor sobre a duração do trabalho do Assistente Social. A profissão passou a ter a duração da jornada de trabalho de 30 horas semanais, mas a categoria profissional, em sua grande parte, enfrenta alguns desafios. O desafio principal que os (as) assistentes sociais enfrentam hoje, em relação a essa lei, é:

Reportar Erro
Questão 23 de 26 Q2328845 Q27 da prova

A profissão de Serviço Social, no Brasil, durante toda a sua trajetória histórica do pensamento e da ação profissional passou por linhas diferenciadas de fundamentação teórico-metodológica. Vemos esse movimento desde os referenciais orientadores do Serviço Social emergente até os referenciais presentes nos anos recentes. Trata-se de um debate plural, que implica na convivência e no diálogo de diferentes tendências, mas que supõe uma direção hegemônica. Alguns dos referenciais e matrizes teórico-metodológicas que orientaram o Serviço Social foram

Reportar Erro
Questão 24 de 26 Q2328847 Q28 da prova

A violência contra as mulheres tem sido um dos grandes desafios e lutas na defesa das mulheres. A necessidade da criação de mecanismos que garantam a efetivação das leis de proteção às mulheres é crucial para que os índices de violência contra elas sejam combatidos. Nesse sentido, temos as duas mais recentes leis, ainda a serem regulamentadas, voltadas para o combate à violência doméstica. Essas leis referem-se ao (à)

Reportar Erro
Questão 25 de 26 Q2328849 Q29 da prova

A instrumentalidade no serviço social é a capacidade intelectual e técnico-operativa do (a) assistente social de utilizar o conhecimento teórico e as ferramentas da profissão para responder, de forma qualificada, às demandas sociais. Essa capacidade é construída e reconstruída historicamente. São principais aspectos da instrumentalidade:

Reportar Erro
Questão 26 de 26 Q2328851 Q30 da prova

As políticas públicas são instrumentos de garantia ao bem-estar social e, no Estado Democrático de Direito, a garantia dos direitos fundamentais e sociais deve ser cada vez mais perseguida. Esses são direitos elencados na Constituição Federal, mas, primordialmente, é um dever do Estado criar políticas públicas capazes de efetivá-los. Na trajetória histórica da formulação de políticas públicas no Brasil, temos como um marco inicial

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota