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Prova Assistente Administrativo - UPA-CS
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Questão 1 de 23 Q1873376 Q1 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Sobre o texto I, analise as afirmativas a seguir: I. Os elementos verbais tornam possível o que se deseja comunicar; caso a imagem que encabeça o texto fosse dispensada, seu sentido e objetivo não seriam prejudicados. II. A intertextualidade explícita se faz presente no último parágrafo pela reprodução parcial do texto fonte, com a transcrição exata do que foi dito, seguida de identificação. III. O termo destacado em “A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal.”, considerando o contexto apresentado, sugere uma situação contraditória. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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Questão 2 de 23 Q1873378 Q2 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Em relação ao gênero, o texto “A roda da escravidão da felicidade virtual” é um artigo de opinião porque

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Questão 3 de 23 Q1873380 Q3 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Na Língua Portuguesa, as palavras podem apresentar significados diferentes, dependendo de como estão dispostas dentro da frase e do contexto. Na frase do texto I “[...] perdemos nossa verdadeira essência.”, a palavra em destaque refere-se à própria existência, a tudo que constitui a natureza de um ser. No entanto, em outros contextos, por exemplo, pode ser empregada no sentido de “perfume”, “cheiro”, “fragrância”. A esse fato linguístico dá-se o nome de

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Questão 4 de 23 Q1873382 Q4 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

As setas presentes na figura ilustrativa do texto I correspondem a qual expressão?

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Questão 5 de 23 Q1873384 Q5 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Releia o trecho do texto I a seguir: “A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que, muitas vezes, é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.” Acerca dos sinais de pontuação nesse trecho, analise as afirmativas a seguir: I. Os travessões, se substituídos por vírgulas, prejudicam o sentido pretendido. II. As aspas em “parecer feliz, parecer bem-sucedido” sugerem breve hesitação. III. As vírgulas em “muitas vezes”, caso retiradas, mantêm a continuidade da frase. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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Questão 6 de 23 Q1873386 Q6 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Sobre os aspectos gramaticais presentes no texto I, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.  ) (Em “Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais [...]”, as convenções da norma-padrão da língua portuguesa exigem o emprego da crase em “às dinâmicas”.  ) (No trecho “Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento”, é indiferente, ou seja, facultativa a colocação do pronome antes ou depois do verbo.  ) (Na frase “[...] perpetuação dessa farsa digital [...]”, a expressão destacada complementa o sentido do substantivo a que se refere, indicando uma relação de regência nominal. Assinale a sequência correta.

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Questão 7 de 23 Q1873388 Q7 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto II para responder à questão 7. TRECHO DO TEXTO I “Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.” TEXTO II Disponível em: https://www.gompy.com.br/tag/vicio-e-dependencia/. Acesso em: 25 jan. 2024. Tanto no trecho do texto I quanto no texto II identifica-se a função conativa ou apelativa da linguagem, especificamente pelo(a)

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Questão 8 de 23 Q1873390 Q8 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Releia o trecho do texto I a seguir: “[...] para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.” Sobre os aspectos fonéticos e ortográficos, analise as afirmativas a seguir: I. As palavras “indivíduo” e “métricas” são proparoxítonas, com acentuação tônica na antepenúltima sílaba. II. Os termos “uma”, “do” e “que” são monossílabos átonos proferidos de forma fraca e nunca são acentuados. III. Os substantivos “autenticidade” e “complexidade” foram escritos incorretamente devido a erros de digitação. Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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Questão 9 de 23 Q1873392 Q9 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto III para responder à questão 9. TRECHO DO TEXTO I “Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores ‘exibidos’ nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.” TEXTO III Disponível em: https://www.facebook.com/oficialbellafalconi/photos/a.327611534043057/1403343673136499/?type=3. Acesso em: 25 jan. 2024. Sobre os aspectos gramaticais e linguísticos, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.  ) (Considerando as variações linguísticas, a denominada variação situacional se faz presente no texto III e constitui um recurso de persuasão empregado cujo objetivo é aproximar o emissor do receptor.  ) (Considerando sua classificação morfológica, o termo “perfeitas”, no contexto apresentado em cada um dos dois textos, indica uma característica do substantivo a que esse termo se refere, respectivamente.  ) (Considerando a classe gramatical, os conectores destacados no trecho do texto I são conjunções, assim como em “que eu construí pra mim”, no texto III. Assinale a sequência correta.

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Questão 10 de 23 Q1873394 Q10 da prova
Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A roda da escravidão da felicidade virtual
Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória. Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana. A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência. A sociedade contemporânea — marcada pela constante exposição nas redes sociais — propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental. A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada. Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais. Para se libertar é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento é possível reconectar-se consigo mesmo. Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Com base na passagem transcrita do texto I, complete as lacunas sobre a análise sintática a seguir. O período é composto por __________ . A oração “muitas vezes, em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.” possui sujeito __________ e predicado __________ . Em “para atender a padrões externos”, o termo destacado exerce a função de __________ . Assinale a sequência que preenche correta e respectivamente as lacunas da análise sintática apresentada.

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Questão 11 de 23 Q1873396 Q11 da prova

A Lei nº 8.080/90 mudou o modelo organizativo e assistencial de saúde no Brasil. Analise as características do Sistema Único de Saúde (SUS) apresentadas a seguir: I. Passou a identificar os fatores condicionantes e determinantes da saúde para promover a assistência às pessoas por meio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde. II. Definiu a universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. III. Inclui no atendimento a priorização de pessoas idosas, de baixa renda e analfabetas. IV. Garantiu a participação dos médicos na direção de hospitais e serviços de alta complexidade. Estão corretas as características

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Questão 12 de 23 Q1873398 Q12 da prova

Sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa correta.

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Questão 13 de 23 Q1873399 Q13 da prova

A classificação de risco tem sido uma metodologia aplicada nas portas de entrada das unidades de pronto atendimento. É um dos objetivos da classificação de risco:

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Questão 14 de 23 Q1873400 Q14 da prova

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) são parte essencial do sistema de saúde, oferecendo suporte imediato em momentos críticos. Sobre as UPAs, analise as alternativas a seguir: I. Fornecem suporte a pacientes acometidos por quadros agudos ou agudizados de natureza clínica. II. Funcionam como ponto inicial para tratamentos de longo prazo em condições crônicas. III. Oferece atendimento eficaz a casos provenientes da alta hospitalar e que necessitam de acompanhamento contínuo. IV. Presta o primeiro atendimento aos casos de natureza cirúrgica ou de trauma, estabilizando os pacientes. Estão corretas as afirmativas

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Questão 15 de 23 Q1873401 Q15 da prova

As arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti têm se constituído em um dos principais problemas de saúde pública. Uma das manifestações agudas e que exigem atendimento de urgência, especialmente nos casos de dengue, é:

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Questão 16 de 23 Q1873402 Q16 da prova

O Microsoft Word 2016 oferece várias ferramentas para a configuração e formatação de parágrafos, permitindo criar documentos com aparência profissional. Sobre a manipulação de parágrafos, analise as afirmativas a seguir: I. Alinhamento de Parágrafos: é possível ajustar o alinhamento dos parágrafos para esquerda, direita, centralizado ou justificado, adaptando a apresentação do texto conforme a necessidade do documento. II. Espaçamento entre Linhas: o Word permite configurar o espaçamento entre linhas e entre parágrafos, mas as opções disponíveis são limitadas a valores pré-definidos, que não podem ser personalizados. III. Recuo de Texto: é possível definir recuos específicos para o parágrafo, como recuo esquerdo, direito e especial (como o recuo de primeira linha ou pendente), otimizando a formatação do texto. Estão corretas as afirmativas

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Questão 17 de 23 Q1873403 Q17 da prova

A função do Microsoft Excel que permite pesquisar um item em um intervalo de células e, em seguida, retornar à posição relativa desse item no intervalo, é chamada de

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Questão 18 de 23 Q1873405 Q18 da prova

Sobre os atalhos de teclado para navegar em células do Microsoft Excel, analise as afirmativas a seguir: I. O atalho do teclado “Ctrl + End” permite mover a seleção da célula para a última célula de uma planilha, para a linha usada mais abaixo da coluna usada e mais à direita. II. O atalho do teclado “Ctrl + Page Down” permite alternar a visualização para a próxima planilha na pasta de trabalho (à direita). III. O atalho do teclado “Ctrl + Home” permite alternar a visualização para a planilha anterior na pasta de trabalho (à esquerda). Estão corretas as afirmativas

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Questão 19 de 23 Q1873407 Q19 da prova

No Microsoft Word, disponível na Língua Portuguesa, pode-se formatar o texto digitado, alinhando-o à direita e à esquerda, ou centralizá-lo. O atalho do teclado que permite alinhar o texto selecionado à esquerda é

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Questão 20 de 23 Q1873409 Q20 da prova

A tecla de atalho do Microsoft Windows que ativa a ferramenta de captura de tela, conhecida como Ferramenta de Recorte, que permite capturar uma parte específica da tela, é

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Questão 21 de 23 Q1873413 Q22 da prova

Em relação ao atendimento ao público, a atenção, a prontidão e a compreensibilidade do atendimento se referem a qual dimensão da qualidade em serviço?

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Questão 22 de 23 Q1873415 Q23 da prova

O documento que contém informações como escolaridade, tipo de atividade, equipamentos de trabalho, características psicológicas do profissional, experiência profissional anterior, condições de trabalho, entre outras, é denominado:

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Questão 23 de 23 Q1873417 Q24 da prova

Com relação ao tema “práticas de arquivos nas instituições / arquivos permanentes”, analise as afirmativas a seguir. I. A difusão é a fase de detalhamento, complementação, esclarecimento e facilitação do acesso ao documento. II. A classificação de documentos é a etapa de análise, sintetização, fundamentação e estabelecimento do acesso aos documentos. III. A classificação é a função mais importante da atividade arquivística, impactando todas as fases do ciclo documental, sobretudo dos arquivos permanentes. Estão corretas as afirmativas

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