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Questão 1 de 5Q1413858Q1 da prova
Retrolâmpago A Manhã ainda nua saiu da montanha com a coroa de plumas vermelhas à cabeça. Depois, por sua vez, é o Dia português que salta das ondas qual pássaro branco ruflando a asa enorme das velas redondas... Por último é a Noite africana que chega no porão do navio, tremendo de frio, com os seus orixás, com os seus amuletos e é trazida pra terra nos ombros dos pretos. E os heróis ainda obscuros, nascidos na Terra: o gigante tostado pelo sol da manhã; o gigante marcado com o fogo do Dia; e o gigante criado com o leite da Noite, todos três calçam as botas sete – léguas e era uma vez... E o paroara, o caucheiro, o matuto cearense; valentões, pala ao ombro, chilenas de prata arrastadas ao chão com o barulho das botas; topetudos de todos os naipes tabaréus, canhamboras, capangas, jagunços, caborés, curimbabas; piraquaras, caiçaras, boiadeiros, laranjos, canoeiros agrestes, caboclos,cafuzos vararam a terra pra Oeste, pro Sul e pro Norte Crianças do mato brincando com a morte! E o Brasil ficou sendo o que é, liricamente. E o Brasil ficou tendo a forma de uma harpa, geograficamente. E o Brasil é este poema menino que acontece na vida da gente... (Cassiano Ricardo)
Retrolâmpago A Manhã ainda nua saiu da montanha com a coroa de plumas vermelhas à cabeça. Depois, por sua vez, é o Dia português que salta das ondas qual pássaro branco ruflando a asa enorme das velas redondas... Por último é a Noite africana que chega no porão do navio, tremendo de frio, com os seus orixás, com os seus amuletos e é trazida pra terra nos ombros dos pretos. E os heróis ainda obscuros, nascidos na Terra: o gigante tostado pelo sol da manhã; o gigante marcado com o fogo do Dia; e o gigante criado com o leite da Noite, todos três calçam as botas sete – léguas e era uma vez... E o paroara, o caucheiro, o matuto cearense; valentões, pala ao ombro, chilenas de prata arrastadas ao chão com o barulho das botas; topetudos de todos os naipes tabaréus, canhamboras, capangas, jagunços, caborés, curimbabas; piraquaras, caiçaras, boiadeiros, laranjos, canoeiros agrestes, caboclos,cafuzos vararam a terra pra Oeste, pro Sul e pro Norte Crianças do mato brincando com a morte! E o Brasil ficou sendo o que é, liricamente. E o Brasil ficou tendo a forma de uma harpa, geograficamente. E o Brasil é este poema menino que acontece na vida da gente... (Cassiano Ricardo)
Pela estrutura e pelo assunto, o poema classifica-se como
Retrolâmpago A Manhã ainda nua saiu da montanha com a coroa de plumas vermelhas à cabeça. Depois, por sua vez, é o Dia português que salta das ondas qual pássaro branco ruflando a asa enorme das velas redondas... Por último é a Noite africana que chega no porão do navio, tremendo de frio, com os seus orixás, com os seus amuletos e é trazida pra terra nos ombros dos pretos. E os heróis ainda obscuros, nascidos na Terra: o gigante tostado pelo sol da manhã; o gigante marcado com o fogo do Dia; e o gigante criado com o leite da Noite, todos três calçam as botas sete – léguas e era uma vez... E o paroara, o caucheiro, o matuto cearense; valentões, pala ao ombro, chilenas de prata arrastadas ao chão com o barulho das botas; topetudos de todos os naipes tabaréus, canhamboras, capangas, jagunços, caborés, curimbabas; piraquaras, caiçaras, boiadeiros, laranjos, canoeiros agrestes, caboclos,cafuzos vararam a terra pra Oeste, pro Sul e pro Norte Crianças do mato brincando com a morte! E o Brasil ficou sendo o que é, liricamente. E o Brasil ficou tendo a forma de uma harpa, geograficamente. E o Brasil é este poema menino que acontece na vida da gente... (Cassiano Ricardo)
Retrolâmpago A Manhã ainda nua saiu da montanha com a coroa de plumas vermelhas à cabeça. Depois, por sua vez, é o Dia português que salta das ondas qual pássaro branco ruflando a asa enorme das velas redondas... Por último é a Noite africana que chega no porão do navio, tremendo de frio, com os seus orixás, com os seus amuletos e é trazida pra terra nos ombros dos pretos. E os heróis ainda obscuros, nascidos na Terra: o gigante tostado pelo sol da manhã; o gigante marcado com o fogo do Dia; e o gigante criado com o leite da Noite, todos três calçam as botas sete – léguas e era uma vez... E o paroara, o caucheiro, o matuto cearense; valentões, pala ao ombro, chilenas de prata arrastadas ao chão com o barulho das botas; topetudos de todos os naipes tabaréus, canhamboras, capangas, jagunços, caborés, curimbabas; piraquaras, caiçaras, boiadeiros, laranjos, canoeiros agrestes, caboclos,cafuzos vararam a terra pra Oeste, pro Sul e pro Norte Crianças do mato brincando com a morte! E o Brasil ficou sendo o que é, liricamente. E o Brasil ficou tendo a forma de uma harpa, geograficamente. E o Brasil é este poema menino que acontece na vida da gente... (Cassiano Ricardo)
Retrolâmpago A Manhã ainda nua saiu da montanha com a coroa de plumas vermelhas à cabeça. Depois, por sua vez, é o Dia português que salta das ondas qual pássaro branco ruflando a asa enorme das velas redondas... Por último é a Noite africana que chega no porão do navio, tremendo de frio, com os seus orixás, com os seus amuletos e é trazida pra terra nos ombros dos pretos. E os heróis ainda obscuros, nascidos na Terra: o gigante tostado pelo sol da manhã; o gigante marcado com o fogo do Dia; e o gigante criado com o leite da Noite, todos três calçam as botas sete – léguas e era uma vez... E o paroara, o caucheiro, o matuto cearense; valentões, pala ao ombro, chilenas de prata arrastadas ao chão com o barulho das botas; topetudos de todos os naipes tabaréus, canhamboras, capangas, jagunços, caborés, curimbabas; piraquaras, caiçaras, boiadeiros, laranjos, canoeiros agrestes, caboclos,cafuzos vararam a terra pra Oeste, pro Sul e pro Norte Crianças do mato brincando com a morte! E o Brasil ficou sendo o que é, liricamente. E o Brasil ficou tendo a forma de uma harpa, geograficamente. E o Brasil é este poema menino que acontece na vida da gente... (Cassiano Ricardo)
A estrofe que faz referência ao navio escravagista é a