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Prova Analista de Controle Interno - Câmara de Garuva/SC
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Questão 1 de 31 Q1412898 Q1 da prova
Considere o fragmento de texto a seguir para as questões 01 a 05.
[...] Michel de Certeau, em seu livro A invenção do cotidiano, nos dá um exemplo que ajuda a compreender a enunciação. Diz o historiador francês que, quando caminhamos, nos apropriamos do espaço urbano. A utilização que o pedestre faz do espaço público é pessoal; ele pode, para chegar a um mesmo destino, optar por caminhos diferentes. Se retornamos a um exemplo dado no começo deste livro, observamos que o sujeito, o pedestre, ao caminhar, se apropria de algo que é público, o espaço urbano. A enunciação é bem isso: um ato pelo qual um sujeito se apropria de algo que é público, a língua, e passa a utilizá-la como se fosse sua.
Pensemos na palavra enunciação. Trata-se de uma palavra derivada do verbo enunciar, que significa dizer. Enunciação é, portanto, o ato de dizer. Nesse verbo, temos o elemento nunci-, que aparece também em anunciar, denunciar, pronunciar, renunciar, todos ligados a dizer. [...]
Para Benveniste, a enunciação é o ato pelo qual um sujeito, por um ato de vontade, se apropria do sistema da língua e a põe em funcionamento; nas palavras do linguista, “a enunciação é este colocar em funcionamento a língua por um ato individual de utilização”. Assim, aquilo que é abstrato e social, a língua, se converte em algo concreto e individual, a fala. [...]
O sujeito da enunciação, ao se apropriar do sistema da língua, desdobra-se em enunciador e enunciátário, porque, quem diz, diz algo a alguém. Todo enunciado produzido tem sempre um destinatário, mesmo que ele não venha explicitado, pois uma das características da linguagem humana é a intersubjetividade, isto é, ela se opera entre sujeitos e, para usar uma expressão de Benveniste, “é na linguagem e pela linguagem que o homem se constitui como sujeito”.

Assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 2 de 31 Q1412900 Q2 da prova
Considere o fragmento de texto a seguir para as questões 01 a 05.
[...] Michel de Certeau, em seu livro A invenção do cotidiano, nos dá um exemplo que ajuda a compreender a enunciação. Diz o historiador francês que, quando caminhamos, nos apropriamos do espaço urbano. A utilização que o pedestre faz do espaço público é pessoal; ele pode, para chegar a um mesmo destino, optar por caminhos diferentes. Se retornamos a um exemplo dado no começo deste livro, observamos que o sujeito, o pedestre, ao caminhar, se apropria de algo que é público, o espaço urbano. A enunciação é bem isso: um ato pelo qual um sujeito se apropria de algo que é público, a língua, e passa a utilizá-la como se fosse sua.
Pensemos na palavra enunciação. Trata-se de uma palavra derivada do verbo enunciar, que significa dizer. Enunciação é, portanto, o ato de dizer. Nesse verbo, temos o elemento nunci-, que aparece também em anunciar, denunciar, pronunciar, renunciar, todos ligados a dizer. [...]
Para Benveniste, a enunciação é o ato pelo qual um sujeito, por um ato de vontade, se apropria do sistema da língua e a põe em funcionamento; nas palavras do linguista, “a enunciação é este colocar em funcionamento a língua por um ato individual de utilização”. Assim, aquilo que é abstrato e social, a língua, se converte em algo concreto e individual, a fala. [...]
O sujeito da enunciação, ao se apropriar do sistema da língua, desdobra-se em enunciador e enunciátário, porque, quem diz, diz algo a alguém. Todo enunciado produzido tem sempre um destinatário, mesmo que ele não venha explicitado, pois uma das características da linguagem humana é a intersubjetividade, isto é, ela se opera entre sujeitos e, para usar uma expressão de Benveniste, “é na linguagem e pela linguagem que o homem se constitui como sujeito”.

Assinale a alternativa integralmente correta.

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Questão 3 de 31 Q1412901 Q3 da prova
Considere o fragmento de texto a seguir para as questões 01 a 05.
[...] Michel de Certeau, em seu livro A invenção do cotidiano, nos dá um exemplo que ajuda a compreender a enunciação. Diz o historiador francês que, quando caminhamos, nos apropriamos do espaço urbano. A utilização que o pedestre faz do espaço público é pessoal; ele pode, para chegar a um mesmo destino, optar por caminhos diferentes. Se retornamos a um exemplo dado no começo deste livro, observamos que o sujeito, o pedestre, ao caminhar, se apropria de algo que é público, o espaço urbano. A enunciação é bem isso: um ato pelo qual um sujeito se apropria de algo que é público, a língua, e passa a utilizá-la como se fosse sua.
Pensemos na palavra enunciação. Trata-se de uma palavra derivada do verbo enunciar, que significa dizer. Enunciação é, portanto, o ato de dizer. Nesse verbo, temos o elemento nunci-, que aparece também em anunciar, denunciar, pronunciar, renunciar, todos ligados a dizer. [...]
Para Benveniste, a enunciação é o ato pelo qual um sujeito, por um ato de vontade, se apropria do sistema da língua e a põe em funcionamento; nas palavras do linguista, “a enunciação é este colocar em funcionamento a língua por um ato individual de utilização”. Assim, aquilo que é abstrato e social, a língua, se converte em algo concreto e individual, a fala. [...]
O sujeito da enunciação, ao se apropriar do sistema da língua, desdobra-se em enunciador e enunciátário, porque, quem diz, diz algo a alguém. Todo enunciado produzido tem sempre um destinatário, mesmo que ele não venha explicitado, pois uma das características da linguagem humana é a intersubjetividade, isto é, ela se opera entre sujeitos e, para usar uma expressão de Benveniste, “é na linguagem e pela linguagem que o homem se constitui como sujeito”.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA quanto à coesão do texto.

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Questão 4 de 31 Q1412903 Q4 da prova
Considere o fragmento de texto a seguir para as questões 01 a 05.
[...] Michel de Certeau, em seu livro A invenção do cotidiano, nos dá um exemplo que ajuda a compreender a enunciação. Diz o historiador francês que, quando caminhamos, nos apropriamos do espaço urbano. A utilização que o pedestre faz do espaço público é pessoal; ele pode, para chegar a um mesmo destino, optar por caminhos diferentes. Se retornamos a um exemplo dado no começo deste livro, observamos que o sujeito, o pedestre, ao caminhar, se apropria de algo que é público, o espaço urbano. A enunciação é bem isso: um ato pelo qual um sujeito se apropria de algo que é público, a língua, e passa a utilizá-la como se fosse sua.
Pensemos na palavra enunciação. Trata-se de uma palavra derivada do verbo enunciar, que significa dizer. Enunciação é, portanto, o ato de dizer. Nesse verbo, temos o elemento nunci-, que aparece também em anunciar, denunciar, pronunciar, renunciar, todos ligados a dizer. [...]
Para Benveniste, a enunciação é o ato pelo qual um sujeito, por um ato de vontade, se apropria do sistema da língua e a põe em funcionamento; nas palavras do linguista, “a enunciação é este colocar em funcionamento a língua por um ato individual de utilização”. Assim, aquilo que é abstrato e social, a língua, se converte em algo concreto e individual, a fala. [...]
O sujeito da enunciação, ao se apropriar do sistema da língua, desdobra-se em enunciador e enunciátário, porque, quem diz, diz algo a alguém. Todo enunciado produzido tem sempre um destinatário, mesmo que ele não venha explicitado, pois uma das características da linguagem humana é a intersubjetividade, isto é, ela se opera entre sujeitos e, para usar uma expressão de Benveniste, “é na linguagem e pela linguagem que o homem se constitui como sujeito”.

Assinale a alternativa em que a vírgula entre os colchetes [ ] exemplifica esta situação: “Embora a regra geral indique a inadequação de uso de vírgula separando sujeito e predicado, quando o sujeito é oracional (representado por uma oração subordinada substantiva), os bons escritores empregam, muitas vezes, uma vírgula para assinalar com maior clareza o fim do bloco do sujeito”.

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Questão 5 de 31 Q1412905 Q5 da prova
Considere o fragmento de texto a seguir para as questões 01 a 05.
[...] Michel de Certeau, em seu livro A invenção do cotidiano, nos dá um exemplo que ajuda a compreender a enunciação. Diz o historiador francês que, quando caminhamos, nos apropriamos do espaço urbano. A utilização que o pedestre faz do espaço público é pessoal; ele pode, para chegar a um mesmo destino, optar por caminhos diferentes. Se retornamos a um exemplo dado no começo deste livro, observamos que o sujeito, o pedestre, ao caminhar, se apropria de algo que é público, o espaço urbano. A enunciação é bem isso: um ato pelo qual um sujeito se apropria de algo que é público, a língua, e passa a utilizá-la como se fosse sua.
Pensemos na palavra enunciação. Trata-se de uma palavra derivada do verbo enunciar, que significa dizer. Enunciação é, portanto, o ato de dizer. Nesse verbo, temos o elemento nunci-, que aparece também em anunciar, denunciar, pronunciar, renunciar, todos ligados a dizer. [...]
Para Benveniste, a enunciação é o ato pelo qual um sujeito, por um ato de vontade, se apropria do sistema da língua e a põe em funcionamento; nas palavras do linguista, “a enunciação é este colocar em funcionamento a língua por um ato individual de utilização”. Assim, aquilo que é abstrato e social, a língua, se converte em algo concreto e individual, a fala. [...]
O sujeito da enunciação, ao se apropriar do sistema da língua, desdobra-se em enunciador e enunciátário, porque, quem diz, diz algo a alguém. Todo enunciado produzido tem sempre um destinatário, mesmo que ele não venha explicitado, pois uma das características da linguagem humana é a intersubjetividade, isto é, ela se opera entre sujeitos e, para usar uma expressão de Benveniste, “é na linguagem e pela linguagem que o homem se constitui como sujeito”.

Considere a análise que se faz dos elementos destacados:
I – [...] para chegar a um mesmo destino. (1º §) – indica finalidade.
II – “Se retornamos a um exemplo dado no começo deste livro” (1º §) – indica conclusão.
III – Enunciação é, portanto, o ato de dizer. (2º §) – indica conclusão.
IV – Assim, aquilo que é abstrato e social, a língua, se converte em algo concreto e individual, a fala. (3º §) – indica condição.
V - Todo enunciado produzido tem sempre um destinatário, mesmo que ele não venha explicitado, pois uma das características da linguagem humana é a intersubjetividade [...] (4º §) – indica explicação.
TODOS estes itens apresentam análise correta:

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Questão 6 de 31 Q1412907 Q6 da prova

Os valores de (3!)3 e de 18! 15! são respectivamente:

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Questão 7 de 31 Q1412909 Q7 da prova

João, Victória e Clara estão andando de bicicleta numa pista de caminhada. Os três partem de um ponto P da pista e completam uma volta na pista ao passarem novamente pelo mesmo ponto P. João gasta 3 minutos, Victória gasta 4 minutos e Clara gasta 3 minutos e 20 segundos, para dar uma volta completa na pista. Após quanto tempo, as três crianças passarão juntas, no ponto P, pela segunda vez consecutiva?

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Questão 8 de 31 Q1412912 Q9 da prova

A área de um triângulo retângulo cuja altura mede 46,648cm e a base 51,225cm é aproximadamente:

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Questão 9 de 31 Q1412914 Q10 da prova

Maria Clara e Maria Victória são irmãs. A multiplicação entre a idade da mais nova pela mais velha é igual a 384. Maria Victória é 8 anos mais velha que Maria Clara. Sabendo disso, qual a idade da Maria Clara e da Maria Victória?

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Questão 10 de 31 Q1412915 Q11 da prova

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Lei nº 13.709 de 14 de agosto de 2018, dispõe sobre:

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Questão 11 de 31 Q1412917 Q12 da prova

Dos crimes contra as finanças públicas em seu Art. 359 estabelece que: Ordenar, autorizar ou realizar operação de crédito, interno ou externo, sem prévia autorização legislativa fica sujeito a Pena de:

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Questão 12 de 31 Q1412920 Q14 da prova

Dos crimes contra as finanças públicas em seu Art. 312 estabelece que: Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio. Fica sujeito a Pena de:

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Questão 13 de 31 Q1412924 Q16 da prova

De acordo com o artigo 62 da Lei Federal n.º 4.320, de 17 de março de 1964:

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Questão 14 de 31 Q1412925 Q17 da prova

De acordo com o artigo 5º, inciso III, da LRF, a utilização e o montante da reserva de contingência devem ser estabelecidos na LDO de que forma?

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Questão 15 de 31 Q1412927 Q18 da prova

Pelo artigo 41 da Lei Federal n.º 4.320/64, os créditos adicionais são:

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Questão 16 de 31 Q1412929 Q19 da prova

De acordo com o Capítulo II (Dos Atos de Improbidade Administrativa) da Lei Federal n.º 8.429, de 2 de junho de 1992, a qual “dispõe sobre as sanções aplicáveis em virtude da prática de atos de improbidade administrativa...”, a expressão “ordenar ou permitir a realização de despesas não autorizadas em lei ou regulamento” trata-se de:

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Questão 17 de 31 Q1412930 Q20 da prova

O caput do artigo 37 da Constituição Federal de 1988 dispõe, entre outras, que a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos seguintes princípios:

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Questão 18 de 31 Q1412932 Q21 da prova

O caput do artigo 15 (Capítulo IV Da Despesa Pública) da Lei Complementar Federal n.º 101, de 4 de maio de 2000 (LRF), dispõe que “serão consideradas não autorizadas, irregulares e lesivas ao patrimônio público...

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Questão 19 de 31 Q1412935 Q23 da prova

O orçamento deve conter todas as receitas e todas as despesas do Estado. Essa regra tradicional que é considerada indispensável para o controle parlamentar sobre as finanças públicas é o princípio da:

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Questão 20 de 31 Q1412937 Q24 da prova

Pelo princípio da exclusividade, a “lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para...”:

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Questão 21 de 31 Q1412939 Q25 da prova

A receita tributária é formada pelo seguinte:

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Questão 22 de 31 Q1412940 Q26 da prova

De acordo com os artigos 53, 55 e 56 da Lei Federal n.º 4.320/64, os estágios da receita pública são:

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Questão 23 de 31 Q1412942 Q27 da prova

A lei que “Institui, no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios a modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências” é a:

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Questão 24 de 31 Q1412946 Q29 da prova

Pelo art. 17 da Lei Complementar Federal n.º 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), para ser considerada “obrigatória e de caráter continuado”, a despesa precisa ter basicamente três condições, que são:

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Questão 25 de 31 Q1412947 Q30 da prova

De acordo com o Art. 41 da Lei Federal n.º 4.320/64, os créditos adicionais classificam-se em:

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Questão 26 de 31 Q1412949 Q31 da prova

O servidor público é todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função. Essa afirmação refere-se a:

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Questão 27 de 31 Q1412951 Q32 da prova

A Lei Federal n.º 14.133, de 1º de abril de 2021 (Lei Licitações e Contratos Administrativos), em seu § 5º do artigo 8º estabelece que:

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Questão 28 de 31 Q1412956 Q35 da prova

Quanto à Dívida Ativa:

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Questão 29 de 31 Q1412961 Q38 da prova

De acordo com o artigo 28 da Lei Federal n.º 14.133, de 1º de abril de 2021 (Lei Licitações e Contratos Administrativos), as modalidades de licitação são:

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Questão 30 de 31 Q1412963 Q39 da prova

Os incisos “I – o superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior; II – os provenientes de excesso de arrecadação; III – os resultantes de anulação parcial ou total de dotações orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em Lei; IV – o produto de operações de crédito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao poder executivo realizá-las” são do §1º do artigo 43 da Lei Federal n.º 4.320/64. O caput desse citado artigo 43 dispõe que eles referem-se a:

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Questão 31 de 31 Q1412964 Q40 da prova

O conjunto de práticas de supervisão que visam garantir que os gestores e servidores observem as normas da administração pública e que as políticas públicas sejam cumpridas, prevenindo erros, irregularidades, fraudes e desperdícios dos recursos dos contribuintes, ajudando na prevenção e no combate à corrupção, na melhoria da qualidade dos gastos públicos, fiscalizando e orientando todos os demais órgãos da administração pública nos processos de compra, de contratação de serviços de terceiros, propondo soluções para questões técnicas, dando suporte, também, às entidades de Controle Externo, refere-se ao:

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