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Prova Analista Contábil - Câmara de Alexânia/GO
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Questão 1 de 37 Q1322710 Q1 da prova
Texto 01: “Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos, não há plateia”. (Machado de Assis, no livro “Memórias póstumas de Brás Cubas”)

No trecho transcrito acima, o narrador atribui à morte uma série de vantagens em comparação à vida. Qual das opções abaixo melhor sintetiza essas vantagens?

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Questão 2 de 37 Q1322711 Q2 da prova
Texto 01: “Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos, não há plateia”. (Machado de Assis, no livro “Memórias póstumas de Brás Cubas”)

A franqueza mencionada pelo narrador é descrita como a primeira virtude de um defunto. O que essa franqueza permite ao narrador, conforme expresso no texto?

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Questão 3 de 37 Q1322713 Q3 da prova
Texto 02: Nós, os ridículos Todos nós consideramos algumas profissões menores: gari, pedreiro, faxineira...olhamos facilmente com sobranceria para aquelas pessoas que todo o dia ralam muito para, literalmente, transformar a nossa vida em algo melhor. Essa manhã, um bando de pedreiro entrou em minha casa para fazer uma obra super necessária. Enquanto ouvia os seus movimentos, para cá e para lá, cobrindo paredes, abrindo caminho pelo chão que protegeram antes sequer de o pisar, pegando todo o material de que vão precisar, pensava precisamente nisso. Por que raio achamos que ser pedreiro é uma profissão menor? Lembro dos olhares na escola para os meninos cujos pais eram pedreiros ou caminhoneiros, como se não fossem trabalhos de que tanto precisamos. A gente passa dois dias com os garis fazendo greve e sair na rua fica um inferno. Se não houvesse pedreiros...bom, adeus casas, né? Se não houvesse caminhoneiros não sei bem como a gente transportaria bens mais ou menos essenciais entre lugares vários. Se não houvesse faxineiras...e por aí vai. Fazendo umas contas rápidas, uma faxineira em Lisboa - que cobra em média 7 euros por hora - pode tirar, no final do mês, 1.400 euros ou mais de salário. Em termos nacionais, a média salarial não chega a mil euros [no setor privado é um pouco mais elevada]. Isso significa que uma faxineira, que faz - lá está - o trabalho que ninguém quer fazer, é bem paga por isso. Melhor até do que a maioria dos jornalistas, por exemplo. Ou que um quadro médio. Um pedreiro que seja chefe de uma equipa ganhava, em 2013, uma média de 1.028 euros por mês, segundo os dados da Pordata. Hoje estará ganhando mais. Para além de fazerem um trabalho super exigente e importante - pedreiro que erre pode fazer, na verdade, sua casa virar um inferno, um prédio ser uma obra perdida e por ai vai; faxineira que falte deixa sua vida uma confusão... - essas pessoas não ganham mal e na maioria das vezes não odeiam o que fazem. Então por quê o nosso preconceito? Por que nos achamos superiores? Por que raio nossa profissão deve ser mais bem vista, mais bem paga e mais considerada que a deles? Que sociedade igualitária é essa que a gente quer que acredita que trabalhador só é válido se tiver diploma na mão e doutorado em filosofia? Penso muitas vezes nisso e em como somos ridículos, nós, o que achamos que somos mais do que o gari que trabalha para manter minha rua limpa.

Segundo o texto, qual é a principal crítica da autora em relação à percepção social sobre determinadas profissões?

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Questão 4 de 37 Q1322715 Q4 da prova
Texto 02: Nós, os ridículos Todos nós consideramos algumas profissões menores: gari, pedreiro, faxineira...olhamos facilmente com sobranceria para aquelas pessoas que todo o dia ralam muito para, literalmente, transformar a nossa vida em algo melhor. Essa manhã, um bando de pedreiro entrou em minha casa para fazer uma obra super necessária. Enquanto ouvia os seus movimentos, para cá e para lá, cobrindo paredes, abrindo caminho pelo chão que protegeram antes sequer de o pisar, pegando todo o material de que vão precisar, pensava precisamente nisso. Por que raio achamos que ser pedreiro é uma profissão menor? Lembro dos olhares na escola para os meninos cujos pais eram pedreiros ou caminhoneiros, como se não fossem trabalhos de que tanto precisamos. A gente passa dois dias com os garis fazendo greve e sair na rua fica um inferno. Se não houvesse pedreiros...bom, adeus casas, né? Se não houvesse caminhoneiros não sei bem como a gente transportaria bens mais ou menos essenciais entre lugares vários. Se não houvesse faxineiras...e por aí vai. Fazendo umas contas rápidas, uma faxineira em Lisboa - que cobra em média 7 euros por hora - pode tirar, no final do mês, 1.400 euros ou mais de salário. Em termos nacionais, a média salarial não chega a mil euros [no setor privado é um pouco mais elevada]. Isso significa que uma faxineira, que faz - lá está - o trabalho que ninguém quer fazer, é bem paga por isso. Melhor até do que a maioria dos jornalistas, por exemplo. Ou que um quadro médio. Um pedreiro que seja chefe de uma equipa ganhava, em 2013, uma média de 1.028 euros por mês, segundo os dados da Pordata. Hoje estará ganhando mais. Para além de fazerem um trabalho super exigente e importante - pedreiro que erre pode fazer, na verdade, sua casa virar um inferno, um prédio ser uma obra perdida e por ai vai; faxineira que falte deixa sua vida uma confusão... - essas pessoas não ganham mal e na maioria das vezes não odeiam o que fazem. Então por quê o nosso preconceito? Por que nos achamos superiores? Por que raio nossa profissão deve ser mais bem vista, mais bem paga e mais considerada que a deles? Que sociedade igualitária é essa que a gente quer que acredita que trabalhador só é válido se tiver diploma na mão e doutorado em filosofia? Penso muitas vezes nisso e em como somos ridículos, nós, o que achamos que somos mais do que o gari que trabalha para manter minha rua limpa.

Qual é um dos argumentos que a autora utiliza para demonstrar a importância das profissões desvalorizadas socialmente?

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Questão 5 de 37 Q1322716 Q5 da prova
Texto 02: Nós, os ridículos Todos nós consideramos algumas profissões menores: gari, pedreiro, faxineira...olhamos facilmente com sobranceria para aquelas pessoas que todo o dia ralam muito para, literalmente, transformar a nossa vida em algo melhor. Essa manhã, um bando de pedreiro entrou em minha casa para fazer uma obra super necessária. Enquanto ouvia os seus movimentos, para cá e para lá, cobrindo paredes, abrindo caminho pelo chão que protegeram antes sequer de o pisar, pegando todo o material de que vão precisar, pensava precisamente nisso. Por que raio achamos que ser pedreiro é uma profissão menor? Lembro dos olhares na escola para os meninos cujos pais eram pedreiros ou caminhoneiros, como se não fossem trabalhos de que tanto precisamos. A gente passa dois dias com os garis fazendo greve e sair na rua fica um inferno. Se não houvesse pedreiros...bom, adeus casas, né? Se não houvesse caminhoneiros não sei bem como a gente transportaria bens mais ou menos essenciais entre lugares vários. Se não houvesse faxineiras...e por aí vai. Fazendo umas contas rápidas, uma faxineira em Lisboa - que cobra em média 7 euros por hora - pode tirar, no final do mês, 1.400 euros ou mais de salário. Em termos nacionais, a média salarial não chega a mil euros [no setor privado é um pouco mais elevada]. Isso significa que uma faxineira, que faz - lá está - o trabalho que ninguém quer fazer, é bem paga por isso. Melhor até do que a maioria dos jornalistas, por exemplo. Ou que um quadro médio. Um pedreiro que seja chefe de uma equipa ganhava, em 2013, uma média de 1.028 euros por mês, segundo os dados da Pordata. Hoje estará ganhando mais. Para além de fazerem um trabalho super exigente e importante - pedreiro que erre pode fazer, na verdade, sua casa virar um inferno, um prédio ser uma obra perdida e por ai vai; faxineira que falte deixa sua vida uma confusão... - essas pessoas não ganham mal e na maioria das vezes não odeiam o que fazem. Então por quê o nosso preconceito? Por que nos achamos superiores? Por que raio nossa profissão deve ser mais bem vista, mais bem paga e mais considerada que a deles? Que sociedade igualitária é essa que a gente quer que acredita que trabalhador só é válido se tiver diploma na mão e doutorado em filosofia? Penso muitas vezes nisso e em como somos ridículos, nós, o que achamos que somos mais do que o gari que trabalha para manter minha rua limpa.

No trecho "Então por quê o nosso preconceito? Por que nos achamos superiores?", qual é o principal recurso estilístico utilizado pela autora para reforçar sua crítica?

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Questão 6 de 37 Q1322720 Q7 da prova

Qual das alternativas a seguir melhor descreve o gênero textual "crônica"?

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Questão 7 de 37 Q1322722 Q8 da prova

Qual dos seguintes gêneros textuais é caracterizado por uma linguagem objetiva e prática, geralmente utilizado em ambientes oficiais?

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Questão 8 de 37 Q1322723 Q9 da prova

Qual das palavras a seguir está grafada corretamente de acordo com a ortografia oficial?

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Questão 9 de 37 Q1322724 Q10 da prova

No trecho "Maria gosta de frutas. Ela as come todos os dias.", os pronomes "Ela" e "as" são exemplos de:

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Questão 10 de 37 Q1322726 Q11 da prova

Assinale a alternativa em que o verbo ESCURECER está conjugado no futuro do presente do modo indicativo, na terceira pessoa do plural:

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Questão 11 de 37 Q1322728 Q12 da prova

Em "O gato pulou rapidamente sobre a mesa.", a palavra "rapidamente" é um:

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Questão 12 de 37 Q1322730 Q13 da prova

Qual frase está correta quanto à concordância verbal e nominal?

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Questão 13 de 37 Q1322731 Q14 da prova

“Meu pai viu um Da Vinci em sua última visita”. Nesta frase, temos a seguinte figura de linguagem:

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Questão 14 de 37 Q1322733 Q15 da prova

Assinale a alternativa que não contém um exemplo de vício de linguagem:

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Questão 15 de 37 Q1322735 Q16 da prova

Assinale corretamente a única assertiva que não representa uma tautologia lógica.

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Questão 16 de 37 Q1322738 Q18 da prova

Assinale a assertiva que apresenta corretamente a negação da seguinte proposição lógica: “Todos os jogadores foram mal no jogo”

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Questão 17 de 37 Q1322740 Q19 da prova

Um capital de R$ 250.000,00 foi aplicado a juros compostos a uma taxa anual de 5%, durante 10 anos. Assinale a assertiva que apresenta o montante dessa aplicação após os 10 anos.

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Questão 18 de 37 Q1322742 Q20 da prova

Em uma urna contém 10 fichas numeradas de 1 a 10. Assinale a probabilidade da primeira ficha a ser retirada dessa urna conter um número divisível por 4.

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Questão 19 de 37 Q1322744 Q21 da prova

Constitui ato de improbidade administrativa importando em enriquecimento ilícito auferir, mediante a prática de ato doloso, qualquer tipo de vantagem apresentadas nas seguintes assertivas, exceto:

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Questão 20 de 37 Q1322745 Q22 da prova

Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública a ação ou omissão dolosa que viole os deveres de honestidade, de imparcialidade e de legalidade, caracterizada por uma das seguintes condutas, exceto:

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Questão 21 de 37 Q1322747 Q23 da prova

A disciplina da proteção de dados pessoais não tem como fundamentos:

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Questão 22 de 37 Q1322749 Q24 da prova

Com base na legislação de proteção de dados, denomina-se controlador:

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Questão 23 de 37 Q1322750 Q25 da prova

O CPC 00 (R2) declara que o objetivo do relatório financeiro para fins gerais é fornecer informações financeiras sobre a entidade que reporta que sejam úteis para investidores, credores por empréstimos e outros credores, existentes e potenciais, na tomada de decisões referente à oferta de recursos à entidade. Tais decisões não envolvem decisões sobre:

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Questão 24 de 37 Q1322752 Q26 da prova

Assinale a assertiva que não apresenta uma característica qualitativa de melhoria das demonstrações contábeis de acordo com o CPC 00 (R2):

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Questão 25 de 37 Q1322754 Q27 da prova

Uma empresa apresentou as seguintes movimentações em seu fluxo de caixa no exercício de 2023, com base no CPC 03 (R2), assinale corretamente o saldo que essa entidade apresentou ao final do exercício de 2023, relacionado às atividades de Investimentos.

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Questão 26 de 37 Q1322756 Q28 da prova

De acordo com o CPC 03 (R2) a entidade deve divulgar, de modo agregado, com relação tanto à obtenção quanto à perda do controle de controladas ou outros negócios durante o período, cada um dos seguintes itens, exceto:

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Questão 27 de 37 Q1322759 Q30 da prova

De acordo com o CPC 16 (R1), assinale a assertiva que não se enquadra na definição de estoque:

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Questão 28 de 37 Q1322760 Q31 da prova

Com base no código de ética do profissional contábil, assinale corretamente o princípio profissional que visa não permitir que comportamento tendencioso, conflito de interesse ou influência indevida de outros afetem o julgamento profissional ou de negócio.

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Questão 29 de 37 Q1322762 Q32 da prova

De acordo com o código de ética do profissional contábil, as salvaguardas criadas pela profissão, pela legislação ou por regulamento incluem, exceto:

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Questão 30 de 37 Q1322764 Q33 da prova

A NBC TA 200 (R1) traz que as NBCs TA exigem que o auditor exerça o julgamento profissional e mantenha o ceticismo profissional ao longo de todo o planejamento e na execução da auditoria, como também:

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Questão 31 de 37 Q1322765 Q34 da prova

De acordo com a NBC TA 200 (R1) o risco de que os procedimentos executados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectem uma distorção existente que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, é denominado de:

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Questão 32 de 37 Q1322767 Q35 da prova

Com base na Aceitação de mudança nos termos do trabalho de auditoria, previstos na NBC TA 210 (R1), assinale a assertiva que está em desacordo com essa normativa.

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Questão 33 de 37 Q1322768 Q36 da prova

O Município de Alexânia organiza-se e rege-se pela sua Lei Orgânica e as leis que adotar, observados os princípios das Constituições Federal e Estadual, e tem por objetivos, exceto:

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Questão 34 de 37 Q1322770 Q37 da prova

Assinale a única assertiva que não representa uma competência do município de Alexânia:

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Questão 35 de 37 Q1322772 Q38 da prova

Assinale corretamente uma competência comum entre o município de Alexânia, União e o Estado.

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Questão 36 de 37 Q1322773 Q39 da prova

Assinale corretamente a assertiva que não representa uma vedação ao município de Alexânia.

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Questão 37 de 37 Q1322775 Q40 da prova

A lei orgânica municipal de Alexânia estabelece que a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, mediante, exceto:

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