Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 3Q1058064Q1 da prova
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 3.
Inteligência Artificial: a inesperada demissão de Sam Altman, criador do ChatGPT
O mundo da tecnologia está em choque.
Nesta sexta-feira (17/11), Sam Altman — uma das mentes mais brilhantes da emergente indústria da Inteligência Artificial e um homem que para muitos se tornou o porta-voz da AI — foi demitido sem cerimônia da empresa que cofundou.
A AI está em nossas vidas há muito tempo — organizando nossos feeds de redes sociais, recomendando filmes em plataformas de streaming de vídeo e ajudando no cálculo de nossos prêmios de seguro.
Mas foi a partir do lançamento do ChatGPT por Altman que a maioria das pessoas passou a falar sobre AI.
A Inteligência Artificial é uma tecnologia incrivelmente poderosa e divide opiniões: alguns dizem que ela poderia salvar o mundo ou destruí-lo.
Sua demissão da OpenAI, empresa por trás do bot ChatGPT, foi tão repentina quanto dramática.
É justo dizer que meu telefone explodiu quando a notícia foi divulgada, enquanto a comunidade de tecnologia e os jornalistas se esforçavam para entender o que estava acontecendo.
Num comunicado, o Conselho de Administração da empresa disse acreditar que Altman não tinha sido "consistentemente sincero nas comunicações" com eles e, como resultado, tinha "perdido a confiança" na sua liderança.
Nas entrelinhas, pode-se supor que havia algo que Altman lhes contou ou não — e de alguma forma ele foi pego de surpresa por isso. O texto do comunicado é tão poderoso que quase parece pessoal.
Existem rumores, mas, até agora, nada mais veio à tona.
Não é incomum nas empresas de tecnologia que uma cultura de trabalho tóxica leve à queda do CEO — mas até agora nenhum caso do tipo apareceu envolvendo a OpenAI.
Em outubro, a empresa estava avaliada em US$ 80 bilhões (cerca de R$ 400 bilhões) — ou seja, também não parece ter havido nenhum problema financeiro.
Será que o problema é com a própria tecnologia?
Há alguns dias, Altman escreveu sobre o ChatGPT tendo dificuldades para atender a um "aumento na demanda', o que fez com que as inscrições para seu serviço de assinatura paga fossem pausadas.
Mas isso é suficiente para uma demissão?
Seu cofundador, Greg Brockman, que foi demitido do conselho poucos minutos depois de Altman, disse que os dois homens ficaram chocados com a rapidez com que tudo aconteceu.
Havia apenas seis pessoas nesse conselho, incluindo Brockman e Altman. Se eles foram realmente pegos de surpresa, isso significa que essa decisão foi tomada por apenas quatro membros.
O que aconteceu para que este pequeno grupo agisse de forma tão decisiva e rápida?
Altman, agora ex-CEO da OpenAI, dirigiu-se a líderes mundiais em discussões sobre os riscos e benefícios representados pela poderosa tecnologia em que foi pioneiro.
Ele disse, de forma memorável, que a AI era "uma ferramenta e não uma criatura" e parecia honesto sobre seus temores de que um dia ela pudesse sair de controle.
Há apenas duas semanas, Altman esteve no Reino Unido, na primeira cúpula mundial de segurança de AI, como um dos cerca de 100 delegados globais. Ele fez um discurso na semana passada sobre o futuro de sua empresa e sua tecnologia.
Como repórter de tecnologia, considero seguro presumir que ele realmente não tinha ideia do que estava por vir.
Até agora, os grandes nomes do Vale do Silício ofereceram apoio a Altman, incluindo o cofundador do Google, Eric Schmidt, que o descreveu como "meu herói".
O CEO da Microsoft, Satya Nadella, disse ter "confiança" na empresa. Não surpreende, uma vez que a Microsoft investiu bilhões na OpenAI, e a tecnologia por trás do ChatGPT agora está incorporada nos aplicativos do Office da Microsoft.
Um personagem que tem estado estranhamente quieto até agora é Elon Musk.
Ele e Altman criaram a OpenAI juntos, em parceria com outras pessoas, mas teriam se desentendido sobre a decisão dela deixar de ser uma organização sem fins lucrativos.
Há rumores de que é exatamente essa questão que mais uma vez dividiu opiniões dentro da empresa.
O X (anteriormente conhecido como Twitter) de Musk, por sua vez, lançou um novo chatbot chamado Grok.
Talvez Musk não esteja chateado com o fato de a OpenAI estar um pouco distraída por um drama que não é de hoje.
Enquanto isso, cabe à diretora de tecnologia da ChatGPT, Mira Murati, assumir interinamente o cargo de CEO.
O mundo da tecnologia é pequeno — coincidentemente, ela já trabalhou na Tesla, empresa automobilística de Musk.
A grande pergunta é: Murat poderá conter tamanha instabilidade?
Qual evento recente relacionado ao ChatGPT pode ter contribuído para a demissão de Sam Altman?
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 3.
Inteligência Artificial: a inesperada demissão de Sam Altman, criador do ChatGPT
O mundo da tecnologia está em choque.
Nesta sexta-feira (17/11), Sam Altman — uma das mentes mais brilhantes da emergente indústria da Inteligência Artificial e um homem que para muitos se tornou o porta-voz da AI — foi demitido sem cerimônia da empresa que cofundou.
A AI está em nossas vidas há muito tempo — organizando nossos feeds de redes sociais, recomendando filmes em plataformas de streaming de vídeo e ajudando no cálculo de nossos prêmios de seguro.
Mas foi a partir do lançamento do ChatGPT por Altman que a maioria das pessoas passou a falar sobre AI.
A Inteligência Artificial é uma tecnologia incrivelmente poderosa e divide opiniões: alguns dizem que ela poderia salvar o mundo ou destruí-lo.
Sua demissão da OpenAI, empresa por trás do bot ChatGPT, foi tão repentina quanto dramática.
É justo dizer que meu telefone explodiu quando a notícia foi divulgada, enquanto a comunidade de tecnologia e os jornalistas se esforçavam para entender o que estava acontecendo.
Num comunicado, o Conselho de Administração da empresa disse acreditar que Altman não tinha sido "consistentemente sincero nas comunicações" com eles e, como resultado, tinha "perdido a confiança" na sua liderança.
Nas entrelinhas, pode-se supor que havia algo que Altman lhes contou ou não — e de alguma forma ele foi pego de surpresa por isso. O texto do comunicado é tão poderoso que quase parece pessoal.
Existem rumores, mas, até agora, nada mais veio à tona.
Não é incomum nas empresas de tecnologia que uma cultura de trabalho tóxica leve à queda do CEO — mas até agora nenhum caso do tipo apareceu envolvendo a OpenAI.
Em outubro, a empresa estava avaliada em US$ 80 bilhões (cerca de R$ 400 bilhões) — ou seja, também não parece ter havido nenhum problema financeiro.
Será que o problema é com a própria tecnologia?
Há alguns dias, Altman escreveu sobre o ChatGPT tendo dificuldades para atender a um "aumento na demanda', o que fez com que as inscrições para seu serviço de assinatura paga fossem pausadas.
Mas isso é suficiente para uma demissão?
Seu cofundador, Greg Brockman, que foi demitido do conselho poucos minutos depois de Altman, disse que os dois homens ficaram chocados com a rapidez com que tudo aconteceu.
Havia apenas seis pessoas nesse conselho, incluindo Brockman e Altman. Se eles foram realmente pegos de surpresa, isso significa que essa decisão foi tomada por apenas quatro membros.
O que aconteceu para que este pequeno grupo agisse de forma tão decisiva e rápida?
Altman, agora ex-CEO da OpenAI, dirigiu-se a líderes mundiais em discussões sobre os riscos e benefícios representados pela poderosa tecnologia em que foi pioneiro.
Ele disse, de forma memorável, que a AI era "uma ferramenta e não uma criatura" e parecia honesto sobre seus temores de que um dia ela pudesse sair de controle.
Há apenas duas semanas, Altman esteve no Reino Unido, na primeira cúpula mundial de segurança de AI, como um dos cerca de 100 delegados globais. Ele fez um discurso na semana passada sobre o futuro de sua empresa e sua tecnologia.
Como repórter de tecnologia, considero seguro presumir que ele realmente não tinha ideia do que estava por vir.
Até agora, os grandes nomes do Vale do Silício ofereceram apoio a Altman, incluindo o cofundador do Google, Eric Schmidt, que o descreveu como "meu herói".
O CEO da Microsoft, Satya Nadella, disse ter "confiança" na empresa. Não surpreende, uma vez que a Microsoft investiu bilhões na OpenAI, e a tecnologia por trás do ChatGPT agora está incorporada nos aplicativos do Office da Microsoft.
Um personagem que tem estado estranhamente quieto até agora é Elon Musk.
Ele e Altman criaram a OpenAI juntos, em parceria com outras pessoas, mas teriam se desentendido sobre a decisão dela deixar de ser uma organização sem fins lucrativos.
Há rumores de que é exatamente essa questão que mais uma vez dividiu opiniões dentro da empresa.
O X (anteriormente conhecido como Twitter) de Musk, por sua vez, lançou um novo chatbot chamado Grok.
Talvez Musk não esteja chateado com o fato de a OpenAI estar um pouco distraída por um drama que não é de hoje.
Enquanto isso, cabe à diretora de tecnologia da ChatGPT, Mira Murati, assumir interinamente o cargo de CEO.
O mundo da tecnologia é pequeno — coincidentemente, ela já trabalhou na Tesla, empresa automobilística de Musk.
A grande pergunta é: Murat poderá conter tamanha instabilidade?
O que motivou a demissão de Sam Altman da OpenAI, segundo o comunicado do Conselho de Administração?
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 4 a 5.
Ferrari mais cara já leiloada alcança preço de US$ 51,7 milhões
Uma Ferrari 250 GTO foi vendida por US$ 51,7 milhões (mais de R$ 250 milhões), se tornando o carro da marca italiana de valor mais alto a ser vendido em um leilão.
A venda por preço recorde aconteceu na Sotheby's, em Nova York, na segunda-feira (13), quando o carro foi oferecido publicamente pela primeira vez em 38 anos.
Gord Duff, diretor de leilões na Sotheby's, disse que a venda "destaca a estatura sem paralelo da Ferrari como um dos objetos mais desejados do mundo".
"Essa transação adiciona um novo capítulo à história de um veículo com um legado incomparável", afirmou Duff em um comunicado à imprensa.
"Agora, ele figura entre os carros mais caros já vendidos em leilão, um verdadeiro testamento de seu lugar singular na história", acrescentou.
Apenas 39 exemplares do 250 GTO foram fabricados pela lendária marca italiana entre os anos de 1962 e 1964, e é extremamente raro que um dos donos desfaça do carro, seja qual for o preço.
A unidade vendida, de chassi de número 3765, é uma das 34 feitas com a carroceria Tipo 1962, e a única entre essas a ser usada em corrida pela equipe da Scuderia Ferrari, participando de corridas como a Le Mans 24 Hour.
"Reivindicando uma origem de construção única e um notável pedigree de corridas de época, este espetacular GTO está entre os exemplos mais singulares do modelo", escreveu a casa de leilões no anúncio, que apresentava a venda como "uma chance extraordinária de adquirir o Santo Graal do panteão dos carros esportivos, algo que deve ser apreciado pela oportunidade que representa".
A raridade do veículo indica que ele foi destaque em várias revistas especializadas em Ferrari ao longo das décadas, e a Sotheby's sugere que "a disponibilidade pública de um GTO tão singular pode nunca mais se repetir em nossa vida".
Enquanto o 3765 é agora o Ferrari mais caro já vendido em leilão, outro 250 GTO detém o recorde de Ferrari mais cara já vendida.
O renomado colecionador de carros David MacNeil, fundador e CEO da empresa de tapetes automotivos WeatherTech, comprou o chassi número 4153 GT por US$ 70 milhões em 2018.
Na época, James Knight, presidente do grupo de automóveis da casa de leilões britânica Bonhams, comparou os 250 GTOs a algumas das obras de arte mais exclusivas do mundo.
"O Ferrari 250 GTO é como "Os Girassóis" de Van Gogh e um talismã para qualquer coleção de alto nível", disse Knight. "E o GTO que recentemente foi vendido está entre os cinco melhores existentes."
Leia com atenção o seguinte trecho do texto:
O Ferrari 250 GTO é como "Os Girassóis" de Van Gogh e um talismã para qualquer coleção de alto nível.
Qual a figura de linguagem está sendo usada para comparar a exclusividade da Ferrari com outros itens valiosos?