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Prova Agente de Proteção de Defesa Civil - Pref. Turvo/SC
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Questão 1 de 5 Q1839590 Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

01 – O texto acima pertence ao gênero crônica, gênero discursivo que mistura elementos do jornalismo e da literatura. Qual das alternativas abaixo que apresenta característica condizente com dito gênero?

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Questão 2 de 5 Q1839592 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

02 – O humor da história tem o ápice e m seu final e está diretamente relacionada com a atitude pretendida pelo personagem do garoto e em como ela se reflete no protagonista. O humor se constrói em torno de qual recurso?

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Questão 3 de 5 Q1839594 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

03 – A pontuação é um recurso importante para a construção de sentido, não apenas um reflexo das entonações produzidas pela fala. O uso da vírgula no enunciado abaixo se justifica por: — Não faça isso, meu filho [...]

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Questão 4 de 5 Q1839596 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

05 – Os pronomes são uma importante ferramenta de coesão e são importantes para que não haja repetição de vocábulos, dando mais fluidez ao texto. O pronome oblíquo “lhe” no excerto abaixo refere-se a qual substantivo dentro do texto? O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo [...]

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Questão 5 de 5 Q1839597 Q6 da prova

06 – A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é uma aliança militar formada principalmente por países do Ocidente, com o objetivo de promover a segurança e a estabilidade entre seus membros. Embora seu foco seja a defesa mútua contra ameaças externas, a organização também tem um papel relevante em questões de segurança global, especialmente em cenários de desafios geopolíticos. Sua influência continua a ser significativa no cenário internacional, especialmente no contexto de relações entre potências globais. Neste contexto, assinale a alternativa que contém um país que NÃO faz parte da OTAN:

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