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Prova Agente de Manutenção e Conservação - Pref. Faxinal dos Guedes/SC
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Questão 1 de 25 Q2293903 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.

Autor a: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Ao longo do texto, a autora atribui ações, desejos e sensações a casas, paredes e ruínas, como em “as ruínas respiram” e “se parede sonhasse”. Esse recurso expressivo contribui, sobretudo, para:

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Questão 2 de 25 Q2293905 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.

Autor a: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A afirmação “memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro” revela uma concepção ampliada de espaço e pertencimento. A partir dessa ideia, infere-se que a autora compreende a moradia como:

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Questão 3 de 25 Q2293907 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.

Autor a: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No último parágrafo, o texto problematiza o conceito de ruína e propõe uma reinterpretação desse termo. Nesse contexto, as ruínas passam a ser entendidas como:

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Questão 4 de 25 Q2293909 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.

Autor a: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No trecho “as ruínas respiram”, a palavra “respiram” não é utilizada em sentido literal. No contexto do texto, esse verbo expressa a ideia de que as ruínas:

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Questão 5 de 25 Q2293910 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.

Autor a: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Observe o emprego da palavra “teimoso” no trecho “Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções”. Considerando o contexto, analise as assertivas:
I. O termo “teimoso” expressa insistência persistente diante da resistência do tempo.
II. A palavra poderia ser substituída por “obstinado”, sem prejuízo relevante de sentido.
III. No contexto, “teimoso” assume conotação negativa, associada à irracionalidade.
Das assertivas, pode-se afirmar que :

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Questão 6 de 25 Q2293911 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.

Autor a: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No trecho “lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo”, a substituição que preserva o sentido do termo “devolvem” no contexto é:

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Questão 7 de 25 Q2293912 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.

Autor a: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

As palavras da Língua Portuguesa podem ser classificadas, quanto à posição da sílaba tônica, em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. Considerando palavras retiradas do texto, assinale a alternativa em que a palavra é proparoxítona.

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Questão 8 de 25 Q2293914 Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 8.

Dizem que as janelas das casas abandonadas encaram quem ousa olhar demais. Toda casa guarda o eco do último passo. E, numa rua que um dia foi habitada, agora só restam esqueletos de concreto.
As ruínas respiram. Mesmo cobertas de mato, ainda respiram. Há uma memória vegetal crescendo por entre os tijolos. Se parede sonhasse, sonharia em ser morada de novo. Quando o reboco cai, aparecem histórias. As cidades também têm rugas, esquinas que não se refazem.
No caminho diário, encontro casas e prédios que já foram habitados e hoje sobrevivem em silêncio. Alguns parecem querer contar o que foram; outros apenas lembram que a memória das coisas resiste mesmo depois que o tempo as desabitou.
Há um esforço quase teimoso de quem tenta preservar essas construções que carregam a história do cotidiano. Gente que acredita que uma parede antiga vale mais do que um terreno limpo. Que memória é uma forma de moradia, mesmo quando já não cabe gente dentro.
Quem sabe o que chamamos de ruína seja apenas resistência: o modo que as construções encontram de permanecer, mesmo quando tudo ao redor insiste em esquecer. Preservar é reconhecer, nas paredes antigas, não só ruínas, mas testemunhas, lugares que devolvem presença, passado e futuro ao mesmo tempo.

Autor a: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Considerando o número de fonemas e dígrafos, enquanto passado possui ________, presença possui _______. No entanto, ambas as palavras __________.

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Questão 9 de 25 Q2293915 Q9 da prova

Considerando as normas ortográficas vigentes da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente:

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Questão 10 de 25 Q2293920 Q12 da prova

No processo de organização de materiais escolares, um professor decidiu separar 396 unidades de lápis em agrupamentos baseados exclusivamente nos fatores primos desse número, a fim de formar conjuntos estruturados para uma atividade de matemática. Considerando a decomposição em fatores primos do número apresentado, qual alternativa corresponde corretamente ao resultado dessa decomposição?

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Questão 11 de 25 Q2293923 Q14 da prova

Para a montagem de um cenário escolar, uma professora precisa unir três tiras de papel colorido medindo 1,25 m, 75 cm e 0,4 m. Após formar a faixa contínua, será necessário cortar exatamente 50 cm dessa faixa para adaptar o material ao tamanho do mural. Considerando as conversões necessárias e o total de comprimento obtido, assinale a alternativa que indica quanto restará da faixa após o corte.

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Questão 12 de 25 Q2293925 Q15 da prova

Em uma cozinha escolar, a equipe de alimentação precisa preparar uma mistura utilizando 350 g de aveia, 0,6 kg de açúcar e 250 g de frutas secas. Após a pesagem de todos os ingredientes, parte da mistura — equivalente a 300 g — será separada para outra receita. Considerando as conversões de massa necessárias, assinale a alternativa que indica a massa final da mistura que permanecerá disponível.

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Questão 13 de 25 Q2293927 Q16 da prova

Durante a organização de uma gincana escolar, o coordenador registrou que a primeira atividade teve duração de 1 hora e 35 minutos, enquanto a segunda atividade — realizada após breve intervalo — durou 85 minutos. Ao final do evento, pretende-se divulgar aos participantes o tempo total efetivo de atividades, desconsiderando pausas. Com base nas conversões adequadas, assinale a alternativa que apresenta corretamente a soma dos tempos gastos nas duas atividades.

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Questão 14 de 25 Q2293929 Q17 da prova

Em uma campanha comunitária, uma equipe de voluntários arrecadou 480 cestas básicas. Após a triagem, verificou-se que 25% das cestas precisariam ser direcionadas para famílias em situação de vulnerabilidade extrema, enquanto o restante seria distribuído entre outras entidades assistenciais. Considerando esse cenário de distribuição proporcional, assinale a alternativa que apresenta a quantidade de cestas destinadas às famílias em vulnerabilidade extrema.

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Questão 15 de 25 Q2293933 Q19 da prova

Em uma papelaria, um cliente adquiriu um caderno de R$ 18,00, um estojo de R$ 22,00 e dois marcadores de R$ 6,50 cada. No caixa, foi aplicado um desconto de 10% sobre o valor total da compra. Após o abatimento, o cliente efetuou o pagamento com uma nota de R$ 50,00, recebendo o troco correspondente. Assinale a alternativa que indica o valor do troco devolvido.

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Questão 16 de 25 Q2293936 Q20 da prova

Para organizar turnos de manutenção no laboratório escolar, dois equipamentos precisam passar por revisões periódicas: o Equipamento A a cada 6 dias e o Equipamento B a cada 8 dias. A coordenação deseja definir um dia em que ambos voltem a ser revisados simultaneamente, considerando o ciclo natural de manutenção de cada um. Assim, assinale a alternativa que apresenta em quantos dias ocorrerá a próxima revisão conjunta, tomando como referência o dia da primeira revisão simultânea realizada hoje.

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Questão 17 de 25 Q2293938 Q21 da prova

O Município de Faxinal dos Guedes, Estado de Santa Catarina, integra a união indissolúvel da República Federativa do Brasil e do Estado de Santa Catarina e tem como fundamentos, EXCETO:

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Questão 18 de 25 Q2293940 Q22 da prova

Um dos requisitos para criação de distritos é a existência, na sede, de pelo menos:

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Questão 19 de 25 Q2293941 Q23 da prova

São poderes do Município, independentes e harmônicos entre si:

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Questão 20 de 25 Q2293945 Q25 da prova

A Câmara terá comissões permanentes e temporárias. As Comissões Permanentes são aquelas previstas no Regimento Interno. As Comissões Temporárias serão as: I. Especiais; II. Parlamentares de inquérito; III. Processantes. Está(ão) CORRETA(S):

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Questão 21 de 25 Q2293947 Q26 da prova

O método científico é um dos principais pilares da produção do conhecimento científico moderno. Entre suas etapas fundamentais, destaca-se aquela relacionada à formulação de explicações provisórias para os fenômenos observados, denominada:

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Questão 22 de 25 Q2293949 Q27 da prova

A cultura, do ponto de vista sociológico e antropológico, pode ser compreendida como um conjunto de:

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Questão 23 de 25 Q2293951 Q28 da prova

No contexto da economia mundial contemporânea, organismos internacionais exercem papel relevante na regulação financeira e na cooperação entre países. O Fundo Monetário Internacional (FMI) tem como atribuição principal:

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Questão 24 de 25 Q2293953 Q29 da prova

O território brasileiro apresenta grande diversidade climática, condicionada principalmente pela extensão latitudinal e por fatores naturais. Nesse contexto, o clima predominante na maior parte da Região Norte do Brasil caracteriza-se por:

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Questão 25 de 25 Q2293955 Q30 da prova

Em relação à hidrografia brasileira, a bacia hidrográfica do Rio São Francisco desempenha papel estratégico para o país, pois:

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