Provas para Download

Prova Agente de Fiscalização - Pref. São Miguel Arcanjo/SP
Visualizar os arquivos PDF
Ver agente-de-fiscalizacao.pdf
PDF
agente-de-fiscalizacao.pdf
Ver gabarito-preliminar.pdf
PDF
gabarito-preliminar.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar agente-de-fiscalizacao.pdf
PDF
agente-de-fiscalizacao.pdf
Baixar gabarito-preliminar.pdf
PDF
gabarito-preliminar.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Compartilhar agente-de-fiscalizacao.pdf
PDF
agente-de-fiscalizacao.pdf
Compartilhar gabarito-preliminar.pdf
PDF
gabarito-preliminar.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar
Questão 1 de 38 Q1624597 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha. No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar. Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende. O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica. Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo. A Revolução Industrial e a ascensão dos corantes sintéticos no século 19, como a alizarina, mudaram o cenário. A indústria da cochonilha entrou em crise, e muitas fábricas fecharam: criar e triturar insetos aos milhões não era uma solução tão lucrativa ou escalável quanto usar pigmentos artificiais. O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom. No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.

Considere as seguintes afirmações, baseadas no texto: I. O fato de os pigmentos artificiais serem mais lucrativos é um dos motivos para o desuso do carmim de cochonilha. II. As cochonilhas produziam um pigmento carmim que se destacava por ser mais vivo e concentrado. III. Atualmente, o corante carmim é produzido a partir de cochonilhas geneticamente modificadas. É (são) verdadeira(s) apenas:

Reportar Erro
Questão 2 de 38 Q1624599 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha. No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar. Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende. O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica. Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo. A Revolução Industrial e a ascensão dos corantes sintéticos no século 19, como a alizarina, mudaram o cenário. A indústria da cochonilha entrou em crise, e muitas fábricas fecharam: criar e triturar insetos aos milhões não era uma solução tão lucrativa ou escalável quanto usar pigmentos artificiais. O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom. No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.

No excerto “Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar”, a palavra “fã” é utilizada como um recurso de expressividade, que corresponde à figura de linguagem:

Reportar Erro
Questão 3 de 38 Q1624601 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha. No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar. Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende. O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica. Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo. A Revolução Industrial e a ascensão dos corantes sintéticos no século 19, como a alizarina, mudaram o cenário. A indústria da cochonilha entrou em crise, e muitas fábricas fecharam: criar e triturar insetos aos milhões não era uma solução tão lucrativa ou escalável quanto usar pigmentos artificiais. O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom. No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.

Observe o excerto a seguir, com especial atenção às expressões em destaque: “A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico [...]”. Enquanto recursos de coesão textual, as expressões em destaque são empregadas para:

Reportar Erro
Questão 4 de 38 Q1624603 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha. No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar. Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende. O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica. Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo. A Revolução Industrial e a ascensão dos corantes sintéticos no século 19, como a alizarina, mudaram o cenário. A indústria da cochonilha entrou em crise, e muitas fábricas fecharam: criar e triturar insetos aos milhões não era uma solução tão lucrativa ou escalável quanto usar pigmentos artificiais. O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom. No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.

Considere o seguinte trecho: “Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa”. A relação de sentido que se estabelece entre as orações do período apresentado é:

Reportar Erro
Questão 5 de 38 Q1624605 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha. No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar. Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende. O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica. Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo. A Revolução Industrial e a ascensão dos corantes sintéticos no século 19, como a alizarina, mudaram o cenário. A indústria da cochonilha entrou em crise, e muitas fábricas fecharam: criar e triturar insetos aos milhões não era uma solução tão lucrativa ou escalável quanto usar pigmentos artificiais. O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom. No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.

O acento gráfico na palavra “artrópodes”, que ocorre no texto, decorre da mesma regra que acentua todas as palavras a seguir, exceto:

Reportar Erro
Questão 6 de 38 Q1624607 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha. No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar. Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende. O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica. Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo. A Revolução Industrial e a ascensão dos corantes sintéticos no século 19, como a alizarina, mudaram o cenário. A indústria da cochonilha entrou em crise, e muitas fábricas fecharam: criar e triturar insetos aos milhões não era uma solução tão lucrativa ou escalável quanto usar pigmentos artificiais. O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom. No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.

As palavras “quermésico” e “carmínico”, que ocorrem no texto, apresentam em comum em suas respectivas formações o(a) mesmo(a):

Reportar Erro
Questão 7 de 38 Q1624609 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. Carmim de cochonilha: a história do pigmento feito de insetos moídos A palavra “vermelho” vem do latim vermiculus, que significa “verme”. O motivo é que, por muito tempo, um pigmento vermelho comum na Europa vinha de um inseto minúsculo de nome científico Kermes vermilio. Esse bichinho excreta um composto químico batizado de ácido quermésico, que já dava cor a roupas, cerâmicas e quadros em Roma. Civilizações antigas das Américas, como astecas e maias, eram fãs de um ácido colorido similar – o ácido carmínico, presente no inseto Dactylopius coccus, a cochonilha. No século 15, por exemplo, Montezuma, o imperador asteca, exigiu tributo na forma de cochonilha de onze cidades conquistadas. Até hoje, o Peru e o México estão entre os maiores produtores desse pigmento. Os insetos são criados em cactos, que eles adoram parasitar. Para obter meio quilo de pó de carmim, é necessário pulverizar 70 mil cochonilhas secas. Até 20% do corpo do inseto de 0,5 cm consiste nesse ácido de cor vibrante, mas elas pesam frações de grama cada uma. Não rende. O pó escarlate se tornaria um dos produtos mais importantes da balança comercial do México colonial: só não movimentava mais dinheiro que a prata. Sua importância era tamanha que essa substância era negociada em bolsas de valores na Europa – como soja e minério de ferro são hoje, por exemplo –, e foi essencial para que a Espanha se tornasse uma potência econômica. Essa commodity fez muito sucesso nos retratos e cenas cristãs dramáticas do barroco. Caravaggio, o pintor italiano, utilizava frequentemente sua tonalidade cor de sangue. Quando os tintureiros europeus começaram a experimentar com o pigmento americano em tecidos, ficaram deslumbrados com sua vivacidade e concentração: o vermelho era muito mais bonito que o gerado pelos insetos do Velho Mundo. A Revolução Industrial e a ascensão dos corantes sintéticos no século 19, como a alizarina, mudaram o cenário. A indústria da cochonilha entrou em crise, e muitas fábricas fecharam: criar e triturar insetos aos milhões não era uma solução tão lucrativa ou escalável quanto usar pigmentos artificiais. O carmim de cochonilha só voltou a ser viável economicamente nas últimas décadas: embora tenha saído de cena nas artes, na construção civil e na indústria têxtil, ele ainda é uma opção biologicamente inofensiva para colorir comida e cosméticos, aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora. Aparece em iogurtes, balas e outras coisas sabor morango, bem como no bolo red velvet e em quase todo batom. No futuro, é possível que o corante passe a ser secretado por microrganismos geneticamente modificados, eliminando a preocupação dos veganos com a matança de artrópodes.

A expressão “mundo afora”, que ocorre no texto — “[...] aprovada por agências de vigilância sanitária mundo afora” —, é composta por palavras que pertencem, respectivamente, às classes gramaticais:

Reportar Erro
Questão 8 de 38 Q1624611 Q8 da prova

Dentre as palavras a seguir, aquela cujo emprego do hífen está incorreto é:

Reportar Erro
Questão 9 de 38 Q1624613 Q9 da prova

A sentença a seguir em que ocorre verbo conjugado na terceira pessoa do singular é:

Reportar Erro
Questão 10 de 38 Q1624615 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que a pontuação está corretamente empregada.

Reportar Erro
Questão 11 de 38 Q1624617 Q11 da prova

Considere um losango de lados 10cm e diagonal menor medindo 40mm. A área desse polígono mede em cm:

Reportar Erro
Questão 12 de 38 Q1624619 Q12 da prova

Considere 3 pontos inseridos no plano cartesiano cujas coordenadas são A(-3,3), B(-3,-3) e C(1,-3). Admitindo 1 cm para cada unidade de medida no plano, o perímetro desse triângulo em cm é:

Reportar Erro
Questão 13 de 38 Q1624621 Q13 da prova

A sequência a seguir foi estabelecida a partir de um padrão tendo como primeiro termo a 1 = 0. Conhecendo esse padrão é possível dizer que o vigésimo termo na sequência, ou seja, a 20 é: (0, 3, 8, 15, 24, 35, .................................... a 20)

Reportar Erro
Questão 14 de 38 Q1624623 Q14 da prova

No edital de um concurso x foi determinado que as inscrições deveriam ser limitadas a razão 3 para 7 entre os candidatos, sendo que a prioridade é efetivar mais homens do que mulheres. Se 237 mulheres se inscreveram nesse concurso, a quantidade de candidatos inscritos foi de:

Reportar Erro
Questão 15 de 38 Q1624625 Q15 da prova

Um mecânico forneceu a seguinte proposta de orçamento para um cliente: Cobrar como mão de obra (serviço) 35% do valor gasto em peças para o conserto do veículo. A relação de peças está disposta na tabela abaixo. Amortecedores R$ 470,89 Bandejas R$ 516,93 Pastilhas de freio R$ 40,18 Óleo de motor R$ 60,00 De posse dos valores acima e sabendo que o cliente aceitou a proposta, quanto pagou pelo serviço?

Reportar Erro
Questão 16 de 38 Q1624627 Q16 da prova

Assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo de software malicioso, baixado por meio de navegação na internet, que instala um servidor proxy no computador da vítima. Esse software permite que o sistema infectado seja utilizado por terceiros para navegação anônima e envio de mensagens indesejadas, como spam:

Reportar Erro
Questão 17 de 38 Q1624628 Q17 da prova

O Browser Edge é um dos navegadores de internet amplamente utilizados nos dias de hoje, oferecendo integração com serviços em nuvem e diversas funcionalidades modernas. Qual é a empresa responsável por seu desenvolvimento?

Reportar Erro
Questão 18 de 38 Q1624630 Q18 da prova

Ao utilizar o Microsoft Excel, qual das opções listadas abaixo será exibida ao clicar no ícone apresentado na imagem a seguir?

Reportar Erro
Questão 19 de 38 Q1624632 Q19 da prova

Qual é o tipo de gráfico disponível no Microsoft Excel que se apresenta na forma de um círculo, onde os dados são representados como proporções em relação à soma total dos valores observados? Este gráfico pode ser exibido em formatos bidimensionais ou tridimensionais.

Reportar Erro
Questão 20 de 38 Q1624635 Q20 da prova

Durante o processo de edição e formatação de documentos de texto no Microsoft Word, a utilização de atalhos de teclado pode otimizar e tornar mais eficiente a execução das atividades. O atalho de teclado Ctrl + Home tem a função de:

Reportar Erro
Questão 21 de 38 Q1624637 Q21 da prova

No que tange a legislação sobre zoneamento, loteamento e posturas é correto afirmar, exceto:

Reportar Erro
Questão 22 de 38 Q1624639 Q22 da prova

Acerca de salubridade e higiene das edificações, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta. I – A salubridade nas edificações está relacionada às práticas de limpeza e manutenção do ambiente e é dispensável que os espaços sejam mantidos livres de sujeira, detritos e contaminação, prevenindo a proliferação de agentes patogênicos. II – São prescindíveis para a garantia da construção de ambientes seguros, saudáveis e adequados para a habitação ou para o trabalho. III – É necessário propiciar condições de salubridade no interior da edificação, considerando as condições de umidade e temperatura no interior da unidade habitacional, aliadas ao tipo dos sistemas utilizados na construção.

Reportar Erro
Questão 23 de 38 Q1624641 Q24 da prova

A poluição do solo ocorre pelo contato de resíduos sólidos, líquidos, efluentes e produtos químicos e poluentes com a superfície do solo. Quando causada por motivos específicos em regiões onde é fácil ter dimensão da área contaminada, estamos diante da chamada:

Reportar Erro
Questão 24 de 38 Q1624643 Q25 da prova

Acerca das Noções de Segurança no Trabalho, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta. I – O trabalhador deverá elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos demais. II – O trabalhador poderá interromper suas atividades quando constatar uma situação de trabalho onde, a seu ver, envolva um risco grave e iminente para a sua vida e saúde, informando imediatamente ao seu superior hierárquico. III – Cabe ao trabalhador colaborar com a organização na aplicação das Normas Regulamentadoras.

Reportar Erro
Questão 25 de 38 Q1624645 Q26 da prova

Na leitura de um projeto topográfico é correto dizer que o(a) ________________ mostra qual é a configuração do relevo ao longo de um itinerário retilíneo, ou seja, mostra como a geomorfologia do terreno se comporta. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna acima.

Reportar Erro
Questão 26 de 38 Q1624647 Q27 da prova

Acerca das posturas municipais: licenciamento e fiscalização do funcionamento de atividades em imóveis urbanos é correto afirmar, exceto:

Reportar Erro
Questão 27 de 38 Q1624648 Q28 da prova

É correto afirmar que o comércio de rua poderá ter a sua atividade fiscalizada da seguinte maneira, exceto:

Reportar Erro
Questão 28 de 38 Q1624650 Q29 da prova

Acerca dos princípios que regem a administração pública, é correto afirmar que o princípio que estabelece igualdade de tratamento para todos os indivíduos que compõe a sociedade é o:

Reportar Erro
Questão 29 de 38 Q1624653 Q30 da prova

Acerca ao que dispõe a Constituição Federal de 1988, são estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. Todavia, extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade, o servidor estável ficará em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até:

Reportar Erro
Questão 30 de 38 Q1624654 Q31 da prova

Acerca ao que dispõe a Lei nº 6.938/1981 (Política Nacional do Meio Ambiente) é correto afirmar que o mínimo da servidão ambiental temporária é de:

Reportar Erro
Questão 31 de 38 Q1624657 Q32 da prova

Assinale a alternativa que não condiz com as penas restritivas de direito previstas na Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais).

Reportar Erro
Questão 32 de 38 Q1624659 Q34 da prova

Considera-se ____________________ aqueles que atendem aos dispositivos legais pertinentes à prestação de serviços públicos de saneamento básico. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna acima.

Reportar Erro
Questão 33 de 38 Q1624661 Q35 da prova

Acerca ao que dispõe o Estatuto da Cidade, a política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana. Assinale a alternativa que não condiz com as diretrizes gerais estabelecidas.

Reportar Erro
Questão 34 de 38 Q1624663 Q36 da prova

No que dispõe a Lei nº 6.766/1979 (Lei de Parcelamento do Solo Urbano), não será permitido o parcelamento do solo, exceto:

Reportar Erro
Questão 35 de 38 Q1624665 Q37 da prova

No que tange a Lei nº 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor), as infrações das normas de defesa do consumidor ficam sujeitas, conforme o caso, às sanções administrativas, sem prejuízo das de natureza civil, penal e das definidas em normas específicas. Assim, assinale a alternativa que não condiz com uma sanção expressa em lei.

Reportar Erro
Questão 36 de 38 Q1624666 Q38 da prova

Acerca ao que dispõe a Norma Brasileira Regulamentadora (NBR 9050), entende-se como área com acesso direto para uma saída, destinada a manter em segurança pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, enquanto aguardam socorro em situação de sinistro:

Reportar Erro
Questão 37 de 38 Q1624668 Q39 da prova

Acerca ao que dispõe a Norma Regulamentadora (NR-23) - Proteção Contra Incêndios é correto afirmar, exceto:

Reportar Erro
Questão 38 de 38 Q1624670 Q40 da prova

No que tange à Arborização Urbana é correto afirmar, exceto:

Reportar Erro
0
Acertos
0
Erros
0%
Nota
Limpar

Acertos
Erros
Nota