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Prova Agente de Atendimento Especial - Pref. Lorena/SP
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Questão 1 de 26 Q1130269 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.

Considere o excerto: “Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação”. No contexto apresentado, o sentido que a locução “no entanto” exprime em relação ao fato de clarado na sentença precedente é:

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Questão 2 de 26 Q1130270 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.

Considere o excerto: “Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.” O vocábulo “embora”, que ocorre no contexto apresentado, exprime valor concessivo. A expressão de valor equivalente pela qual a conjunção poderia ser substituída, sem requerer outras modificações na sentença, é:

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Questão 3 de 26 Q1130271 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.

No excerto “isso porque ela è muito grande e não è esfèrica”, o pronome pessoal retoma o referente designado por:

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Questão 4 de 26 Q1130272 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.

Considere o excerto: “Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos”. No contexto dado, o termo regido pelo verbo “ultrapassa” è:

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Questão 5 de 26 Q1130273 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.

Analise as palavras apresentadas a seguir, que ocorrem no texto, quanto aos elementos mórficos que as constituem. Assinale aquela que apresenta um sufixo derivacional formador de advérbios de modo na língua portuguesa.

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Questão 6 de 26 Q1130274 Q6 da prova

Considere o excerto: “Mauro estava hirto. O rapaz tentava lidar com a notícia que acabava de receber.” Nesse contexto, o significado da palavra em destaque é o mesmo de:

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Questão 7 de 26 Q1130275 Q7 da prova

Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está incorreto.

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Questão 8 de 26 Q1130277 Q9 da prova

Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que a palavra meio ocorre como substantivo.

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Questão 9 de 26 Q1130279 Q11 da prova

Duas pessoas estão jogando um jogo em que precisam fazer um determinado número de pontos para que possam avançar para a próxima rodada. O número de pontos em que é preciso fazer em cada rodada escala da seguinte forma: 7 pontos na 1ª rodada, 13 pontos na 2ª rodada, 19 pontos na 3ª rodada, 25 pontos na 4ª rodada, e assim por diante. Quantos pontos serão necessários fazer na 26ª rodada, para que os jogadores avancem:

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Questão 10 de 26 Q1130282 Q14 da prova

Ana conheceu sua nova amiga, Bruna. Quando Ana perguntou a Bruna sua idade, Bruna respondeu: - “Tenho o dobro da sua idade menos oito”. A mãe de Bruna também complementou: - “A diferença entre a idade de Bruna e idade da Ana è exatamente a metade da idade da Ana”. Com base nas sentenças, indique a idade de Bruna:

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Questão 11 de 26 Q1130284 Q16 da prova

Acerca dos sistema de impressão, analise as afirmações abaixo: I - Em um processador de texto (como o Microsoft Word), você pode selecionar a opção "Imprimir" no menu, configurar as opções de impressão e, em seguida, enviar o trabalho de impressão para a impressora. II - Em um navegador da web, você pode clicar com o botão direito em uma página e selecionar "Imprimir". Isso abrirá uma janela de configurações de impressão onde você pode ajustar as opções antes de imprimir a página.

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Questão 12 de 26 Q1130289 Q21 da prova

Por meio do 6º artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente, é possível observar quais são os fins aos quais a interpretação da respectiva Lei se pauta. Assim, quais são esses fins?

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Questão 13 de 26 Q1130290 Q22 da prova

O controle do fluxo de entrada e saída dos alunos, embora pareça ser algo simples de ser feito, há aspectos que devem ser observados, no intuito de assegurar que esse momento seja seguro, organizado e sistematizado. Algumas medidas de controle e organização foram apontadas na sequência, no entanto uma das alternativas foi construída de forma incorreta, assinale-a.

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Questão 14 de 26 Q1130291 Q23 da prova

Sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), são verdadeiras as seguintes afirmativas, exceto:

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Questão 15 de 26 Q1130292 Q24 da prova

O espaço escolar educa, tal afirmativa advém da relação construída entre usuários e espaço físico não restrita apenas ao aspecto formal, uma vez que compreende também dimensões simbólicas e pedagógicas. Nesse sentido, deve-se atentar para que as normas estabelecidas sejam observadas, no intuito de assegurar a manutenção da ordem. Para tal, é necessário que essas normas sejam claras e de conhecimento de todos. Qual o documento utilizado para a definição das referidas normas?

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Questão 16 de 26 Q1130293 Q25 da prova

As unidades escolares da rede municipal, em relação às questões de saúde no espaço escolar, contam com aparatos legais que normatizam o Programa de Saúde na Escola (PSE). Nesse sentido, é importante observar algumas de suas diretrizes, como a destacada em qual alternativa?

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Questão 17 de 26 Q1130295 Q27 da prova

Em quaisquer relações, a ética é considerada essencial. No caso do serviço público, ela é ainda mais preponderante. Assim, é importante compreender seu significado e suas variáveis. Leia as asserções seguintes e assinale a alternativa correta.

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Questão 18 de 26 Q1130296 Q28 da prova

Os comportamentos ético-morais são analisados a partir de campos das objetivações ético-morais, que compreendem quatro formas constitutivas. Destaque a opção incorreta.

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Questão 19 de 26 Q1130297 Q29 da prova

O Estatuto da Criança e do Adolescente compreende em seu texto, algumas leis específicas que corroboram para o pleno atendimento às necessidades integrais da criança e do adolescente. Qual das leis contempladas pelo ECA, “implica o dever do Estado de estabelecer políticas, planos, programas e serviços para a primeira infância que atendam às especificidades dessa faixa etária, visando a garantir seu desenvolvimento integral”?

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Questão 20 de 26 Q1130298 Q30 da prova

Em caso de queimaduras, é incorreta a seguinte atitude:

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Questão 21 de 26 Q1130301 Q33 da prova

Para entender alguns aspectos da educação inclusiva, é importante retomar o histórico de lutas, conquistas e estudos que foram responsáveis pelo embasamento e consolidação das estratégias pedagógicas dentro desse contexto. Assim, desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência adotada pela ONU em 2006 e incorporada à Constituição Federal do Brasil, foi um longo caminho de lutas, conquistas e desafios. Em síntese, observa-se um amplo cobertor legal que se formou para amparar o combate contra dois aspectos principais descritos em qual alternativa?

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Questão 22 de 26 Q1130302 Q34 da prova

Alguns princípios auxiliam a compreensão acerca da dimensão que caracteriza a educação inclusiva. Leia os enunciados a seguir e destaque a alternativa que condiz com um desses princípios.

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Questão 23 de 26 Q1130303 Q35 da prova

Sobre os direitos dos estudantes público-alvo da educação especial, é falsa a afirmativa:

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Questão 24 de 26 Q1130304 Q36 da prova

A inclusão dos estudantes com necessidades especiais implica na reestruturação dos sistemas de ensino a partir da capacitação dos professores e da reorganização do ambiente escolar. Assim, são necessárias as seguintes práticas, salvo:

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Questão 25 de 26 Q1130306 Q38 da prova

A ética no serviço público é permeada de paradigmas, de ideias preconcebidas, de dúvidas e certezas. Em síntese, nesse contexto, é possível depreender:

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Questão 26 de 26 Q1130307 Q39 da prova

Na literatura, são encontrados inúmeros autores que contextualizam as relações interpessoais. Apesar de haver vertentes diferentes de pensamentos, há certos aspectos que são análogos a todos os ponderamentos. Leia as afirmativas subsequentes e assinale o enunciado que não condiz com esses aspectos gerais que caracterizam as relações interpessoais.

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